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23 de setembro de 2010

TV CULTURA: UM PROBLEMA DE VICISSITUDES OU ATITUDES?

Tentei deixar um comentário na coluna de Luís Nassif Online, mas não consegui. A Internet, às vezes, tem dessas coisas. Alguma instabilidade momentânea do sistema ou do provedor é suficiente para tornar impossíveis tarefas corriqueiras. Diante disso, publico aqui o que eu queria dizer lá. Para tornar claras e concisas as minhas palavras, você deve ler, primeiro, o que Nassif escreveu naquela postagem. Clique aqui, leia e depois volte ao ponto. O seu navegador deve abrir uma nova página ou aba, de maneira que para voltar a este blog basta um novo clique sobre a minha página minimizada. A seguir, o que eu pretendo dizer sobre o triste destino da TV Cultura, de São Paulo.

“O comentário de Luís Nassif revela fatos interessantes sobre o atual estágio da tv brasileira, o que inclui a TV Cultura, de São Paulo, claro. Mas o detalhe mais saboroso é a revelação do grau de vaidade e ciúme que afeta alguns profissionais de muita fama e, conclui-se, pouca competência. O temor de Paulo Markun, ao afastar Heródoto Barbeiro por lhe fazer sombra, é um autêntico atestado de incapacidade. Diga-se de passagem que esse medo não é privilégio de Markun. No rádio e na tv - como na imprensa brasileira, de maneira geral -, profissionais diplomados nas coxas ocupam bons cargos pela simples razão de que "custam" pouco. E, assim, pelam-se (para não usar o termo chulo que, todavia, descreve melhor esse receio) de medo de serem desmascarados. O festival de ananases está em pleno andamento e não me deixa mentir. Então, nada mais fácil do que classificar de ultrapassado o trabalho de possíveis oponentes. “Tê-los em seus calcanhares é dar sopa para o azar”, devem pensar. Mais prudente é afastá-los de suas funções. Simples assim, mas o caso da TV Cultura de São Paulo é complicado.

A colocação do presidente da emissora, João Sayad, sobre muita teoria e pouca prática de Gabriel Priolli é, no fundo, o mesmo expediente utilizado por Markun em relação a Heródoto. Não conheço, pessoalmente, a nenhum deles, apesar de termos, eu e eles, muitos anos de janela (estou na luta há mais de 4 décadas), mas o comentário do presidente da Fundação Padre Anchieta é, no mínimo, peroração de quem está por fora. E não poderia ser diferente. Afinal, como economista reconhecidamente capaz, falta-lhe conhecimento - nem mesmo teórico - sobre o veículo que pretende dirigir. Some-se a esse aspecto o fator político que, infelizmente, baliza os interesses dentro da TV Cultura e o resultado é um desastre. Nesse contexto, o telespectador que se lixe. O tempo não só é bom conselheiro como também é inexorável para revelar, sem sutilezas, manobras dessa natureza. Quem viver, verá.”

Nota do editor: Mais tarde, verifiquei que o comentário foi publicado no blog do Nassif, embora truncado, o que nos faz supor que houve, de fato, um problema temporário na rede. Coisas que acontecem.

22 de setembro de 2010

TEATRO DE MARIONETES NA VILA BELMIRO

dorival.jr

Deu a lógica no Santos: sai Dorival Júnior, o treinador; fica Neymar, o garotinho mimado da Vila. Quando digo “deu a lógica”, refiro-me, apenas, ao raciocínio que prevalece em casos assim, quando se defrontam treinador e jogadores de futebol. Pela “lógica”, o jogador, patrimônio do clube, é preservado a qualquer custo, para não ser desvalorizado. O treinador é um mero instrumento com o qual se prepara a equipe. Nessa condição, é descartável.

neymar e presidente

No caso específico de Neymar, o clube praiano acaba de reformar o contrato do jogador, de olho no mercado internacional. A multa rescisória foi elevada para atraentes 45 milhões de euros e, consequentemente, o passe do jogador ficou muito mais caro. Toda a encenação entre o clube e o atleta, ao renovar o acordo, visou apenas o resultado financeiro e não a paixão pelo futebol brasileiro ou respeito pela torcida peixeira. Traduzindo: em futuro breve, o Santos virá a público comunicar que lamenta, mas não conseguirá manter o atleta na Vila, diante da proposta milionária feita por determinado clube estrangeiro pelo jogador. Daí, não há que se espantar com o desfecho do entrevero Neymar/Dorival. O que me intriga, porém, é perceber que uma parte expressiva da crônica especializada apóia a decisão do Santos.

mn e cl

Se esse apoio fosse manifestado, por exemplo, por Milton Neves, eu entenderia, pois o “merchalista” é notório torcedor do peixe. Da mesma forma, não me surpreende (mas não aprovo) a atitude sempre tendenciosa a favor do Corinthians quando Chico Lang, da Gazeta, fala sobre o timão. No entanto, tenho ouvido de setores que, aparentemente, não “mostram a cara” ao torcedor, coisas como “a punição imposta a Neymar - multa e afastamento de uma partida- já foi suficiente. Mais que isso é jogar contra o patrimônio e nenhum clube deve admitir tal posicionamento do treinador.”

Valores éticos e morais como disciplina, educação, respeito à hierarquia e aos colegas de equipe, para citar apenas esses, nem são cogitados. Ficam em perspectiva, desde já, cinco situações distintas para serem observadas:

1ª) Dorival sai desacreditado, embora de cabeça erguida, e passa a ser um nome temido pelas demais agremiações esportivas, porque representa um “risco” aos investimentos do clube;

2ª) O próximo treinador do Santos (seja quem for) assume na condição de subserviente, autêntica marionete, para ser manipulado pelas mãos dos dirigentes e deverá estar sujeito aos caprichos dos atletas;

3ª) Qual será o comportamento de Neymar, doravante? Acredito que o maior problema seja esse. Vai ser difícil controlar os chiliques do menino;

4ª) Como deve reagir a torcida quando o bebê chorão não resolver as situações dentro de campo? Afinal, com tantos privilégios, a responsabilidade do jogador perante os torcedores e os próprios companheiros de equipe vai aumentar e muito.

5ª) Finalmente, quando os dirigentes santistas anunciarem (com fisionomia entristecida e tudo mais, como convém) a venda do jogador por estratosféricos euros e o torcedor perceber que o teatro “fica, Neymar” foi conversa mole para boi dormir, quem vai assumir a farsa?

torcida.jovem.santos Leia mais sobre o episódio Dorival / Neymar:

Gazeta Esportiva

Folha Online

O Estado de São Paulo

Sportv

21 de setembro de 2010

NA MARCHA DA EVOLUÇÃO SURGE O SPRAY DE VESTIR

evolucao Na história da Terra, da Vida e do desenvolvimento da Humanidade a passagem do tempo é contada em grandes escalas. O planeta tem idade estimada de 4,6 bilhões de anos. A vida, representada por organismos primários, surgiu há 3,8 bilhões de anos. Embora o australopithecus, apontado como ancestral humano, tenha idade estimada de cinco milhões de anos o homem atual descende de uma espécie registrada há muito menos tempo, como cita o seguinte excerto da enciclopédia livre Wikipédia:  (…) “Anatomicamente o homem moderno evoluiu do Homo sapiens arcaico na África durante o Paleolítico Médio, há cerca de 200 000 anos.”(…)

Isto posto, é fácil compreender porque, em termos históricos, um século é quase nada. Do aparecimento das ferramentas, na Idade da Pedra Lascada, à mais recente conquista tecnológica, são passados de um milhão e quinhentos mil a dois milhões de anos, segundo a paleontologia. No entanto, a maioria dos inventos que conhecemos hoje, entre eles, medicamentos sintetizados em laboratório, as máquinas de raio xis, lâmpada, automóvel, telefone, rádio, avião, cinema, tv, geladeira, computador e mais uma extensa série de invenções que facilitam, e muito, a vida do ser humano, tem menos de duzentos anos. Unindo-se o conhecimento adquirido ao longo desse tempo e as possibilidades que as novas tecnologias permitem, a antevisão do futuro é fascinante.

Criados nus, para se vestir os seres humanos se utilizaram de folhas, galhos, penas e peles de animais até dominar a técnica da tecelagem. Novamente recorro à Wikipédia, desta vez para citar que um dos exemplos mais antigos de tecido, descoberto na Europa, na costa Dinamarquesa, data do fim da Era Mesolítica, entre 4600 e 3200 a.C. Também foram descobertos tecidos no Peru, no alto da 'Sierra del Norte', aparentemente ainda mais antigos, porém não há uma definição sobre esse período. De qualquer modo, a conclusão é de que o homem anda “vestido” desde três mil e duzentos anos antes de Cristo.

Fizemos essa viagem no tempo para chegar ao ponto central desta postagem, que trata exatamente da evolução dos tecidos. A seguir, você vai ver a nova tendência de vestuário, em futuro breve.

spray de vestir Borrifadas sobre o corpo, fibras líquidas modelam a silhueta como se fossem uma segunda pele. Depois de secas, as “roupas” podem ser tiradas e lavadas para serem usadas novamente. Um lembrete: ainda não há previsão de preço para esse tipo de indumentária, mas está claro que a obesidade será, além do sério problema de saúde já conhecido, um fator econômico de peso para o bolso dos adeptos da nova moda. Veja os detalhes da descoberta, com vídeo, neste link que remete ao portal UOL.

16 de setembro de 2010

CHEGA DE ARROGÂNCIA E HIPOCRISIA

As denúncias que culminaram na demissão da ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, dão ao brasileiro um sério motivo para repensar o voto, neste 3 de outubro. As evidências vinham sendo divulgadas pela imprensa de todo o país. Nesta quinta-feira, 16 de setembro, a Folha de São Paulo acrescentou às denúncias fatos novos e indesculpáveis para quem ocupa cargos no governo. Erenice, como era esperado, sucumbiu. O presidente Lula, que passou dois mandatos alegando não saber o que acontecia nos bastidores do poder, vai ter que gastar muita saliva e suor para “livrar a cara” da companheira candidata Dilma Rousseff, ex-titular da Casa Civil e chefe da ministra demissionária. Diante da decisão de Dilma sair candidata à presidência da república, a sucessão na Casa Civil ocorreu como se fosse uma autêntica ação entre amigos. Eu saio e deixo aqui a minha subordinada  – parece ter sido o raciocínio de Dilma. E nunca é demais lembrar que a candidata, em nome do estoicismo de sacrificar-se pelo presidente, impôs a condição de continuar recebendo o salário de ministra durante a campanha. Oficialmente, o partido de Dilma arca com essa despesa, mas sabemos que, no fundo, é o povo brasileiro quem paga tal privilégio. Ou você tem alguma dúvida? Atitudes assim clamam pela lembrança contundente de que a coisa pública merece e deve ser tratada com isenção e seriedade. Qualquer conduta fora desses parâmetros é motivo de apreensão. Imagine, então, agora, quando é divulgada a cobrança de propinas a título de “garantia de êxito”, como as que são atribuídas a um dos filhos de Erenice Guerra. O que mais revolta é a tentativa arrogante de se passar por vítima, como se viu, sob a alegação de interesses políticos de adversários. Como se a nação brasileira fosse constituída de idiotas. Em nome da lisura e da cidadania, Erenice já vai tarde. E que a Justiça, agora, cumpra o seu papel. O resto vai ficar para o eleitor decidir. É isso o que você quer para o seu país? O futuro dirá.

A seguir, leia sobre as denúncias de cobrança de propinas e a demissão de Erenice Guerra, da Casa Civil.

Folha Online

O Estado de São Paulo

O Globo

E como quem procura acha, você vai encontrar, certamente, muitos outros links sobre o assunto. Em nome da própria consciência, leia o que puder.

MIMADO DEMAIS

neymar

Neymar - de novo, ele -  é notícia na crônica esportiva, justamente por perder a esportiva. O bate-boca, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, entre o jogador e o treinador Dorival Júnior, é a ponta do iceberg. dorival.jrO assunto, manchete em jornais, rádios, tevês, botecos e rodinhas de praças e esquinas, serve de alerta: os clubes precisam pensar seriamente, quando se propõem a “construir” um jogador. Ganhar dinheiro com o produto deve ser consequência de um trabalho de base bem feito e não, apenas, meta. Caso contrário, a criatura, despojada de outros valores que não sejam monetários, vai se insurgir contra o criador. Agora, o entrevero foi com o técnico santista. Depois, será com o clube que o formou. E, finalmente, o menino mimado vai se julgar no direito de desprezar a torcida que o incentiva em campo. A ganância por lucro fácil faz com que os times invistam pouco ou nada na formação de jovens promissores. Preferem dotá-los de músculos precoces para enfrentar adversários nos gramados. Acontece que os adversários, como se vê neste caso, estão em toda a parte. Inclusive, e principalmente, dentro dos próprios atletas. Duvido que até mesmo fanáticos torcedores santistas não estejam apreensivos com Neymar, o garoto de ouro, chamado de “joia da Vila”. Quem tem olhos para ver, veja. Acompanhe o noticiário sobre o assunto, nos links abaixo:

Folha Online

Gazeta Esportiva

O Estado de São Paulo

O Globo

9 de setembro de 2010

CADEIRINHAS: SEGURANÇA OU “IGNORANÇA”?

A adoção das cadeirinhas de segurança nos automóveis para o transporte de crianças merece todo o nosso apoio. Em vigor desde o dia primeiro de setembro, a fiscalização da medida, em São Paulo, no entanto, é deplorável. Em meio a dúvidas suscitadas pelas própria lei, promovem-se verdadeiras palhaçadas e, mais grave, tomam-se atitudes policialescas que se aproximam do abuso de autoridade. Na chamada fase didática, de conscientização, o que temos visto é inacreditável. Multar os faltosos, sim, é correto. Afinal, está provado, é no bolso que dói mais. A infração é considerada gravíssima. Além do pagamento de  multa de R$ 191,54 penaliza o condutor do veículo com sete pontos na carteira. Todavia, a imprensa tem noticiado fatos absurdos, frutos da desinformação dos responsáveis pela fiscalização e de um autoritarismo ridículo, sem limites. Por exemplo, uma jovem mãe, levando um bebê de quatro dias no colo, foi tirada do banco traseiro do automóvel do cunhado, que a conduzia, e instalada no banco traseiro de outro automóvel, um táxi, para completar o percurso de destino. Sim, você leu direito. A jovem mãe e a criança foram tiradas do banco traseiro de um automóvel particular e transferidas para o banco traseiro de outro automóvel, um táxi. (clique aqui ou na foto, abaixo, para ler a reportagem da Folha Online)

cadeirinha A nova lei isenta do uso de cadeirinhas táxis, peruas escolares – tipo vans -, ônibus e veículos com mais de 3,5 toneladas. Então, os PMs entenderam que o transporte da criança, no colo da mãe, no banco de trás, em automóvel particular, era um risco à integridade física do bebê, mas não representava nenhum perigo no colo da mesma mãe, no banco traseiro de um táxi. Ora, não se deve brincar com a cara do povo. Se a lei é falha, que se corrijam, primeiro, os problemas, antes de aplicá-la. O que não pode é tripudiar da população. Até agora, as fotos divulgadas pelos jornais, mostram carros populares sendo vistoriados e o texto informa que seus condutores foram multados, pela falta do equipamento. Mas eu não vi nenhum carro de bacana sendo vistoriado. Puro preconceito ou intuição de que nos carrões tudo está nos conformes e a segurança é total? A letra fria da lei não discrimina entre os cidadãos, mas situações como a da mãe do bebê de quatro dias de vida, retirada de um carro e obrigada a entrar em outro, nas mesmas condições, deixam claro que além de um coração gelado, certas autoridades não têm preparo para distinguir uma situação de outra. Creio que não preciso explicar. Os fatos falam por si.

2 de setembro de 2010

QUE SEJA ETERNO, ENQUANTO DURE: LOURIVAL PACHECO

Que seja eterno, enquanto dure. Uma das frases mais lindas sobre o amor, criada por Vinícius de Moraes, é perfeita, também, para explicar a existência de algumas pessoas que admiramos. Lourival Pacheco era uma delas. Amigo, divertido, expansivo, intenso, amigo, bonachão, impetuoso, coração mole, amigo, chorão, brincalhão, leal, amigo, inesquecível. Você pode pensar que cochilei ao redigir o parágrafo anterior, mas não. Repetir a palavra amigo quatro vezes em uma única frase ainda é pouco, muito pouco. A morte de Lourival Pacheco, nesta quarta-feira, dia 1 de setembro, aos 75 anos de idade, deixa uma grande lacuna no peito de cada um que teve o privilégio de ser amigo do grande radialista, jornalista e empresário que deu, inclusive, passos na política. Lourival Pacheco dedicou à rádio Bandeirantes 45 anos de uma vida profissional bem sucedida. Foi lá que o conheci, em 1977. Somados, os três períodos em que trabalhei na emissora do Morumbi, foram cerca de dez anos de convivência profissional com o “Pachecão”, como o chamávamos. Era impossível conhecer Lourival e não ser amigo dele. Para sempre. Fora de lá, estivemos juntos em diversas oportunidades e nunca Lourival Pacheco foi diferente em seu jeito de ser. Palestrino incorrigível, morreu sentado no banco do carro de um amigo, com quem saíra para jantar, nesta mesma quarta-feira em que o verdão conseguia o empate, 1 a 1, diante do Fluminense, no Rio de Janeiro, aos 48 minutos do segundo tempo. Coisa para deixar o torcedor à beira de um ataque cardíaco. Mas não foi a paixão verde que o traiu. Na verdade, Pachecão voltava para casa, de carona, depois de jantar. A conversa seguia tranquila. Num dado momento Lourival não respondeu. Olhando de soslaio, o amigo viu Pachecão com a cabeça reclinada sobre o peito e imaginou que ele tivesse cochilado. Surpreso e divertidamente conformado, continuou guiando. Ao chegar, pouco depois, no endereço de Lourival, o susto. Socorrido às pressas, já na companhia de familiares, as tentativas para reanimá-lo foram inúteis. Sem dar um gemido, um suspiro, nada, o “italiano” apagou aqui na terra para começar a brilhar no céu. Dizem as antigas lendas que, ao morrermos, tornamo-nos estrelas. Que o novo corpo celeste, batizado por mim, desde já, como Pachecus Estelaris seja eterno enquanto dure, posto que é chama. Adeus, amigo.
VozesRB.nomes

1 de setembro de 2010

ELES MERECEM

O blog registra com prazer o evento que homenageou alguns dos mais talentosos profissionais do rádio paulista. Responsáveis por bons índices de audiência em seus prefixos, os homenageados foram pequenos para tantos abraços. Uno-me aos amigos para os cumprimentos a que eles fazem jus. A foto acima ilustra o blog de  José Nello Marques, um dos nomes da festa.