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31 de outubro de 2013

NET ANUNCIA MUDANÇA DE CANAIS EM NOVEMBRO

*Atualização: 12 de novembro de 2013

Se você é assinante da Net, fique sabendo que a numeração dos canais pagos vai mudar, a partir do próximo dia 12 de novembro. O menu completo das mudanças está no site “Notícias da TV”, de Daniel Castro, no portal UOL.

As alterações visam melhorar a distribuição de canais, por similaridade. Assim, canais esportivos ficarão próximos uns dos outros. O mesmo vai acontecer com os canais dedicados ao público infantil, a filmes, shows, variedades e demais segmentos. Aparentemente, é uma boa medida. Muitas vezes, é necessário “percorrer” uma grande sequência de canais que alternam conteúdo variado, de um para o outro, até encontrar o que se procura. Claro que, hoje, é possível programar em sequência os canais que você mais assiste, mas é uma operação complicada para a maioria dos assinantes. Eu mesmo já tentei e desisti. É um tal de insere e apaga que vira uma grande confusão.

A medida entra em vigor, inicialmente, em algumas cidades da Grande São Paulo, mas a Net pretende implantar o novo esquema em todas as cidades da região metropolitana, até o fim do primeiro semestre de 2014.

*Na postagem original deste texto, dia 31 de outubro, manifestei uma dúvida sobre a implantação da medida, pois, para mim, não estava claro se as alterações seriam adotadas em todo o país ou apenas em São Paulo. A assessoria de imprensa da Net, atenta, me confirma que as mudanças se referem à Grande São Paulo.

Feito o esclarecimento, reforço o lembrete para que preste atenção durante o processo, pois, numa dessas, canais que fazem parte de seu pacote atual podem desaparecer, num piscar de olhos. Não seria a primeira vez. É comum o assinante contratar determinado pacote e, depois de algum tempo, haver alterações como trocas de canais e até cortes, sem aviso prévio.

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Para verificar como serão as mudanças, clique no link Confira a numeração dos canais pagos na nova grade da Net

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Fonte: http://noticiasdatv.uol.com.br -  Imagens: Logo NetEsportes - Programas InfantisCanais

VIVER DA VOZ, GANHAR FAMA E FORTUNA PODE NÃO PASSAR DE SONHO COMUM

Tenho uma conta na rede profissional “Linked in”, como milhões de pessoas no mundo inteiro. É mais uma das formas de estar acessível a qualquer momento. Através dessa rede, recebo dezenas de mensagens semanalmente. Desde pessoas querendo participar de nossa lista de contatos a artigos e comentários diversos.

Entre os artigos, acabo de receber a transcrição, do Inglês para o Português, de um post publicado originalmente por “John Lano”, locutor norte-americano não sindicalizado, que se mantém profissionalmente fazendo trabalhos de locução em home-studio. Essa é uma tendência cada vez mais comum, inclusive entre profissionais brasileiros. O desejo de atuar sem vínculos empregatícios, sendo o próprio “patrão”, ganhando bem, etc. (principalmente o etc.) move a grande maioria.

A realidade, porém, é muito parecida com a situação de quem acorda após uma noite de sono recheada de sonhos agradáveis: ao abrir os olhos, o que resta é mais um dia de muita luta e, com um pouco de sorte, algum sucesso. Os otimistas insistem, pois acreditam que os sonhos podem se repetir e, quem sabe, virarem realidade.  

A transcrição é da locutora, conhecida no rádio e de muitos que têm conta no “Linked in”, a brasileira “Linda Coelli”. Depois de viver fora do país durante alguns anos, hoje mora em Natal, Rio Grande do Norte. Além de Português, “Linda” fala Inglês e Alemão. Clique na aba “Sobre Mim”, no blog em que você irá, para saber mais sobre ela.

O post de “John Lano” é um esclarecimento, até bem humorado, a todos quantos imaginam que basta montar um home-studio, anunciar seu talento pela Internet e correr para o abraço.

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A tradução de “Linda Coelli” sobre o post “John Lano”, está no link 11 coisas que você não quer que sua mãe saiba sobre sua carreira de locutor freelancer

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Fonte: LinkedIn – Imagens: John Lano - Linda Coelli

30 de outubro de 2013

IGREJAS DISPUTAM MÍDIA. EM BRIGA DE CACHORRO GRANDE O QUE VALE É A BOCARRA

O que anda acontecendo em torno da competição entre igrejas para terem acesso à mídia é algo muito sério. A disputa merece atenta observação do governo e, particularmente, do Ministério Público. Em meio a denúncias de todos os tipos, inclusive de pedidos de falsos testemunhos de fé, o fato é que de olho no inesgotável filão dos dízimos, a luta por espaço na mídia, e por fiéis, está se tornando uma batalha sem pudores.

A propagação da palavra sagrada parece ter se resumido à captação do vil metal. Nessa luta, emissoras de televisão, disputadas por milhões de reais, são as armas que produzem efeito mais imediato.

A leitura dos links abaixo dá bem uma ideia ao leitor do que está acontecendo num setor em que a espiritualidade tem perdido, de lavada, para a materialidade. Obcecados, como que em transe permanente, os fiéis parece não se darem conta de que, para os líderes de certas igrejas, eles nada mais são do que o meio de subsistência de uma ambição sem limites.

O fanatismo religioso, pode produzir um estado de entorpecimento letal. Quando esse estágio é atingido, nada mais tem importância. No dia 18 do próximo mês, terão se passados 35 anos do suicídio coletivo de 900 fiéis, incentivados por Jim Jones, o pastor evangélico norte-americano que fundou uma comunidade espiritual na Guiana Francesa, palco da tragédia.

A repetição daquela barbárie é improvável, hoje, mas a vida familiar de muitos fiéis tem sido afetada diante de pregadores que não se satisfazem, nunca, com o sacrifício pessoal de seus seguidores. O verbo “doar” conjugado, preferencialmente no Imperativo, ecoa por templos cada vez mais gigantescos, pois quanto mais gente houver, maior o “caixa”. Reduzidos à condição de fonte de renda, muitos tiram da própria mesa para alimentar o apetite insaciável de tais líderes. Até quando?

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Para conquistar espaço, mentir não é pecado. Mesmo que seja para testemunhar falsos milagres. Em nome da fé? Veja no link Em carta, igreja evangélica pede que fiéis finjam cura para comprar rede de TV

Inimigas entre si, o objetivo comum de algumas igrejas é exterminar o “concorrente”. Na briga de cachorro grande, o que vale é o tamanho da bocarra. Veja o link Após acordo com Igreja Universal, CNT entra em antenas parabólicas

Se um ataca de um lado, o outro conta-ataca, rosnando alto para intimidar o adversário. No meio da confusão, fiéis estão sujeitos a mordidas cada vez maiores. Veja no link Igreja Mundial acerta com a Rede TV

Jim Jones, há 35 anos, conduziu 900 seguidores ao suicídio. O fanático não experimentou o veneno reservado aos fiéis, preferindo um tiro na cabeça. Relembre ou veja o que aconteceu em 1978, no link do programa “Fantástico”, O suicídio em massa dos membros da seita de Jim Jones Este link pode demorar um pouco mais para carregar, mas vale a pena esperar. Atualmente dedicado à vida pública Hélio Costa, na época, era repórter da Rede Globo.

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Imagens: Suicídio coletivo, na Guiana FrancesaBriga de cachorrosDisputa por fiéis

TRANSFERÊNCIA DO “AM” PARA O “FM” MOSTRA QUE EMPRESÁRIO CANTA BEM SEM VIOLA

Emissoras em AM alegam que terão “custo altíssimo” ao migrar para o FM. Daqui a pouco, as entidades representativas do setor vão iniciar campanha com o propósito de “sensibilizar o poder concedente para que abram generosas linhas de financiamento capazes de minimizar os encargos da transferência.”

Aspas e grifo acima são meus e a frase, hipotética, traduz uma provável reivindicação dos empresários da radiodifusão. Tempos atrás, quando começou o movimento para aproveitar o apagão analógico da TV e transferir o AM para as faixas que serão desocupadas, o primeiro ponto levantado foi a inexistência de aparelhos de rádio capazes de sintonizar tais frequências, diferentes do FM habitual.

Não demorou nada para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, anunciar que o governo concederia crédito ao consumidor para subsidiar a aquisição dos aparelhos. Ou seja, os empresários do AM, além de transferirem suas emissoras para o FM num passe de mágica, seriam beneficiados também na adaptação dos aparelhos sintonizadores, sem meter a mão no bolso. No comércio, o custo do negócio é ônus que recai sobre o empreendedor. O rádio achou um jeitinho de atribuir ao ouvinte essa competência. Moleza!

Agora, um novo pedido está saindo das entrelinhas e, brevemente, deverá chegar aos ouvidos atentos do Planalto. Já existe um movimento pregando o pensamento de que as emissoras de FM são mais valiosas que as de AM. Eu não concordo. Como exemplo, tente comprar a rádio Globo, a Jovem Pan, a Bandeirantes para ver o tamanho da fatura. Estou falando de São Paulo, mas em cada estado brasileiro há casos de AMs poderosíssimas que, nem de longe, valem menos que FMs. Pois é, mas alguém aventou a obrigatoriedade de um pagamento compensatório, do AM, antes de se instalar no FM. 

Não está claro para quem vai o dinheiro. Se para a TV que atualmente ocupa a frequência ou para o governo. O problema é que, de alguma forma, quem vai bancar essa despesa acabará sendo o contribuinte. Alguém imagina que o empresariado vai abdicar de mais esta facilidade? Ora, com as eleições batendo à porta, seria idiotice supor que o governo deixará de atender o setor de comunicação, que se diz à beira do desespero.

Logo, financiamentos de pai para filho, com carências de cinco a dez anos, serão disponibilizados pelo BNDES à radiodifusão, em nome da liberdade de expressão e coisa e tal.

Como? Você acha que o argumento da liberdade de expressão não se encaixa ao caso? Concordo, mas, hoje, tudo, neste país, parece estar resumido à questão. Para os empresários, se alguém —que não eles— pagar a conta, o que importa o resto?

Enquanto isso, a digitalização do rádio vai ficando para as calendas. É preciso reconhecer: essa turma canta bem sem viola.

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Veja a choradeira do setor, no link Migração do AM para FM não será nada fácil para os radiodifusores

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Fonte: http://www.bastidoresdoradio.com – Imagens:  Torres - Paulo BernardoCasa da Moeda - BNDES

29 de outubro de 2013

QUADRO SAI DA TELA E GANHA VIDA EM PLENO SHOPPING

Uma ação de marketing, bem bolada, pelo museu Rijksmuseum, de Amsterdam, na Holanda, me deixou alegre e pensativo. A questão cultural é, de fato, algo muito sério. O vídeo que você vai ver, abaixo, reproduz uma pintura célebre de Rembrandt, intitulada “Ronde de Nuit”, acima, datada de 1642. Para realizar a ação, a pintura foi encenada, ao vivo, nas dependências de um pequeno shopping, de modo a chamar a atenção das pessoas para a exposição do museu. Um ladrão de galinhas é perseguido pela ronda, após o roubo, até ser capturado. Os atores se empenharam no papel e toda a cena ganhou traços de realidade, afora o fato de que os personagens, vestidos como na época retratada pela pintura, estavam inteiramente deslocados no cenário conferido pelo shopping. Algo assim, no Brasil, particularmente em São Paulo ou no Rio de Janeiro, poderia ser motivo de muita confusão. Em São Paulo, por exemplo, ladrões não se intimidam em praticar assaltos a shopping centers em plena luz do dia. Durante a confusão, poderia haver algo sério, de consequências desagradáveis. As pessoas vivem assustadas. Claro que a administração e a segurança do estabelecimento comercial holandês sabiam o que iria acontecer, mas o público, como é possível observar nas imagens, foi colhido de surpresa. Isso deu ares mais realísticos ao evento, até o final, quando a moldura desce formatando, então, o quadro que a encenação reproduziu. Nota dez.

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Para ver em tela cheia, clique no logo do Youtube

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Fontes: Eunice Lamarca e Youtube – Imagem: Ronde de Nuit, de Rembrandt

TRABALHADORES E EMPRESÁRIOS DE COMUNICAÇÃO DESCONSIDERAM O PASSADO

Toda vez que falo sobre alguma coisa relacionada ao rádio de tempos atrás, sou chamado de saudosista. Rejeito o rótulo, porque não se trata disso. Considero obrigação dos mais velhos preservar a História e municiar os mais novos com informações sobre essa mídia tão importante. Muitos colegas de agora, desconhecem o passado do rádio e de profissionais pioneiros. O descaso não é privilégio dos trabalhadores do setor. É grande o número de empresários do ramo sem o menor cuidado com a preservação de registros sonoros (jornalísticos ou musicais), roteiros de programas ou equipamentos para mostrar a evolução do veículo. São poucas as empresas, em todo o Brasil, que dispõem de um centro de documentação dedicado à memória do rádio. Exatamente por isso, indico o artigo de Fernando Morgado para o site “Caros Ouvintes”. O texto claro e inteligente aponta o valor da História, tanto do ponto de vista documental quanto financeiro. Morgado faz uma advertência aos empresários do setor. Com inteira razão.

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Como falar, amanhã, de um passado que não tem registro? Veja no link Rádio: história é valor

Se você não se lembra do vídeo de Silvio Santos, mencionado no artigo, aproveite para ver. A imagem não é lá essas coisas, mas o que interessa, aqui, é o áudio.

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Fontes: http://www.carosouvintes.org.br/http://www.youtube.com / Imagem: Rádio

HISTÓRIAS DO RÁDIO: RECONHECER O TALENTO ALHEIO É BOA FORMA DE MELHORAR

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Um dia, o diretor de uma emissora de rádio em que trabalhei me chamou para conversar na sala dele. Assim que entrei, ouvi uma pergunta que misturava raiva e incredulidade: “Que negócio é esse de falar de outros profissionais e emissoras concorrentes durante seu programa? Não é a primeira vez… pare com isso. Você não vê que levantar a bola dos outros é o mesmo que jogar uma pá de cal em cima de sua carreira?”

Expus meu ponto de vista, inutilmente. Fui obrigado a parar com os comentários. Por uma feliz coincidência, fiquei mais um mês na emissora, recebi um convite e me transferi para outra rádio, com liberdade para dizer o que penso. Foi mera obra do acaso, mas aquele diretor, já falecido, nunca soube disso.

Afinal, o que me levou —e ainda me leva— a mencionar outros profissionais? A resposta é simples: respeito pelo bom trabalho deles, isenção na hora de opinar e honestidade em relação ao público. Seja ouvinte ou leitor.

Você que me acompanha neste blog sabe que costumo indicar a leitura de artigos que encontro pela rede. Escrevo algo justificando a indicação e aponto o link, tranquilamente. Faço isso com o maior prazer, sem nenhum receio de ser “trocado” pelo leitor. Ao contrário, as indicações até reforçam a confiança entre nós. Funcionam à semelhança de quando um amigo nos indica uma leitura e nós aceitamos a indicação, por afinidade.

Quando gosto de alguma coisa que vejo na rede faço questão de recomendar. Agir de outro jeito seria tolice, além de sonegar ao leitor a oportunidade de entrar em contato com boas informações e curiosidades. Cada artigo que recomendo funciona positivamente para mim. Reconhecer o talento alheio é uma boa forma de melhorar.

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Imagem: Transparente

28 de outubro de 2013

CÂNCER: NA VIDA REAL A EMOÇÃO PERDE PARA FICÇÃO

Reportagem publicada no site “adNEWS”, especializado em publicidade e propaganda mostra uma campanha publicitária sobre o câncer produzida pela Y&R peruana. Até aí, nada de mais. Campanhas com esse teor são comuns e rotineiras. O chocante é descobrir que estamos diante de uma realidade cruel: o câncer, na ficção, é mais rentável que na vida real.

heroinasPara não deixar dúvidas, a campanha é composta de três filmes publicitários, disponíveis no próprio site da “adNEWS”, em que isso fica muito claro. As pessoas tendem a se emocionar com filmes e novelas que abordam o assunto. Audiência de TV e bilheterias de cinema são fortemente beneficiadas com a exploração do tema. Os doentes levam às lagrimas multidões de pessoas, ansiosas por um final feliz. 

Atores e atrizes se consagram porque rasparam a cabeleira (ou porque resistiram à ideia) e se transformam em heróis e heroínas. Novelistas prorrogam a trama tanto quanto possível, para manter a audiência. De olho no faturamento, a direção comercial quer o público diante da TV até o final da novela.

Os telespectadores sofrem e se comovem com a ficção. O triste é que, na vida real, por falta de recursos, nem sempre pacientes com câncer vivem até o próximo capítulo.

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Veja os detalhes no link Câncer na ficção é mais rentável que na vida real, diz campanha

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Imagens: Quimioterapia - Carolina Dieckmann e Marina Ruy Barbosa (recorte)

HOMENAGEM PARA “OS MALDITOS”: ARANHA E WALTER FORAM DESTAQUES NO BRASILEIRÃO

Na rodada de fim de semana do Campeonato Brasileiro dois goleiros foram destaques, em Araraquara, São Paulo. No Santos, “Aranha” (Mário Lúcio Duarte Costa), 32 anos, mineiro de Pouso Alegre, nascido em 17 de novembro de 1980. No Corinthians, “Walter” (Walter Leandro Capeloza Artune), 25 anos, nascido em Jaú/SP, no dia 18 de novembro de 1987. Um dia depois do outro, em anos distintos. Ambos são de Escorpião, do último decanato. Astrologicamente, têm características semelhantes. Profissionalmente, ambos tiveram paciência para esperar a hora de brilhar.

O primeiro, se destacou na Ponte Preta, de Campinas/SP. Logo chamou a atenção pelo porte, 1,93 m, e pela elasticidade. Na enciclopédia livre Wikipédia, está escrito (…) “O apelido surgiu através de seu treinador Ailton Custódio, na época em que Aranha treinava numa escolinha de futebol em sua cidade natal, Pouso Alegre. Surgiu como uma referência ao goleiro soviético Lev Yashin, conhecido como Aranha Negra pela roupa que usava e por suas grandes defesas.”

Contratado pelo Atlético Mineiro, em 2009, “Aranha” não foi feliz no “Galo”. Em 2010, o Santos o chamou para ser reserva de Rafael Cabral, goleiro sorocabano, que chegou a ser convocado por Mano Menezes para a seleção brasileira. Em julho deste 2013, “Rafael” foi vendido para o Napoli, da Itália, e “Aranha”, finalmente, ocupou a meta santista. Desde então, o rendimento do atleta tem sido crescente.

“Walter”, 1,88 m, até pouco tempo, não era o reserva imediato de “Cássio”. Danilo Fernandes ocupava o posto. Um sistema de rodízio adotado por Tite entre os goleiros do Corinthians, levou o jauense ao banco de reservas na partida contra o Criciúma, de Santa Catarina, em que o titular saiu lesionado. Pura obra do acaso, embora o destino, quase sempre, lance mão de métodos tão surpreendentes quanto acertados. “Walter” foi bem e Tite o manteve no jogo contra o Grêmio, pela Copa do Brasil, em 23 de outubro. Tranquilo, seguro e em boa forma, apesar da falta de ritmo de jogo, teve boa atuação e ainda defendeu dois pênaltis. Um, com a ajuda da sorte. A bola bateu na trave e voltou para o goleiro. Sinal de que ali estava um predestinado. Afinal, todo bom goleiro tem, também, muita sorte. O Corinthians foi eliminado, mas “Walter” não pode pagar o pato por isso.

“Aranha” e “Walter” estão titulares do Santos e do Corinthians.

“Aranha” precisa se cuidar, fisicamente. O arqueiro santista, salvo meu engano, parece ter a tendência de engordar, um desastre para goleiros. Fora esse detalhe, o guarda-meta praiano é seguro e passa tranquilidade para o time.

“Walter”, que o acaso revelou para o torcedor brasileiro, talvez seja a melhor solução para o gol do timão. O grandalhão “Cássio”, além de se machucar com certa facilidade, depois demora para voltar ao ponto ideal.

Posição ingrata, é tida como “maldita”. Defensores da “maldição” lembram que no chão em que o goleiro pisa até a grama costuma ser rala ou não nascer.

Maldita ou não, o caso é que todo grande time deve começar com um grande goleiro. Veja o caso do Vasco da Gama/RJ —que não consegue encontrar um bom arqueiro depois da saída de Fernando Prass e tem passado maus momentos.  

É preciso enaltecer esse profissional, quando ele se destaca.

Rogério Ceni e Dida, dois quarentões, mostram que nem mesmo a idade é empecilho para o talento e brilham no São Paulo e no Grêmio.

Ceni talvez seja o melhor goleiro em atuação no futebol brasileiro, no momento.

Aos guarda-metas nossa homenagem, independentemente dos times que defendem.

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Imagens: Arena Fonte LuminosaAranha, do Santos FCWalter, do SC Corinthians PaulistaFernando PrassDida - Rogério Ceni

26 de outubro de 2013

RESSURGE BOATO DE QUE A RÁDIO RECORD MUDA A PROGRAMAÇÃO EM 2014

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A notícia não é nova, os rumores têm circulado, mas, de concreto, até agora, nada aconteceu. E nem creio que vá acontecer. Trata-se do comentário que circula no meio radiofônico, em São Paulo, capital, sobre a intenção da rádio Record mudar a programação em 2014. Ocupando a quinta colocação no Ibope, sem fazer força, o resultado está de bom tamanho. Diante dos cortes recentes de pessoal e investimentos na TV, carro-chefe do grupo de Edir Macedo, dificilmente a rádio Record vai colocar tal plano em ação. Além disso, ainda não foi absorvida pelo mercado, inclusive publicitário, a rasteira que a emissora passou nos ouvintes, nos anunciantes e nos funcionários, em agosto de 2011. De um dia para o outro, mandou todo mundo embora e desmontou uma estrutura de programação que começava a colher frutos. Em terreno pantanoso, a tendência de tudo é afundar. Uma pena.

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A notícia mais recente sobre a possível mudança foi publicada em 22 de outubro, pelo site “Bastidores do Rádio”, no link Rádio Record pode reformular programação para 2014

Veja no blog “Radioamantes” o noticiário relativo à demissão coletiva, de 2011, na rádio Record. No blog, você vai encontrar vários comentários daquela época e até um tuíte de Paulo Barbosa, também atingido pelo corte. Clique no link Rádio Record muda programação e vai apenas tocar música

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Fontes: http://www.bastidoresdoradio.com - http://radioamantes.wordpress.com / Imagem: logo

SALOMÃO ÉSPER COMEMORA MAIS UM ANIVERSÁRIO: PARABÉNS PARA NÓS

O primeiro espaço do dia, aqui no FG-News, é dedicado a um aniversariante especial, Salomão Ésper Salomão, do “Grupo Bandeirantes de Comunicação”. Mais de 50 anos na mesma empresa, ao longo de 84 anos de vida, comemorados neste dia, um sábado de sol em São Paulo, capital.

Costumo dizer que tive a honra, o prazer e o privilégio de trabalhar com alguns dos mais renomados, talentosos e competentes profissionais do rádio brasileiro. Com cada um deles, aprendi um pouco mais e, com base neles, procurei corresponder à confiança que me foi depositada ao receber alguma função no rádio. Embora me considere aluno aplicado nunca fui brilhante, sinal de que não devo ter absorvido bem os exemplos, mas ainda me esforço para melhorar. Até o “mau gênio”, que me atribuem, tem estado sob controle. Relaxem, adversários.

Não sei se você chegou a ler, mas já disse em algum post que em termos vocais, se fosse possível mixar alguns timbres, minha combinação ideal seria Jorge Helal, Guilherme Queiróz (onde anda?) e Mário Lima. Para mim, as vozes mais espetaculares que já ouvi. Características singulares, dentro de cada estilo: padrão, interpretativo e clássico.

No que diz respeito ao desempenho artístico, elejo um quarteto: Hélio Ribeiro, Ramos Calhelha, Nei Costa e Fiori Gigliotti sem demérito a qualquer outro que, porventura, você viesse a escolher. Nota-se, é claro, que minhas opções se relacionam a profissionais meus contemporâneos, o que descarta da lista os pioneiros do rádio e outros grandes nomes que não conheci, mas não ignoro.

Já no que diz respeito a padrões éticos, cívicos, morais, pessoais e profissionais minha escolha sempre será Salomão Ésper, Salomão Ésper e Salomão Ésper. Embora reconheça que existem outros amigos e colegas notáveis em suas áreas de atuação (a lista é longa), nenhum dele reúne, ao mesmo tempo, tantas virtudes em uma única pessoa, como Salomão.

Feliz aniversário, “monstro pré-histórico”, como diriam alguns, na tentativa pueril de dimensionar a grandeza e a experiência deste maravilhoso ser humano. Parabéns para nós!

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Imagem: Salomão Ésper

25 de outubro de 2013

SILVIO SANTOS NÃO É MAIS AQUELE. SBT NOTÍCIAS ESTÁ SE ARRASTANDO NO AR

Quem está habituado às reações de Silvio Santos, esta "letargia" parece muito estranha. O "peru que fala" está perdendo o jeito? SBT Notícias não decolou, como todos sabiam de antemão. A gente já comentou sobre o programa, aqui, em duas ou três ocasiões. Relembre a mais recente. Falar mais o quê? Talvez fosse bom dizer que Neila Medeiros tem potencial e à frente de outro telejornal poderia acontecer. Veja o índice de audiência do programa, ontem. O que Silvio está esperando? Vai queimar a menina e jogar fora?

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Clique no link “SBT Notícias” dá susto em Silvio Santos

Fonte: http://outrocanal.blogfolha.uol.com.br – Imagem: Neila Medeiros

REDES SOCIAIS VÃO OBRIGAR RÁDIO E TV A SEREM MAIS EFICIENTES

Reportagem da “adNEWS” mostra acordos comerciais voltados para a publicidade que vão determinar mudanças no jeito de ver TV e, até, de ouvir rádio. Pesquisas revelam que a audiência das redes sociais tem crescido, enquanto a da TV tradicional se mantém estagnada. No rádio, os índices despencam.

Quanto à TV, não é preciso muita imaginação para concluir que ela terá uma participação menor sobre as verbas publicitárias, mas, com inteligência, poderá se beneficiar das redes para alavancar a audiência de seus produtos.

Um estudo sobre comportamento mostra que 62% do público preferem escolher quando, onde e o que assistir, em vez de seguir a grade tradicional das TVs. Com o apoio dos dispositivos que operam sob a Interface de Programação de Aplicativos (conhecida pela sigla API, em Inglês), a audiência será maciçamente aumentada.

Desenvolvido pelo ConsumerLab, o estudo deixa a antevisão de que, em breve, determinados programas terão muito mais audiência na Web do que nas próprias emissoras de TV que os produziram e transmitiram originalmente. Para se ter uma ideia, basta saber que só os Estados Unidos consomem mais de 6 bilhões de horas/mês de conteúdo no Youtube, segundo pesquisa do Instituto Nielsen.

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Da mesma forma, penso que abre-se uma porta para o rádio. O internauta terá, via Google, Twitter, Youtube e outras redes sociais, uma grande e variada programação para ouvir ou assistir onde e quando quiser, mantendo o espírito de liberdade que a Internet confere ao usuário. A ideia só encontrará obstáculo se algum gênio impuser cobrança pelo acesso. A remuneração do sistema tem que sair da publicidade.

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Se a maior concentração da verba estará nas mãos deste ou aquele grupo é mero detalhe. O que atrai o interesse do usuário é o conteúdo. Vai daí, quem for mais eficiente ganha uma fatia maior do bolo.

Isso pode ferir os brios de certos manda-chuvas de algumas emissoras, habituados a ditar regras, mas o que interessa, mesmo, é o dinheiro. Eles vão entender e entrar no jogo rapidinho.

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Veja os detalhes desta informação no link Publicis, Youtube e o pesadelo da TV

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Fonte: http://adnews.com.br / Imagens: adNEWSAplicativos APIYoutubeViadeo - Yahoo! - Gráfico

24 de outubro de 2013

POBRE RÁDIO PAULISTA. MENTES OU ESTÁS EM MÃOS INCOMPETENTES?

“O rádio atravessa fase financeira dificílima, razão pela qual são necessários cortes no quadro de funcionários.” A frase, atribuída a diretores de emissoras de rádio de São Paulo, tem servido de escudo e razão para as mudanças que presenciamos no rádio. A perda de receita publicitária, segundo esses diretores, tem sido assustadora e justifica a redução da folha de pagamentos. Os maiores salários estão sendo reduzidos e, quando não existe acordo entre as partes, a demissão é a única saída. A coisa está feia…

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O parágrafo inicial tem, apenas, o objetivo de contextualizar o comentário a seguir. Senão, vejamos: faz alguns anos que os empresários têm se queixado da queda no faturamento comercial. Paralelamente e por causa disso, dizem, a adoção da transmissão de futebol off-tube (via televisão) se tornou obrigatória. Hoje, na maioria esmagadora das partidas, narradores e comentaristas ficam no estúdio da rádio e assistem à partida pela TV. Apenas os repórteres, mas nem sempre, vão ao estádio. Até a televisão faz isso.

Houve uma grande redução de custos operacionais que incluíam reserva de canais do satélite da Embratel, logística —transporte, estadia e alimentação da equipe, viaturas para conduzir os equipamentos até o local da partida— reserva de linhas telefônicas no estádio para a transmissão, técnicos para preparar as linhas, microfones, cabos, amplificadores, equalizadores e todo o aparato necessário para a transmissão. Acrescentem-se a isso as horas extras despendidas nessa operação, antes e depois dos jogos. E quando eram jogos noturnos o trabalho de desmontagem do “circo” se estendia até altas horas e obrigava o pagamento de adicional, após as 22 horas.

Tudo foi simplesmente cortado da planilha de custos. Mesmo assim, os empresários continuaram chorando as pitangas. Como uma coisa leva à outra, os cortes agora atingem funcionários de outros departamentos. E toma “passaralho”. E rolam cabeças.

A modernização tecnológica tem permitido instalações reduzidas e equipes cada vez menores. “Enxutas”, afirmam os responsáveis, com aquele risinho safado, irônico e característico dos calhordas que tentam justificar o injustificável. E veja que falamos apenas do futebol. Em todos os demais departamentos de qualquer emissora de rádio houve assustadora redução de pessoal. Com o advento da Internet, com tudo à mão, os empresários deitaram e rolaram. Agora, por ironia, a Internet está tirando o sono deles. Mas há pontos inconsistentes na história patronal.

Agora, ao ler uma notícia no site Tudo Rádio, sobre o programa que o canal por assinatura Sportv produziu recentemente, em homenagem aos grandes narradores do rádio, vi uma informação que contradiz, por completo, a cantilena carpideira do rádio paulista.

Vá ao link apontado a seguir e veja. Alguém está mentindo. Ou, pior, a direção paulista de emissoras de rádio é incompetente. Caso você não tenha assistido ao programa a que me referi, aproveite e veja-o também. Ele está disponível na página do Sportv em que você vai chegar. Deixe, lá, um comentário sobre o erro grosseiro cometido pelo programa; o deslize foi divulgado nas redes sociais, mas permanece errado.

pedros_trocados Aos dois minutos e 55 segundos, do vídeo, ao falar de Pedro Luiz (em alusão ao saudoso Pedro Luiz Paolielli, narrador que fez notável carreira no rádio) a produção do Sportv pisa na bola e exibe a foto de Pedro Luiz Ronco, apresentador da Band FM paulistana. Este Pedro, nosso amigo, está vivo, graças a Deus, e faz um programa recheado de bom humor, entre seis e nove horas da manhã, com muito sucesso.

Quem sabe, depois de seu comentário a empresa providencie a correção, vergonhosa para uma emissora do grupo Globo. Clique em Companheiro do torcedor, rádio tem crescimento recorde de publicidade

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Fonte: http://tudoradio.com - http://sportv.globo.com / Imagens: Off-tube (reprodução de fotograma de vídeo, aos 21 segundos)- Repórteres - GráficoPedro Luiz Paoliello e Pedro Luiz Ronco

“CAROS OUVINTES” DESCORTINA O LADO TECNOLÓGICO DO RÁDIO

A interessados em rádio recomendo um post de Severo Antunes, no site catarinense “Caros Ouvintes”. Em nota de rodapé, a gente lê que Antunes além de “radialista, jornalista e pesquisador é também Mestre em Administração e professor universitário para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Há 15 anos se dedica à pesquisa do rádio e da televisão em Santa Catarina e há 10 anos é o editor do site do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.”

Pela qualidade do material publicado costumeiramente no site, “Caros Ouvintes” é um dos endereços da web que visito com regularidade. Recém reformatado, passa por alguns problemas que, aos poucos, vão sendo solucionados. O novo visual é moderno e funcional, pois não exige muito tempo para nos adaptarmos inteiramente ao mecanismo de navegação.

O post recomendado aborda aspectos técnicos do rádio incluindo o AM, o FM e o rádio Web. Durante entrevista de 15 minutos aproximados, Severo Antunes conversa com o engenheiro Paulo Cortez, conhecido como Billy, com mais de 40 anos de atividades no setor. Além de esclarecedora, a entrevista serve, também, para que empresários interessados no tema e que desejem obter mais informações, aproveitem a experiência de Cortez. A possibilidade está aberta, inclusive, para operadores de rádios comunitárias. No post de “Caros Ouvintes” você encontra os contatos para falar com o profissional.

Agora, clique no link a seguir e vislumbre O lado tecnológico do rádio. A entrevista está no player que você encontra no topo do post. 

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Fonte: http://www.carosouvintes.org.br -  Imagem: Mixer

23 de outubro de 2013

O BALANÇO GERAL, DA TV, NASCEU NO RÁDIO

 A TV nasceu do rádio, como todos sabem. Com a ajuda da imagem, não demorou para engatinhar, dar os primeiros passos, viver a infância, a adolescência, a juventude, moldar a personalidade e atingir a fase em que se encontra. A tecnologia permitiu a criação de novos equipamentos de captação, transmissão, e recepção dando ao veículo a agilidade que sobrava e ainda sobra no rádio. Apesar de a TV, hoje, entrar ao vivo das ruas cobrindo acidentes, manifestações, ocorrências policiais e qualquer coisa, com o apoio de helicópteros e motolinks, ainda perde em velocidade para o rádio que só precisa de um celular e uma voz para contar o que está acontecendo. A TV gasta mais tempo, embora já esteja rápida o suficiente para deixar de merecer as antigas críticas quanto à lentidão operacional que a caracterizava. Parabólicas, satélites, a alta definição e as operadoras de canais por assinatura se encarregaram de levar à casa do telespectador um produto espetacular, com imagem e som de alta qualidade. Até pouco mais de uma década atrás pensava-se que a TV era imbatível. A Internet mudou essa história. Em futuro breve, rádio, TV e Internet estarão interligados a serviço da educação, cultura, cidadania, informação, lazer, entretenimento e muito mais.

Eu estava metido nesta divagação quando vi uma postagem do site Bastidores do Rádio sobre o programa “Balanço Geral”, da Rede Record. O programa foi lançado, primeiro, pela rádio Record e teve como apresentador o colega Sérgio Cursino. Ele chegou a me convidar para o programa. Na época, 2005, eu estava na Transamérica, onde apresentava um jornal matutino. Porém, quando Sérgio Cursino estreou na rádio Record, na hora do almoço, eu havia começado a cobrir um período de férias na Transamérica Hits, no horário do “Balanço Geral”. Não pude atender ao convite do Sérgio. Perdi a oportunidade de conhecer pessoalmente o colega, mas até hoje trocamos uma palavrinha através das redes sociais.

Depois de mostrar o caminho, cumprindo a eterna vocação do rádio, o programa foi descontinuado. No mesmo ano de 2005 estreou na TV, pela Record Minas. Hoje, cada praça (mas nem todas) tem sua versão. Em São Paulo, o “Balanço Geral” começou em 2007, com o polêmico Geraldo Luís. Sérgio Cursino, apresenta a edição do programa voltada ao Vale do Paraíba, criada em 2012, com grande sucesso.

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 A informação do Bastidores do Rádio está no link Programa "Balanço Geral" da TV Record começou no rádio

Geraldo Luís, depois de idas e vindas que incluíram tentativas de deslanchar uma carreira em nível nacional, hoje está de volta à versão paulista do “Balanço”.

No ar, tenta manter um comportamento que ele chama de “descontraído”, mas há controvérsias, como você pode ver no link Geraldo Luís diz que câmera tem “cara de vendedor de quindim”; profissional se diz ofendido

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Fontes: http://www.bastidoresdoradio.com – Marcos Vinicius Gomes: http://rd1.ig.com.br/ / Imagens: Sérgio Cursino – Geraldo Luís

22 de outubro de 2013

SÃO PAULO, A CIDADE QUE NÃO PODE PARAR, ESTÁ NO LIMITE

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“São Paulo, a cidade que não pode parar”. O slogan, conhecido em todo o país e no mundo, data de um pouco antes de 1954, quando a cidade, originada do colégio fundado por jesuítas, comemorou o IV Centenário. Ainda hoje São Paulo gera riquezas dia e noite. Uma multidão se reveza 24 horas para não deixar a peteca cair e manter a tradição, mas o crescimento da capital paulista já não é o mesmo dos anos dourados. A descentralização industrial levou para o interior do estado e outras cidades brasileiras grande parte da pujança que ditava o ritmo de vida do paulistano. O perfil da indústria foi cedendo contorno para a prestação de serviços e negócios o que, hoje, coloca a cidade no rol dos grandes centros mundiais de comércio e um dos maiores da América Latina nas duas categorias.

A população estimada pelo IBGE para 2013 é de 11.821.873 pessoas que se locomovem através de uma área total de 1.522,986 km² utilizando-se de motocicletas, automóveis, caminhões, ônibus, trens e metrô. A mobilidade urbana é tema dos mais importantes, pois o trânsito de São Paulo nunca esteve tão à beira do caos como agora. Especialistas debatem e buscam alternativas para sair do sufoco. O transporte individual, de bicicleta, é apontado como boa solução tanto para evitar o estresse como para condicionar o físico e melhorar a saúde. Mas ainda não há ciclofaixas e ciclovias suficientes a ponto de atrair a simpatia da população.

O futuro depende de muitos fatores, que demandam grandes investimentos pelo poder público. Depois de privilegiar, por décadas, os veículos automotores hoje são esses veículos o maior transtorno para a cidade. Problema sem solução a médio prazo, sequer, pois não há opções razoáveis capazes de fazer o público que usa o transporte individual mudar para o transporte de massa. Ônibus, trens da CPTM—Companhia Paulista de Trens Metropolitanos e o Metrô deveriam responder pelo deslocamento rápido, seguro e econômico da população, mas estamos muito longe de alcançar um estágio razoável no setor.

Em quase 40 anos de existência o Metrô tem menos de 80 quilômetros de trilhos, túneis e trechos elevados. A demanda superlota as composições em horários de pico, fazendo com que o Metrô de São Paulo seja dos que apresentam uma das maiores concentrações de passageiros por m² em todo o mundo. Em 2011 chegou a incríveis dez passageiros apertados no espaço de um metro quadrado. A entrada em funcionamento de novas estações e pequenos trechos de linhas de interligação aliviou muito pouco essa concentração. Somada aos constantes problemas técnicos e operacionais—como apagões de energia, panes, desgaste de material e descarrilamentos está claro que falta muito a ser feito nessa área.  

Situação mais dramática está reservada aos usuários dos trens da CPTM, vindos de vários municípios da grande São Paulo. Além dos problemas semelhantes aos do Metrô, muitas vezes os passageiros são obrigados a caminhar sobre trilhos, por causa das panes.

Para piorar, enfrentam o alto grau de criminalidade, comércio ilegal e assédio sexual no interior dos vagões apinhados. E se tudo isso não bastasse, os atos de violência praticados pelos seguranças das estações, vivem se transformando em manchetes policiais no dia a dia.

Os consórcios de transporte urbano, por ônibus, são mais fontes de problemas que de soluções. Do lado empresarial, as queixas são de baixa remuneração. Para o passageiro sobram tarifas elevadas, itinerários ridículos, intervalos absurdos entre um ônibus e outro, superlotação, péssima conservação da frota, piora das condições de trabalho e de salários do quadro funcional que transformam o setor em dor de cabeça constante para a administração pública.

Incapaz de oferecer uma solução técnica inteligente, o prefeito Fernando Haddad optou pela saída mais fácil, rápida e barata: pintar faixas de ônibus pela cidade. Todo dia há novos trechos pintados. Cada faixa estrangula o fluxo de carros particulares, utilitários, vans, veículos urbanos de carga, táxis em busca de passageiros, além do batalhão de motoboys e donos de moto particulares brigando por um espaço que, se já não existia, agora desapareceu de vez.

Ufanando-se da “ideia maravilhosa” de pintar o chão, o prefeito determinou a aplicação de milhares de multas mensais aos infratores produzindo dinheiro extra para os cofres municipais. Aparentemente, é o que conta. Falando nisso, ninguém sabe ao certo o tamanho da conta que a indústria da multa é capaz de gerar.

Tanta tinta gasta nas ruas e avenidas tem consequências. A começar pelo óbvio aumento da poluição do ar. Motores funcionando por muito mais tempo do que deveriam, lançam toneladas extras de poluentes na atmosfera, todos os dias, aumentando o risco da população contrair doenças, especialmente respiratórias. Outro problema tem sido a criação de gargalos que impedem a fluidez do trânsito pesado da cidade. Diante desse “efeito colateral” o prefeito não tem hesitado em diminuir a velocidade nas principais artérias e vias de ligação da cidade. Nos locais onde se tentava trafegar a 70 km por hora (fora dos horários de pico), a velocidade vem sendo reduzida para 60, 50 e até 40. Não dá para “andar mais” porque o trânsito está ficando cada vez mais amarrado, o dia inteiro.

Acredito que o próximo desafio de Fernando Haddad será demonstrar, na prática, que o antigo slogan da cidade nunca esteve tão ultrapassado. São Paulo, não demora muito, vai parar. Nunca, antes, na história deste país, progresso deixou de significar avanço para se consolidar como retrocesso. O privilégio só podia ser do trapalhão-mor do PT. Saudações.

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Trafegando com maior dificuldade, o motorista, em São Paulo, se desloca mais lentamente pela cidade. Veja no link, Velocidade na Avenida Paulista cairá para 50 km/h até novembro

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Fontes: http://www.cidades.ibge.gov.br - http://www.estadao.com.br / Imagens: IV Centenário - Ciclista no trânsito - CPTMPonto de ônibus - Gargalo

21 de outubro de 2013

POLÊMICA: AO REGISTRAR A CRIANÇA A MÃE PODE APONTAR O PAI MESMO SEM PROVA

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, aprovou projeto do deputado Rubens Bueno (PPS-PR),que permite à mãe ir sozinha ao Cartório e registrar a criança, apontando o nome do pai mesmo sem a comprovação do teste de DNA. A indicação de paternidade poderá ser feita, pela mãe, sem provas documentais (certidão de casamento) ou testemunhais. Se o pai indicado não aceitar tal condição, poderá recorrer judicialmente, mas, até o anúncio da sentença, poderá ser obrigado a arcar com pensão alimentícia e outros custos decorrentes da maternidade. Se não houver pedido de revisão, o projeto vai direto à sanção presidencial.

Como não poderia deixar de ser, o assunto é polêmico e divide opiniões. Os dois links abaixo conduzem, o primeiro, à notícia da aprovação do projeto e, o segundo, a uma pesquisa entre leitores do jornal “Correio Braziliense” que se manifestaram sobre o assunto. E você, o que pensa?

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Veja a aprovação do projeto na CCJ, clicando no link Projeto autoriza mãe a registrar sozinha o nascimento de filho

A rejeição ao projeto é grande. Veja no link Enquete revela que 86% dos leitores são contra mãe registrar filho sozinha

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Fontes: http://www.correiobraziliense.com.br  / Imagens: Rubens Bueno - Enquete 

UNIVERSAL QUER DESBANCAR MUNDIAL. NA TELA DA TV, POR ENQUANTO, SÓ PEDIDOS DE AJUDA MATERIAL

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A notícia está em alguns portais informativos e circula na base do boca a boca, como se fosse fogo em rastilho de pólvora: “A partir desta segunda-feira (21), a Igreja Mundial deixará de ser parceira e principal programa das madrugadas da Band e de 21 horas diárias do canal 21, que pertence ao grupo Band. Devido a atrasos no pagamento mensal pela cessão do canal (aluguel), a Band decidiu romper com a Mundial e fechar com a Universal de Edir Macedo.”

O trecho acima faz parte de notícia veiculada pelo portal UOL. Ao ler a informação, exatamente às 15h56, liguei a TV e sintonizei no canal 21, da Band, que em São Paulo é retransmitido pelo canal 24 da Net, que assino. Negativo, na tela estavam cinco ou sei pastores engravatados, da Igreja Mundial. Um deles, segurava um copo de água e convidava os fiéis para a oração que seria realizada, a seguir. Antes, o pastor líder, de gravata vermelha, falando com sotaque nordestino arrastado, fez uma saudação ao povo de Campina Grande/PB, e ao pastor daquela localidade, observando “vamos trabalhar pastor, vamos trabalhar, senão…” A frase não chegou a ser concluída. Alguém, à direita daquele que segurava o copo, sussurrou algo e a advertência virou elogio, na hora. “Ah, o pastor de Campina Grande é homem trabalhador. Então, vamos rezar…”

Em seguida, entrou outro pastor e passou a pedir doações de 100 reais que deveriam ser depositados em uma conta no Banco do Brasil. O apelo deixava claro que se destinava ao pagamento da dívida com o canal “Não podemos sair do ar. Temos que continuar a obra de Deus”. Para mim, é o indício mais claro da “ameaça” da Universal, mas terminou aí. Tudo seguiu normalmente no púlpito eletrônico da Igreja Mundial, de Valdemiro Santiago. Os pedidos de dinheiro continuaram a pleno vapor. Afinal, a vida continua. Indiferente a tudo, o Ministério das Comunicações não se pronuncia. Afinal, tanto faz se o autor do pedido de ajuda financeira é da Igreja Mundial ou de outra denominação. O que interessa, de fato, é que 2014 está logo aí e teremos eleições presidenciais.

Na TV, o desfile de milagres. O mesmo pastor que pediu ajuda para não interromper a obra missionária, agora lidera um culto em que os fiéis testemunham curas milagrosas. AVC, paralisia, câncer… Depois de aproximadamente 30 minutos assistindo à programação religiosa eu já tinha visto o suficiente e não precisava mais ficar diante da TV. Voltei para o computador e registrei o que vi e ouvi. Tudo me pareceu absolutamente normal. Por enquanto, quem dá as cartas no canal 21, da Band, é a Igreja Mundial.

A sequência será a de sempre. Já sei de cor e salteado. Outro pastor, com a mesma característica vocal dos demais (voz rouca e raspada) vem falar “das obras do Senhor”. Depois da demonstração do poder divino, inclusive milagres, a cantilena voltará a ser direcionada para a “bondade daqueles que puderem doar 100 reais”. Ou qualquer importância, “desde que seja de coração”.

Aleluia!

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Este é um dos vários links que estão na Internet, falando sobre o assunto. Quem informa é o colunista especializado em TV, Ricardo Feltrin. Veja no link Universal derruba e tira Igreja Mundial da Band e do canal 21

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* Você já entrou para a turma dos amigos da rede? Aproveite e junte-se a nós, ao lado

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Fonte: http://celebridades.uol.com.br / Imagem: Edir Macedo x Valdemiro Santiago

SOMANDO PARA MULTIPLICAR: EDEMAR ANNUSECK, UM CRAQUE DO MICROFONE ESPORTIVO

Para começar a semana, destaco a postagem do blog “Radioamantes”, de Rodney Brocanelli e Marcos Lauro, sobre o colega e amigo Edemar Annuseck. Locutor esportivo dos bons, Edemar, o “Alemão” como muitos o chamam, tem uma carreira longa e brilhante. O material sonoro que você vai encontrar dura cerca de uma hora e vinte e cinco minutos. Trata-se de história pura. Se você trabalha em casa, no computador (ou se a “chefia” não se importar), deixe o depoimento rodando e vá fazendo o que é preciso fazer. Edemar Annuseck, além de um profissional exemplar, é pessoa do bem.

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Como diz Rodney Brocanelli, autor da postagem original, o áudio é “um depoimento de coração aberto”. Vale a pena ouvir o que Edemar Annuseck tem a dizer.

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* Você já entrou para a turma dos amigos da rede? Aproveite e junte-se a nós, ao lado

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Fonte: http://radioamantes.wordpress.com / Imagem: Edemar Annuseck