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6 de julho de 2012

A LÓGICA DO “VAI, CORINTHIANS!”

chega_corinthians

O Corinthians continua sendo assunto nas conversas por aí. Natural, diante da conquista da Libertadores.

“Tudo bem, mas outros times já ganharam a competição e nunca houve esse exagero” — é a resposta comum principalmente de quem já não aguenta mais ouvir a repercussão da vitória.

O timão tem sido tema da conversa de nove entre dez rodinhas de torcedores, sejam contra ou a favor.

“Também, depois de tantos anos de espera, ia dar nisso. Quem nunca comeu melado…” completam os do contra, tentando tirar uma casquinha do rival.

estranho

Como dizem, “quem conta um conto, aumenta um ponto”. E, de ponto em ponto, a versão original vai se modificando. Quando não ocorre a deformação dos fatos, trocam-se os nomes dos autores e até dos personagens da história. Isso acontece com pessoas que “ouviram falar”, mas não sabem quem falou, nem quando e nem onde. Sem contar aqueles que adaptam relatos originais a outras circunstâncias. Tanto mexem, que a mensagem acaba ficando sem sentido e o tiro, pretendido, sai pela culatra. Basta observar que um simples aviso, desatento, pode causar problema.

Está circulando na Internet um texto atribuído a Pedro Bial. O verdadeiro autor, presumivelmente, é o sociólogo Rafael Castilho. Pós-Graduado em Política e Relações Internacionais, Consultor e Coordenador de Projetos declara-se “Incorrigível Corinthiano doente”. O texto aparece no blog mantido por Castilho, aqui.

Conferir a “paternidade” autoral a personalidades ilustres costuma ser uma atitude de autodefesa de pessoas que escrevem bem, mas imaginam que, por serem desconhecidas, não serão levadas a serio. Não é o caso do sociólogo, certamente.

Alguém leu a mensagem de Castilho, creditou a autoria a Pedro Bial e o texto passou a “rodar” o mundo, pela rede. Essa maquiagem é recorrente. Arnaldo Jabor e Carlos Heitor Cony, entre várias outras personalidades famosas, vivem dizendo que não escreveram certos textos “assinados” por eles.

ziraldo

Agora, caso você não tenha clicado, lá em cima, veja a explicação de Rafael Castilho para a expressão “Vai, Corinthians”. As variações “Aqui é Corinthians” e “É nóis”, também entram no texto.

Você pode até achar irritante, mas, pelo menos, vai entender como funciona a lógica do “bando de loucos”. E, como dizem, conhecer o adversário é fundamental, não é?

—Vai, Curinnncthá!

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Fontes: Eduardo Abud, jornalista; Blog do Rafael Castilho - link

Imagens: Chega – link / Rafael Castilho – link /Aviso – link / Ziraldo - link