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28 de outubro de 2013

HOMENAGEM PARA “OS MALDITOS”: ARANHA E WALTER FORAM DESTAQUES NO BRASILEIRÃO

Na rodada de fim de semana do Campeonato Brasileiro dois goleiros foram destaques, em Araraquara, São Paulo. No Santos, “Aranha” (Mário Lúcio Duarte Costa), 32 anos, mineiro de Pouso Alegre, nascido em 17 de novembro de 1980. No Corinthians, “Walter” (Walter Leandro Capeloza Artune), 25 anos, nascido em Jaú/SP, no dia 18 de novembro de 1987. Um dia depois do outro, em anos distintos. Ambos são de Escorpião, do último decanato. Astrologicamente, têm características semelhantes. Profissionalmente, ambos tiveram paciência para esperar a hora de brilhar.

O primeiro, se destacou na Ponte Preta, de Campinas/SP. Logo chamou a atenção pelo porte, 1,93 m, e pela elasticidade. Na enciclopédia livre Wikipédia, está escrito (…) “O apelido surgiu através de seu treinador Ailton Custódio, na época em que Aranha treinava numa escolinha de futebol em sua cidade natal, Pouso Alegre. Surgiu como uma referência ao goleiro soviético Lev Yashin, conhecido como Aranha Negra pela roupa que usava e por suas grandes defesas.”

Contratado pelo Atlético Mineiro, em 2009, “Aranha” não foi feliz no “Galo”. Em 2010, o Santos o chamou para ser reserva de Rafael Cabral, goleiro sorocabano, que chegou a ser convocado por Mano Menezes para a seleção brasileira. Em julho deste 2013, “Rafael” foi vendido para o Napoli, da Itália, e “Aranha”, finalmente, ocupou a meta santista. Desde então, o rendimento do atleta tem sido crescente.

“Walter”, 1,88 m, até pouco tempo, não era o reserva imediato de “Cássio”. Danilo Fernandes ocupava o posto. Um sistema de rodízio adotado por Tite entre os goleiros do Corinthians, levou o jauense ao banco de reservas na partida contra o Criciúma, de Santa Catarina, em que o titular saiu lesionado. Pura obra do acaso, embora o destino, quase sempre, lance mão de métodos tão surpreendentes quanto acertados. “Walter” foi bem e Tite o manteve no jogo contra o Grêmio, pela Copa do Brasil, em 23 de outubro. Tranquilo, seguro e em boa forma, apesar da falta de ritmo de jogo, teve boa atuação e ainda defendeu dois pênaltis. Um, com a ajuda da sorte. A bola bateu na trave e voltou para o goleiro. Sinal de que ali estava um predestinado. Afinal, todo bom goleiro tem, também, muita sorte. O Corinthians foi eliminado, mas “Walter” não pode pagar o pato por isso.

“Aranha” e “Walter” estão titulares do Santos e do Corinthians.

“Aranha” precisa se cuidar, fisicamente. O arqueiro santista, salvo meu engano, parece ter a tendência de engordar, um desastre para goleiros. Fora esse detalhe, o guarda-meta praiano é seguro e passa tranquilidade para o time.

“Walter”, que o acaso revelou para o torcedor brasileiro, talvez seja a melhor solução para o gol do timão. O grandalhão “Cássio”, além de se machucar com certa facilidade, depois demora para voltar ao ponto ideal.

Posição ingrata, é tida como “maldita”. Defensores da “maldição” lembram que no chão em que o goleiro pisa até a grama costuma ser rala ou não nascer.

Maldita ou não, o caso é que todo grande time deve começar com um grande goleiro. Veja o caso do Vasco da Gama/RJ —que não consegue encontrar um bom arqueiro depois da saída de Fernando Prass e tem passado maus momentos.  

É preciso enaltecer esse profissional, quando ele se destaca.

Rogério Ceni e Dida, dois quarentões, mostram que nem mesmo a idade é empecilho para o talento e brilham no São Paulo e no Grêmio.

Ceni talvez seja o melhor goleiro em atuação no futebol brasileiro, no momento.

Aos guarda-metas nossa homenagem, independentemente dos times que defendem.

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Imagens: Arena Fonte LuminosaAranha, do Santos FCWalter, do SC Corinthians PaulistaFernando PrassDida - Rogério Ceni