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11 de março de 2013

DEDOS DE SILICONE NO PONTO E O POVO FICA NA MÃO

dedos

A população brasileira sabe que o setor de saúde é um caso de polícia. Consultórios não têm datas para consultas de qualquer especialidade; ambulatórios, laboratórios, clínicas e hospitais não vencem a demanda por atendimentos de urgência, exames, internações e cirurgias. A consequência são as longas filas de espera. Nada funciona a contento, apesar dos impostos cobrados regularmente dos contribuintes.

Faltam medicamentos. Faltam produtos e equipamentos hospitalares. Faltam médicos. Falta tudo. Entra governo, sai governo e a situação não muda.

E, agora, o caos parece ter chegado ao limite, se é que existe algum. Em Ferraz de Vasconcelos, município da Grande São Paulo, um caso que poderia fazer parte do enredo de filmes de espionagem e conspirações típicas de 007.

A Guarda Municipal prendeu em flagrante uma médica acusada de fraudar o controle de presença dos funcionários do Samu—Serviço de Atendimento Médico de Urgência.

A médica Thauane Nunes Ferreira, garantia a “presença” de 11 médicos e duas dezenas de enfermeiros que não iam trabalhar, mas “batiam o ponto” regularmente.

Para enganar o sistema biométrico de última geração, a médica usava dedos de silicone com a impressão digital dos faltosos.

Uma coisa impensável, atrevida, desonesta e desumana. Principalmente porque a falta desses profissionais ao trabalho implica deixar de atender vítimas de acidentes e outras ocorrências médicas de emergência.

Veja a história e o “método operacional” dessa turma aqui.

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Imagens: Dedos de silicone - link / Viatura do Samu – link