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29 de junho de 2013

VOZ DAS RUAS: CENÁRIO PARA USURPADORES DA BOA-FÉ

protestos

A importância dos manifestos populares, em todo o Brasil, é inegável. Não há, porém, que se enganar. Políticos já estão se adaptando para tirar proveito do que chamam de “voz das ruas”. Alguns, mais caras-de-pau, se atrevem a dizer “é preciso ouvir as reivindicações do povo e atendê-las”.

Só agora? Eu pensava que desde sempre o povo fosse a preocupação de qualquer homem público, atento aos reclamos da população, mas parece que apenas doravante é que tal cuidado será observado. Se o for, claro.

Não se iluda quem imagina que as coisas vão mudar da noite para o dia. E cuidado, muito cuidado, com os oportunistas de plantão que, já na próxima campanha eleitoral, em 2014, estarão se referindo aos atos públicos de agora como se tivessem sido organizados por eles. Essa gente ímproba e atrevida não aprende. Ou aposta que a memória do povo não vai durar seis meses.

Prova disso é que agora mesmo alguns partidos políticos estão enchendo seus sites e blogs de fotos das manifestações, dando a entender que estão por trás do movimento e o apóiam. Puro engodo para cima do cidadão. Gente safada.

Eu aponto, abaixo, link para o artigo do jornalista Guilherme Fiúza, publicado no jornal O Globo, deste dia 29 de junho de 2013. O único senão do escrito, está no detalhe, indisfarçável, do momento delicado que as Organizações Globo enfrentam diante das manifestações. Além de assustar governos, o movimento tem despertado um sentimento muito forte de revolta popular contra a marca Globo. Nesse particular, a maior carga da fúria é direcionada à TV Globo (veja vídeo, no final), tida como manipuladora, sempre a favor de sucessivos governos. Mas é bom lembrar que a Globo não está sozinha nessa raia, como você sabe muito bem.

Por esse motivo, o alerta de Guilherme Fiuza, embora legítimo e fundamentado, ricocheteia como balas perdidas de um franco-atirador cuja causa pode não estar estar, mas pode estar, ligada aos interesses da Globo, na tentativa de “limpar a própria barra”.

De qualquer forma, vale a pena ler o texto de Fiúza e pensar sobre o assunto. É tempo de mudança. É tempo de imaginar o futuro que desejamos para o país e para nossos descendentes. Sobretudo, é tempo de mostrar que não há mais espaço para vigaristas no poder.

O artigo de Guilherme Fiúza começa assim:

“Os parasitas da nação estão em festa. Os efeitos dos protestos de rua estão tomando o melhor caminho possível (para eles): constituinte, plebiscito, pré-sal... Os parasitas estão gargalhando em seus gabinetes. Sempre souberam que embromariam a multidão, mas não esperavam que fosse assim tão fácil.” (…)

LEIA O TEXTO, NA ÍNTEGRA (não é longo), CLICANDO NO LINK DO JORNAL “O GLOBO”

Também destaco um vídeo que está na rede, cujo conteúdo foi formatado originalmente em Power Point e transportado para a outra mídia. Em essência, é igual a outros que estão circulando por aí, através de e-mails e virais. Se você ainda não viu ou não recebeu a mensagem, assista ao vídeo.

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Créditos: O povo acordou (foto) – link / O povo acordou (vídeo) – link / O link do jornal O Globo remete ao texto do jornalista Guilherme Fiúza, “Plebiscito em Marte”

8 de junho de 2013

EFEITO BOOMERANG LEVA COLOMBO DE VOLTA À BANDEIRANTES

Com 45 anos de profissão, às vezes, imagino que já vi de tudo em rádio e televisão. Ou quase tudo. No entanto, sempre haverá algo novo para presenciar.

A história de alguém tomar uma decisão e, ato contínuo, voltar atrás, é fato que se repete e há de se repetir por incontáveis anos. A “certeza” de ter feito o melhor que se podia fazer no momento é o que leva tanta gente a se decidir por algo e, em seguida, se arrepender. E por quê?

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Certeza e dúvida são apenas sentimentos. Para complicar, sentimentos podem acentuar as impressões a ponto de nos confundir. Sentimentos, ainda bem, são próprios dos seres humanos e nos acompanham durante toda a vida.

Isto posto, é fácil compreender a razão que levou Rafael Colombo a voltar atrás da decisão de se mudar para a rádio Estadão, atendendo à convite para assumir o posto de editor-chefe naquela emissora.

A notícia da contratação do profissional da rádio Bandeirantes deu um chacoalhão no limoeiro e, claro, assustou a muitos pássaros. Principalmente àqueles acomodados nos galhos demarcados “para sempre”.

Na vida, nada é para sempre. O próprio dono do limoeiro deve ter sido pego de surpresa e, sem reação momentânea, acabou agindo após voltar à si. Antes tarde do que nunca, ensina o ditado.

Tem gente me dizendo que o recuo de Rafael Colombo demonstra imaturidade do rapaz. Eu não acho. E não acho, pelas razões expostas acima. O canto da sereia tem grande poder de sedução, mas, ao nos aproximarmos da fonte canora o encantamento pode desaparecer. Acontece. E muito frequentemente.

Ao blog “Cheni no Campo”, Rafael Colombo declarou que pensou melhor e viu que para a carreira dele era melhor permanecer na empresa em que está há 14 anos. Também acho, mas aproveito para dizer que carreira e vida pessoal estão estreitamente ligadas. O que é bom para uma é bom para outra. E fica ainda melhor quando a satisfação pessoal decorre do sucesso profissional. Alguém que mude de emprego pensando apenas na carreira, fatalmente será infeliz mais tarde, nas duas dimensões.

Isto me lembra de uma passagem que aconteceu na própria Bandeirantes, anos atrás. Não vou revelar o nome do personagem, já falecido. Era o início da Loteria Esportiva, anos 1970. Os jogos ainda eram feitos sob a denominação de “testes”. Os volantes de aposta eram perfurados, à mão, nas lotéricas. Naquele tempo, só se conhecia o número de acertadores no dia seguinte, segunda-feira, mas o apostador sabia se havia acertado todos os jogos, após a rodada do fim de semana, no domingo. 

Numa dessas ocasiões, um conhecido apresentador de rádio, famoso na época, cravou os 13 pontos na Loteca. Euforia total.

Diante da perspectiva da  boa vida que teria, o “felizardo” não titubeou e escreveu uma carta à direção da casa, pedindo demissão. Ao mesmo tempo, aproveitou para desabafar e botar para fora as mágoas que dizia carregar na emissora.

Ainda no ímpeto dos acontecimentos, foi até o Morumbi, levar a carta. Como era domingo, a sala da diretoria estava fechada. Sem pestanejar, o “sortudo” enfiou o envelope por debaixo da porta e voltou para casa de alma lavada. O futuro risonho era só o que interessava.

No dia seguinte, cedinho, o rádio informava em alto e bom som que o teste da Loteria Esportiva daquele fim de semana apresentara “um caminhão” de acertadores. Dividido, o prêmio não faria mais do que proporcionar um jantar a dois, talvez com vinho importado. Mas era só. Nada de boa vida, como se imaginava. Deu zebra.

—Meu Deus! E a carta?

Foi um corre-corre. Deu tempo de chegar à emissora antes dos diretores e, com o auxílio de um arame, “caçar” a carta por debaixo da porta, evitando o pior.  

A história acabou conhecida de todos e a diretoria da rádio, por entender a natureza humana, deixou o dito pelo não dito. Até porque, nunca, ninguém soube, exatamente, em que termos o tal apresentador apresentou a demissão que acabou não se consumando. Como eu disse, os sentimentos podem complicar qualquer tomada de decisão.

Voltando ao curioso episódio da contratação de Rafael Colombo pela rádio Estadão, depois de uma noite de sono ele deve ter visto que permanecer na Bandeirantes era o que devia fazer.

Que bom. História com finais felizes agradam muito mais.

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Rafael Colombo considerou que permanecer na Bandeirantes seria melhor para a carreira dele. Aqui

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Créditos: Rafael Colombo – links 1 e 2 / Volante antigo de loteria esportiva – link / Zebra – link / Carta por baixo da porta – link / Blog Cheni no Campo -  link

GUGU LIBERATO, FORA DA RECORD, COM UM PÉ NO SBT

gugu Gugu Liberato —quem diria— é a mais nova estrela a cair fora na “dança dos famosos”, da Record. Faz algum tempo que, para o mercado, a saúde financeira do grupo televisivo neopentecostal não anda lá essas coisas. A origem de tudo estaria na malfadada Record News, que não decolou. A aeronave, cuja manutenção custa os olhos da cara, continua com turbinas ligadas, queimando querosene, mas sair do chão, que é bom, está apenas nos planos de voo. Nem o comandante Heródoto Barbeiro tem sido capaz de “levantar o nariz do bruto”.

Fervorosos defensores da fé (e seus subprodutos), numa surpreendente guinada, diretores da empresa tentam mostrar que o diabo não é tão feio quanto o pintam. Trata-se apenas, dizem, de ajustes necessários. De ajuste em ajuste, o fato é que a situação não anda boa pelos lados da rua da Várzea, em São Paulo, capital, onde fica a sede da Record.

Vencidas as conhecidas etapas de banir copinhos plásticos para água e cafezinho, o saneamento atingiu o material de limpeza. O interessante, nesses casos, é que as medidas “profiláticas” nunca saneiam de fato, mas estão sempre em cartaz.

Diante do inevitável, teve início o enxugamento do quadro. Extinção de programas, remanejamentos e que tais.

Ana Paula Padrão, ao não ter o contrato renovado, era a ponta do iceberg. Os cortes no RecNov, noticiados recentemente, jogaram um pouco mais de luz sobre a escuridão. Deu para vislumbrar o contorno da “coisa”. 

Agora, foi a vez do criador do pintinho amarelinho. Habituado a porções generosas de ração, Gugu indignou-se com a proposta de reeducação alimentar.

— No meu não, violão! —teria bradado o apresentador.

A quimera virou quirera e o jeito foi, segundo a cria de Silvio Santos, abandonar o terreiro (no bom sentido) de Edir Macedo.

A Gugu resta o caminho da volta ao SBT. As negociações teriam começado. Eu não o colocaria mais aos domingos, dia em que reinam Celso Portioli, Eliana e o “patrão”.

Existe uma lacuna salvadora, no sábado. Nada a ver com Raul Gil; sosseguem, crianças.

Desempregado, Gugu pode ressuscitar antigo programa. A sabedoria caipira ensina que no andar do carro de boi as abóboras se acomodam.

Perder o sono, para quê?

Viva a Noite!

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Ana Paula Padrão, ponta do iceberg. Aqui

Cortes no RecNov: adequação a novos costumes das famílias e à redução de verba publicitária. Aqui

Volta de Gugu ao SBT é possível. Aqui

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Créditos: Gugu – link / Ana Paula Padrão – link / Pintinho amarelinho – link 

6 de junho de 2013

RAFAEL COLOMBO E JOSÉ NELLO MARQUES. FANTASMA ASSUSTA QUANDO É LEMBRADO

ze_nello_fvBasta uma notinha, despretensiosa, no blog, pra gente “arrumar sarna pra se coçar”.  Pois não é que alguns amigos, e outros nem tanto, se pronunciaram contrários a opinião que manifestei, aqui, quando escrevi sobre Rafael Colombo e José Nello Marques? De duas uma; ou acertei em cheio ou falei tão sério que muita gente ficou assustada. Medo de quê?

Pra começo de conversa, conheço Zé Nello há muitos anos e não tiro uma única letra do que escrevi sobre ele. Nem haveria o menor cabimento. Um profissional reconhecido, talentoso, estudioso. Aliás, não sei se alguém o demoveu da ideia, mas, tempos atrás, o jornalista José Nello Marques, depois de formar em Direito, aventava a possibilidade de se tornar magistrado. O que seria uma grande aquisição da Justiça.

raf_colombo

Rafael não conheço, exceto, é claro, pelo rádio. Não preciso de mais nada para falar o que falei sobre ele. Alguém é capaz de retrucar dizendo que o moço é incompetente? Levanta a mão, aí, quem acha que sim.

Cadê? Não apareceu ninguém.

E não apareceu porque Rafael Colombo pode ter os defeitos (?) que alguns me sugeriram, mas sobra-lhe competência. E ademais, defeitos e virtudes dependem, muito, de quem os vê. E do lado em que estão. Por isso, nunca discuto a pessoa, mas aponto o profissional. Para o bem ou para o mal. O resto é intriga, para não dizer despeito. E que não me diz respeito.

De uma coisa, não tenho a menor dúvida. O fantasma assusta muito mais quando não é visto, mas imaginado.

Quem diria, não? Começo a entender certas coisas…

Ah, ah, ah, ah, ah!

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Créditos: José Nello Marques – link / Rafael Colombo - link

5 de junho de 2013

RAFAEL COLOMBO NA ELDORADO E ZÉ NELLO MARQUES PODE MUDAR DE ENDEREÇO

r_colombo Faz algum tempo que não tenho estado na rede como gostaria. Por isso, estou por fora do que circula no meio. Para compensar, eis que recebo e-mail de amigo me comunicando sobre as novidades do rádio paulistano.

Começo pela saída de Rafael Colombo, da rádio Bandeirantes. Fiquei surpreso. Para mim, ele seria o novo diretor de jornalismo da casa, em breve (esse pode ser, aliás, o motivo para a saída). Talento e competência nunca lhe faltaram. Não sei a que atribuir o desligamento, mas o moço deve saber das coisas. Provavelmente sentiu que o chão poderia lhe faltar a qualquer momento pelos lados do Morumbi. 

Assim, só posso deduzir que a emissora tem um grande trunfo no chamado “bolso do colete” ou marcou bobeira. Não existem “Rafaéis” por aí, dando sopa. Só mesmo um sujeito tapado ao quadrado para não ver isso.

A Eldorado fez uma grande contratação e reforça o quadro de bons profissionais que já conta com Haisem Habaki, outro defenestrado dos chapadões, via “promoção” no Vale do Paraíba. Juntos ou separadamente, os dois darão conta do recado, seja qual for a mensagem. No jornalismo factual ou interpretativo a casa vai muito bem. Falta abrir os olhos para aquela bobagem de futebol feito para dois ou três convidados que ficam batendo papo enquanto a bola rola. Devo confessar, no entanto, que essa “coisa” pode ter mudado. Faz algum tempo que ouvi e, depois, não tive mais estômago para repetir a dose.

O e-mail do amigo falou, também, de outra novidade. Esta, ainda no campo da especulação. José Nello Marques seria o nome para estrear a programação regional, voltada para São Paulo, na rádio Globo. Zé Nello dispensa apresentações, basta lembrar da carreira brilhante do moço com passagens pela Pan, Bandeirantes, USP FM, Record e, atualmente, embora ele não mereça tal castigo, na Tupi. Todo grande profissional merece um grande endereço. A lógica está quebrada, no caso dessa emissora, muito aquém do talento do Zé.

O atual diretor paulista da emissora global é um sujeito adepto de gabinete. Mau hábito dos tempos em que foi big-shot da CBN. Rádio é outra coisa, sobretudo rádio popular, mas alguém deve ter buzinado o nome do Nello para ele. Somente por isso, por ter dado ouvidos à buzina, o homem já ganha uns pontinhos. E vê se, pelo menos, sai na janela. Trancado na sala, não dá.

Resta-me torcer para que o boato seja verdadeiro. Vai nessa, Zé! Você sabe que estou sempre na torcida quando o seu time está em campo.

Vá com calma,  pois estou falando do Zé Nello Futebol Clube, claro.

Então, nesses termos, o negócio é ficar espiando para ver o que vai rolar.

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Créditos: Rafael Colombo – link / José Nello Marques - link

2 de junho de 2013

MOMENTOS LITERÁRIOS DO FG-NEWS, ONDE OS FATOS SE ENCONTRAM

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Recebo do amigo Orlando Rosinhole Soares um comunicado que muito me alegra.

O ex-colaborador deste blog, em que escrevia colunas sobre numerologia, tem se dedicado com afinco e exclusividade à carreira de escritor e palestrante especializado na ciência dos números.

Depois do lançamento de “A Casa dos Números”, em que utilizou o formato literário para apresentar o tema, Orlando produziu uma série especial para levar ao público, em fascículos, um resumo abrangente do livro.

A repercussão da obra exigiu do escritor a preparação de palestras durante as quais faz uma exposição mais intimista do assunto que tem despertado grande interesse do público.

Iniciadas em escala quase que exclusivamente restrita aos amigos, hoje as palestras reúnem público numeroso, diversificado e ávido por conhecer os mistérios da numerologia.

Como uma coisa leva à outra, Orlando Rosinhole Soares acaba de escrever e publicar o livro”Numerologia Prática”, lançado pela Editora Giostri, a mesma de “A Casa dos Números”.

Em release, o amigo nos informa tratar-se de “um livro completo de Numerologia Prática, que apresenta ao leitor todos os ensinamentos sobre as características dos Números e suas influências nos Fatores Comportamentais. Permite ao leitor determinar e interpretar seu Perfil Numérico, bem como de seus amigos e parentes, e modificá-lo conforme seu interesse e necessidade”.

Outras informações podem ser obtidas através do site www.acasadosnumeros.com.br / do blog - www.acasadosnumeros.webnode.com e pelo e-mail contatos@acasadosnumeros.com.br

Formulamos, aqui, nosso desejo de sucesso crescente ao amigo Orlando Rosinhole Soares. 

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De outro amigo, Luís Carlos Magaldi, chega o comunicado que no próximo dia 4 de junho, às 19h30, na livraria Fnac, loja da avenida Paulista, 901, haverá o lançamento do livro “O grito do cordeiro”. grito_do_cordeiro

O autor Luís C. Magaldi, filho primogênito de meu amigo, relata em sua obra a história de Azniv, mulher armênia que, quando menina, vive o confronto do Genocídio Armênio, perpetrado pelo governo turco.

Fundamentado em fatos históricos, o livro foi embasado em pesquisas e entrevistas com os descendentes que sobreviveram ao confronto, além de autoridades políticas e religiosas.

A história se passa entre 1915 e 1923, quando o interior do Império Otomano foi cenário de um genocídio. Cerca de um milhão e quinhentos mil armênios foram mortos e deportados de seus lares. Toda a história de um povo mudou — assim como mudava toda a história da humanidade com o primeiro grande conflito mundial.

A violência, a perda da família e do lar, a fuga forçada não foram suficientes para derrotar Azniv em sua busca por uma razão de viver e pelo reencontro consigo mesma. Dividida entre um amor proibido que nasceu na juventude e a realidade dos acontecimentos decorrentes da brutalidade vivida, ela atravessa o século XX vivenciando fatos — a Primeira Guerra Mundial, a diáspora de um povo, a Segunda Guerra, o Holocausto — e encontrando pessoas cujas vidas estão interligadas à sua, numa improvável, mas real, combinação de encontros e experiências que a guiam em sua trajetória.

Em meio à teia de tramas políticas e pessoais dos acontecimentos históricos, aos desmandos da ambição e dos jogos de interesses das nações, “O grito do cordeiro” mostra a força e a coragem de uma mulher determinada a viver.

Anote em sua agenda cultural: dia 4 de junho, às 19h30, na livraria Fnac, loja da avenida Paulista, 901, noite de autógrafos com Luís C. Magaldi. Um lançamento Editorial 25, em busca da diferença.

Agradeço o convite, amigo Magaldi, na certeza de que este lançamento literário será coroado do mais pleno êxito.

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Fontes: Releases de divulgação