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2 de setembro de 2013

NO RISCO DE GIZ O TRAÇO PREDOMINANTE DO CONGRESSO NACIONAL

no_gizO que difere o artista do cidadão comum? Talvez, o traço mais óbvio seja a sensibilidade. Sim, você poderá dizer que tem a sensibilidade à flor da pele e, nem por isso, se considera um artista. São coisas diferentes. O artista consegue captar e transmitir com rara perspicácia e, quase sempre, originalidade, tudo aquilo que ele vê e que interfere na vida das pessoas. Seja para levar a elas um pouco mais de beleza e poesia ou fazer um chamado à consciência, revelando o lado oculto do que está diante de todos e ninguém vê. As vezes, com a crueza necessária que a própria realidade impõe. A vida, como sabemos, nem sempre pode ser retratada com as cores suaves do ideal. Outras vezes, o artista usa o bom humor para fazer críticas sociais, apontar preconceitos, denunciar desmandos e cobrar providências. A crítica através da sátira é um dos meios mais utilizados pela arte, através dos tempos. Nesse sentido, o chargista é um artista do cotidiano, cujos olhos enxergam além da imagem. Quando isso acontece, ele revela, no traço, a verdade que pode não ter graça nenhuma. Pois, na maioria das vezes, não é para ter mesmo. Você já deve ter sorrido ao ver a charge acima, mas pense na verdadeira mensagem que a imagem traduz. A colaboração é do amigo jornalista *Moacir Japiassu, o considerado Japi, à quem agradeço.

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Créditos:  *Moacir Japiassu assim se define no site Comunique-se, onde mantém a coluna “Jornal da Imprença” http://portal.comunique-se.com.br Para entrar “no clima” tomei a liberdade de retratar o colega em caricatura, disponível neste link

Paraibano, 71 anos de idade e 51 de profissão, é jornalista, escritor e torcedor do Vasco. Trabalhou, entre outros, no Correio de Minas, Última Hora, Jornal do Brasil, Pais&Filhos, Jornal da Tarde, Istoé, Veja, Placar, Elle. E foi editor-chefe do Fantástico. Criou os prêmios Líbero Badaró e Claudio Abramo. Também escreveu nove livros (dos quais três romances) e o mais recente é a seleção de crônicas intitulada “Carta a Uma Paixão Definitiva”.

Encontrei, no LinkedIn, uma referência sobre Mário Tarcitano, autor da charge. Nem poderia ser diferente. Veja “o cara”, certamente de traço próprio. Grande Mário, do jornal Tribuna de Minas/MGchargista_mario_tarcitano