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8 de julho de 2013

GOVERNO PROMETE ENDURECER AINDA MAIS CONTRA MÉDICOS. O POVO QUE SE PREPARE

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Se o quadro da saúde pública no Brasil já não é bom, imagine como pode ficar caso o confronto entre governo e entidades médicas venha a se prolongar. A intenção de trazer profissionais estrangeiros para trabalharem na periferia dos grandes centros populacionais e nos mais distantes rincões do país, deflagrou uma série de protestos da categoria.

Agora, as informações de que o governo pretende ampliar de seis para oito anos os cursos de medicina e tornar obrigatória a prestação de serviços do recém-formado em hospitais do SUS, durante dois anos, prometem cavar mais fundo o fosso que separa o profissional da saúde do serviço público.

Pontos de vista à parte (o governo visa gerar factóides para garantir-se em 2014 e as entidades médicas tentam salvaguardar os interesses corporativistas da categoria), o fato concreto é que o grande prejudicado será, mais ainda, o povo brasileiro.

A situação da saúde pública, em todos os níveis e em todo o território nacional é alarmante. Algo precisa ser feito, depressa. Não dá mais para suportar tanta desfaçatez oficial e, por outro lado, a insensibilidade daqueles que fizeram o juramento de Hipócrates que, acima de tudo, coloca a vida do paciente como bem maior a ser preservado.

Nada contra o médico que não quer trabalhar para o governo nem, tampouco, nas regiões periféricas, pobres e distantes dos grandes centros sob a justificativa de que, sem recursos, não é possível praticar boa medicina. No entanto, à simples promessa de abrir o mercado a médicos estrangeiros, para que atuem nas regiões que os nossos profissionais desprezam, a categoria se revolta e manifesta temor pela redução do mercado de trabalho. Afinal, estamos falando de quê?  

A presumir-se que a vida do ser humano está em primeiro lugar, o mercado de trabalho para o médico brasileiro que se dane. Se ele quiser trabalhar, tudo bem. Que encare a “missão” aonde for necessário. Se não quiser, que aceite substitutos para fazer aquilo que ele dispensa. Simples, não é mesmo?

A seguir, alguns links que ajudam a esclarecer o assunto.

Protestos contra a vinda de médicos estrangeiros aumentam. Aqui

Governo quer aumentar a duração dos cursos de medicina. Aqui

Alunos serão obrigados a trabalhar dois anos para o SUS. Aqui

Entidades médicas escancaram intenção do governo e apontam falhas no plano. Aqui

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Créditos: Médicos protestam – link / Médicos protestam 2 – link / Doutora na passeata - link