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29 de abril de 2011

FG-NEWS ENTREVISTA: NELSON RAGO

De quando em quando, reencontro amigos que fiz na profissão. Nessas ocasiões, é como se voltássemos no tempo. “São tantas emoções”, como diria um certo cantor – Roberto Carlos, claro -, que acaba de completar 70 anos.

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Amigo dos tempos de rádio, quando era divulgador de selos famosos e artistas notáveis, Nelson Rago ajudou a escrever páginas da história de gente importante da nossa música. Com muitos anos de “janela” junto a grandes gravadoras, trabalhando para a consolidação de artistas de renome no cenário nacional,  inclusive como empresário, encontro Nelson Rago à frente de  uma empresa própria, de marketing voltado para a área artística. Esse desfecho era uma questão de lógica, mas a curiosidade prevalece. Então, por que não fazer uma entrevista com ele? Da pergunta à ação, foram dois palitos. A seguir, um pouco da trajetória profissional desse amigo que não vejo desde  1980/81, por aí.

FG-News: Para começar, Nelson, conte ao leitor do FG-News sobre os artistas com os quais você trabalhou.

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Nelson Rago: Caro amigo, participei da carreira de artistas como Guilherme Arantes, Fafá de Belém, Elba Ramalho e Milton Nascimento. Na Continental, vivi o início de carreira de Leandro e Leonardo, João Paulo e Daniel e muitos outros.

E pela RGE, divulguei Jessé e Sandra de Sá, para falar só de alguns. Mas, sempre estive ao lado de artistas talentosos como Sérgio Reis, Capital Inicial, Toquinho, João Bosco, Tunay, Alexandre Pires, Christian & Half, Rita Lee, Alceu Valença…

FG-News: Daquela vida de bastidores, quase em anonimato - apesar dos contatos em grandes empresas de comunicação - você, hoje comanda a NR MARKETING E ARTS! Quais foram os desafios iniciais, nessa mudança? Afinal, deixar a comodidade do salário mensal e lançar-se no mercado com sua própria empresa não deve ter sido uma opção tão fácil.

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Nelson Rago: Os desafios continuaram os mesmos: enfrentar a pirataria, as “rádios” que cobram para tocar músicas e os produtores musicais que “se acham” gênios da MPB. Não tinha mais salário, é verdade. Hoje, existem no mercado mais de 5 mil profissionais desempregados por culpa de um “governo” CEGO em relação à pirataria e para cuidar da população.

FG-News: Quais são os seus sócios e qual é a assessoria que a rago_2Nelson Rago Shows e Marketing Artístico oferece aos artistas que integram o cast da empresa?

Nelson Rago: Querido amigo, estou só nesse empreendimento. Tenho um Home-Service e trabalho basicamente via Internet. De vez em quando, visito os amigos decentes pessoalmente. Ainda tem muita gente boa por aí.

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No mais, ofereço meu nome, meu currículo e a atividade desenvolvida nestes 35 anos de meio artístico. Faço questão de expor meu trabalho no site da NR MARKETING E ARTS! Poucos têm essa coragem. Isso é fruto de um trabalho honesto em todos esses anos!

vania_marcelo Atualmente, estou me dedicando a shows para o exterior. Tenho um espetáculo ótimo, chamado Pierrot & Colombina, com a Vania Abreu e o Marcelo Quintanilha. O site da NR MARKETING E ARTS! – www.nelsonrago.com.br - tem mais informações.

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FG-News: Rago, você está no ramo musical há três décadas e meia e acompanhou algumas fases importantes da nossa música. Também viu, de perto, as principais transformações porque passaram os mercados de radiodifusão e fonográfico nesse período. Aponte algumas diferenças, positivas e negativas, quando se confrontam os anos 70/80 e os tempos atuais.

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Nelson Rago: Sem saudosismo oportunista, o rádio mudou para muito pior. Hoje, você tem poucos amigos, tudo é falado com o $$$$ à frente, acabaram-se os nossos encontros, shows para mostrar a qualidade do artista. Atualmente, um empresário que tenha dinheiro para gastar faz um cabeça de bagre virar “artista” de sucesso.

FG-News: Você viu, como eu, Nelson, o advento do CD no Brasil, em 1983. Independentemente da eterna discussão que os puristas gostam de promover sobre a qualidade de som de um sistema e de outro, destaque-se que os LPs eram visualmente mais atraentes e, na parte gráfica, ofereciam possibilidades muito interessantes. Outro ponto a favor dos long-plays é que a pirataria ficava limitada às fitas K-7, hoje também obsoletas. Passados 28 anos da chegada do Compact Disc, ainda se fala na volta do vinil, até como forma de combater a pirataria de maneira eficaz. Voltou-se a cogitar o reaparelhamento da única fábrica brasileira dos “bolachões”, em Belfort Roxo, no estado do Rio de Janeiro, para retomar a produção de long-plays. Por outro lado, as novas mídias estão aí e a cada dia oferecem possibilidades nunca imaginadas. Você consideraria viável essa volta ao passado, distanciando-se da tecnologia?

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Nelson Rago: Está muito claro que o vinil acabou, mas o CD também está acabando. O futuro é a venda de faixa por faixa, pela Internet. Hoje você pode carregar 2.000 músicas em um cartão de memória que poderá ser tocado em qualquer celular, computador ou mesmo em novos aparelhos de som, feitos para casa ou automóvel. Quando gostarem da musica, as pessoas poderão comprar a faixa por R$0,50 centavos. Com R$ 5,00 poderão comprar dez musicas de que realmente gostam.

FG-News: As emissoras online tentam se desenvolver na Internet, mas ainda encontram barreiras técnicas. A velocidade de transmissão e recepção é um fator que desestimula o "ouvinte". Há muitas interrupções do streaming, sistema que reproduz o som das emissoras na web. Equipamentos de última geração e a banda larga não estão disponíveis a qualquer bolso. Diante disso, o rádio tradicional tem sobrevivido, embora a duras penas. Além do aparecimento de muitas emissoras em AM e FM, sobretudo estas, o ouvinte está cada vez mais infiel. Sem contar que ele dispõe da Internet onde há opções de sobra. Mesmo que muitas sejam ilegais, elas estão ao alcance de todos que desejam ouvir música. Você vê uma alternativa que satisfaça ao empresário de radiodifusão, às gravadoras, ao artista e ao ouvinte?

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Nelson Rago: Você tem razão. Em poucos anos o rádio-música irá acabar; sobreviverão o rádio prestador de serviços, a notícia e o jornalismo de boa qualidade. Hoje o ouvinte tem Internet no trabalho, em casa e os telefones celulares também. Então, pra que ouvir uma programação musical “jabazeira”, sem qualidade? O rádio tem tanta força que centrais de TV fazem o antigo e famoso radio-escuta. Claro, menos as redes poderosas, mas todos dependem do rádio!  E para concluir a questão do rádio na web, logo teremos a banda larga para todos. A transmissão via fibra ótica, que já existe, vai ganhar o reforço do sinal através da rede elétrica. Bastará plugar na tomada e receber, no mínimo, 10 mega! E o preço também está caindo dia a dia. Vou te dar um exemplo: minha assinatura era com modem de uma operadora de celular. Eu pagava 100 reais por UM MEGA, hoje tenho 30 MEGA por 115 reais, via fibra ótica!

FG-News: O principal argumento que leva a população a comprar o produto pirata é o preço de um CD legal, considerado muito alto para a realidade brasileira. As gravadoras alegam prejuízos enormes - falam-se em 300/400 milhões de dólares anuais. Há quem projete números até maiores que esses, mas eu não vejo uma medida eficiente para combater a prática da replicação ilegal. Uma delas, a mais elementar, que seria a redução do preço, nem pensar. Então, fica-se num círculo vicioso e abre-se espaço para a ilegalidade. Você tem alguma sugestão para combater a pirataria ou, pelo menos, evitar as perdas para as gravadoras, para os artistas e para a economia, com a sonegação de tributos?

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Nelson Rago: O bonde (ou metrô) já passou, não tem volta. Nossos “governos” defendem a ilegalidade quando se mantêm imóveis. A única saída para a Indústria Fonográfica é a Internet (vendas). Faz tempo que o site You Tube é um dos maiores agentes de sucesso do planeta! O artista só ganhará dinheiro com shows, nunca mais com o direito autoral. Se ganhar serão 5% do que ganhava antes da pirataria tomar a dimensão que tomou.

FG-News: A questão do direito autoral é das mais antigas e delicadas discussões que temos presenciado ao longo dos anos. Os artistas reclamam que não recebem; as emissoras afirmam que pagam muito aos órgãos fiscalizadores; danceterias, casas de espetáculos e atividades semelhantes também esperneiam e denunciam custos altíssimos para manter a atividade. Neste caso, os direitos autorais estão no topo da lista. O que está errado?

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Nelson Rago: Só existe uma explicação para isso: não recebem por causa do MENSALÃO ARTÍSTICO. Tem muito roubo na arrecadação. O dinheiro chega (ao artista) muito menor do que foi arrecadado na empresa que arrecada!

FG-News: O Brasil passou sem maiores danos pela crise global que ainda prejudica algumas nações do mundo. Diante da saúde financeira do país, artistas internacionais têm esticado suas turnês por terras brasileiras. Se não bastasse a inexistência de barreiras para a execução das músicas estrangeiras, o que não deve existir mesmo, os shows internacionais sugam o dinheiro do mercado. Como ficam os artistas nacionais? Faz tempo que não ouço mais falar sobre cachês de 150 mil e até 250 mil reais, como se pagava, há cerca de três ou quatro anos. É um sinal muito claro de que o mercado para o artista local foi reduzido. 

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Nelson Rago: O Brasil se manteve inteiro? Não! Veja a vergonha estampada no problema mais grave do nosso país, totalmente loteado para os partidos que apóiam o governo. A dívida interna é astronômica, o Brasil paga juros altíssimos aos investidores externos. Por conta disso o dinheiro (dólares) entra no Brasil todos os dias às toneladas. Vamos ver se esse dinheiro é para investir na indústria, em tecnologias ou institutos de pesquisas laboratoriais. Não, é dinheiro mantido aqui por pura especulação. Se todos tirarem o Brasil afunda.

FG-News: Use este espaço para falar, livremente, sobre ideias, conceitos ou planejamentos para o mercado artístico brasileiro. E, por último, fique à vontade para mencionar algum assunto que a nossa pauta deixou de fora, mas que você considera importante acrescentar.

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Nelson Rago: Flávio tenho na Internet o presente e o futuro para divulgar os artistas de minha empresa. Não acredito no sistema ultrapassado do jabá. Essa prática serve somente para quem tem dinheiro para esquentar. É preciso justificar de onde vem a “grana”, então investe-se em um artista sem nome e, em pouco tempo, obtêm-se o dinheiro investido multiplicado por 500! O governo continua dizendo “NÃO VI, NÃO SEI DE NADA!”

O FG-News é obrigado a concordar com algumas questões levantadas por você, Rago. O país tem tudo para crescer definitivamente e assumir o papel que lhe cabe entre as nações do mundo, mas ainda há muito por fazer. É preciso manter abertos os canais de comunicação entre a classe artística, os setores de gravação e produção, de radiodifusão e o governo. Do diálogo constante pode surgir o entendimento. Faço votos que essa meta seja alcançada. Obrigado pela entrevista.

Nelson Rago: Eu agradeço o interesse sobre o meu trabalho. Estou à disposição.

Todas as imagens foram cedidas por Nelson Rago, de arquivo pessoal. Algumas foram montadas especialmente para esta edição.

Em memória: Paulo Sérgio - 29 de julho de 1980; Jessé – 29 de março de 1993; Agepê – 30 de agosto de 1995 e Leandro, 23 de junho de 1998

28 de abril de 2011

OXI, AMEAÇA PIOR QUE O CRACK

O oxi, abreviação de oxidado, é uma mistura de base livre de cocaína, querosene – ou gasolina, diesel e até solução de bateria -, cal e permanganato de potássio. Como o crack, o oxi é uma pedra, só que branca, e também é fumado num cachimbo. A grande diferença é que custa mais barato e mata mais rápido.

Essa droga mais devastadora que o crack, teria chegado ao Brasil através do Estado do Acre, que virou rota do tráfico internacional de entorpecentes. É que faz fronteira com o Peru e a Bolívia – os maiores produtores de cocaína do mundo – e está próximo à Colômbia.

De alguns anos para cá, a facilidade com que a base livre de cocaína cruza as fronteiras fez com que o oxi tomasse conta de Rio Branco, capital do Acre, e outros pequenos municípios.

A pedra age muito rápido: viciados dizem que não leva 20 segundos para sentir o “barato” e que em cinco minutos a pessoa já está com vontade de consumir de novo. A pedrinha de oxi tem 80% de cocaína, enquanto o crack não passa de 40%. Hoje o oxi está em todos os estados da Região Norte, em Goiânia e no Mato Grosso do Sul, no Distrito Federal, em alguns estados do nordeste e acaba de chegar a São Paulo, já sendo encontrado nas chamadas “bocadas” da Cracolândia, no centro da capital paulistana.

Fumado, geralmente em latinhas de bebidas ou em cachimbos improvisados   e  bem  artesanais  como  os  que  servem  o crack,  o  oxi,  insisto,  tem potencial para viciar logo na primeira vez, e como já disse, é uma droga bem barata: é vendida, em média, por R$ 5 e até por R$ 2.

O delegado Maurício Moscardi, da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Federal do Acre, que em 2010 apreendeu no estado quase 300 quilos de base livre de cocaína, explica melhor:

- A repressão na cidade não é a prioridade da PF, e sim desarticular organizações criminosas. Até atuamos no tráfico doméstico, mas a base livre de cocaína está em todo lugar e muitos consumidores da droga nem são caso de polícia, mas de saúde pública.

São visíveis as marcas do oxi deixadas nos corpos dos usuários. Assim como as reações no comportamento – os dependentes permanecem sempre nervosos e agitados durante e após o consumo da droga -, os efeitos em órgãos vitais como rim, pulmão e fígado são considerados devastadores.

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Logo nos primeiros dias, os consumidores de oxi apresentam problemas no aparelho digestivo e complicações renais. As dores de cabeça e as náuseas passam a ser constantes, diárias, e há crises crônicas de vômito e diarréia, um quadro comum enfrentado por quem faz uso da nova droga.

Segundo policiais e médicos, os usuários do oxi também apresentam dificuldade para respirar e a pele passa a ter uma cor amarelada. Em poucas semanas, o dependente perde muito peso e tem início  um  rápido  processo  de  envelhecimento. Pior: a morte por complicações de saúde pode chegar a prazos inferiores a dois anos.

- O efeito do oxi é muito rápido, a droga chega ao cérebro em pouquíssimos segundos. Seu efeito também passa rápido, por isso a necessidade de consumir aumenta cada vez mais e mais. É uma reação avassaladora. Diferentemente do crack, o usuário ainda sente a necessidade forte de mesclar o oxi com outras drogas, principalmente a própria cocaína em pó e o álcool – adverte a psicóloga Maria Stella Cordovil Casotti, que há 14 anos trabalha com a recuperação de usuários de drogas e atua hoje no Acre.

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Os efeitos do oxi também estão na boca dos dependentes. Como a mistura de gasolina, querosene e produtos corrosivos é grande na composição da droga, os dentes sofrem desgaste, ganham uma tonalidade escura e quebram. O processo culmina na perda de todos os dentes.

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E pensar que, com todos esses problemas e riscos à saúde pública, o líder do Governo na Câmara Federal, deputado paulista Paulo Teixeira (PT) ainda advoga pela plantação de maconha por cooperativas de viciados, enquanto ele próprio, em pronunciamento recente, condenou fazendeiros plantadores de feijão. Vai entender...

Leia outros artigos da Coluna do Afanasio, clicando aqui.

Afanasio Jazadji – Jornalista, Advogado, Deputado Estadual por 20 anos, especialista em Segurança Pública e criador do Disque-Denúncia e do Resgate dos Bombeiros. Visite o site:www.afanasio.com.br

Imagens: www.radiocaicara.com / www.hitamarsantos.blogspot.com / www.clednews.blogspot.com / www.paduacampos.com.br / www.saude-joni.blogspot.com / www.plurall.com / www.www2.camara.gov.br

27 de abril de 2011

VEM AÍ, TUPI SERVIÇOS. CIDADE E CIDADÃO, PELO BEM DE SÃO PAULO

Nem Paulo Barboza, nem programação musical. A Tupi AM, em 1150 KHz, aposta no jornalismo político e na prestação de serviços com o objetivo de fortalecer a programação matinal.

Quem vai comandar a nova atração, de segunda a sexta, das 07h00 às 09h00, horário nobre do rádio, é o amigo jornalista, radialista e futuro magistrado, José Nello Marques.

A proposta, de início, me agrada muito. Todo espaço dedicado ao jornalismo de serviços deve ser efusivamente saudado, uma vez que a força do rádio precisa, mesmo, atuar em favor da coletividade, transformando-se em porta-voz das reivindicações populares. O profissional escalado para desempenhar a função de elo entre autoridades e a população é mais do que capacitado, além de ser íntegro e ter bom trânsito no ambiente político. Aliás, essa é uma condição fundamental para que a voz do povo tenha as devidas ressonância e representatividade junto ao poder.

O projeto estreia nesta segunda-feira, 02 de maio. José Nello Marques vai comentar as notícias do dia, ouvir a população, apresentar reportagens e entrevistar personalidades da vida política municipal, estadual e federal. A tarimba de Zé Nello como entrevistador não deixa a menor dúvida sobre o êxito da empreitada. Além disso, o programa vai contar com a participação diária de outro grande amigo, José Maria Della Guardia Scachetti, o nosso Super Zé Maria, natural de Serra Negra, São Paulo. Dono de voz excelente, personalíssima, com um timbre de causar inveja aos profissionais do setor, José Maria Scachetti é uma caixa acústica tonitruante. A função dele será a de atualizar as notícias nas manhãs do rádio. Os acontecimentos em cima da hora serão anunciados com rapidez e energia. O som alto, forte e claro da voz de José Maria é poderoso o bastante para se fazer ouvir em meio ao ritmo frenético da cidade que não pode parar.

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A Tupi AM tem todos os ingredientes para servir um prato extremamente palatável, bem ao gosto da população. Melhor que isso, vai se transformar em uma tribuna de onde os reclamos populares deverão ser ouvidos e atendidos. Minha única dúvida, é quanto à aposta da direção da casa na linha jornalística de programação. Esta Tupi nunca foi, digamos, muito afeita ao gênero, exceto quanto ao noticiário policial. Para os amigos de todo o Brasil, um esclarecimento: a Tupi AM, de São Paulo, não é a sucessora da S.A. Rádio Tupã, a poderosa Tupi, do grupo Diários Associados, de Assis Chateaubriand. Mas a sucede, além do nome, na missão de ser uma emissora popular, embora, até aqui, sem a vocação jornalística de sua antecessora. E também teve, ao longo dos últimos anos, alguns dos nomes que brilharam e marcaram época na Tupi original, como Gil Gomes e Barros de Alencar, entre outros.

Falando nisso, uma sugestão, Zé Nello. Por que você não aproveita o gancho do programa e revive a marca que já foi, ela própria, identidade da rádio paulista? Estou falando da chancela “Sentinelas da Tupi”. Hoje, as sentinelas seriam os ouvintes-repórteres que, de qualquer ponto da cidade, poderiam informar por telefone, SMS, e-mail ou mensagem de texto qualquer ocorrência na maior cidade do país. E paro por aqui, pois saudosismo tem limite, embora, neste caso, trate-se de algo extremamente positivo.

Boa sorte, amigos Zés. Felicidades na estreia e em todos os próximos dias que virão. Que sejam muitos. O comando de José Nello Marques garante a segurança do projeto. E José Maria Scachetti é sinônimo de credibilidade noticiosa. A cidade grande vai ficar ainda mais ligada e bem informada. Tupi Serviços vem aí. Parabéns a vocês, cidade e cidadão.

Imagens: www.bastidoresdoradio.com / www.marketing.redecbs.com.br / WWW.obaratodesp.wordpress.com

26 de abril de 2011

LUIZ CARLOS DOS SANTOS ERA UMA BOA LEMBRANÇA. AGORA É SAUDADE PARA SEMPRE

Sizemar Silva Assim como Sizemar Silva (foto), eu estava fora de São Paulo no feriado de 21 de abril, prolongado pela Sexta-Feira da Paixão, que antecedeu a Páscoa. E da mesma forma que Sizemar, também li, no domingo, quando voltei, a mensagem sobre a morte do amigo Luiz Carlos dos Santos.

Poucos se lembram, mas trabalhei com ele na década de 1980, na Rádio Bandeirantes. Muitos anos depois de ter saído da emissora, reencontrei Luiz Carlos no evento literário de Carlos Gati, no final do ano passado.

Tranquilo como sempre foi, Luiz estava feliz, de bem com a vida. Gati foi companheiro de trabalho de Luiz Carlos dos Santos durante duas décadas. Ninguém melhor, portanto, para escrever a última homenagem ao querido amigo que partiu.gati

“O tempo passa rápido demais. A gente percebe cada vez mais  essa discrepância, quando se perde um amigo. Amanhã, 27 de abril, será realizada a missa de 7º dia da morte do nosso ex-colega da rádio Bandeirantes Luiz Carlos dos Santos, vitimado por um enfarto fulminante, em plena Semana Santa e num dia cívico:  21 de abril.  Seu sepultamento ocorreu no Cemitério Valle dos Reis em Taboão da Serra, na sexta-feira, dia 22.

O Luiz Carlos trabalhou 31 anos na rádio Bandeirantes, 20 dos quais, como redator do Jornal de Amanhã ao meu lado e de Sizemar Silva, Eureni Pereira, Pedro Paulo, o Pepê e Muibo César Cury, outra perda lastimável no fim de 2009. Luiz Carlos era do tipo folgazão, brincava com todo mundo e se esmerava no texto que escrevia, não se importando muito com o corre-corre do fechamento do jornal para ser levado ao ar pelo editor.

O Luiz era tranqüilo e não se exasperava com horário. Mas era um sujeito bom, amigo e correto. A coisa que mais gostava na vida era a de jogar futebol. Sua esposa, Cida dizia que se ele pudesse escolher, gostaria de morrer num campo de futebol. Que presságio!!! Depois de jogar por 30 minutos, resolveu jogar outros 30, na vizinha cidade de Cotia, ao lado de seu sobrinho Marcelo, criado por ele desde pequeno e tido como filho de coração. Marcelo presenciou a cena mais triste de sua vida, quando viu o seu tio se sentir mal, quando ainda pedia um refrigerante, e foi correndo socorrê-lo. Em vão... Luiz Carlos chegou a ser encaminhado até o Hospital de Cotia, mas não resistiu...

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O distanciamento de amigos em São Paulo é uma realidade, mas tive a felicidade de rever o Luiz Carlos (em destaque), depois de alguns anos, no lançamento de meu livro “Timburi, uma árvore de muitas histórias”, no bar do Salim, na Vila da Madalena, em novembro do ano passado.  Sempre solícito, recebeu o convite e foi com a sua esposa Cida, onde desfrutamos de momentos maravilhosos ao lado de outros ex-colegas, como o Marcelo Lopes, Benê Tanus e esse querido bloguista Flávio Guimarães, que também nos prestigiou.

Luiz Carlos dos Santos fez 63 anos no dia 19 de fevereiro deste ano e pouco antes de sair da rádio Bandeirantes passou no concurso público para escrevente técnico do Judiciário. Estava nessa profissão há mais de 20 anos, quando veio a falecer. Além do Marcelo, que criou, o casal teve dois filhos: Luiz Carlos e Diego.

A missa de Sétimo Dia será  realizada amanhã, dia 27 às 19horas no Santuário Santa Therezinha, início da BR-116 em Taboão da Serra, divisa com a capital paulista.”

NA DISCUSSÃO SOBRE MANDO DE JOGO, ASTROS PALMEIRENSES DESCONHECEM HISTÓRIA DO CLUBE QUE DEFENDEM

O local das semifinais do campeonato paulista de futebol já está definido. São Paulo e Santos jogam no sábado, no Morumbi. A outra partida, entre Palmeiras e Corinthians, será disputada no Pacaembu, no próximo domingo. Após a classificação do alviverde, iniciou-se um rápido debate sobre o local em que deveria acontecer esse clássico. A decisão da Federação Paulista de Futebol, em acordo firmado entre os clubes, evitou que a discussão fosse muito longa.

Contudo, as declarações de Luiz Felipe Scolari e do meia Valdivia valem uma breve reflexão. Ambos acham que o Pacaembu, estádio pertencente à Prefeitura do Município de São Paulo, é a casa do Corinthians. 

A dupla de astros palmeirenses erra e feio na avaliação. Nos últimos anos, o alvinegro de Parque São Jorge, de fato, tem usado o estádio para mandar quase que a totalidade de seus jogos. Isso se deve a uma rixa entre seus dirigentes com os mandatários do São Paulo iniciada em 2009, e ela fez com que o Morumbi deixasse de ser usado, especialmente nos clássicos do Paulistão. 

Felipão e Valdivia são excelentes profissionais mas, talvez até pela origem de ambos, não devem conhecer muito da história do futebol paulista. Em 1972, o hoje consagrado técnico era um zagueiro em inicio de carreira e defendia o Aimoré, de São Leopoldo, Rio Grande do Sul (ele é o primeiro à esquerda, em pé), quando o Palmeiras foi campeão paulista numa partida decisiva contra o São Paulo...no Pacaembu. O placar de 0 a 0 garantiu o título.

Por outro lado, Valdivia tinha pouco mais de 10 anos, quando o Palmeiras que hoje ele defende se consagrou como campeão brasileiro de 1994.

O rival era o mesmo do próximo domingo. As duas partidas da decisão aconteceram também no Pacaembu. Por algum problema político da época, o São Paulo não liberou o Morumbi para abrigar as finais. Não existiam outras opções viáveis. O alviverde venceu por 3 a 1 o primeiro jogo e empatou em 1 a 1 a segunda partida.

Resta saber agora se a decisão da diretoria do Palmeiras não vai criar um conflito com seu técnico. Apesar da boa campanha do time, ocorreram pequenas desavenças que quase culminaram em sua saída. A principal delas foi a retirada da nutricionista de dentro da concentração às vésperas de uma partida contra o Santo André, ainda na fase de classificação. Fiquemos de olhos atentos e ouvidos ligados em suas declarações.

Para ler mais artigos do mesmo autor, no FG-News, clique aqui.

Acompanhe também os textos sobre futebol deste colunista no site de cultura pop Laboratório Pop: http://www.laboratoriopop.com.br/geral

Você pode ouvi-lo também nas jornadas esportivas da equipe Expressão da Bola: http://www.expressaodabola.com.br

Imagens: www.correiodoestado.com.br / www.sempretops.com / www.flickr.com / www.esquadroesdefutebol.blogspot.com / www.globoesporte.globo.com

25 de abril de 2011

PAULO BARBOZA ESCLARECE A SITUAÇÃO DELE COM A RECORD

No dia 09 de março, este blog publicou um post sugerindo a saída de Paulo Barboza da Rádio Record, baseado em informações de bastidores que circulavam com certa insistência. 

Os fatos se encaixavam, pois ao mesmo tempo em que os rumores sobre a mudança de Paulo Barboza cresciam, a Tupi dispensava Roney Magrini e Ivo Morganti sem maiores explicações.

Vislumbrando a possibilidade real da transferência escrevi a reportagem, embora o tenha feito em caráter especulativo. A própria falta de confirmação oficial, tanto da Record quanto da Tupi, não me autorizava a ser taxativo.

Para minha surpresa, recebo a ‘visita’ de Paulo Barboza, no blog, nesta segunda-feira, 25 de abril, cerca de 45 dias depois da publicação a que me refiro. Assinando-se “pbarboza”, Paulo escreveu:

“Grande Flávio,
Mais uma vez obrigado pelo carinho de sempre.
Só hoje tomei conhecimento da sua matéria. Acabei de completar 2 dos 3 anos que tenho de contrato com a Rádio Record. Vai até o dia 2/4/2012. Até o momento tenho recebido da empresa total apoio e liberdade. Falo inclusive da minha Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e de todos os santos da Igreja Católica. A Record é a rádio de todas as religiões. É um bom lugar para se trabalhar. Na Rádio Capital tenho grandes amigos e não acredito na venda da emissora. Obrigadão por tudo
.”

Fica o registro. Agradeço ao colega pelo esclarecimento. Nada a acrescentar, exceto que o acerto de Magrini com a Record acabou se concretizando. Paulo Barboza, segundo ele mesmo diz, deve cumprir o contrato que ainda tem com a Record.

Sobre a situação futura da rádio Capital, em cuja venda Paulo Barboza não acredita é possível, mesmo, que tudo acabe em pizza.

Recentemente Felipe Leider deixou a direção comercial da Tupi e voltou para a emissora do Paraíso, de onde havia saído. Não acredito que, em sã consciência, alguém troque o certo pelo duvidoso, não é mesmo? Então, é possível que toda a onda sobre a “venda” da Capital não tenha passado, mesmo, de conversa mole para boi dormir.

A postagem que deu origem a este comentário, está aqui.

19 de abril de 2011

ROBERTO CARLOS, 70 ANOS

Roberto Carlos é daquelas pessoas que nos dão a impressão de conhecermos bem. Apesar da majestade, o rei se parece conosco. Ama, ri, sofre e chora como qualquer um.

Li, em artigo do IG Música, escrito por Pedro Alexandre Sanches, repórter especial do iG Cultura,  que Roberto Carlos é um camaleão da sociedade brasileira. E o articulista está forrado de razão.

Aos 70 anos, mais de 50 de carreira bem sucedida, milhões de discos, CDs e DVDs vendidos, shows disputadíssimos, Roberto é a tradução literal do sucesso.

O filho famoso de Cachoeiro do Itapemirim canta canções românticas que serviram, servem e continuarão servindo de trilha sonora de incontáveis histórias de amor.

Extremamente religioso Roberto é, também, supersticioso o que, de certa forma, colide com o sentimento de fé, mas e daí? Quem de nós não acredita desacreditando, um pouquinho, de tudo? Até nisso o rei se parece com os súditos. Roberto Carlos é único e incomparável, mas, ao mesmo tempo, é o reflexo de cada fã.

Este link conduz ao especial Roberto Carlos 70 anos, produzido pelo portal IG. Há muito o que ver. É para ser apreciado com calma, curiosidade e prazer. Quem quiser recordar ou conhecer um pouco da história do rei, clique aqui.

Imagens: www.lastfm.com.br / www.clubedorei.com.br /

CONSULTA POPULAR OUTRA VEZ?

Sinceramente, propor nova consulta popular sobre o desarmamento não passa de um disparate golpista e oportunista. Disparate pelo cinismo de restringir ainda mais um direito das pessoas de bem enquanto armas ilegais são negociadas em toda parte. Golpista por não respeitar a vontade soberana de 63% que votaram a mesma proposta. E, oportunista, por se aproveitar de um momento de comoção causada pela tragédia na escola do Realengo para tentar emplacar uma tese rejeitada em 2005.

Lamentável sob todos os pontos a ideia do plebiscito, pois há seis anos, através do referendo, o povo escolheu o “não” e essa decisão precisa ser respeitada. Do contrário, qual a validade de qualquer consulta popular? Qual a credibilidade de tão importante mecanismo democrático?

Aliás, o sr. ministro da Justiça, antes de pensar em pôr em prática nova campanha pelo desarmamento, deveria deslanchar um enérgico e efetivo programa de segurança pública para oferecer à população o direito constitucional de ir e vir, sem atropelos, atualmente cerceado às pessoas de bem pelo crescimento da marginalidade, pelo narcotráfico e, em certos casos, até por aqueles que são pagos para zelar pelo sossego e segurança da sociedade.

Ao cidadão é negado, na prática, o sacrossanto direito de se defender fisicamente e também a incolumidade do seu patrimônio da ação dos criminosos, sob pena de ser enquadrado aos rigores  da  lei que, desgraçadamente, não  é  aplicada  da mesma forma aos delinquentes, estes sim, sempre de posse de armas letais e de potentes calibres.

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Em sã consciência, será que alguma campanha de desarmamento teria evitado o massacre na escola do Realengo? Se obscuras e incompetentes autoridades quiserem aparecer na mídia para fazer e apoiar alguma campanha séria, que providenciem o desarmamento dos criminosos, confiscando seus arsenais e suas fortunas obtidas com suas violências.

É muito fácil, para não dizer rotundamente covarde, as autoridades obrigarem o simples e sempre pagador de impostos, cumpridor dos seus deveres, a entregar a única arma que às vezes possui dentro de casa, para sua segurança. E ainda com a promessa de indenização, o que geralmente não é paga e muito menos justificada...

Bandidos e os que vivem do comércio ilegal de armas não vão entregar nada. Muito pelo contrário. O fato é que as armas usadas na chacina da escola carioca jamais seriam entregues em campanhas demagógicas e sem sentido como essa que se pretende.

Se tivéssemos regras claras e rigorosas sobre fabricação, comércio, posse e porte de armas e uma fiscalização efetiva, permanente, atuante, confiável e também sanções pesadas para os infratores, não seria necessário o desarmamento, proposta, insisto, já rejeitada anteriormente.

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De uma vez por todas: o desarmamento não atinge bandidos e marginais, apenas as pessoas de bem, que ficarão ainda mais desprotegidas. Nova campanha sobre o assunto soa, uma vez mais, como cortina de fumaça, para que as atenções sejam desviadas dos graves problemas que afetam o país. Raciocinemos: automóveis em mãos inadequadas matam, diariamente, centenas de brasileiros, assim como as drogas e a fome que campeia pelo Brasil, de norte a sul, para não citar o total descaso com a educação, a saúde pública e o erário.

O acesso às armas somente deveria ser permitido àqueles que, comprovadamente, estiverem qualificados e sem mácula em seus antecedentes criminais. Não é a arma que mata, mas o portador dela. Para a vítima, pouco importa o que a atingiu: se bala, faca, estilete, pedra ou soco. O desarmamento só atinge os que cumprem a lei, e nunca os mal-intencionados.

Para os hipócritas e demagogos de plantão: atualmente, em todo o Brasil, segundo informações da Polícia Federal, existem 1.256 pessoas autorizadas a portar armas. Desses portes, no ano passado, 18 foram expedidos no Rio de Janeiro e outros 43 em São Paulo. Diante desses números, valeria mesmo a pena, e por altíssimo custo, uma nova consulta popular? Alguma coisa se esconde por detrás dessa maluquice. E não deve cheirar nada bem. Fiquemos atentos!

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Afanasio Jazadji – Jornalista, Advogado, Deputado Estadual por 20 anos, especialista em Segurança Pública e criador do Disque-Denúncia e do Resgate dos Bombeiros. Visite o site:www.afanasio.com.br

ALTERAÇÕES DA FPF NÃO GARANTEM INTERESSE DO PÚBLICO NO PAULISTÃO 2011

quartas_paulistao A semana que antecede o começo da fase de quartas-de-final do campeonato paulista está servindo para um momento de reflexão. Porém, a discussão não gira em torno dos confrontos do próximo final de semana. A questão de ordem nesse momento é o regulamento da competição, em especial, a parte que versa sobre as quartas e as semifinais, que acontecem em partida única. Contra ou a favor, treinadores, dirigentes e jogadores dos clubes grandes, aqueles que têm mais a perder por eventuais fracassos em jogos de ”mata”, estão desde já se blindando para eventuais malogros.

É mais uma tentativa de se fazer uma competição atraente. No entanto, a Federação Paulista de Futebol, organizadora do espetáculo, insiste em maquiar um defunto. Essa fórmula que reúne 20 clubes não pegou. Nem mesmo a decisão recente de se classificar oito equipes para a fase seguinte trouxe algum alento. Basta ver os números. A competição continuou a apresentar pouca presença de público nos estádios. Tivemos partidas com pouco menos de 5 mil pagantes.

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Quem poderia colaborar para mudar esse estado de coisas, não o faz, sabe-se lá o motivo. A rede de televisão que detém os direitos de transmissão vê seus índices caírem. Deu na Folha de S. Paulo: a audiência média dos jogos exibidos caiu 30%. Se em 2004, a média era de 25,6, neste ano de 2011, não passa dos 18%. Dado curioso: o São Caetano foi o campeão do ano de 2004. Outro detalhe mais curioso ainda: o campeonato era mais inchado que esse: 21 clubes.

Dos clubes, não se pode esperar muita coisa. Por diversos motivos, eles não têm voz ativa dentro da federação que, em tese, deveria defender o interesse de seus filiados. Por tudo isso e muito mais é que está longe o sonho de termos aqui em São Paulo um campeonato enxuto como já ocorre no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

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