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28 de janeiro de 2011

SILVIO SANTOS: PATRIMÔNIO PÚBLICO OU PRIVADO?

O caso PanAmericano, de Silvio Santos, é emblemático e coloca em xeque a delegação de poderes via nepotismo (o emprego de parentes e familiares).

Como todos sabem, Rafael Palladino, ex-diretor da instituição financeira do mais famoso animador do Brasil é primo-irmão de Iris Abravanel, mulher de Silvio.

Combatido no setor público, porque o nepotismo custa ao erário, não há como impedir que o dono de uma empresa coloque “gente de casa” em cargos importantes. Afinal, o dinheiro é do empresário a quem cabe administrá-lo. Trata-se, dizem, de patrimônio privado e não público.

Neste ponto é que o caso ganha uma singularidade exclusiva: o patrimônio de Silvio Santos foi, todo ele, construído à base da confiança que o público sempre depositou no ex-camelô, hoje dono de uma respeitável fortuna.

Corrigindo, foi e continua sendo, pois o povo brasileiro aprendeu a ver em Silvio Santos um exemplo de retidão. Exemplo, aliás, corroborado pelo Ministério da Fazenda que sempre citou o dono do Baú da Felicidade como um dos mais corretos pagadores de imposto de renda do país, senão for o nome que encabeça a lista entre eles.

Daí, quando vemos a dimensão que o rombo do PanAmericano alcançou – e dizem que pode crescer – chega-se ao ponto de perguntar: “Silvio Santos enganou o público que sempre confiou nele? A ponto de o PanAmericano colocar em risco todo o patrimônio do apresentador que ostenta o maior sorriso do Brasil?”

As perguntas, embora desconfortáveis, procedem e as respostas são inquietantes. Ninguém acredita que um empresário como Silvio se deixasse enganar tão facilmente.

Esse é o ponto. Silvio cresceu e fez fortuna com o apoio explícito e incondicional de uma imensa parcela da população brasileira.

Acreditava-se que a habilidade natural do ex-mascate para fazer negócios, honestos, era a maior garantia de que tudo ia bem. Não serei inocente a ponto de afirmar que o dinheiro privado de Silvio é, na verdade, público, mas, por vias indiretas, cada cidadão que investiu nos negócios do grupo contribuiu para o crescimento do conglomerado que, hoje, esta à beira do precipício. Por um descuido, excesso de confiança ou imprevidência do dono do negócio?

Milhares de fãs do homem do baú, depositaram confiança no PanAmericano pelo simples fato de o banco ser de quem é.

E tomaram empréstimos a taxas que sempre estiveram entre as maiores do mercado. Aí, você diz: “tá, mas alguém perdeu dinheiro com o banco?” 

 Pode ser que não, mas a confiabilidade do PanAmericano jamais será a mesma sob a imagem de Silvio Santos. Como, de resto, todas as demais empresas do grupo SS.

A venda do banco parece ser a melhor saída. Não dá para imaginar que outro 1,5 bilhão de reais seja injetado para minimizar os efeitos desastrosos da fraude.  *(atualização: 29.01.2011) Neste sábado, circulam informações de que Silvio venderia o PanAmericano para o Banco Pactual. A “venda ocorreria em troca da cobertura do rombo contábil e aceitação da dívida, disse uma fonte familiar à Reuters neste sábado” – informa o site do jornal O Estado de São Paulo. 

Silvio Santos, que nos programas de auditório comandados por ele tem se notabilizado pela frase “quem quer dinheiro?” está em uma sinuca de bico.

E parece que, no fim das contas, concretiza-se o ditado que ensina: dinheiro não aguenta desaforo. Jogar dinheiro para o ar, na forma de aviõezinhos, é a menor das insolências aparentemente inconsequentes.

Pode ser que nunca venhamos a conhecer outras ações, mais graves e levianas,  que nem sejam provadas, mas a dúvida deixará uma nódoa sobre a imagem de Silvio Santos que talvez o tempo não apague.

Leia, também SILVIO SANTOS CONFIOU DEMAIS? EM QUÊ?

E o noticiário que circula em jornais e portais sobre o assunto:

O Estado de São Paulo / Folha Online / O Globo Online  /  R7

Imagens:

www.maxibonus.com.br / www.veja.abril.com.br / www.audienciadetv.blogspot.com / www.souzaoliveira.com / www.dinheirama.com / www.forumch.com.br

27 de janeiro de 2011

BOCA LIGEIRA LEVA RASTEIRA: DIRETOR DA CAPITAL DÁ SHOW DE CORTESIA

Adriano Barbiero, jovem radialista e cantor, trabalha atualmente na rádio Capital de São Paulo, AM - 1040 khz.

Valendo-se do fato de ser profissional do setor e bem relacionado, criou o site Bastidores do Rádio em que divulga notícias do meio.

Além de Adriano ser filho de um grande amigo, o incomparável Altieris Barbiero - hoje na rádio Nove de Julho -, gosto, de graça, desse jovem.

Educado, trata a todos com atenção e, principalmente, demonstra paixão pelo rádio, fundamental para quem atua no veículo. Uma expressão corrente diz que “a canequinha (microfone) seduz, vicia, contamina e arrebata - para sempre - quem a conhece”.

A juventude de Adriano, porém, o leva, às vezes, a cometer deslizes que uma simples reflexão antes do gesto, poderia evitar.

Adriano sabe de minha admiração por ele. Espero que receba estas palavras como demonstração de carinho de um profissional que já viu o mesmo filme muitas vezes e, sem querer ser o chato de plantão, sabe como termina.

Em recente comentário no Bastidores, Adriano, opinou sobre a falta de festividades para comemorar os 33 anos de fundação da rádio Capital. (leia, clicando aqui)

Citado, o diretor geral da emissora, Chico Paes de Barros, pediu o direito de resposta. Adriano, jovem, sem dúvida; impetuoso, talvez; não é bobo e concedeu espaço no Bastidores para a réplica do executivo, superior hierárquico do radialista.

Veja o show que Chico dá, não apenas para Adriano, mas para qualquer pessoa que gostaria de aprender a dar uma resposta educada, elegante, sensata e firme, mas desprovida de rancor.

Chico poderia, no entanto, aproveitar a oportunidade e esclarecer, de vez, ao mercado, o pé da negociação da rádio Capital, do grupo Morizono. Se não o fez, deve ter motivos para tanto e devemos respeitar a posição do profissional.

E mais não digo, porque o “palco” é de Francisco Paes de Barros. Leia a resposta, clicando aqui.

Imagens:  www.bastidoresdoradio.com / www.knj.com.br /   www.radar830.com.br  

26 de janeiro de 2011

O NOVO PROCESSO PENAL

A aprovação pelo Senado Federal – em segundo turno e por votação simbólica – do projeto do novo Código de Processo Penal (CPP) fez com que o Poder Legislativo desse um passo decisivo para modernizar um dos mais defasados institutos jurídicos do país.

Por conta de inovações tecnológicas, o novo Código consagra medidas inimagináveis na época em que o atual entrou em vigor, como o monitoramento eletrônico de presos, realização de audiências por videoconferências e utilização da internet para remessa e recebimento de informações.

Elaborado com base nas diretrizes de política criminal que foram propostas em 1903 pela antiga Liga das Nações, o CPP vigente foi imposto pela ditadura de Getúlio Vargas há quase 70 anos, quando eram outras as realidades políticas, sociais, econômicas e culturais do Brasil.

O projeto do novo Código de Processo Penal foi preparado por uma comissão composta por advogados renomados, promotores, juízes e professores de direito e teve tramitação muito rápida no Senado da República.

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A iniciativa foi tomada em 2007, e a comissão iniciou seus trabalhos no ano seguinte, sendo que as linhas gerais do projeto foram definidas em 2009. Com mais de 700 artigos, o projeto recebeu 214 emendas, das quais 100 foram acatadas pelo relator, o então senador Renato Casagrande (PSB/ES). Entre 2009 e 2010, o substitutivo foi submetido à apreciação de conselhos profissionais, órgãos de classe e entidades da sociedade civil.

Não obstante o texto pudesse ter sido submetido ao plenário em junho do ano passado, o relator sugeriu que a Comissão de Constituição e Justiça reexaminasse o projeto no segundo semestre todo, a fim de corrigir eventuais equívocos conceituais e técnicos. Foi uma iniciativa ditada pela prudência.

Além de adequar a legislação processual penal à Constituição de 1988, o novo CPP extingue a prisão especial para quem tem curso superior, estabelece os direitos das vítimas em capítulo especial e agiliza a tramitação das ações criminais, reduzindo o número de recursos e fechando brechas para as manobras protelatórias de advogados de defesa, com o objetivo de obter a prescrição dos crimes cometidos por seus clientes.

O novo CPP também aumenta o rigor no tratamento do réu, permitindo que a Justiça autorize o sequestro de seus bens e a alienação do material apreendido, antes do julgamento de mérito; redefine a função dos promotores, criando condições para que o Ministério Público e a Polícia possam produzir inquéritos criminais e acusações mais robustas; amplia os casos de decretação de prisão preventiva e, por fim, atualiza os valores da fiança, permitindo aos juízes reduzi-los ou aumentá-los de acordo com a condição econômica do réu.

oquemuda

A inovação mais polêmica é a que prevê a condução das ações criminais por dois magistrados. O primeiro atuará como “juiz de garantias” e ficará  encarregado  da fase de instrução do processo, podendo acolher ou não medidas cautelares pedidas durante as investigações. O segundo magistrado fará o julgamento do mérito e prolatará a sentença, mas não poderá requerer a produção de novas provas.

Atualmente, um único juiz exerce as duas funções, o que muitas vezes o leva a exorbitar, pondo em risco os direitos de defesa do acusado. Embora oportuna, essa inovação esbarra num problema operacional, porque em 50% das comarcas brasileiras só há um juiz criminal. Assim, quando concluir uma investigação, ele terá de se declarar impedido de prolatar a sentença e os autos precisarão ser remetidos a outra comarca.

O novo CPP acolheu as propostas que contavam com maior apoio entre os especialistas. Creio que o texto não deverá sofrer mudanças significativas agora pela Câmara dos Deputados, embora as discussões deverão se estender ainda por um bom tempo, até chegar às mãos da presidenta, para sanção total, parcial ou sofrer veto.

Leia outros artigos da Coluna do Afanasio, clicando aqui.

Afanasio Jazadji – Jornalista, Advogado, Deputado Estadual por 20 anos, especialista em Segurança Pública e criador do Disque-Denúncia e do Resgate dos Bombeiros. Visite o site:www.afanasio.com.br

Créditos de imagem, de cima para baixo:

www.assuntojuridico.wordpress.com  /  www.historiaebiblia.blogspot.com  /  www.adonadosenadofederal.blogspot.com  /  www.mp.go.gov.br  /  www.cidadefutura.zip.net  /  www.direitoaespi.blogspot.com  /  www.nucleodecomunicacaomarginal.blogspot.com

EU AMO SÃO PAULO

Iramar Greco escreveu este texto no blog Coisa de Menina: http://blog-da-ira.blogspot.com/ Passando por lá, vi a declaração de amor a São Paulo, abaixo, e gostei. Tanto que a publiquei em anexo a uma postagem que fiz alusiva aos 457 anos da capital paulista. Essa publicação abriu caminho para a estreia de Iramar no FG-News. Agora, as crônicas de Iramar ocupam espaço próprio. A seguir, a transcrição do que foi publicado em minha postagem original.

“TERÇA-FEIRA, 25 DE JANEIRO DE 2011

Eu amo São Paulo

Hoje, 25 de Janeiro, São Paulo completa 457 anos.
Resistente, a cidade que é chamada por muitos de ‘selva de pedras’ precisa apenas de um olhar mais atento para que se perceba que por trás da dureza aparente há uma beleza delicada que é só sua.
Ruas, alamedas e avenidas exibem mais do que asfalto e concreto. Ostentam árvores imponentes e de incontáveis espécies. As antigas e raras, as que pintam a paisagem com suas flores coloridas, outras que apenas oferecem sombra e abrigo, e aquelas que alimentam com seus frutos bandos de sabiás, maritacas, andorinhas, bem-te-vis e outras muitas dezenas de pássaros.
Pássaros cujo canto forte ainda consegue se sobrepor ao barulho ensurdecedor de motores acelerados, buzinas, zumbidos, falas, gritos...
A arquitetura arrojada ergue edifícios cada vez mais altos, modernos, inteligentes..., obras de arte contemporâneas que se misturam harmoniosamente a prédios históricos, com muito charme.
Isso é São Paulo... terra de contrastes, que não esconde as suas mazelas e que, do seu jeito, segue sempre em frente. Não para... Se movimenta a passos largos, na cadência de mais de 10 milhões de pessoas... Um mar de gente que se esparrama, como ondas, enchendo de vida ruas, praças, parques, avenidas.
Gente... muita gente, de todos os cantos do Brasil e do Mundo. Gente que fez e faz de São Paulo o que ela é: um mix de sotaques, costumes, culturas. Uma mistura exótica que forma o estilo de ser e viver da cidade.
São Paulo é terra de oportunidades, de trabalho, de esperança, sonho,... de desafios.
Pródiga pra uns, dura, muito dura, com outros...
Cidade grande... que atrai, ilude, assusta, surpreende, deslumbra... frustra.
Metrópole cosmopolita que não para, não dorme... São Paulo é única.
À primeira vista é frenética demais, agitada demais, confusa demais... Caótica, desenfreada, enlouquecida! Feia pra uns, linda para muitos. É rica, histórica, moderna, intelectual, esportiva, alegre, séria. Uma cidade viva, extrovertida, carrancuda, sentimental, romântica... Depende da disposição de quem a olha.
É paulista, italiana, japonesa, judaica, portuguesa, espanhola, árabe, latina, mineira, nordestina, brasileira... É acolhedora.
É terra de toda gente, terra de todos nós.
São Paulo é grandiosa em números, índices, valores. Mas, sua grandiosidade aparece mesmo é no tamanho do seu coração e na generosidade de seu povo.
Eu amo São Paulo. E você? “

25 de janeiro de 2011

LIBERTE-SE, DO CIÚME COM TERAPIA

Mulher, Nada de neura! Faça terapia e aprenda a superar momentos críticos, que a deixam no limiar do estresse.

tirinha

Fonte: www.testosterona.blog.br

Recebi a tirinha, por e-mail, do amigo Nelson Tucci, da Virtual Comunicação, mas, como você já notou, é criação do pessoal do Testosterona.

Não fique chateada, tome um leitinho para se acalmar. O produto oferece mais benefícios do que supõe a sua vã filosofia.

Comprove: http://bit.ly/fxOesn

ANIVERSÁRIO DE SÃO PAULO. ENCANTOS NA ARIDEZ DO CONCRETO

São Paulo, a cidade que não para, comemora 457 anos! Vivo na terra da garoa há 34 anos. Quer dizer, quando aqui cheguei ainda havia resquícios da tradição da garoa. Que acentuava sentimentos nostálgicos e ressaltava o cinza do cimento que encobre o aço.

Sorocabano, o tempo me transformou, parcialmente, em paulistano. Após todos estes anos vivendo na paulicéia, sinto-me parte de becos, vielas, alamedas, praças, ruas, e avenidas que cortam a cidade e permitem a milhões de pessoas cruzar seu destino através do emaranhado de artérias que irrigam o coração da maior cidade do país.

Hoje, a garoa deu lugar à chuva torrencial que, embora previsível, causa prejuízo e transtorno à população. Fixa, temporária ou apenas de passagem por aqui. E a visão romântica, quase bucólica, de ontem, não resistiu ao tempo.

O dia a dia  cada vez mais apressado e aflito dos  transeuntes, o trânsito, a criminalidade e tantos outros reflexos do próprio  gigantismo de São Paulo endureceram o nosso sentimento em relação à cidade.  Mas ainda é possível encontrar encantos na aridez do concreto.

E assim, buscando traços de uma beleza ímpar, escondida em detalhes, imaginei fazer uma homenagem à “locomotiva” bandeirante. Mas, para isso, eu precisaria “enxergar” o que meus olhos, acostumados à realidade dura, já não veem mais.

Lendo o blog Coisa de Menina, da colega Iramar Greco, encontrei a solução que eu buscava para saudar São Paulo e sua gente. Não pensei duas vezes e “roubei” a ideia.

Leia a homenagem de Iramar à aniversariante do dia e descubra a beleza sutil que, dissimulada na paisagem concreta paulistana, está em toda parte, embora alguns, como eu, já não a vejam. A seguir, a cidade diante de nós, revelada pelo olhar sensível de quem ama São Paulo, como amo, mas não deixou o coração se embrutecer.

“TERÇA-FEIRA, 25 DE JANEIRO DE 2011

Eu amo São Paulo

Hoje, 25 de Janeiro, São Paulo completa 457 anos.
Resistente, a cidade que é chamada por muitos de ‘selva de pedras’ precisa apenas de um olhar mais atento para que se perceba que por trás da dureza aparente há uma beleza delicada que é só sua.
Ruas, alamedas e avenidas exibem mais do que asfalto e concreto. Ostentam árvores imponentes e de incontáveis espécies. As antigas e raras, as que pintam a paisagem com suas flores coloridas, outras que apenas oferecem sombra e abrigo, e aquelas que alimentam com seus frutos bandos de sabiás, maritacas, andorinhas, bem-te-vis e outras muitas dezenas de pássaros.
Pássaros cujo canto forte ainda consegue se sobrepor ao barulho ensurdecedor de motores acelerados, buzinas, zumbidos, falas, gritos...
A arquitetura arrojada ergue edifícios cada vez mais altos, modernos, inteligentes..., obras de arte contemporâneas que se misturam harmoniosamente a prédios históricos, com muito charme.
Isso é São Paulo... terra de contrastes, que não esconde as suas mazelas e que, do seu jeito, segue sempre em frente. Não para... Se movimenta a passos largos, na cadência de mais de 10 milhões de pessoas... Um mar de gente que se esparrama, como ondas, enchendo de vida ruas, praças, parques, avenidas.
Gente... muita gente, de todos os cantos do Brasil e do Mundo. Gente que fez e faz de São Paulo o que ela é: um mix de sotaques, costumes, culturas. Uma mistura exótica que forma o estilo de ser e viver da cidade.
São Paulo é terra de oportunidades, de trabalho, de esperança, sonho,... de desafios.
Pródiga pra uns, dura, muito dura, com outros...
Cidade grande... que atrai, ilude, assusta, surpreende, deslumbra... frustra.
Metrópole cosmopolita que não para, não dorme... São Paulo é única.
À primeira vista é frenética demais, agitada demais, confusa demais... Caótica, desenfreada, enlouquecida! Feia pra uns, linda para muitos. É rica, histórica, moderna, intelectual, esportiva, alegre, séria. Uma cidade viva, extrovertida, carrancuda, sentimental, romântica... Depende da disposição de quem a olha.
É paulista, italiana, japonesa, judaica, portuguesa, espanhola, árabe, latina, mineira, nordestina, brasileira... É acolhedora.
É terra de toda gente, terra de todos nós.
São Paulo é grandiosa em números, índices, valores. Mas, sua grandiosidade aparece mesmo é no tamanho do seu coração e na generosidade de seu povo.
Eu amo São Paulo. E você? “

Imagens, de cima para baixo: www.outrapolitica.wordpress.com / www.quemm.blogspot.com  /  www.blogseopark.blogspot.com  / www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com  /  www.arvoresdesaopaulo.wordpress.com  / www.quebellaideia.blogspot.com

23 de janeiro de 2011

PAGAR PARA VER: A INSUPORTÁVEL TV POR ASSINATURA

Imagem: http://pauloaraujoreporter.blogspot.com/

O sistema de TV por assinatura, no Brasil, está por merecer uma avaliação criteriosa. A proposta inicial, de levar ao assinante programas sem intervalos comerciais, não existe mais.

Ao longo dos últimos anos, o cenário mudou. O que deveria ser diferencial, pago, acabou se transformando em puro engodo. Hoje, o assinante enfrenta os mesmos inconvenientes da TV aberta, agravados pelo fato de que paga para ver os absurdos praticados pelas operadoras.

Sou assinante da Net. Faz algum tempo que venho me impacientando ao tentar assistir a filmes, documentários e outras atrações exibidas nos canais pagos. Mas eu vinha considerando que a idade estivesse contribuindo para me sentir tão exasperado diante da TV.

“Flávio, você tá ficando velho e ranzinza” – dizia minha voz interior, procurando justificar tamanha irritação.

Neste domingo, 23 de janeiro de 2011, passeando pelo Caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo, vi o comentário intitulado No próximo bloco, a Insânia, de Vanessa Barbara, na coluna VANESSA VÊ TV.

E como o título do comentário traduz, a programação das TVs a cabo, atualmente, aproxima-se da insanidade.

Durante a leitura do artigo de Vanessa, “descobri” o que os meus olhos viam, mas a “razão” insistia para que eu me mantivesse calado e resignado: a TV por assinatura transformou-se em grande engodo.

Vanessa Barbara enumera alguns dos inconvenientes enfrentados pelos assinantes do serviço que vai completar 22 anos de Brasil, visto ter entrado em operação em 1989. (Wikipédia)

Além dos verdadeiros e insuportáveis detalhes levantados pela colunista da Folha, há outros fatos relacionados à TV por assinatura, que pretendo colocar em discussão. Entretanto, para não cometer equívocos e injustiça, farei alguns levantamentos de caráter técnico e artístico para, mais tarde, voltar ao assunto. Fica prometido.

Imagem: www.revistacapitu.com/

A coluna de Vanessa Barbara está disponível neste link da Folha Online: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2301201115.htm 

Porém, o acesso é reservado a assinantes do jornal ou do portal UOL. Por esse motivo, reproduzo, a seguir, o texto da colunista para a sua leitura:

Imagem: http://www1.folha.uol.com.br/

São Paulo, domingo, 23 de janeiro de 2011

VANESSA VÊ TV

VANESSA BARBARA - vanessa.barbara@uol.com.br

No próximo bloco, insânia

QUANDO A TV paga chegou ao Brasil, espalhou-se o idílico boato de que seus canais não teriam intervalos comerciais -afinal, a mensalidade dos assinantes serviria para sustentar as emissoras.
Era tudo brincadeirinha. Em 2010, uma pesquisa da associação de consumidores Proteste mostrou que a grade da TV paga contém 15% de comerciais, na média. Em canais como a Fox, a conta é de 23%.
E o pior: se na TV aberta ainda é possível se divertir com anúncios de purgante ou de pomadas para micose em que modelos discutem casualmente suas frieiras, na TV paga a coisa não tem tanta graça. Ali, os comerciais falam da própria programação e se repetem num looping maquiavélico.
Um dos campeões no quesito, o Warner Channel reserva-se o requinte de interromper os episódios de séries na última cena e amarrar o espectador só para exibir os créditos e a piada final. O canal também costuma manter o áudio dos programas baixíssimo e aumentar o volume em 40% nos comerciais, para que os tímpanos da vítima sejam devidamente massacrados pela veemência publicitária.
A atração "Warner Movies" já virou uma lenda. O filme começa bem, mas vai sendo interrompido progressivamente conforme o final se anuncia.
Um longa de 110 minutos de duração leva três horas para passar, totalizando 70 minutos de comerciais -sempre os mesmos. A conta pode chegar a 63% do total da atração, gerando boatos de que, em 2011, os canais terão novos comerciais com menos intervalos de programas.
Houve uma épica madrugada de 2003 em que a MGM levou quatro horas para exibir o especial "AFI: 100 anos... 100 filmes", de 145 minutos de duração. A cada dez títulos citados, amargava-se uma pausa em que os mesmos comerciais se sucediam, talvez procurando levar os espectadores à absoluta e irreversível demência. Conforme os vencedores se aproximavam, a pausa era de três em três.
O documentário acabou pela manhã. Os sobreviventes até hoje se gabam, feito veteranos da campanha na Itália.
A repetição de propagandas em canais como Sony, TNT, Warner, Fox, AXN e Universal ainda será questão de saúde pública. Daí a grandeza das séries em DVD, do gravador digital, da tecla "mudo" e de um providencial cochilo.

22 de janeiro de 2011

CASO CAPITAL: O PODER DA MENSAGEM

Prevalece o bom senso, afinal. No reino das palavras, nem sempre são escolhidas as que melhor exprimem o que se pretende dizer. Mesmo  profissionais da palavra, escrita ou falada, podem não fazer a melhor escolha.

Quando isso acontece, em qualquer nível, teor ou circunstância, o resultado são as penumbras verbais que, infelizmente, não deixam ver nem ocultam de todo. Pior, projetam silhuetas a partir das sombras que, naturalmente, podem não corresponder à imagem que se pretende exibir.

LCRamos cópia

Creio que não é preciso dizer mais nada. Luiz Carlos Ramos, diretor de jornalismo da rádio Capital, e Rodney Brocanelli, editor do blog RADIOAMANTES, corroboraram, ambos, o que eu disse em dois comentários anteriores, no FG-News, sobre a possível venda da rádio Capital.

Repare: Ramos, ao desejar que a emissora do Paraíso “continue na atual fase de equilíbrio e sucesso, seja nas mãos do atual proprietário, seja com quem eventualmente vier a ter o controle da emissora, deixa claro que nem mesmo os profissionais contratados da casa sabem, ao certo, o que vai acontecer.

RBrocanelli

Rodney Brocanelli, conclui, sem pestanejar, que “as informações desencontradas saem de dentro da própria Rádio Capital, a partir de seus comunicadores, seja no ar ou em outros espaços.

Apenas para esclarecer a questão, nossas fontes não se limitam aos domínios do território daquela emissora – nem poderia ser assim - e nunca insinuei que estivesse recebendo informações “de dentro”. O que publiquei foram os rumores circulantes no mercado. Porém, o fiz baseado em fatos. Nada mais.

Só mencionei alguns nomes, posteriormente, porque a mensagem de Luiz Carlos Ramos a Rodney Brocanelli dizia, no finalnão considero positiva a circulação desencontrada sobre a possível venda da Capital, mas compreendo a ansiedade de jornalistas, do público e das empresas em torno do futuro de cada grande veículo de comunicação do País. Para atenuar tal situação, nada melhor que a transparência.”

Com a insinuação, nas entrelinhas, de que estávamos falando o que não sabíamos, sem conter a “ansiedade”, revelei apenas duas ou três evidências de que não inventei um detalhe sequer sobre o que se comentava, inclusive na emissora.

A propósito, Luiz Carlos poderia ter se dirigido a mim diretamente, pois o blog RADIOAMANTES esclareceu, com muita clareza, que o texto, de minha autoria, era reprodução de matéria postada no FG-News. Por sinal, diga-se, a replicação do texto foi uma iniciativa pessoal de Rodney, a quem agradeci, por reconhecer que o gesto me conferia maiores visibilidade e penetração no segmento em que o RADIOAMANTES se destaca.

Luiz Carlos Ramos sabe, como jornalista, escritor e professor, que uma vírgula muda o texto e o contexto. E o pecadilho, se de fato houve algum, deve ser creditado ao viés da dúvida que tem permeado as informações envolvendo a venda ou o arrendamento da Capital.

Ao agradecer a manifestação de Luiz Carlos Ramos pelo completo restabelecimento de minha saúde, deixo claro que também não tenho o menor interesse em polemizar. Nunca tive.

A polêmica não informa, distorce. E o nosso dever jornalístico é o de levar ao leitor somente a informação. Transparente, embasada em fatos e não em boatos.

Os fatos, até pela insistência com que vêm se repetindo, mostram que existe o interesse de um grupo sobre a rádio Capital. Se as partes envolvidas vão bater o martelo, se já não o fizeram, é assunto para se verificar em breve.

Por último, não houve e nem haverá ataques ou afirmações desairosas ou ansiosas no FG-News, a nortear o rumo de nosso trabalho. Não conheço pessoalmente a Luiz Carlos Ramos, como ele também não me conhece. Portanto, tal hipótese não tem sustentação.

Se houvesse algum sentimento que não fosse o amor pela correção noticiosa – acima de tudo – haveria, isto sim, uma ponta de carinho pela emissora que vi nascer, pelas mãos de Hélio Ribeiro, em 25 de janeiro de 1978.

Na época, um “garoto” de 28 anos, quase fui um dos fundadores da emissora que deu origem à, então, Rede Capital de Comunicação. Preferi permanecer na Bandeirantes, meu amor platônico, se assim eu pudesse definir a emissora do Morumbi.

Em um ponto, pelo menos, ambos concordamos, Luiz Carlos: palavras são mais que apenas palavras, pois elas determinam o verdadeiro Poder da Mensagem. No que, aliás, Hélio Ribeiro era genial.

Leia, também,  VENDA DA RÁDIO CAPITAL PODE SER O TROCO  e

RUMORES DE MERCADO SUGEREM DISPUTA DO ESPÓLIO ARTÍSTICO DA CAPITAL
CASO CAPITAL: TRANSPARÊNCIA OPACA REVELA SÓ O QUE INTERESSA

20 de janeiro de 2011

UM PACTO PELA SEGURANÇA

Technorati Marcas:

Ganhou muita repercussão uma das primeiras manifestações do novo ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, propondo um pacto nacional contra a violência e o crime organizado. A iniciativa foi muito bem recebida nos meios políticos e administrativos e os governadores – inclusive os de oposição – aceitaram iniciar as discussões, em solenidade que deverá contar com a presença da presidenta Dilma Rousseff.

Basicamente pensa-se em elaborar um plano de ações integradas, dividir as responsabilidades e definir as fontes de financiamento o mais rapidamente possível. Para Martins Cardozo, como o País tem metas e prazos para cumprir com relação à Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, as autoridades federais, estaduais e municipais não vão querer se expor a um vexame de amplitude mundial por conta de disputas políticas mesquinhas e rivalidades burocráticas.

Para o ministro, “O pacto não pode e não deve ser meramente retórico, tendo como destino apenas a elaboração de um produto midiático. Ele envolve planejamento, apoios federativos, trocas de experiência e comunhão de ideais. Ele não deve ser feito para favorecer a vida política deste ou daquele ministro, deste ou daquele governador ou prefeito”.

Vale lembrar que um dos maiores obstáculos para a implementação de um plano nacional de segurança pública sempre foi o confronto entre a Polícia Federal, subordinada ao Ministério da Justiça, e a Secretaria Nacional Antidrogas,  vinculada ao Gabinete de Segurança Institucional.

senad

Como policiais e militares não se entendiam a respeito da formulação de políticas públicas para o setor, a presidenta Dilma, seguindo uma recomendação dos especialistas, transferiu a Secretaria Antidrogas para o Ministério da Justiça.

Além de aumentar os poderes do ministro Martins Cardozo no plano político, essa medida agilizará também o processo decisório, acabando com justaposições administrativas e eliminando rivalidades corporativas.

Fortalecido, o ministro também já convocou reunião com os secretários de Segurança Pública, agendou visitas aos governadores de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul e encomendou estudos com o objetivo de ampliar e aperfeiçoar o Pronasci, o principal programa do governo Lula no setor de segurança.

Oficialmente lançado em 2007 como o “PAC da Segurança”, o Pronasci (Programa Nacional de Segurança e Cidadania) tinha objetivos ambiciosos, como a valorização das polícias Civil e Militar, a reestruturação do sistema penitenciário, o combate à corrupção nas polícias, o envolvimento de associações comunitárias e organizações não governamentais na prevenção da violência e a promoção de ações sociais para jovens de 15 a 24 anos – a faixa etária com maior incidência de vítimas de homicídios e de condenados pela Justiça.

O problema é que, na fase de implantação, o Pronasci foi considerado moeda eleitoral para a campanha do então ministro Tarso Genro para o governo do Rio Grande do Sul.

Tarso, à época, foi severamente criticado por falar muito e agir pouco, usando o Pronasci para fazer discursos sobre ética, cidadania e direitos humanos. Assim, mesmo contando com recursos vultosos, esse programa acabou produzindo resultados abaixo dos esperados. Infelizmente, Tarso venceu a eleição.

É bom salientar que o sucesso do pacto nacional contra a violência e o crime organizado proposto pelo novo ministro Cardozo vai depender do modo como será negociado e implementado. Há seis anos, quando o Congresso aprovou a Emenda Constitucional nº 45, que introduziu a reforma do Judiciário, os presidentes dos Três Poderes assinaram um “pacto republicano” para agilizar a modernização da legislação processual e os resultados foram auspiciosos.

E isso foi proposto porque os signatários daquele acordo deixaram vaidades pessoais e preocupações políticas de lado e se concentraram nos aspectos técnicos da reforma da Justiça. Por certo, o ministro Cardozo deverá seguir o mesmo objetivo suprapartidário e impessoal a fim de que sua oportuna iniciativa possa obter sucesso. E torcemos por isso.

19 de janeiro de 2011

CASO CAPITAL: TRANSPARÊNCIA OPACA REVELA SÓ O QUE INTERESSA

Nota do Editor: Por padrão, nossas postagens são ilustradas em conformidade com o tema abordado. Fugindo a essa regra, por entender que o texto, neste caso, tem preponderância, optei por deixar a coluna nua e vesti-la somente de fatos.

Preocupado com o que classifica de “circulação desencontrada sobre a possível venda da Capital, o jornalista Luiz Carlos Ramos teve o cuidado de enviar um e-mail para Rodney Brocanelli que mantém o blog Radioamantes, conhecido da comunidade que atua no setor de radiodifusão.

O teor da mensagem do jornalista é praticamente o mesmo que este blog divulgou, ontem, 18 de janeiro, na matéria RUMORES DE MERCADO SUGEREM DISPUTA DO ESPÓLIO ARTÍSTICO DA CAPITAL exceto, é claro, pela tonalidade ressentida que se nota na redação de Ramos.

Apregoando transparência, o colega não esclarece, todavia, que tudo começou com a informação, prestada por um profissional da casa, Adriano Barbiero, que, entre outras atividades, é editor do site Bastidores do Rádio.

O texto de Adriano, publicado em 12.01, citava a reunião, convocada pelo diretor geral da emissora, Chico Paes de Barros. Depois de comunicar “que essa reunião tem o intuito de ouvir a opinião e sugestão de todos, quanto aos projetos da emissora para o decorrer desse ano de 2011”, o editor do site deixou uma indagação no ar: será?

No mesmo dia 12, Bastidores do Rádio atualizou a nota, informando sobre o adiamento da reunião “para o final de janeiro em data e horário ainda não definidos”.

Como se não bastasse, no dia seguinte, o mesmo Bastidores publicou nota para avisar que Chico Paes de Barros “teria nesta quinta-feira (13) uma reunião com a alta direção da emissora no escritório da RS Morizono, onde seria definido o orçamento para 2011”.

Agora, o ponto culminante nessa história que Luiz Carlos Ramos considera “desencontrada”: Paulo Lopes, no programa de debates que comanda na Capital, já havia se queixado, no ar. Como a emissora estaria à venda, Lopes não poderia garantir a participação dos  convidados do programa na semana seguinte. Ninguém sabia – disse ele - se a atual programação seria mantida. Acho que mais transparente que isso é impossível.

Então, o FG-News publicou as informações, em 14 de janeiro, sob o título VENDA DA RÁDIO CAPITAL PODE SER O TROCO.

O FG-News, visando a preservar profissionais que poderiam sair chamuscados do episódio, ao terem seus nomes relacionados a tudo quanto se comentava sobre a Capital, optou por informar os fatos sem se escudar neste ou naquele. Até porque os fatos são  demais eloquentes e bastam.

Portanto, de nossa parte não houve ansiedade a determinar a publicação da matéria, pelo contrário. Viemos a público somente no dia 14, após o Bastidores ter veiculado duas notas sobre o assunto.

O blog RADIOAMANTES, substituindo apenas a nossa manchete, reproduziu, na íntegra, o texto que publicamos, na certeza de que temos credibilidade de sobra para divulgar apenas fatos, dispensando comentários por “ouvir dizer”, comuns nessas ocasiões.

Aliás, diga-se, a própria ausência de Chico Paes de Barros, em férias, de certa forma contribuiu para o desdobramento das notícias. Por certo, ninguém na emissora estava autorizado a tocar no assunto e, convenhamos, manda quem pode e obedece quem tem juízo, não é mesmo?

Note-se, também, que a nota de esclarecimento, publicada pelo RADIOAMANTES, foi emitida somente no dia 18. Seis dias depois da primeira informação, do Bastidores, que colocava em dúvida a natureza da reunião de Chico Paes de Barros com Nelson Morizono, proprietário da rádio Capital.

Transparência e isenção fazem parte da matéria prima fundamental na veiculação da notícia. É condição sine qua non para o exercício do bom jornalismo. E Luiz Carlos Ramos sabe disso, como profissional do setor.

Entretanto, na hora de explicitar o caráter de normalidade de que se revestem as atuais atividades na rádio Capital, Ramos fez questão de lembrar, com inteira justiça, Eli Corrêa, mas, de passagem destacou que o departamento de jornalismo, aliás dirigido pelo autor do esclarecimento, mantinha-se “voltado para a prestação de serviços com um estilo de rádio popular sem sensacionalismo, em respeito ao ouvinte”.

Talvez tenha sido de caráter emocional o lapso do colega. Ao clamar por transparência, Ramos revelou apenas Eli e a própria equipe de jornalismo da casa, esquecendo-se de mencionar, entre outros, Paulo Lopes, Paulinho Boa Pessoa e Antonio Aguillar*, por exemplo, que continuam na emissora onde tudo vai bem.

Com a omissão aos demais, o diretor de jornalismo da Capital ressaltou o trabalho “sem sensacionalismo, em respeito ao ouvinte”, mas desrespeitou colegas que, igualmente, vivem o mesmo drama da incerteza.

Os três anos de equipe esportiva e o novo logotipo da emissora, este blog não deixou de mencionar. Entretanto, nem sempre tudo é o que julgamos ver. Nem sempre.

Desejamos, com sinceridade, que a conclusão desta história seja a mais feliz para todos os envolvidos nela. Digo isto, até motivado por uma evidência entristecedora, qual seja, a diminuição irreversível do mercado profissional de trabalho.

Todavia, sob nenhuma hipótese, mesmo em um momento como este, pode-se concordar com alegações de açodamento e intranquilização do meio devido a informações desencontradas que tumultuam o cenário.

Sugiro que o blog RADIOAMANTES replique esta postagem, até para, preventivamente, livrar-se da acusação que emana do texto de Luiz Carlos Ramos: as notícias sobre a venda ou arrendamento da Rádio Capital são fruto da ansiedade por informar.

Ao FG-News não foi endereçado nenhum esclarecimento, embora a origem da informação sobre o caso Capital, tenha sido convenientemente divulgada no RADIOAMANTES, por Rodney Brocanelli. Mas sou capaz de entender as razões que levam a esse tipo de gesto, que apenas me fortalece.

O silêncio - ou posso denominar omissão? – falou muito alto e foi determinante para a construção do quadro que ora Luiz Carlos tenta nos fazer acreditar ser fruto da desinformação. O esclarecimento veio tarde demais.

Como dizem, o tempo é o senhor da razão. Se a venda ou arrendamento da Capital não se concretizar que fique, pelo menos, a lição. Até para desmentir é preciso falar na hora certa. Se deixar o tempo passar, o esforço pode ser inútil.

Então, vamos dar tempo ao tempo.

* Errata: Na versão publicada originalmente, o apresentador Antonio Aguillar foi identificado como Luiz Aguiar. Com a correção, o nosso pedido de desculpas ao veterano Aguillar, pelo equívoco.

18 de janeiro de 2011

RUMORES DE MERCADO SUGEREM DISPUTA DO ESPÓLIO ARTÍSTICO DA CAPITAL

Embora, ainda, sem confirmação por parte da direção geral da rádio Capital, de São Paulo, as informações em off continuam alimentando o noticiário em torno da venda da emissora.

Houve apenas uma mudança quanto à negociação em si. Agora se diz que o grupo Morizono vai arrendar a emissora do Paraíso.

Os negociadores, no entanto, continuam sendo os mesmos, em todas as versões que circulam no mercado: a igreja Vida Nova. O arrendamento seria integral, ou seja, 24 horas diárias.

Chico Paes de Barros, até onde se sabe, continua em gozo de férias. Curiosamente, mas, de certa forma isso não se traduz em surpresa, circulam algumas notícias dando a entender que a vida, por lá, segue na mais absoluta normalidade. Até por uma questão estratégica, essa atitude pode ser vista como parte do contexto.

Estão na categoria das notícias circulantes, a comemoração dos três anos de atividades da equipe esportiva dos 1040 e, também, a nova marca visual da emissora.  Para completar o quadro de aparente rotina, anunciam-se para breve reformulações no site da Rádio Capital, como você vê abaixo, já com o novo visual.

Este último detalhe pode significar duas possibilidades. Vai mudar porque a direção decidiu dar uma nova roupagem à comunicação visual da rádio, na rede, ou porque, se a emissora trocar de mãos, é obvio que o layout do site será inteiramente modificado. Porém, nesse sentido, estamos apenas especulando.

rumores

Voltando ao ponto, existem rumores no mercado paulistano indicando que algumas emissoras poderiam estar se preparando para recolher partes do desmanche geral que se configura próximo.

Sem citar nomes, o que, convenhamos, é até dispensável, dois ou três pesos pesados do microfone Capital podem mudar de prefixo de uma hora para outra.

Apesar da queda de faturamento e de audiência, tão propagadas pelo setor, o fato é que talentos que mantém legiões de fãs ao longo dos anos, não se encontram em qualquer esquina e interessam a todo prefixo cuja programação esteja voltada para o segmento popular.

Se o jogo não fosse proibido no Brasil (hã, hã) eu diria: façam suas apostas, senhoras e senhores. Mas, assim como a prudência nos manda aguardar os acontecimentos em torno da venda ou arrendamento da rádio Capital, o respeito às leis impede-me de incitar à jogatina.

Quem viver, verá.

Para ler o artigo anterior sobre a mudança na rádio Capital, clique aqui

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