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14 de novembro de 2013

ANA PAULA OLIVEIRA ME FEZ “INCORPORAR” JOEL SANTANA

Honestamente, às vezes, só mesmo partindo para a gozação, no bom e conhecido estilo de Joel Santana.

No dia 11 passado, estive no lançamento do livro de Milton Neves, “o jornalista esportivo mais polêmico do Brasil”, como ele mesmo se intitula. Entrei na fila do gargarejo, puxei cerca de 50 minutos (pareceram muitos mais) ziguezagueando naqueles balaústres com fitas que “organizam” filas e, pacientemente, aguardei minha vez. Como era natural, entre uma folheada e outra, do livro, batia os olhos, também, nas pessoas presentes à noite de autógrafos. Havia muita gente em circulação. Portanto, parado na fila, não faltava o que olhar.

Numa dessas, vi Ana Paula Oliveira sendo entrevistada pelo repórter-humorista —ou seria o contrário?— Felipe Andreoli, do CQC, atração da Band. Ela estava simplesmente arrasadora, sob a luz da câmera. Impossível não notar. Eu e mais dezenas de pessoas que, aglomeradas, também acompanhavam a entrevista. Assim, fechei o livro e fiquei espiando, de longe, no meio da fila serpenteante, o visual da entrevistada. Aquela, era a primeira vez que eu me deparava com Ana Paula, “ao vivo”. E pensava “aonde ela foi parar?”, pois fazia algum tempo que não a via.

Se não estou enganado, a última vez foi na festa de despedida do goleiro Marcos, do Palmeiras, jogo transmitido pela TV. Ana Paula Oliveira foi “escalada” para aquela partida. As aspas, naturalmente, são brincalhonas, pois alguém me disse, na fila, que Ana Paula Oliveira não pertence mais aos quadros oficiais de arbitragem e não poderia ser escalada. Acredito que tenha sido escolhida pelo próprio Marcos para o jogo-despedida.

Acabou a entrevista, Ana Paula desapareceu e continuei a ler trechos do livro e ver as fotos que o ilustram. Chegou minha vez, Milton Neves autografou meu exemplar. Depois, André Rosemberg —o jornalista que escreveu, de fato, a biografia— também assinou e me afastei da mesa de autógrafos. Não sem antes, derrubar uma taça de champanhe que alguém deixou na beira da mesa. Ao pegar o livro de volta, das mãos de André, bati na taça e escutei o barulho dela se espatifando no chão. Fiquei mais um pouco no ambiente, conversei com algumas pessoas e fui embora.

No dia seguinte, véspera do jogo Vitória X Cruzeiro, ao digitar no Google algo sobre a partida, um dos links apontou a TV Alterosa, de Belo Horizonte, Minas Gerais. Cliquei e dei de cara com Ana Paula Oliveira. Eu não sabia que ela estava por lá. Em seguida, localizei o site oficial, o Twitter e o Facebook de Ana Paula.

site_ana_paula

No Twitter, cliquei para me tornar mais um dos quase 19 mil seguidores que ela tem. Para minha surpresa, algum tempo depois, recebi uma mensagem, provavelmente automática, indicando que ela passava também a me seguir.

Eu contei tudo isso para dizer o seguinte: o pessoal do Twitter tenta organizar grupos por afinidades pessoais, profissionais e artísticas ou de pessoas interessadas na mesma área e mesmos assuntos. Este é o ponto. Acabo de receber do Twitter uma sugestão que, me fez dar uma boa gargalhada. Você vai concordar comigo, certamente. Veja a reprodução, abaixo:

twitter_para_mim

Depois de ler a mensagem, não pude deixar de me lembrar de Joel Santana e, “incorporado” tasquei um sonoro: “Pô, you tá de brinqueichon uite me, cara?”

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Onde encontrar Ana Paula Oliveira: TV Alterosa - SiteTwitterFacebook / Imagens: Capa livro - Trio de arbitragem - Capa site Ana Paula – Montagem com elementos próprios do Twitter - Joel Santana -