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6 de outubro de 2013

O RÁDIO NÃO PODE PERDER, DE NOVO, A OPORTUNIDADE DE MELHORAR O MUNDO

Hélio Ribeiro morreu há 13 anos, em São Paulo/SP, depois de um período hospitalizado. Era seis de outubro, uma sexta-feira, do ano 2000. Tinha 65 anos, apenas. Escreveu parte da história do rádio e se transformou em lenda, contada com carinho e admiração. Talentoso e visionário, dotado de forte personalidade, Hélio Ribeiro parecia viver em constante ebulição de ideias e opiniões. Uma delas, foi levada ao ar pelo programa “O Poder da Mensagem”, há muitos anos. Não há um registro confiável sobre a data em que isso ocorreu, razão pela qual não me atrevo a dizer o nome da emissora que a transmitiu originalmente. Na verdade, isso não importa. Importante é notar a preocupação de Hélio Ribeiro com o veículo rádio. Lembrando a televisão e “os computadores”—mas ainda não se referindo à Internet diretamente—este comentário de Hélio Ribeiro sinalizava para a esperança de redenção do veículo. Esperança de quem sempre acreditou na força do rádio como agente transformador da sociedade. O futuro do rádio, hoje, repousa na dúvida irrelevante, e até infantil, sobre o formato que o veículo terá daqui alguns anos. Sem conteúdo, qualquer formato vai representar, de novo, “uma oportunidade perdida para melhorar o mundo.”

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Agora, ouça a mensagem. Este é um dos poucos arquivos de áudio que conservam, razoavelmente, a qualidade vocal do espetacular e inigualável Hélio Ribeiro.