CONTATOS, INCLUSIVE ASSESSORIAS DE IMPRENSA:
FALE CONOSCO!

Navegue à vontade

Na coluna à direita, logo abaixo das postagens preferidas do leitor, está o ZAPPING. Através dele você tem acesso direto às noticiais do dia, nacionais e internacionais, além de informações sobre quase tudo. ZAPPING. Uma central de notícias e entretenimento em que você escolhe o que quer.

5 de abril de 2013

O TEMPO DO CORREIO “FURADO” JÁ PASSOU, MAS TEM GENTE QUE NÃO NOTOU

**Atualização: 06 de abril de 2013, às 13h45

carta Você, com menos de 25 anos, talvez não tenha vivido a época em que uma carta levava cerca de uma semana, às vezes até mais, para chegar ao destino pretendido. Não estou falando de distâncias entre Rio Grande do Sul e Amazonas ou Brasil e algum país vizinho, da América do Sul. A demora na entrega da correspondência era “marca registrada” do, então, deficiente Correio brasileiro. A coisa mais comum, era “jogar a culpa no Correio” para se justificar por qualquer assunto.

Com o advento público da *Internet, o envio de cartas vem diminuindo na proporção do aumento irrefreável do número de internautas, no mundo inteiro. Paralelamente, o Correio passou a se especializar na entrega de objetos e encomendas, via Sedex e PAC, por exemplo. Dá mais dinheiro e, afinal, as cartas estão fora de moda.

Hoje, com as redes sociais em pleno vigor, além dos e-mails, não dá mais para usar a velha desculpa do Correio para justificar falha, omissão, inadimplência, falta a compromissos e uma série de outros senões.

Você envia um e-mail e, em segundos já sabe se a mensagem chegou ao destino e se foi, inclusive, aberta pelo destinatário.  Ou seja, os tempos, definitivamente, são outros.

Porém, para algumas pessoas (notadamente as que têm muito mais de 25 anos) parece que o mundo continua igualzinho ao que era há duas ou três décadas. Você envia uma mensagem, sabe que a pessoa recebeu e aguarda a resposta em vão.

Existe o consenso de que assuntos comerciais e empresariais podem levar até uma semana para serem respondidos.

O trâmite interno de algumas organizações ainda é paquidérmico. Dependendo do que se trata, a mensagem passa de chefia em chefia, até o assunto ser destrinchado.

Alguns dias e reuniões depois, finalmente, vem a resposta. Em muitos casos, tarde demais.

Pessoalmente, considero que uma semana é tempo excessivo para qualquer negócio e o prazo coloca em evidência uma certa incapacidade empresarial para decidir.

Claro que há coisas que se resolvem por telefone, muito melhor. Mas, nem sempre isso é possível.

cel_chamando

Em teoria, os celulares viabilizam contatos imediatos. Na prática, quem recebe a chamada vê quem está chamando e, quase sempre, não atende!

Entre outros, este é um dos motivos que me levam a usar pouco o celular. Não consigo “selecionar” quem vou atender e quem vou ignorar. Comigo, é “alô!” e seja o que Deus quiser.

Na troca de correspondência eletrônica entre pessoas físicas, ainda que não se conheçam, a demora em responder só se justifica nos casos de ausência do país, doença ou algum motivo de força maior. Qualquer coisa além disso é pura descortesia. Se acontecer, não insista.

Para encerrar, resta o caso em que a gente envia um e-mail a uma pessoa considerada amiga e fica sem resposta. Insiste, um dia ou dois depois, e nada.

Nesse caso, a solução é simples e rápida: tire essa pessoa da lista de amigos.

Afinal, o tempo do Correio “furado” já passou.

*** *** *** *** ***

*Se tiver interesse, leia a história da Internet. Aqui

**Recebi, em newsletter da ProXXima, pesquisa interessante sobre o comportamento das pessoas no “mundo móvel”. Uma associação entre os sete pecados capitais e a conduta dos usuários de celulares. De certa forma, o levantamento está relacionado ao teor deste post. Veja, aqui

___________________

Imagens: Cartas, fora de moda – link / E-mails substituem cartas – link / E-mail empresarial – link / Quem está chamando - link