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13 de setembro de 2013

XÔ, PÉ DE PATO, MANGALÔ “TREIS VEIZ”. E NEM ACREDITO NISSO

moleza

Hoje me bateu uma preguiça incomum. Pela manhã, nem tanto, apesar do rotina matinal de sempre. Separei alguns assuntos que me pareceram atraentes, à primeira vista. Costumo, depois, fazer uma segunda leitura do que selecionei, para determinar o que poderia render um post no FB ou neste FG. Cheguei a postar o comentário sobre Silvio Santos, Marcelo Rezende e Datena. Fiquei de, mais tarde, dar uma olhadinha nas outras anotações.

Depois do almoço, aí a coisa pegou. Deu um “sei lá o quê, entende?” e danou-se. A modorra se arrastou até quatro da tarde, quando me animei a jogar um pouco de conversa fora. Escrevi sobre o programa “Mais Médicos”, a tentativa desavergonhada de Dilma Rousseff, a presidente que, não tendo nada para mostrar, em 2014, vai engambelar o povo na base do eu fiz, eu fiz, eu fiz, mesmo sabendo que não fez  p… porcaria nenhuma.

Neste ponto,  honestamente, chega a dar pena, pois com a base aliada que ela tem, fazer alguma coisa é pedir demais. Nessa categoria, pedidos, Dilma deve estar calejada. E ocupada. É muito arranjo para contentar a todos. Mamãe passarinha sofre. Não sobra tempo para governar.

Então, o “Mais Médicos” caiu do céu. A ideia lançada pelo ministro da saúde, Antonio Padilha, virtual candidato do PT ao governo do estado de São Paulo, escolhido por Lula, se encaixou no contexto após a voz das ruas.

Eu continuo com a sensação, desde o início das manifestações, que tem caroço embaixo desse angu. Algo meio à semelhança da bomba do Riocentro, em 1981, quando o tiro saiu pela culatra. Sinto que o propósito dos articuladores do movimento que produziu Blackblocs, Imprensa Ninja e Coletivos de toda natureza, teve o dedinho de alguém… sabe?

O imponderável, no caso, é que, de forma espontânea, a população aderiu e o pessoal que aposta na agitação para chamar a atenção perdeu o controle. Popularidade despencando, marqueteiros sem saber o que fazer. Viram a Medusa e petrificaram. Então, atacar de “Mais Médicos” foi a forma de fazer de conta que a voz das ruas sensibilizou o governo do povo, que luta contra as elites. 

Escrevi, postei e foi só. Bateu o desânimo, de novo. Fiquei matutando o que poderia ser. A comida? O calor? Eliminei umas cinco ou seis possibilidades, quando me lembrei: “Hoje é sexta-feira, 13, pô!”sexta

Não sou supersticioso, mas depois de pegar uma figa com fita vermelha, sal grosso, um galhinho de arruda, bater na madeira e dar uma alisada em nossa gata Joli—não inteiramente preta, quase—, me senti muito melhor. Nunca se sabe, não é?

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Como fiz referência ao episódio, o link Quem explodiu estas bombas, no Rio?  relembra o fato. Leia, mas nem de leve imagine que estou sugerindo uma ação militar por trás da voz das ruas. Nem eles seriam tão canalhas.

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Charge: Moleza – Superstição – Imagens aleatórias obtidas no Google / Ninho