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20 de setembro de 2013

COM RATO E TUDO COCA COLA É ISSO AÍ

Será? A opinião é de Gabriel Rossi, especialista em marketing, diretor da “Gabriel Rossi Consultoria”. Para ele, “A Coca-Cola faz parte de um seleto grupo de marcas que têm tamanha força, relevância e credibilidade que seus consumidores até permitem alguns ‘deslizes’.” 

Abaixo, a transcrição, na íntegra, do release liberado pelo “Atelier de Imagem e Comunicação”, sobre a opinião de Rossi a respeito do rato encontrado em garrafa de Coca-Cola e de outros “deslizes” de alguns produtos. Leia e veja se você concorda com ele.

“Mesmo com possível rato no refrigerante, imagem da Coca-Cola segue sem abalo

A notícia de que um consumidor teria encontrado restos de rato em uma garrafa de Coca-Cola e, por isso, contraído uma séria doença ao ingerir o líquido contaminado repercutiu na imprensa e na internet. Mas até que ponto este caso pode abalar a imagem da Coca-Cola? O especialista em marketing Gabriel Rossi responde. “A Coca-Cola faz parte de um seleto grupo de marcas que têm tamanha força, relevância e credibilidade que seus consumidores até permitem alguns ‘deslizes’.”

Para Rossi, diretor da Gabriel Rossi Consultoria, este possível problema no refrigerante é um case de “inocuidade da marca”. “São marcas que dificilmente serão abaladas. É claro que no momento as pessoas até se assustam. E haverá gente comentando. Mas um só caso não consegue abalar uma imagem tão bem estruturada”, relata.

O especialista lembra que o mesmo não ocorreu com a Unilever quando, em março deste ano, teve que retirar de circulação um lote inteiro de suco de maçã por estar contaminado. “A repercussão foi enorme e até hoje as pessoas se lembram do fato. No caso da Coca-Cola a credibilidade em torno da marca é tão grande que muitas pessoas, ao tomarem conhecimento desta notícia, pensam que é algum tipo de brincadeira ou golpe do consumidor lesado”.

“É claro que o consumidor deve reclamar. Isso é essencial, ainda mais com os problemas de saúde que o refrigerante pode ter causado. O consumidor deve ser sempre valorizado e é preciso preocupação extrema com a qualidade do produto e, assim, com a vida das pessoas. Mas não se trata de uma série de refrigerantes estragados, o que deixaria as pessoas ressabiadas”, completa o especialista.

Outro exemplo de inocuidade da marca é a Apple. Mesmo quando Steve Jobs morreu, em 2011, muitos se perguntaram qual seria o destino da “maçã mordida”. Mas a Apple, devido ao trabalho de mídia realizado pelo próprio Jobs, já tinha sua imagem fortalecida, conquistando a confiança de consumidores. “O mesmo acontece com a Coca-Cola que, até hoje, nos perguntamos se sua fórmula é segredo”, conclui Rossi.”

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Telefone: 11 - 3807-6146

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