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12 de janeiro de 2013

JOELHO POR JOELHO, O DE MARCOS ASSUNÇÃO DEVE TER DOÍDO MAIS

Cinco toques ao gol:

Primeiro: Não consigo engolir que Alexandre Pato seja mais um “maluco” e que irá se doar ao timão. O garoto, apenas 23 anos, não se enquadra nos parâmetros do “bando de loucos” do Parque São Jorge. A frase “é nóis, mano”, na boca de Pato, soa como o Hino Nacional Brasileiro, na voz de Vanusa. Ou seja, não combina. Ademais, o histórico de lesões do jogador é uma preocupação e uma incógnita. Tomara que seja apenas reflexo da mania atual dos comentaristas esportivos que afirmam em bloco: “jogador bom não fica no Brasil, vai para o exterior”.

Segundo: É muita cara de pau de alguns dirigentes de clubes esportivos. Veja o caso do São Paulo FC. Eu me refiro, especificamente, à tentativa (quase concretizada) de trazer o atacante chileno Vargas, atualmente no Napoli, da Itália. Considerado o substituto ideal para a vaga de Lucas, vendido ao PSG, da França, por 108 milhões de reais, o chileno deve se transferir para o Morumbi. Imagino a cara dos dirigentes do PSG, ao saber da “fortuna” que o São Paulo vai desembolsar para substituir o “enfant Lucá”: cerca de 4 milhões de reais. Aí tem…

Terceiro: Para um treinador na corda bamba, Gilson Kleina vem se insurgindo demais contra a diretoria do Palmeiras. Após o rebaixamento, o técnico quase caiu. Foi mantido no cargo, porque achar outro profissional disposto a encarar a “bucha verde” seria mais difícil do que deixar o treinador atual no cargo, quietinho. Mas Kleina anda botando a boca no mundo, cobrando dirigentes por contratações. Em tempo de eleição palestrina, ninguém se arrisca a botar a mão no bolso, pois o futuro é incerto. Pode sobrar para alguém; adivinhe quem?

Quarto: Continuo com o verdão, mas agora para destacar a ingratidão que o time do Parque Antarctica cometeu contra Marcos Assunção. O desfecho passou a ser esperado, quando a renovação de contrato com o atleta começou a patinar. Na final do Mundial de Clubes, a crítica esportiva louvou a doação do corintiano Paolo Guerrero que se submeteu a infiltrações no joelho para atuar. Marcos Assunção fez o mesmo no Palmeiras. Assim como Guerrero não ganhou título sozinho para o timão, o Palmeiras não foi rebaixado por causa de Marcos Assunção, agora santista.

Quinto: Elias, o volante que despontou no Corinthians e foi para a seleção brasileira, com o aval de Mano Menezes, está de volta ao futebol brasileiro. Depois de uma temporada nada brilhante no Atlético de Madri, na Espanha, e no Sporting, de Portugal, Elias foi contratado pelo Flamengo, do Rio de Janeiro. Longe da seleção, o sonho do jogador é reconquistar o espaço perdido. Elias volta para um time de massa, dirigido por um bom técnico, Dorival Júnior, e pode dar certo. Ainda mais agora, sabendo que o gramado vizinho, embora pareça mais bonito, nem sempre é mais gostoso.

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É nóis, mano! Aqui

O substituto do “marravilhoso Lucá”. Veja

Fala muito: Gilson Kleina pode se dar mal no Palmeiras. Clique aqui.

Joelho por joelho, o de Marcos Assunção deve ter doído mais. Aqui.

Nem sempre o gramado do vizinho é melhor, embora pareça mais verde. Elias sabe disso. Aqui.

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Imagens: Alexandre Pato – link / Eduardo Vargas – link / Gilson Kleina – link / Marcos Assunção e Muricy Ramalho – link / Elias, no Flamengo - link