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13 de novembro de 2010

SILVIO SANTOS CONFIOU DEMAIS? EM QUÊ?

E o assunto Banco PanAmericano continua repercutindo em todo o país. Entre os profissionais do mercado financeiro, o que mais se questiona é há quanto tempo o Banco Central sabia das irregularidades e por que nada foi feito antes das eleições. Entre a população, de maneira geral, o que existe é um misto de espanto e incredulidade. Logo Silvio Santos, tido pela própria Receita Federal como exemplo de contribuinte correto, pagador de todos os impostos.

Então, Silvio confiou demais na própria sorte? Ou depositou total confiança no principal gestor da empresa, Rafael Paladino, primo de Iris Abravanel, mulher do apresentador? Como investidor - condição em que Silvio faz questão de se colocar - faltou “desconfiômetro”? Ou teria sido burro, mesmo, ao escolher o big boss da instituição financeira?

Uma piada corrente diz que Silvio foi traído pelo idioma, pois quando procurava um profissional de bom perfil para ocupar a presidência do Banco Panamericano, alguém teria se lembrado do perfil de Paladino. O equívoco teria decorrido do fato de Paladino ter sido, dos 20 aos 32 anos de idade, professor de educação física e personal trainer. Teria, portanto, um bom “perfil”.

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Brincadeira à parte, o fato é que as perguntas se avolumam e exigem uma resposta clara. Nem uma sombra de dúvida pode pairar sobre a questão. Silvio Santos, dizem, exige que haja uma apuração exemplar da fraude e punição para os responsáveis.

A Caixa Econômica Federal, que comprou 49% do Panamericano, deve explicações. A Caixa favoreceu, deliberadamente, o empresário Silvio Santos ao comer bola e deixar passar batido um fato tão flagrante de inconsistência contábil?  O Governo, principalmente, não pode ficar calado.

Nunca passou despercebida a grande amizade entre Rafael Paladino, Marcio Percival Alves Pinto, vice-presidente de Finanças da Caixa Econômica Federal e Walter Appel, dono do banco Fator. 

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Percival Alves Pinto, pelo cargo ocupado na Caixa, fica em situação delicada com a aquisição feita pelo banco estatal. Appel também aparece mal nessa história, pois o Banco Fator foi um dos auditores do PanAmericano por a pedido da Caixa. Como se vê, sobram ingredientes para um prato muito indigesto. Resta saber quem vai comer essa “iguaria”. 

De positivo, até agora, o gesto do apresentador: Silvio passou a negociar pessoalmente com o Fundo Garantidor de Crédito – FGC, o saneamento da saúde financeira do banco. E colocou todo o patrimônio dele, formado ao longo de toda a carreira, como garantia da operação. Uma iniciativa difícil de se ver num país em que as empresas vão mal, mas os empresários vão muito bem, obrigado.

Se SS foi omisso ou está sendo exemplarmente correto, nunca saberemos. Em qualquer uma das hipóteses, a atitude de Silvio ganha contornos especiais. O dono do sorriso mais largo do Brasil aparece na mídia como grande redentor, impoluto, imaculado. Tudo isso pode ser, até, uma grande estratégia após a descoberta da fraude, mas, temos que conceder a Silvio Santos o benefício da dúvida. Ou  vamos decidir isso na sorte? Roda a roleta, Silvio!

Dois bilhões e quinhentos milhões de reais! É o preço da credibilidade? Ou, parafraseando o conceito explorado pela propaganda de um determinado cartão de crédito, credibilidade não tem preço?

A seguir, links de informações que ajudam a construir o cenário dos fatos e visualizar o que aconteceu com o Banco Panamericano. E, ainda, o comunicado exibido durante a programação do SBT para tranquilizar o mercado, os fãs e os clientes que seguem Silvio Santos há tantos anos.

O GloboBanco Central aprova venda de participação do PanAmericano à Caixa

Folha OnlineCaixa não deve assumir controle do PanAmericano

Fraude em cartão de crédito pode indicar rota de desvio no PanAmericano

Veja Fraude no Panamericano

Portal G1Banco Central vê ‘indícios de crime"’ no Panamericano

O Estado de São PauloEscândalo ameaça receita do SBT

Comunicado: Banco PanAmericano

12 de novembro de 2010

O RÁDIO CAMINHA PARA ONDE? – parte dois

Como prometido (perdão, pelo atraso), volto a mencionar um trabalho do jornalista Ethevaldo Siqueira, para o blog que ele mantém no site do Estadão.

Refiro-me aos textos sobre os 90 anos do rádio, no mundo. São três artigos, dois já destacados aqui. Ethevaldo resgata a memória desse veículo extraordinário, faz um balanço da evolução até agora e traça uma trajetória provável para o rádio do futuro. Que, aliás, já começou.

Se você não leu os artigos iniciais, vá aos links Primeiros tempos do Rádio e A idade de ouro do Rádio; leia-os nessa ordem e conclua a leitura da série com o artigo intitulado O Rádio antes e depois da TV. Trata-se de um passeio através do tempo percorrendo o passado, o presente e o futuro. Pelo menos o que dele se espera ou se pode projetar. Embarque nessa leitura e boa viagem.

4 de novembro de 2010

A MÁQUINA DO SOM: ANTES DO PIT STOP FINAL

No artigo anterior, ao responder perguntas de uma leitora, Nenê, de São Bernardo, fiz uma viagem no tempo, de volta ao passado. Remexendo as memórias, acabei por estabelecer um paralelo entre o rádio de algumas décadas atrás e o de hoje. A partir disso, projetei mudanças que o futuro do rádio, em breve, há de exigir. Esse exercício resultou no artigo O poder da imaginação está no fim?
Agora, mais uma vez, o acaso da curiosidade de outra leitora, me leva a repetir o processo. Maria Cecília Angelotti, da capital paulista, leu o artigo anterior e, ao deixar um comentário, pautou a redação desta postagem.
Maria Cecília, também chamada de Ciça pelos amigos, hoje é professora aposentada e mãe de quatro filhos. Na juventude também “viajava com a Excelsior, a Máquina do Som”. Para que você não precise acessar o box de comentários relativos àquele artigo e procurar a mensagem de Ciça eu a reproduzo, em resumo:
Ainda me lembro de 1978 quando a novela Dancing Days estava no ar e as Frenéticas estouraram nas paradas. Eu fui à rádio, Flávio, no dia em que elas estiveram no seu programa na hora do almoço e você entrevistou as meninas. Naquele dia completei 19 anos e Antonio Celso me deu de presente o LP autografado por elas. Você, o loirinho Cesar Foffá (que fim levou?) e o Celso também autografaram o disco que tenho guardado, como troféu. Nem tenho mais toca-discos, mas meu marido copiou as músicas em CD para mim. Hoje, estou com 51 anos. Quando conto para meus filhos as histórias do meu tempo e como conheci as Frenéticas, eles zoam comigo e dizem que estou aumentando. Fico feliz de ter vivido o tempo em que o rádio era muito importante para a gente. Você devia escrever mais sobre isso. Obrigada, Flávio. Ciça – Higienópolis - São Paulo, Capital
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Com a resposta à leitora, começa a nossa história. Eu me recordo daquela passagem das Frenéticas pela “Máquina”. Mas estaria mentindo se dissesse que posso descrever a fisionomia de alguém em particular, entre as dezenas de ouvintes que foram à emissora naquele dia.
Uma pequena multidão se aglomerou diante da Excelsior, na rua das Palmeiras, quando foi anunciada a presença das garotas que haviam conquistado o país. Entretanto, o detalhe do disco autografado, como presente de aniversário, soa familiar para mim.
Disso tudo, o mais importante é que Ciça, ainda hoje, guarda na memória, com alegria, lembranças de uma época muito boa para todos nós. Foram tempos inesquecíveis.
Não se trata de mero saudosismo, mas da constatação, feliz, de que ajudamos - eu, Ciça e outros colegas e ouvintes - a escrever uma parte importante da história não muito distante do rádio contemporâneo. Obrigado pela colaboração, Maria Cecília.
 As Frenéticas, para quem não viveu aqueles tempos, foram uma invenção bem bolada de Nelson Motta, dono da discoteca Frenetic Dancing Days, no Rio de Janeiro. A casa foi fundada em 1976, dois anos antes de a novela da Globo ser levada ao ar.
Motta chamou as garotas, que mais tarde formariam o grupo, para trabalhar como garçonetes, mas com um detalhe que acabou originando a carreira artística das meninas no mundo da música.
Durante o trabalho, elas paravam de servir aos fregueses e subiam ao palco para uma apresentação relâmpago. A coisa era para ser apenas um atrativo, sem outra pretensão, mas o público adorou e passou a pedir sempre mais. Daí para o que veio a seguir, foi um passo.
Quando a novela da Globo estreou, em 10 de julho de 1978, a febre das discotecas era um fenômeno mundial. A escolha do título do folhetim global, escrito por Gilberto Braga, foi influenciada pelo sucesso que a Frenetic Dancing Days fazia no Rio de Janeiro.  
Línguas venenosas preferiram insinuar que o “prestígio” de Nelson Motta, que na época era marido da atriz Marília Pêra, teria decidido a questão. Afinal, uma das integrantes do grupo era Sandra Pêra, irmã de Marília. Apenas para ser justo, as demais integrantes do sexteto eram Regina Chaves, Leiloca, Lidoka, Dulci lene de Morais (a Nega Dudu) e a mulata Edir de Castro.
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Um esclarecimento: apesar de Nelson Motta ser o criador – meio sem querer – do grupo As Frenéticas, não foi ele quem produziu o primeiro disco, gravado pela Warner Music. Liminha, hoje famoso no meio artístico e ainda em atividade, foi o responsável pela tarefa.
Três integrantes de As Frenéticas, Regina, Leiloca e Lidoka, eram ligadas ao Dzi Croquettes, grupo teatral brasileiro, formado por 13 homens, cujas apresentações nos anos 1970, época da ditadura, eram cercadas de polêmica e apreensão. Mesclando música, dança e esquetes de comédia com muita irreverência e atitude escrachada no palco, costumavam gerar sérios atritos com os militares no poder.
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Muito da performance  e das roupas de show de As Frenéticas foi inspirado no Dzi Croquettes. Vestidos, maiôs, franjas, tiaras, colares, meias, cintas ligas, espartilhos e brilhos lembravam a irreverência e a descontração do grupo no qual se espelharam. A fórmula de sucesso das meninas misturava um pouco de teatro de revista, escola de samba, cinema - inclusive chanchada -, mas cada uma delas mantinha a sua própria “cara”. Foi explosão inevitável. Sucesso de crítica e de público. Nelson Motta conta essa história, no link da revista Superinteressante, da editora Abril.  

Ainda no vácuo do sucesso da novela Dancing Days, a Werner Music, ou WEA, a “Véia” - como era chamada no circuito profissional, lançou o LP Soltas na vida, em 1979. As meninas, já celebrizadas, incluíram nesse disco um sucesso de Chico Buarque, escrito para a Ópera do Malandro: Ai, se eles me pegam agora. A música girava em torno da rebeldia filial, mesmo enfrentando a reação dos pais se eles soubessem o que a filhinha querida estava aprontando. Bem ao estilo de As Frenéticas e muito a gosto da juventude, como sempre, contestadora e irrequieta.
Mais tarde, em 1983, o grupo teve outra formação, tentando manter a irreverência e a exuberância habituais, mas já não encontrou a mesma ressonância no público. Entretanto, a música pop brasileira, nunca mais seria a mesma. E nem, tampouco, conseguiria lançar outro grupo feminino com tamanho sucesso e vigor. As Frenéticas voltaram a se reunir em algumas ocasiões, sempre que a evocação do trabalho delas apontava para uma boa opção, sobretudo em se tratando de novelas da Globo. Você tem acesso aos dados artísticos do grupo e à trajetória dessas mulheres fantásticas, no link do Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

Em abril de 2008, Sandra Pêra escreveu um livro sobre a trajetória vitoriosa do sexteto (ao lado).
A foto que registra o lançamento da obra, abaixo, com As Frenéticas já maduras, não tem a presença de Edir de Castro.
O fato é que a formação original do grupo ou qualquer outra - cada uma a seu tempo - é motivo para despertar a lembrança de um fenômeno que, à semelhança da energia de suas integrantes, chegou e passou feito um furacão. A diferença é que em vez de estragos, deixou um rastro imenso de saudade.
Neste link você pode ver o vídeo de uma apresentação do grupo As Frenéticas para o Fantástico da Rede Globo, pelos idos de 1978. Não tenho certeza, mas a narração inicial, curta, me parece que foi de Hilton Gomes. Ou Carlos Campbell. Assista. Abra suas asas e boas recordações!
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Em tempo, Ciça: depois da Excelsior, César Foffá foi nosso colega, em meados dos anos 1980, no jornalismo da TV Cultura. Depois, ele trabalhou na Seagram, indústria multinacional de bebidas e, mais tarde, na Reckitt and Colman - se não estou enganado. 

Nunca mais o vi, infelizmente. Sei que hoje é dono, em Barueri, Grande São Paulo, do grupo editorial Metromídia que edita revistas e jornais como a Folha de Alphaville e o jornal Bom Dia .

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Este último, em parceria com o Grupo Traffic, de J. Hawilla, que, entre outras coisas, tem participação na área de marketing esportivo do Palmeiras, é proprietário do Diário de São Paulo e da TV TEM (sigla de Traffic Entertainment and Marketing), filiada à rede Globo. 

Atuando nas regiões de São José do Rio Preto, Bauru, Sorocaba e Itapetininga a TV TEM cobre 318 municípios do Estado de São Paulo. Como diria Fausto Silva, Cesar Foffá é dos poucos "vivos" daquele tempo.


Faustão também teve uma ligação importante com a rádio Excelsior, em 1983, quando participou do programa Balancê, de Osmar Santos, o pai da matéria. 

Foi ali, na rua das Palmeiras, 315, que o ex-repórter esportivo ensaiou os primeiros passos dentro do estilo que o consagraria, na TV, em todo o Brasil. A Excelsior já não era 
mais a Máquina do Som e a partir de 1º de outubro de 1991 passaria a se chamar  CBN - Central Brasileira de Notícias, a precursora das emissoras inteiramente jornalísticas. Seria o pit stop final.
Mas essa já é uma outra história, que fica para outra vez.

*Adendo importante: Este comentário surtiu efeitos altamente positivos. Além da boa receptividade de leitores habituais e internautas ocasionais, Cesar Foffá soube da publicação, leu o artigo acima e entrou em contato comigo. Inicialmente por e-mail e, depois, por telefone.
Foi um papo de matar saudade – faz cerca de 25 anos que não nos vemos -, mas, entre outros assuntos, Foffá me disse que já não edita mais o jornal Bom Dia, do grupo de J.Hawilla. A Metromídia, desde abril passado, ajustou o foco em outros produtos, em comum acordo com o grupo de Hawilla. O jornal Bom Dia, de algumas praças, ainda é impresso na gráfica localizada em Barueri.
Abril, maio e junho foram os meses mais agudos, como vocês se recordam, de meu problema de saúde. Para o leitor que possa não ter acompanhado, em abril, após uma indisposição gástrica, procurei auxílio médico, acabei hospitalizado e, no hospital, a superbactéria KPC quase me mata.
Tudo, agora, está superado, porém o hiato me impediu de acompanhar o desfecho do acordo que mencionei aqui no artigo, pois escrevi com base na memória que eu tinha dos fatos anteriores. Está feito o esclarecimento, em nome da correção. Obrigado, Cesar Foffá. Aguarde-me para um cafezinho.

COCA: PERU PASSA COLÔMBIA

O Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crime (UNODC) informa que o Peru expandiu em 6,8% sua plantação de coca em 2009, em comparação a 2008, com produção da folha estimada em 119 mil toneladas.

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A Colômbia, no período, produziu 103 mil toneladas. O Peru, portanto, ultrapassou a Colômbia e é o maior produtor mundial da folha de coca, matéria prima da cocaína.

Já na Bolívia, cuja ação antidroga até provocou embate da recente  eleição presidencial brasileira, a área dedicada ao cultivo da planta aumentou 1%.

Vale lembrar que a Colômbia é ainda o país que dedica o maior território ao cultivo da coca – 68 mil hectares -, mas a queda de produtividade das plantações, que diminuíram em escala, projeta a supremacia peruana.

Por tudo isso, o diretor-executivo da UNODC, Antonio Maria Costa, considera “preocupante” a tendência do Peru, detalhando que “se ela permanecer, o Peru muito em breve vai superar a Colômbia como o maior produtor de cocaína do mundo”.

No Peru, o recrudescimento da plantação de coca é atribuído a despreparo e corrupção das forças policiais e à transmutação em narcotraficantes de remanescentes da guerrilha Sendero Luminoso.

Já para Leonardo Correa, coordenador-técnico do Simci (Sistema Integrado de Monitoramento  de  Cultivos  Ilícitos)  da  Colômbia,  que  trabalha  com  o UNODC, “é muito cedo ainda para comemorar os números da Colômbia”.

Segundo Correa, “Houve avanço, mas é um dado pontual. A produção de coca é muito dinâmica e os dados demonstram que há plantações nos mesmos lugares que havia há dez anos. Quer dizer: as regiões continuam vulneráveis”.

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Essa ponderação de Leonardo Correa é compartilhada por especialistas do setor, que afirmam que a produção de coca e cocaína apenas se estabilizou na última década, com a alta capacidade de adaptação do rentável negócio.

Correa defende que a estratégia antidrogas combine políticas pró-desenvolvimento local e combate ao consumo e ao tráfico – a parte mais lucrativa.

De acordo ainda com a ONU (Organização das Nações Unidas), a área de plantação de coca na Bolívia – onde a Constituição consagra seu consumo tradicional – passou de 30,5 mil hectares para 30,9 mil hectares.

A expansão foi de 1%, contra a média de 6% anuais, desde que o ex-líder cocaleiro Evo Morales chegou ao poder, em 2006. Relatório da ONU diz que “o resultado poderia mostrar uma mudança de tendência em direção a uma redução”.

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Interessante lembrar que a política antidrogas da Bolívia entrou no debate eleitoral brasileiro, quando o candidato tucano à Presidência, José Serra, acusou o governo de Morales de ser “cúmplice” do narcotráfico.

De 2005 até 2009, a área dedicada à folha de coca aumentou 21,6%, e Morales, que ainda comanda a federação de cocaleiros do país, sofre  pressão  de  sua   base para aumentar a área legal de cultivo, que existe desde os anos 90.

Informações da Polícia Federal brasileira dão conta de que mais de 80% da cocaína consumida no Brasil é de procedência do território boliviano.ecstasy 

Por outro lado, o Brasil entrou na lista dos exportadores de ecstasy. De acordo com informações transmitidas à UNODC, nosso país foi o ponto de saída dessa droga para toda a Europa. A Polícia Federal já possui relatos sobre o tema, mas sem detalhes.

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Afanasio Jazadji – Jornalista, Advogado, Deputado Estadual por 20 anos, especialista em Segurança Pública e criador do Disque-Denúncia e do Resgate dos Bombeiros. Visite o site:www.afanasio.com.br