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1 de fevereiro de 2013

RENAN CALHEIROS É O NOVO PRESIDENTE DO SENADO. NAÇÃO IMPOTENTE

Não pode estar errada uma nação que protesta contra a posse de Renan Calheiros na presidência do Senado e do Congresso Nacional. Os protestos não parecem ser, como apregoam os defensores do senador, mera perseguição política a um homem bom. Há muito, ainda, a ser aclarado na nebulosa história que cerca a vida pública de Calheiros.

Vida pública remete, em princípio, à transparência, à correção extrema no exercício das funções que lhe são confiadas e a tudo o que for necessário para atestar a idoneidade de quem executa as tarefas funcionais e/ou parlamentares. Eleitos ou concursados, todos os ocupante de cargos públicos, precisam ter conduta escorreita, livre de qualquer suspeita.

O Senado não tinha ninguém com perfil ilibado para se contrapor ao novo presidente? Quais são os requisitos fundamentais para que alguém se candidate ao posto?

Por todos os protestos e denúncias contra Renan Calheiros, não parece que honestidade e conduta acima de qualquer suspeita estejam entre as credenciais.

Pelo contrário, fica no ar a impressão de que o mais ladino, sob todos os aspectos, é o presidente que deve “tomar conta da garrafa”, para usar uma expressão bem popular.

Os números deixam claro que entre os que “protestaram” pelo absurdo da pretensão, muitos votaram no alagoano.

Da eleição de Renan Calheiros sai maculada não apenas a imagem do Congresso Nacional. A Justiça, como um todo, fica irremediavelmente arranhada.

Se não bastasse a ousadia de José Genoíno, há menos de um mês, ao tomar posse “na marra” —e, agora, que é que o tira de lá?— tivemos, hoje, a eleição do senador alagoano para presidir a mais alta esfera parlamentar do país.

Em 2007, quando teve que renunciar ao posto, pesaram contra ele as denúncias de uso de dinheiro de lobistas para pagar pensão alimentícia de uma filha que teve com a jornalista Mônica Veloso. A moça, aproveitou a “fama”, para conseguir um polpudo cachê da revista Playboy com ensaio fotográfico intitulado A Mulher que Abalou a República. Atualmente, não se tem notícia da jornalista.

O senador, para não ter o mandato cassado, não por causa das fotos, claro, mas pela denúncia de improbidade, deixou a presidência da casa. Para ele, dos males o menor.

Neste 2013, retorna envolto em denúncias de peculato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos. A denúncia é praticamente a mesma de 2007. Uma evidência lamentável de que decorridos, quase seis anos, nada foi apurado pela Justiça. O processo, pelo visto, ficou parado em alguma gaveta. Dizer mais o quê?

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Depois de cinco anos, quando saiu sob denúncia, Renan volta, sob denúncia de novo. Aqui

Veja com foi a votação de Renan Calheiros. Aqui

Abaixo assinado virtual coletou mais de 300 mil assinaturas contra a candidatura. Em vão. Veja

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Imagens: Renan Calheiros, novo presidente do Senado – link / Denúncia Época – link / Capa Playboy – link