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28 de outubro de 2013

CÂNCER: NA VIDA REAL A EMOÇÃO PERDE PARA FICÇÃO

Reportagem publicada no site “adNEWS”, especializado em publicidade e propaganda mostra uma campanha publicitária sobre o câncer produzida pela Y&R peruana. Até aí, nada de mais. Campanhas com esse teor são comuns e rotineiras. O chocante é descobrir que estamos diante de uma realidade cruel: o câncer, na ficção, é mais rentável que na vida real.

heroinasPara não deixar dúvidas, a campanha é composta de três filmes publicitários, disponíveis no próprio site da “adNEWS”, em que isso fica muito claro. As pessoas tendem a se emocionar com filmes e novelas que abordam o assunto. Audiência de TV e bilheterias de cinema são fortemente beneficiadas com a exploração do tema. Os doentes levam às lagrimas multidões de pessoas, ansiosas por um final feliz. 

Atores e atrizes se consagram porque rasparam a cabeleira (ou porque resistiram à ideia) e se transformam em heróis e heroínas. Novelistas prorrogam a trama tanto quanto possível, para manter a audiência. De olho no faturamento, a direção comercial quer o público diante da TV até o final da novela.

Os telespectadores sofrem e se comovem com a ficção. O triste é que, na vida real, por falta de recursos, nem sempre pacientes com câncer vivem até o próximo capítulo.

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Veja os detalhes no link Câncer na ficção é mais rentável que na vida real, diz campanha

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Imagens: Quimioterapia - Carolina Dieckmann e Marina Ruy Barbosa (recorte)