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8 de outubro de 2013

MÍDIA JOR DISCUTE JORNALISMO E COLOCA EM PERSPECTIVA O FUTURO DA PROFISSÃO

Promovido pela revista “Imprensa”, está se desenrolando em São Paulo, capital, o “2º Seminário Mídia Jor”, idealizado para discutir o exercício jornalístico e o futuro da profissão. Nesse panorama, ganham importância as novas tecnologias. A troca de informações entre profissionais do setor é um bom instrumento para apurar o nível atual de eficiência e o caminho a seguir.

O “2º Mídia Jor” termina amanhã, dia 9. Aberto a profissionais de redações, editores e diretores de jornalismo, assessores de imprensa e estudantes de comunicação social, utiliza dois modelos de participação e apresentação. Um deles, é denominado Grandes entrevistas com notáveis “do jornalismo global apresentando ao vivo suas ideias e experiências”.

O outro modelo, recebe o nome de Diálogos, destinado à participação de “jornalistas brasileiros e estrangeiros, que se configuram como uma troca de experiências e impressões sobre o estado da arte da imprensa e o futuro da profissão e do jornalismo diante das novas tecnologias e dos desafios geopolíticos”, segundo a promotora do evento.

Na abertura, ontem, dia 7, o modelo Diálogos reuniu Rosana Jatobá, Rita Lisauskas e Marcos Cripa. Detalhando, Rosana (ex-garota do tempo na TV Globo) é apresentadora da rádio Globo AM e do canal pago NetGeo, do grupo Fox; Rita deixou a TV aberta para ser âncora do jornal Terra TV, na Internet; Cripa foi diretor de jornalismo do SBT e é professor da PUC-SP.

Sem querer ser dono da verdade ou crítico contumaz, ressalto que existe uma certa desinformação e até uma pontinha de soberba quando se fala das tais multiplataformas tecnológicas. Não sei se por necessidade de afirmar a própria competência ou por medo de serem descobertos em algum tipo de limitação, muitos colegas têm se vangloriado de se adaptarem com facilidade às novas mídias, como se sugerissem que aqueles que não o fizeram são ultrapassados.

Indo diretamente ao ponto, Marcos Cripa foi preciso ao lembrar que “equipamentos tecnológicos não adiantam para quem não tem capacidade. Jornalismo se faz com o cérebro e a vontade, não com a tecnologia". E arrematou com uma observação tão simples quanto verdadeira, em relação à tendência atual: “trabalhar em diversas plataformas e receber o salário de uma não vale a pena”.

Com a palavra o mercado.

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A seguir, dois links para você saber mais do 2º Seminário Mídia Jor. O primeiro, é da própria revista Imprensa. Rita Lisauskas, Rosana Jatobá e Marcos Cripa discutem novas oportunidades no mercado

O segundo, leva ao site Cheni no Campo. Abrangendo também o jornalismo esportivo, o texto de Juliana Vaz dá uma ideia mais ampla do que se discute atualmente na profissão. Clique aqui

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Imagens: Mídia JorRosana JatobáRita LisauskasMarcos Cripa