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30 de setembro de 2013

MILIONÁRIOS CHINESES PAGAM “CAÇADORES” EM BUSCA DA MULHER IDEAL

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Na China, o desequilíbrio entre as populações masculina e feminina cria os “caçadores de amor”. São uma espécie de “olheiros” que saem às ruas movimentadas e frequentam grandes shoppings em busca da mulher ideal. Os “caçadores” agem a mando de milionários chineses que não têm dó de gastar grandes somas na “caça”. Tanto empenho tem uma explicação: até o final desta década, haverá 24 milhões a mais de homens do que mulheres, na China.

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Quem tem dinheiro para gastar recorre ao novo serviço, que prospera aceleradamente. Por outro lado, diante da nova realidade econômica da China, está cada vez mais difícil para um jovem comum conseguir se casar. As mulheres estão mais seletivas e procuram maridos com bom salário, carro, casa e futuro promissor.

A competição masculina para conseguir uma noiva e, quem sabe, vir a se casar, tem aumentado na medida em que outro fenômeno dificulta ainda mais a chance de encontrar a eleita. Legiões de mulheres das zonas rurais estão migrando para os grandes centros urbanos atrás de maridos. Aparentemente, esse deveria ser um fator favorável aos homens, mas como há muita oferta no mercado, elas dão preferência aos que já estão estabelecidos na vida.

E o amor?—você perguntaria. Aparentemente, o amor, na China, é apenas um detalhe.

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Saiba mais sobre a busca pela mulher ideal, no link 'Caçadores de amor' chineses buscam esposas para bilionários exigentes

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Imagens: Peng Tai – imagem reproduzida da reportagem a que o link remete / Shopping chinês

RENATA VASCONCELLOS DEIXA O BOM DIA BRASIL PARA ANCORAR FANTÁSTICO

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Eu sabia das novidades, como a maioria dos brasileiros. O assunto vinha sendo ventilado, sem reservas, pelas colunas especializadas. Portanto, não perdi tempo em assistir ao Fantástico para “ficar por dentro” das mudanças no programa. Para mim, a principal alteração passa a ser a chegada de Renata Vasconcellos para apresentar, ao lado de Tadeu Schimidt, a atração dominical da Globo. Renata, sem favor algum, é das mais serenas e seguras apresentadoras do jornalismo global.

Na Globo desde 1996, assumiu, em 2002, a bancada do Bom Dia Brasil, ao lado de Renato Machado. Atualmente, ela dividia a função com Chico Pinheiro. Para mim, o jornalístico perde, no mínimo, charme e simpatia com a saída de Renata Vasconcellos, qualquer que seja a substituta. Não entro no mérito da mudança, pois reconheço que à emissora compete decidir o que é melhor para as partes envolvidas. Não há o que  discutir. Renata Vasconcellos vai, enfim, ganhar a projeção que já merecia há muito tempo. Recém elevada à categoria de Mestres do Jornalismo, ao conquistar o prêmio Comunique-se 2013, como apresentadora, Renata Vasconcellos recebe, da Globo, uma demonstração de reconhecimento profissional.

Eu gostaria que ela continuasse no jornalismo diário, em outro jornal (chegar à emissora de madrugada, não é fácil), mas o Fantástico ganha um reforço de muito valor. Com inclinação para a reportagem, Renata sempre se revelou competente quando enviada para o palco de acontecimentos, demonstrando profissionalismo às toda prova.

A Globo, às vezes, demora para agir como se espera. A partir de agora, fico na torcida para que a emissora valorize uma das mulheres mais bonitas da televisão brasileira, Flávia Freire.

A beleza costuma ser cruel, quando não há talento. No entanto, o que essa moça tem de bonita também tem de talentosa. Tomara que a Globo não demore muito, mais, para reconhecer isso.

Parabéns, Renata Vasconcellos, pela promoção merecida.

Tenha paciência, Flávia Freire. Seu dia vai chegar.

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Os detalhes das mudanças estão no link Zeca e Renata deixam Fantástico e Renata Vasconcellos assume programa com Tadeu Schmidt. Leia, também, os links relacionados que você vai encontrar.

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Fonte: http://g1.globo.com

Imagens: Renata Vasconcellos / Flávia Freire

PARA LULA É MELHOR AGIR NOS BASTIDORES E MANTER O PODER

Lula não é bobo. Depois de dois mandatos presidenciais seguidos e de ter feito a sucessora no cargo, seria uma besteira monumental tentar a reeleição em 2014. Declarando-se “no jogo” eleitoral, o ex-presidente afirma que será a “metamorfose ambulante” de Dilma Rousseff.

Certo de que ainda goza prestígio junto ao eleitorado, particularmente a população de baixa renda, alvo dos programas sociais que compram votos, o todo-poderoso petista revela a estratégia para as eleições. Lula diz que não será candidato à presidência no ano que vem, mas fará o impossível para reeleger a atual presidente.

A tarefa não é fácil, embora tenha sido aliviada com o novo julgamento dos envolvidos no escândalo do mensalão. O tema ficará em banho-maria no Supremo dividido, até depois das eleições. A oposição, igualmente envolvida em escândalos e maracutaias, não vai poder tirar proveito disso e terá que se manter calada para não arriscar o telhado de vidro. 

Diante do fraco desempenho, a atual gestão não tem o que mostrar ao eleitor em termos de realização. Talvez a espionagem norte-americana sobre a Petrobras e o governo brasileiro, ganhe uma versão bufa em que a presidente vai “responder à altura” ao governo de Barack Obama, no horário eleitoral gratuito.

A “gerentona”, “osso duro de roer”, pode atacar na base do “não me toques, que reajo com violência”. Por outro lado, “sensível”, vai confessar o quanto se emocionou com a “voz das ruas”. Desempenho risível, digno da série “Acredite, se quiser”.

Lula, se assumisse a candidatura para voltar ao planalto, estaria demonstrando ao eleitor do PT que errou feio na indicação da sucessora. Para o ex-presidente o melhor negócio é a reeleição de Dilma. Embora ela se esforce para mostrar independência em relação ao ex-presidente, ninguém ignora quem é que dá as cartas na mesa do poder. Camuflado, agindo nos bastidores, sem aparecer para o eleitor, sempre haverá à quem culpar por qualquer coisa. Mais maquiavélico, impossível.

Lula não tem estudo, mas ninguém pode duvidar da inteligência dele. Tanto é verdade, que não existe, hoje, no cenário nacional, algo ou alguém capaz de fazer frente à maior expressão política do PT. Infelizmente.

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A estratégia petista está no link Lula afirma que, em 2014, atuará como ‘candidato’

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Imagens: Lula / Ópera bufa / Dilma Rousseff 

29 de setembro de 2013

ALEXANDRE MAGNO, O GRANDE. TRÊS PEDIDOS PARA A POSTERIDADE

Extraído de um desses incontáveis e-mails que lotam nossa caixa de entrada. O trecho é atribuído à Alexandre Magno, o Grande, rei da Macedônia.

O e-mail (pelo menos o que recebi), é um quase infindável e inteiramente desnecessário desfile de frases feitas que encerram o repetitivo discurso filosófico que valoriza a essência da vida sobre a riqueza e o poder.

O que realmente interessa é a passagem, abaixo. Para ler e pensar:

À beira da morte, Alexandre convocou os generais de seu exército e ditou seus três últimos desejos:

1º)  Que seu ataúde fosse transportado pelos melhores médicos do reino.

2º)  Que os tesouros que havia conquistado (prata, ouro e pedras preciosas) fossem espalhados pelo caminho, do palácio até sua tumba.

3º)  Que suas mãos ficassem expostas, fora do ataúde, à vista de todos.

Espantados com os desejos, incomuns, os generais quiseram saber a razão de tais pedidos.

O rei, então, respondeu:

“Quero que os mais eminentes médicos carreguem meu ataúde para que todos saibam que eles não têm poder sobre a morte. Meus tesouros, espalhados pelo caminho vão mostrar que os bens materiais aqui conquistados, permanecem aqui. E, finalmente, quero que minhas mãos balancem ao vento, para que as pessoas vejam que viemos ao mundo com as mãos vazias e com as mãos vazias partimos.”

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Para saber mais sobre o rei macedônio, clique no link Alexandre Magno - O Grande

Mais sobre Alexandre Magno, neste outro link

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Imagem: Alexandre Magno

27 de setembro de 2013

LUTA CONTRA A BALANÇA PODE TER MATADO LEANDRO FEIJÃO, NO MMA

Dos esportes, é uma das modalidades de que não gosto. Respeito a opinião das pessoas que acham o MMA o máximo, mas não assisto. Além da pancadaria gratuita, a preparação dos lutadores para a pesagem é digna de figurar entre métodos de tortura, tal o desgaste imposto aos aos desafiantes.

Pode ter sido essa a causa da morte de Leandro Caetano de Souza, o “Leandro Feijão”, nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro. O lutador passou mal pouco antes da pesagem para a luta, que aconteceria nesta sexta-feira. A causa da morte ainda não foi divulgada oficialmente.

Preparar o atleta para a pesagem é uma das coisas mais absurdas nessa modalidade esportiva. Exatamente por isso, não se pode descartar a hipótese de o lutador ter morrido em consequência do processo de emagrecimento repentino e agressivo a que são submetidos quando estão fora do peso. A luta contra a balança pode ter sido demais para “Leandro Feijão”.

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A notícia, no link Lutador de MMA, Leandro Feijão, morre antes da pesagem

Processo de condicionamento do atleta para a pesagem é absurdo. Veja no link Muito suor e boca fechada: lutadores perdem últimos quilos até a pesagem

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Fontes: http://www.estadao.com.br e http://sportv.globo.com / Imagem: Leandro Feijão

TROCA-TROCA PARTIDÁRIO CRIA LEILÃO DE PARLAMENTAR. QUEM DÁ MAIS?

Troca-troca partidário agita o Congresso Nacional. O assunto está na ordem do dia. Norma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabelece que políticos podem trocar de partido, sem risco de perder o mandato, quando insatisfeitos com desvio programático da legenda à qual pertencem e também quando são vítimas de grave discriminação pessoal. Integrantes de um partido que, por fusão ou incorporação com outra sigla, sejam obrigados à filiação à legenda que resultar de tais atos, igualmente não perdem o mandato. E, por último, qualquer parlamentar fica livre, em qualquer circunstância, para abandonar o partido e se transferir a uma nova  legenda, recém criada. Aprovados pelo TSE, os partidos “Solidariedade” e  “Pros”—Partido Republicano da Ordem Social— provocaram verdadeira corrida de parlamentares interessados na troca de legenda. O detalhe escandaloso de tanto interesse é a negociata que envolve cada caso. Um dos critérios utilizados para valorizar o próprio “passe” é a votação obtida nas últimas eleições, em 2010. Cada voto pode valer entre R$ 3,00 e R$ 3,80 ao parlamentar que mudar de sigla. Essa “remuneração” vai sair do Fundo Partidário. Você sabe quem fornece o dinheiro que constitui o “Fundo”. Somos eu, você e toda a população brasileira, através dos impostos. Ou seja a farra do troca-troca é bancada pelo cidadão. Uma vergonha inominável, porém legal. Situações como essa justificam a expressão de que “nem sempre o legal é moral”. E vice versa. A Justiça, às vezes, é incompreensível.

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O valor do “passe” tem por base a votação obtida pelo parlamentar, em 2010. Veja no link Novos partidos prometem verba para atrair deputados

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Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ – Imagem – Leilão

26 de setembro de 2013

MINISTÉRIO DA SAÚDE DIVULGA FIM DAS FILAS PARA TRANSPLANTE DE CÓRNEAS EM CINCO ESTADOS

Na segunda-feira, dia 16 de setembro, começou a circular nas redes sociais o anúncio de Chiquinho Scarpa dizendo que iria enterrar um carro valioso no quintal da mansão onde mora, na Av. Paulista, em São Paulo, capital. Dizia ele que repetiria o gesto dos seculares faraós que eram enterrados com os bens materiais mais estimados, na crença de que iriam desfrutá-los na “outra vida”.

Foi o que bastou para que o recado do “Conde” se espalhasse com uma velocidade espantosa. Entre críticas ácidas, palavrões e demonstrações de desprezo, inclusive com alusão a um suposto homossexualismo sugerindo que ele deveria enterrar o carro em outro lugar, veio a sexta-feira, dia 20, data marcada para o “enterro”.

Como era de se esperar, o assunto atraiu a atenção da mídia e lá estavam rádio, televisão, jornais, revistas e algumas “celebridades” artísticas na tentativa de tirar algum proveito da situação. Fotos, entrevistas, declarações de impacto, tudo servia para garantir uma citação, por mínima que fosse. Na hora de cumprir a promessa, o carro chegou a ser manobrado para o fundo da cova, mas, sob os olhares curiosos dos presentes ao ato “fúnebre”, Chiquinho anunciou a verdadeira intenção daquela iniciativa. Era uma ação de marketing em favor da doação de órgãos. O episódio ficou conhecido nacional e internacionalmente, tamanha a repercussão. Ponto para os marqueteiros que bolaram a história.

Agora, bato os olhos em um comunicado divulgado no Portal da Saúde, do governo federal: as filas para transplante de córneas foram zeradas em cinco estados brasileiros. Uma notícia importante, que demonstra o grau de consciência da população brasileira, cada vez mais sensível aos apelos para fazer de cada cidadão um doador de órgãos.

Há muito, ainda, a ser feito. Uma das maiores barreiras a inibir doações são os boatos, boca a boca, dando conta da existência de uma espécie de máfia médica que cobra verdadeiras fortunas para privilegiar pessoas na fila de espera para o transplante de rins, coração, pulmões. Segundo as histórias, nunca confirmadas, bastaria ter dinheiro para “furar” a fila. Dessa forma, pacientes saudáveis seriam sacrificados em hospitais para servir ao “mercado negro” dos traficantes de órgãos.

As lendas urbanas, com histórias ainda mais escabrosas, contribuem para reduzir o número de doadores. Pessoas seriam raptadas, nas ruas e saída de baladas, e acordariam em banheiras com gelo, sem os rins. Ou então, seriam assassinadas e os órgãos retirados para serem entregues a clientes ricos. Um absurdo, certamente, mas os rumores, entre olhares assustados e gestos arredios, demonstram que muita gente acredita nisso tudo.

Divulgar resultados de campanhas de doação de órgãos, com total transparência, é o primeiro passo na caminhada para aumentar o número de doadores. Como está fazendo o Ministério da Saúde, comunicando resultados positivos no transplante de córneas. Veja no link Fila por transplante de córnea é zerada em cindo estados do país

Habituados à incapacidade do governo brasileiro, também no setor de saúde, nós esperamos que essa repentina eficiência não seja, apenas, propaganda, cujo objetivo passa longe do bem estar da população, mas visa a captação de votos em 2014. Claro que não acredito nas lendas urbanas, mas, em termos de governo, já vi tanta coisa sob a luz do sol…

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O desfecho da história que agitou as redes sociais está no link Enterro de Bentley de Chiquinho Scarpa era ação de marketing

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Fontes: http://portalsaude.saude.gov.br / http://www.adnews.com.br/ - Imagens: Chiquinho Scarpa - Carro desce para a covaPortal da SaúdeLendas Urbanas

FAIXAS DE ÔNIBUS. SOLUÇÃO ILUSÓRIA PARA O TRÂNSITO PIORA A QUALIDADE DO AR EM SÃO PAULO

A inauguração diária de faixas de ônibus na capital paulista começa a dar o que falar. Apontadas como solução para diminuir o tempo do percurso dos ônibus que cruzam a cidade, as faixas estão causando problemas cada vez maiores para o trânsito urbano. A consequência imediata são longas filas de veículos e irritação dos motoristas particulares. Entrevistados, deixam claro que estão gastando mais tempo para cumprir trajetos habituais. De modo a privilegiar as faixas, foram criados novos retornos, conversões à esquerda foram proibidas e os veículos, antes distribuídos por toda a via, agora ficam alinhados em longas filas. O para-e-anda ficou mais acentuado por causa de estrangulamentos de pista provocados pelas faixas. A contrapartida, ganho na velocidade do transporte público urbano, não atrai usuários de veículos particulares. O motivo é simples: embora os ônibus estejam ganhando alguns minutos no trajeto, a frota é insuficiente para atender à população. Porém, o ponto mais negativo da implantação de faixas de ônibus é o agravamento na fluidez do trânsito em geral, com reflexo imediato na piora da qualidade do ar. Nem poderia ser diferente. Os veículos retidos com os motores ligados por longos períodos de tempo nos congestionamentos cada vez maiores, despejam toneladas de poluentes na atmosfera provocando danos à saúde da população e ao meio ambiente. Chega de pirotecnia eleitoreira. Está na hora de tratar o problema com a devida seriedade. 

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Imagens: Faixas de ônibus

25 de setembro de 2013

DIA DO RÁDIO: O MAR NÃO EXISTE SÓ POR CAUSA DO NAVIO

25 de setembro, Dia do Rádio.

A data é gratificante para todos que atuam na radiodifusão. A partir deste 2013, 25 de setembro pode representar o início de um novo ciclo da história do rádio brasileiro. De meu canto, fico na expectativa de notícias alvissareiras que tragam alento a empresários e profissionais do setor.

Aconteceu hoje, em São Paulo, capital, a primeira reunião do Grupo Mais Rádio. Criado para discutir estratégias capazes de resgatar o prestígio perdido pelo veículo, a ideia inicial é arregaçar as mangas e partir para a implantação dos novos rumos a serem seguidos por essa mídia. O rádio dinâmico, ágil e versátil já reinou absoluto e teve dias de glórias. Hoje, sem vislumbrar a melhor alternativa de se manter atraente para o ouvinte, vive a incerteza quanto ao futuro.

Há muito a ser feito. Repensar o novo modelo radiofônico é tarefa para profissionais, mas o mais importante é que o setor parece estar unido e disposto a encarar o desafio. Espero, apenas, que a discussão não fique restrita à recuperação de receitas perdidas pelo veículo.

A evolução tecnológica que trouxe o desafio da Internet serve, mais do que nunca, para mostrar que o problema do rádio não é adequar-se às novas mídias. Inteiramente “moldável” o rádio continua sendo perfeito, como sempre foi. A solução é investir em conteúdo para atrair o ouvinte. Atrás do ouvinte virá o anunciante. O resto é consequência.

Em algum lugar de um passado recente, o elo foi rompido colocando-se a receita como razão de ser do veículo. Um jeito equivocado de pensar. É como se você acreditasse que o mar existe só por causa do navio.

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Veja a pauta da reunião, clicando no link Exclusivo: Grupo Mais Rádio tem sua primeira reunião oficial com AESP, ABRA e ABERT em São Paulo

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Fonte: http://tudoradio.com / Imagem: Dia do Rádio

LUCIANO DO VALLE CRITICA USO DE BORDÕES E NARRAÇÃO FANTASIOSA

Luciano do Valle é um dos mais conhecidos e respeitados narradores esportivos da televisão brasileira. Mais de meio século de carreira sustentam esta afirmação com a mesma clareza que a voz dele mantém até hoje. Entre profissionais e telespectadores há um consenso bastante favorável a Luciano do Valle, mas, como é de se esperar, também existem divergências de opinião.

Muitos me dizem que já falta fôlego a Luciano do Valle. Outros, o acusam de trocar nomes de jogadores durante a narração. Em aparente contradição à primeira crítica, existem aqueles que apontam a tendência de Luciano exagerar na hora do grito de gol. “Uma hora dessas o homem vai ter um ataque cardíaco, tal o esforço para empolgar o telespectador”—alguém me disse.

Para mim, neste post, interessa apenas destacar a “bronca”, no bom sentido, que o narrador dá nos colegas de profissão. Sem citar nomes, Luciano do Valle critica a nova geração de narradores que fantasiam na descrição de jogadas. “Tudo passou a ser genial, passou a ser fantástico. Tudo é golaço, e não é bem assim. A gente passou a procurar ídolos, o cara faz uma grande jogada e já vira ídolo”—adverte o narrador da Band.

Coincidentemente, algum tempo atrás, mencionei essa “necessidade” que a crônica especializada tem de criar ídolos no futebol. Dá para entender, mas é preciso haver um limite, ditado pelo bom senso. Elevar jogadores medianos à condição de craques é desrespeitar o torcedor.

Em tom professoral, Luciano também critica o uso de bordões, expressões que certos narradores usam à exaustão, durante as transmissões, para evidenciar jogadas ou um lance bizarro. A repetição desenfreada, de fato, incomoda. Embora alguns digam que, aos 70 anos, Luciano deveria tirar o time de campo (com o que não concordo) seria bom se aqueles nos quais a carapuça serviu examinassem a questão.

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Veja o depoimento do narrador da Band, no link Luciano do Valle vê exagero em narradores e critica uso de bordões

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Fonte: http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br / Foto: Luciano do Valle

24 de setembro de 2013

NOTÍCIAS DA TV, SITE DE DANIEL CASTRO, PROMETE NOVIDADES E MAIS INFORMAÇÃO

Quem se liga em TV conta com mais um site especializado no setor. Estreou no último dia 18 de setembro o site “Noticias da TV”, sob direção de Daniel Castro. Profissional conhecido, fez sucesso na Folha de S. Paulo e foi contratado pelo portal R7, da Record, onde ficou nos últimos quatro anos cuidando dessa área. Vencido o contrato, decidiu não renovar o compromisso para lançar o próprio site. A partir de agora, então, você conta com mais um endereço para saber o que rola na telinha.

No link Daniel Castro deixa o portal R7 e funda novo site sobre televisão o jornalista fala dos planos para o projeto.

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Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br – Foto: Daniel Castro

23 de setembro de 2013

RÁDIO CAPITAL É DESTAQUE EM DOIS EVENTOS ALUSIVOS AO DIA DO RÁDIO

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Eli Correa não precisa de meu apoio para se destacar ainda mais no rádio AM, onde brilha há muitos anos. Porém, antes de mais nada, esclareço que participo desta divulgação em favor, primeiro, do rádio e, por consequência, em nome de todos os profissionais do setor. Inclusive, é claro, em nome de Eli Correa também.

AM ou FM o rádio foi, é e continuará a ser o mais fantástico veículo de comunicação de todos os tempos. Quando eu ainda estava no rádio, costumava brincar com a expressão singela que lamentava, de maneira quase infantil “ser uma pena que o rádio não tivesse imagem”. Ledo engano, sem dúvida. Muito antes da televisão, o rádio já criava imagens na imaginação de cada ouvinte.

Um veículo com tanto poder, rapidez e versatilidade não pode ser considerado carta fora do baralho. Quem concorda com isso está completamente equivocado em relação ao potencial do rádio. Por isso, vejo com muita simpatia dois eventos que se relacionam ao rádio e que têm como ponto de ligação a rádio Capital, de São Paulo. Vamos ao primeiro:

— Nesta segunda-feira, 23 de setembro, Eli Correa participa do programa “Quem somos nós”, na rádio Eldorado FM, em 107,3 mhz, apresentado pelo publicitário Celso Loducca, um dos mais renomados profissionais da propaganda brasileira. A agência Loducca acaba de receber o prêmio internacional TomorrowAwards, por valorizar e desafiar a inovação criativa no mundo publicitário, com o projeto “ A loja vazia”. O homem sabe das coisas e, exatamente por isso, chamou Eli Correa, que também sabe das coisas, para participar o programa de hoje, alusivo ao Dia do Rádio, a ser comemorado neste 25 de setembro. O convite, partindo de Loducca, é demonstração inequívoca da força do rádio. Quem quiser acompanhar pela rede, deve ir até o endereço www.territorioeldorado.com.br a partir das 21 horas. E para os que não puderem ouvir hoje, o programa estará no site www.quemsomosnos.com.br a partir desta terça, dia 24 de setembro.

— O segundo evento é um debate incentivado pela rádio Capital, que acaba de lançar a proposta “Radioatividade – Por uma nova sintonia com o rádio”. Destinada a discutir e projetar o rádio que vem por aí, uma campanha publicitária foi desenvolvida pela Rino Propaganda. O anúncio convida “todas as emissoras de rádio do Brasil, a Abert, a Aesp, agências de propaganda, anunciantes, ouvinte, o Ibope e todos os institutos de pesquisa para participarem de uma nova e democrática discussão sobre o papel que o rádio desempenha na nossa sociedade.”

As aspas, naturalmente, determinam o trecho de um comunicado da Agência, sobre o debate. Leia novamente. Não está faltando alguém na relação de interessados nessa discussão? Pois é… falta estender a discussão democrática até o comunicador que, genericamente, pode ser traduzido por todo trabalhador em rádio. Alguns dirão que o termo “emissoras” engloba os trabalhadores. Eu não entendo assim. Por “emissoras” ficam implícitos dirigentes. Como aconteceu, recentemente, em São Paulo, em reunião de que participaram apenas dirigentes de FMs. Acho que foi um lapso de redação. Se não foi, é bom dizer que sim e chamar para a linha de frente a voz que está no front da batalha diária pela audiência.

Imagine a rádio Capital, cujo sucesso repousa diretamente no carisma dos apresentadores, abrir mão de ouvir o que eles pensam dessa “nova sintonia”. Como sou otimista em relação ao tema, vejo um detalhe altamente significativo no texto da Rino. Pelo menos não se esqueceram de convidar o ouvinte para participar do debate.

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O prêmio TomorrowAwards, conquistado pela agência Loducca, está no link Loducca é a 1ª agência brasileira a conquistar um TomorrowAwards

Fontes: http://radioamantes.wordpress.com / Sérgio Monte Alegre -THE WINNER PRESS SERVICE - TEL. (11) 3771-2713 – e-mail: thewinner@uol.com

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Foto: Eli Correa e Celso Loducca

CONSTRUINDO O PAÍS DO FUTURO

Na rede, há sempre algo para admirar ou aprender. Além de espiar o universo virtual, também participo de alguns grupos que se formam nas redes sociais. Por exemplo, integro um dos grupos que reúnem profissionais de publicidade e propaganda no LinkedIn. É uma das formas de se manter antenado. De vez em quando, em meio a muito lixo (normal em qualquer segmento) surge uma coisa boa. Como o artigo que transcrevo, na íntegra, abaixo. Escrito por Bruno Andrade, Gestor de Marketing na “Dislub Combustíveis Ltda.”, no Recife/PE, trata de um tema que nos interessa a todos, cidadãos brasileiros. Um primor de raciocínio exposto com clareza, através da analogia com os tempos verbais. Leia e se pergunte: que país você está ajudando a construir?

“BRASIL, O PAÍS DO FUTURO... DO PRETÉRITO!

Hoje lembrei quando na escola, nas aulas de Português, aprendíamos sobre tempos verbais e como conjugar os verbos em cada modalidade. Lembro-me especificamente do “futuro do presente” e do “futuro do pretérito”, ou futuro do “rico” e futuro do “pobre”, como ensinava minha professora.

A didática era perfeita. O entendimento era fácil. O futuro do “rico” (presente), é aquele que o indivíduo alcança tudo que almeja: farei, comprarei, serei. Já o do “pobre” (pretérito), o coitado que nunca chega lá: faria, compraria, seria. A diferença era clara entre aquele indivíduo que tinha metas, objetivos e os alcançaria, ou melhor, os alcançará – o indivíduo “futuro do presente”; e aquele indivíduo que é cheio de condicionantes, de “porém” – o indivíduo “futuro do pretérito”.

 Ainda na escola, agora nas aulas de história e geografia, ao mesmo tempo em que víamos como construímos nosso país, discutíamos sobre onde chegaríamos. Como será o Brasil daqui a alguns anos? Será o país do futuro, a nova potência mundial, um país repleto de riquezas naturais, com potencial para indústria de todos os gêneros, com povo acolhedor e batalhador?

Bom, parece que o futuro chegou. Aquele dos livros, das discussões, dos anseios. Mas aí me pergunto: que futuro é esse que chegou para nós? Futuro? Tem certeza?

Futuro em um país onde os sistemas não funcionam: a saúde - pública ou privada; a educação – fundamental, média e superior; a segurança- municipal, estadual, federal; os transportes - coletivos, individuais, terrestres, aéreos; os serviços – públicos, privados, diários, fundamentais; a política – partidária, apartidária, por interesses, etc.?

Futuro em um país onde, ao sair de casa, nos deparamos com cidades imóveis, inertes, pelo simples fato de não haver nenhuma preocupação nem investimento em planejamento urbano, mobilidade, transporte público, educação e civilidade, limpeza, saneamento, condições para habitar-se, para viver?

Futuro em um país onde “suportamos” eternamente políticos medíocres, bandidos, ladrões, que agem em benefício próprio, que se movem na surdina para aumentar salários, comissões, verbas, auxílios, mas não lutam, discutem ou propõem mudanças, aquelas que falei acima e que transformariam o jeito de se viver aqui?

Futuro em um país onde trabalhamos quatro meses do ano apenas para pagar impostos, e esses nem transparentes e claros são, pois não temos o direito de saber quanto está embutido nos bens que consumimos, nos serviços que adquirimos, no trabalho que prestamos?

Futuro em um país onde esses impostos deveriam ser a base para tantos outros serviços que deveríamos receber “gratuitamente”? Entre aspas porque de gratuito não tem nada, já que os bancamos com quatro meses de nosso suor.

Futuro em um país onde é preciso pagar planos privados de saúde, escolas e faculdades particulares, etc. E que ainda assim são prestados de forma descompromissada, desrespeitando diversas leis e diretrizes, até o ponto de termos que criar códigos de defesa para garantir a execução daquilo que foi contratado?

Futuro em um país onde mal temos o direito de reclamar e buscar os “direitos” enquanto consumidor, cidadão, usuário, contribuinte, já que as instituições que deveriam criar, reger e defender as leis do povo – judiciário, legislativo e executivo, são mais um dos muitos problemas existentes no país?

Resumindo, como falar em futuro em um país onde não há como não indignar-se todos os dias, do levantar-se ao deitar-se?

O pior de tudo é saber que fomos e somos nós que construímos esse país, que construímos esse futuro. Mas infelizmente é um futuro que já chega “velho”, que já chega “pobre”, que nunca alcançará as metas e os objetivos de todos, pois nunca se torna PRESENTE aquilo que já nasce PRETÉRITO.”

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Segundo o portal UOL, a carga tributária do brasileiro foi até maior como aponta o link Brasileiro trabalha até hoje só para pagar impostos, diz instituto

Veja o perfil de Bruno Andrade, no LinkedIn.

Neste link está o artigo original, de Bruno.

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Imagens: Construindo / ConjugandoFuturo / Saúde Pública / Direitos do Cidadão / Carga Tributária / Direitos do Consumidor  /

O RÁDIO RECORDA A TV COM “DOIS DIRETORES EM CENA” E O FAZ MUITO BEM

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“Dois diretores em cena”. Título de um quadro de cinco minutos, aproximadamente, apresentado de segunda a sexta-feira, em algumas edições diárias, na rádio Jovem Pan AM, de São Paulo. Os dois diretores são Antônio Augusto Amaral de Carvalho e Nilton Travesso. O primeiro é presidente do grupo Jovem Pan e filho de Paulo Machado de Carvalho, fundador da TV Record. Mais conhecido como “Tuta”, esteve à frente de alguns programas famosos da TV Record. Entre eles, Família Trapo, Hebe, Jovem Guarda, Esta Noite se Improvisa, Show do dia 7, os inesquecíveis festivais de música popular brasileira e muitos outros que marcaram época. Travesso é um dos grandes diretores da TV e viveu, ao lado de Tuta, essa fase inesquecível do passado grandioso da Record e da própria televisão brasileira. Tuta e Travesso conversam durante o programa e evocam personagens e histórias daquela época. A proposta é cumprida integralmente. “Dois diretores em cena” transformam-se em palco documental da TV brasileira, onde ambos apresentam para o ouvinte grandes nomes da televisão. Alguns, em cartaz até hoje. O detalhe a ser destacado é o estilo informal da conversa entre Tuta e Travesso, como fazem dois amigos durante um bate-papo. Testemunhas oculares dos fatos, Tuta e Nilton Travesso revivem passagens saborosas. Usando trechos de entrevistas e depoimentos, enriquecem o conteúdo do programa a ponto de transformar “Dois diretores em cena” em arquivo vivo da história televisiva deste país. Nesta segunda, 23 de setembro, por volta de 11h30, ouvi o quadro. O tema era Agnaldo Timóteo, apresentado como cantor e, claro, como político. Um perfil rápido e interessante, revelando coisas que geralmente não ganham destaque na mídia, mas que não escapam ao olhar atento dos dois diretores. Imagino que algo semelhante pode ser feito em relação ao rádio. Inclusive adotando o mesmo despojamento na forma de apresentação. A simplicidade afasta o ranço do historicismo pedante que costuma acometer quem apresenta esse tipo de programa colocando-se acima dos fatos, mais importantes. Predecessor da TV, o rádio começou no Brasil três décadas antes e tem passagens interessantes e desconhecidas do público. Por que não contá-las?

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Este link remete à página dedicada ao programa, no site da Jovem Pan. Aliás, falta a informação dos horários em que o quadro é apresentado na programação da emissora. Clique em Dois Diretores em cena, escolha um dos temas disponíveis em podcast e divirta-se.

Foto: Nilton Travesso e Tuta

21 de setembro de 2013

21 DE SETEMBRO OU 7 DE NOVEMBRO? PARA O RADIALISTA TODO DIA É DIA. ATÉ O FIM

O Dia do Radialista, no Brasil, continua sendo comemorado, tradicionalmente, em 21 de setembro, apesar de ter mudado, oficialmente, para 07 de novembro. Os motivos para a insistência em manter a comemoração do dia 21, variam da simples desinformação à teimosia em não aceitar a realidade. Nesse ponto, cabe refletir.

O rádio mudou, queiramos ou não. E vai mudar muito mais. A mudança faz parte da vida. Não adianta levantarmos a discussão sobre o que era ou será melhor: o rádio de ontem, o rádio de hoje ou o rádio de amanhã. Passado, presente e futuro só importam em seu próprio tempo. E refletem as transformações da vida.

Nossos colegas pioneiros diriam que aquele rádio era melhor. Lutando contra a precariedade tecnológica e de mão de obra (ninguém sabia, ao certo, o que fazer), venceram todas as dificuldades. Os profissionais que viveram a chamada época de ouro do rádio, nem pestanejariam em afirmar que foram os melhores. E nós, que vivemos a fase intermediária, entre o fim dos anos dourados até os dias atuais, somos tentados a defender nossa bandeira. Essa é a tendência. No fim, todos têm razão. Cada qual fez o melhor rádio de sua época. E o rádio do futuro, certamente, será classificado como o melhor de todos os tempos. Ou não haveria evolução.

De quando em quando ouvem-se clamores pela volta do rádio que se fazia em determinada época. Impossível. Caso contrário, aquele rádio já teria voltado. Muitos dirigentes do rádio de hoje foram lapidados no rádio de ontem. Se não reeditam o modelo que os moldou profissionalmente não é por vontade deles. Rádio, acima de tudo, é um negócio e aos empresários do setor interessam resultados financeiros. Fim do sonho.

Os grandes nomes do rádio, de cada fase, serão reverenciados até que a lembrança se apague da memória das novas gerações. O processo é esse e não vai mudar. O importante é que todo radialista faça rádio com muita paixão. No dia em que acabar a paixão, aí sim, o rádio terá chegado ao fim.

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Foto: Rádio Nacional, nos anos 1940

NOVA ESTAÇÃO COMANDANTE FERRAZ, NA ANTÁRTIDA, DEVE FICAR PRONTA EM 2015

Já se passou mais de um ano do incêndio que destruiu a estação científica brasileira na Antártida. Na ocasião, além das perdas materiais, o fogo causou duas mortes e deixou um ferido. Como se recorda, as labaredas destruíram parte considerável das instalações. “A estação acabou”, disse um oficial da marinha brasileira, na época, sintetizando os prejuízos.

O tempo passou e o caso caiu no esquecimento. Imaginei que, de alguma forma, a estação tivesse sido reparada, mas não. Somente agora foram divulgados os planos de recuperação da base.

Projetada para ocupar uma área de 4.500m², a nova Estação Comandante Ferraz deve custar entre 70 milhões e 100 milhões de reais. Uma previsão de custo que oscila em quase 50% acima do menor valor, que não é pequeno. As obras estão previstas para começar nos próximos meses, mas a empresa que vai executar o projeto ainda será escolhida, em concurso internacional. Ou seja, as coisas estão meio frias. Em se tratando da Antártida, tudo a ver.

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Veja a projeção da obra e detalhes da nova base, no link Estação brasileira na Antártida ressurgirá das cinzas

Relembre o episódio, no link Incêndio em base brasileira na Antártida deixa dois mortos

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Fontes: http://noticias.terra.com.br/ - http://www.estadao.com.br – Foto: Incêndio na Antártida

A IGREJA DEVE USAR AS REDES SOCIAIS PARA SE COMUNICAR COM O MUNDO

A cada dia se torna mais visível o acerto da escolha do cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio para exercer o papado, após a renúncia, em vida, de Bento XVI.

Além da simplicidade e simpatia naturais que possui, o papa Francisco demonstra estar atento a questões que precisam ser discutidas frontalmente pela Igreja, sem subterfúgios. E deve se utilizar dos meios necessários para atingir o maior número possível de fiéis em todo o mundo. Inclusive usando as redes sociais, fonte abundante de queixas e tendências, em nível mundial.

As questões estão aí, exigindo um posicionamento da Igreja que não pode mais omitir-se, pelo silêncio. Ou, pior, pela opressão, para não ter que se manifestar. Concepção, aborto, homossexualismo e outros temas não menos polêmicos, que dividem opiniões, não intimidam ao chefe da Igreja.

Resta saber se este é o pensamento predominante dos subordinados do papa, mas já é um bom começo. Veja o link Papa defende participação da Igreja nas redes

20 de setembro de 2013

COM RATO E TUDO COCA COLA É ISSO AÍ

Será? A opinião é de Gabriel Rossi, especialista em marketing, diretor da “Gabriel Rossi Consultoria”. Para ele, “A Coca-Cola faz parte de um seleto grupo de marcas que têm tamanha força, relevância e credibilidade que seus consumidores até permitem alguns ‘deslizes’.” 

Abaixo, a transcrição, na íntegra, do release liberado pelo “Atelier de Imagem e Comunicação”, sobre a opinião de Rossi a respeito do rato encontrado em garrafa de Coca-Cola e de outros “deslizes” de alguns produtos. Leia e veja se você concorda com ele.

“Mesmo com possível rato no refrigerante, imagem da Coca-Cola segue sem abalo

A notícia de que um consumidor teria encontrado restos de rato em uma garrafa de Coca-Cola e, por isso, contraído uma séria doença ao ingerir o líquido contaminado repercutiu na imprensa e na internet. Mas até que ponto este caso pode abalar a imagem da Coca-Cola? O especialista em marketing Gabriel Rossi responde. “A Coca-Cola faz parte de um seleto grupo de marcas que têm tamanha força, relevância e credibilidade que seus consumidores até permitem alguns ‘deslizes’.”

Para Rossi, diretor da Gabriel Rossi Consultoria, este possível problema no refrigerante é um case de “inocuidade da marca”. “São marcas que dificilmente serão abaladas. É claro que no momento as pessoas até se assustam. E haverá gente comentando. Mas um só caso não consegue abalar uma imagem tão bem estruturada”, relata.

O especialista lembra que o mesmo não ocorreu com a Unilever quando, em março deste ano, teve que retirar de circulação um lote inteiro de suco de maçã por estar contaminado. “A repercussão foi enorme e até hoje as pessoas se lembram do fato. No caso da Coca-Cola a credibilidade em torno da marca é tão grande que muitas pessoas, ao tomarem conhecimento desta notícia, pensam que é algum tipo de brincadeira ou golpe do consumidor lesado”.

“É claro que o consumidor deve reclamar. Isso é essencial, ainda mais com os problemas de saúde que o refrigerante pode ter causado. O consumidor deve ser sempre valorizado e é preciso preocupação extrema com a qualidade do produto e, assim, com a vida das pessoas. Mas não se trata de uma série de refrigerantes estragados, o que deixaria as pessoas ressabiadas”, completa o especialista.

Outro exemplo de inocuidade da marca é a Apple. Mesmo quando Steve Jobs morreu, em 2011, muitos se perguntaram qual seria o destino da “maçã mordida”. Mas a Apple, devido ao trabalho de mídia realizado pelo próprio Jobs, já tinha sua imagem fortalecida, conquistando a confiança de consumidores. “O mesmo acontece com a Coca-Cola que, até hoje, nos perguntamos se sua fórmula é segredo”, conclui Rossi.”

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Mais informações à imprensa

Atelier de Imagem e Comunicação

Telefone: 11 - 3807-6146

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OPORTUNIDADES PARA ESTAGIÁRIOS E TRAINEES EM TODO O BRASIL

Estagiários e trainees de todo o país podem encontrar, aqui, a oportunidade esperada. Algumas das maiores e melhores empresas instaladas no território nacional abrem oportunidades em suas unidades. Aproveite a chance de dar um impulso especial em sua carreira. As inscrições para a 5ª Feira Virtual de Programas de Estágios e Trainees Universia foram prorrogadas até o final do mês. Não perca tempo e faça o seu cadastro. O futuro começa agora. Clique no linkmercado_de_trabalho

Fonte: http://feiravirtual.universia.com.br / universiainforma@boletines.universia.net

MARK ZUCKERBERG DIZ QUE O FACEBOOK NÃO VAI ACABAR, TÁ LIGADO?

Piadas frequentes sobre o vício que as redes sociais podem desenvolver, mostram que o Facebook é capaz de manter muita gente durante horas seguidas navegando em suas páginas. Ofertas de produtos e serviços, postagens, compartilhamentos, curtidas e comentários—a maioria na base do “kkkkkkk”—são, basicamente, o menu oferecido a milhões de internautas todos os dias. O Facebook é o point preferido desse público. Tanto interesse fez com que analistas de mídia e teóricos da Internet catalogassem o site na categoria dos endereços “descolados” da rede. Dessa forma, a onda vai passar e o interesse do público deixará de existir, em breve, dizem. Mark Zuckerberg, criador do FB, deu uma resposta interessante àqueles que pensam assim. Mostrando vivacidade e inteligência, o chefão do Face, na verdade um rapaz com menos de 30 anos e cara de mais novo, fez uma comparação sutil entre a eletricidade e a empresa criada por ele. Não chega a ser um choque para os críticos que apostam na obsolescência do Facebook, mas mostra que o jovem executivo está ligado na rede.

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A notícia está no link “O Facebook não é descolado”, diz Zuckerberg

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Fonte: http://www.proxxima.com.br / Foto: Mark Zuckerberg

DOCUMENTAÇÃO DE ESTRANGEIROS, MESMO PREENCHIDA À MÃO É ACEITA NO “MAIS MÉDICOS’

Já disse aqui e repito: diante da calamitosa situação do sistema público de saúde, é melhor ter médicos estrangeiros que desejam trabalhar do que profissionais brasileiros “cheios de dedos”, recusando postos de trabalho distantes dos grandes centros.

A recusa é admissível diante de situações precaríssimas de trabalho, como se verifica em várias cidades brasileiras, mas, mesmo assim, com ressalvas. Há postos de saúde mal aparelhados, é verdade, mas suficientemente equipados para que o médico preste, pelo menos, uma assistência médico-terapêutica-ambulatorial e minimize a falta total de atendimento à saúde da população dessas cidades. 

Porém, o que está acontecendo, segundo comunicado do Conselho Federal de Medicina preocupa muito mais do que a precariedade das instalações de alguns postos de saúde espalhados pelo país. Destaco, abaixo, dois parágrafos do comunicado datado de hoje, 20 de setembro, que deixam claro o acordo firmado entre a entidade representativa da categoria média e o governo:

“Com base em compromisso assumido pela Advocacia-Geral da União (AGU) diante da Justiça do Rio Grande do Sul, o plenário do Conselho Federal de Medicina (CFM) repassou aos Conselhos Regionais da categoria (CRMs) orientação para que sejam emitidos os registros provisórios dos intercambistas do Programa Mais Médicos, desde que a documentação de cada candidato esteja completa e sem inconsistências.

Os CRMs darão um prazo de 15 dias, a partir da entrega de cada registro, para que o Ministério da Saúde informe às entidades o endereço de trabalho e os nomes dos tutores e supervisores de cada um dos intercambistas inscritos. Essa posição foi tomada após o CFM ter acesso à resposta enviada pela AGU à Justiça do Rio Grande do Sul, na qual o órgão admite que “os requisitos dispostos na MP 621/13 podem e devem ser observados”, mas argumenta da impossibilidade de providenciar as informações solicitadas antes da emissão dos registros.”

Aparentemente, o Conselho decidiu colaborar com o esforço do governo em trazer médicos estrangeiros para cuidar da saúde da população. O problema está no último parágrafo do comunicado enviado à imprensa, sobre a decisão da entidade de classe. Diz o seguinte:

“Diplomas e declarações sem tradução juramentada, escritos à mão e sem estarem acompanhadas dos respectivos originais estão sendo aceitos, com base na orientação do Governo. No entendimento dos Conselhos, a responsabilidade pela originalidade, autenticidade e legitimidade desses documentos está sendo assumida pelo Governo Federal.”

Isto é, no mínimo, brincadeira. Como se nota, o governo decidiu “bancar” documentos grosseiramente preenchidos, sem comprovação cartorária e sem a apresentação dos originais que comprovem, ao menos, o estudo necessário para o exercício da medicina. Irresponsabilidade igual, nunca vi. É o mesmo que jogar um avião em minhas mãos, que não sou piloto, porque levei um xerox de brevê para “provar” minha habilitação.

Seriedade, gente. Tal procedimento, leviano, inconsequente e imoral corresponde a deixar o povo brasileiro ao sabor da própria sorte. Desdita pouca é bobagem mesmo.

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Diante da precariedade no recebimento da documentação de profissionais estrangeiros fica a dúvida no ar. Quem vai, afinal, tratar da saúde do brasileiro? A avaliação que o Ministério da Saúde vem aplicando para selecionar candidatos ao programa Mais Médicos fica, inevitavelmente, sob suspeita. Veja o link Só um estrangeiro é reprovado no Mais Médicos. Pelo título, parece que só estão vindo trabalhar no país profissionais competentes, mas dá para acreditar?

Fontes: Conselho Federal de Medicina. O release também está no site da entidade, aqui / http://www.estadao.com.br / Imagens: Logos Conselho e Mais Médicos - Estetoscópio

19 de setembro de 2013

SÓSIA DE ANITTA SURGE EM RIBEIRÃO PRETO. QUE VANTAGEM MARIA LEVA?

Existe uma afirmação, sem o menor respaldo científico, segundo a qual há sete pessoas idênticas espalhadas pelo mundo. Eu só conheço parecidos. Acho que você também. No noticiário artístico, sobretudo, é comum lermos sobre sósias que confundem fãs em determinados momentos. Nem todos fazem questão de se parecer com alguém, mas existem aqueles e aquelas que capricham nos detalhes, tão logo percebem que as pessoas os confundem com a personagem verdadeira. No Brasil, os tipos mais conhecidos são os sósias de Pelé, Chacrinha, Michael Jackson, Elvis Presley, Giselle Bündchen e companhia.

Alguns, tiram vantagem financeira da semelhança participando de pequenos shows, filmes publicitários e lançamento de produtos em supermercados ou lojas de departamentos. Nem todos têm essa possibilidade, pois, algumas pessoas se parecem com políticos considerados “personas non gratas”, o que lhes rende apenas aborrecimentos. Se você é fã de covers, acrescente mais um nome à lista da turma que parece, mas não é. Para conhecê-la clique no link  'Amigos dizem 'pre-pa-ra' quando me veem', diz rio-pretense sósia de Anitta. A moça se parece, mesmo com a funkeira, mas que vantagem Maria leva?

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Fonte: http://g1.globo.com/ – Fotos: Chacrinha - Anitta

O SILVIO SANTOS É COISA NOSSA… O HOMEM ESTÁ CADA VEZ MAIS PIRADO

mauricio_stycer “Óia, eu nem ia dizer nada”, mas só para não deixar de informar, o “Aqui Agora”, que mudou para “Boletim de Ocorrências”, mudou de novo: vai se chamar “Jornal do SBT”. Silvio Santos, definitivamente, está se superando e surpreende a cada dia. Então, ficamos combinados; estreia segunda, dia 23, o “Jornal do SBT”, apresentado por Neila Medeiros. Se não mudar mais nada até lá. Hoje ainda é quinta-feira. Nunca se sabe. Vi a informação no link UOL vê TV: Deu a louca no SBT? É o endereço de um vídeo, apresentado por Mauricio Stycer, colunista de televisão.

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Fonte: http://tvuol.uol.com.br – Foto: imagem extraída do vídeo a que o link remete

ATÉ QUE PONTO VAI O EMPREGO DO POPULAR NA LOCUÇÃO PROFISSIONAL

Vi, no Facebook, um comentário do amigo locutor José Maria Della Guardia Scachetti, o super Zé Maria, noticiarista da rádio Tupi, de São Paulo. No post, ele dizia ter ouvido Milton Neves, no final da jornada esportiva desta quarta-feira, 18 de setembro, apresentando o “Terceiro Tempo”, no rádio. Basicamente, é o mesmo programa homônimo apresentado na tevê Band, depois dos jogos de futebol.

 

Zé Maria fez referência ao fato de Milton Neves dizer o nome da rádio, Bandeirantes, “comendo” a vogal “I” do ditongo, fazendo com que a palavra soasse “Banderantes”. Trata-se de um fenômeno observado na fala pela população, que estudiosos da língua classificam de monotongação, ou seja, a transformação de ditongos em monotongos.  

 

Isso ocorre em palavras como “peixe”, “feixe”, “beira”, “cadeira”, “ouro”, “couro” que ouvimos, costumeiramente, sendo pronunciadas como “pexe”, “fexe”, “bera”, “cadera”, “oro”, “coro” e uma infinidade de outras, semelhantes. De onde se conclui que a língua escrita é uma e a falada é outra. Claro que um locutor deve optar pela norma culta, mas o linguajar do povo, em si mesmo, tem o seu valor e faz com que o idioma seja, cada vez mais, dinâmico.  

 

O mineiro Milton Neves, faz tempo, vem se caracterizando como homem comum, modesto, até como forma de justificar a origem humilde do “rei do merchand”, o que não deixa de ser uma estratégia de marketing. No fundo, Milton é um sujeito simples, apesar de ter ficado milionário com o merchadising. O “pacote” das mineirices do apresentador inclui expressões populares antigas, sotaques acaipirados, piadas e “mancadas” que, invariavelmente, são denunciadas no ar por Mauro Beting, escada natural de Milton Neves. O povo gosta dele assim. Claro que não falo em nome dos que o detestam, mas esse é outro departamento. Eu não o recrimino, pelo contrário.

 

Além da tendência de “engolir” uma vogal, como já foi dito acima, a supressão também acontece em outra circunstância. É a chamada elisão, que resulta do encontro de duas palavras, em que uma vogal átona final da primeira palavra se encontra com outra vogal ou “H” no início da segunda.   

 

Dou um exemplo clássico. Na primeira estrofe do poema “Meus oito anos”, de Casimiro de Abreu, está escrito:

 

Oh! que saudades que tenho

Da aurora da minha vida,

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais!

 

Ao declamar o segundo verso, por exemplo, todos dizem “daurora da minha vida”. Uma das vogais, “A”, desaparece. É a elisão, frequentemente utilizada na declamação poética. Outro caso, bastante comum é a mudança fonética com a eliminação do final vocálico de uma palavra fazendo a fusão com a palavra seguinte, emitindo-se as duas de uma só vez. Como exemplos, temos copo d’água (copo de água), pau-d’alho (pau-de-alho), linha d’horizonte (linha do horizonte), Santa Bárbara D’Oeste (Santa Bárbara do Oeste), entre outros.

 

Não sou filólogo nem estudioso da nossa língua, mas, no exercício da locução, sempre busquei um meio termo entre o correto e o popular. Sou dos que acreditam que a virtude está no meio. Ainda tropeço na escrita, em que a palavra ganha contorno e força maiores e incomoda aos olhos, quando lida, muito mais que aos ouvidos, quando pronunciada de maneira popular. Veja a frase: “E aí, mermão?” O termo, falado, é inteiramente assimilável. Escrito, confunde.

 

Continuando com o tema que originou sua “bronca”, Zé, o maior locutor atual do país sempre falou "Banerantes". Nunca reparou? Claro que não vou citar o nome do colega, mas você o conhece até melhor do que eu. E, repito, é o melhor locutor do país. Ele eliminava inteiramente o ditongo da palavra “Bandeirantes”, mas a fala fluía livre de trancos, límpida e clara sem denunciar ao ouvido a falha fonética.

 

Para você ver que também na chamada locução séria e “classuda” existe uma tendência natural de adotar a corruptela, forma corrompida de uma palavra pelo uso abusivo ou popular. Do ponto de visto técnico da emissão vocal não é correto, sem dúvida, mas entende-se quando o locutor profissional busca se aproximar da pronúncia popular, sem descuidar da fluência e da entonação que diferem a locução da fala do povo. O truque visa evitar que o locutor pareça esnobe ao ouvinte. Ser pernóstico nunca foi moda nem sintoma de popularidade.  

 

Para finalizar, meu amigo Zé Maria, esclareço que este post nasceu porque a questão que você levantou é, de fato, curiosa e me pareceu oportuno abordar o tema. Apenas isso. Até porque, estando fora do meio há tanto tempo, às vezes me assusto quando ouço algumas coisas no rádio e na televisão. E vou tocando o barco, pois, como diz o impagável José Simão, “nóis sofre, mas nóis goza”.

 

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Fotos: José Maria Della Guardia ScachettiMilton NevesCasimiro de AbreuEstudosTécnica vocalJosé Simão