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28 de fevereiro de 2014

SUPREMO ANTECIPA CINZAS E TIRA A FANTASIA ANTES DO CARNAVAL COMEÇAR

Hoje, sexta-feira, 28 de fevereiro, toda a mídia faz referência à decisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal de inocentar os mensaleiros da acusação de quadrilheiros.

ministro_barroso A perspectiva já vinha se delineando a partir da assunção dos ministros Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso, indicados pela presidente Dilma Rousseff. A suspeita de favorecimento não é minha, apenas, pois está, unanimemente, manifestada às claras, sem destemor, por diversos veículos. Os mais  “prudentes” (que alguns classificam com adjetivos menos nobres) preferiram camuflar a impressão nas entrelinhas. No geral, a maioria esmagadora dos jornalistas e formadores de opinião, em todo o país, compartilha da mesma opinião: inocentar os mensaleiros da acusação de formação de quadrilha corresponde a conceder a cada um deles permissão para “deitar e rolar”, doravante, em total desrespeito à nação e suas instituições.

Tudo isto, às vésperas do Carnaval. As passarelas do samba, pródigas em críticas político-sociais, não deverão registrar o descontentamento popular, por absoluta falta de tempo. Foram surpreendidas, praticamente na concentração, em pleno aquecimento dos tamborins. Porém, duvido que o cidadão brasileiro, mesmo que compareça à avenida para assistir àquele que é considerado o “maior espetáculo da Terra”, não esteja tentado a manifestar veemente repúdio à atitude do Supremo Tribunal Federal, instância jurídica maior do país.

barbosa_tarde_triste O Supremo rasgou a fantasia por antecipação e, atribuindo-se o papel de Rei Momo, deu o grito para a folia, daqui para a frente. O próprio presidente da entidade, ministro Joaquim Barbosa, foi sucinto e direto ao falar da tristeza que sentia pela decisão dos colegas.

Este Carnaval, definitivamente, entra para a História por uma particularidade inusitada: os ministros do Supremo, que absolveram os mensaleiros, tiraram a fantasia antes da quarta-feira de cinzas. Aliás, antes mesmo de o Carnaval começar.

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Presidente do Supremo não titubeou. Clique no link: “Joaquim Barbosa: Esta é uma tarde triste para este STF” – Fonte: Coluna do Ricardo Setti – Site de Veja

Imagens: CarnavalLuís BarrosoJoaquim Barbosa

 

27 de fevereiro de 2014

INTÉRPRETES DO FUNK, QUEM DIRIA, LEVANTAM A BANDEIRA DO CARNAVAL

funkeiros Eis que chega mais um Carnaval. Como há anos não surge um sucesso novo para ser cantado nesta época, o reinado de Momo evoca músicas consagradas pelo povo e que voltam a ser executadas, pelo menos nos salões. No rádio, esse tipo de música perdeu espaço. Pelo menos há dez, quinze anos, não ouço mais nada do gênero nas emissoras musicais. Há pouco tempo, li em algum portal que Anitta e Naldo, entre outros, iam gravar um CD resgatando sucessos do Carnaval do passado. Curioso para saber se gravaram, “dei um Google” e no primeiro link que encontrei, vi a foto da capa do CD, já lançado pela Som Livre. Veja. Funkeiros e MCs, não sambistas, chamaram para si a tarefa de reviver sucessos carnavalescos. Repare na relação de músicas. Nenhuma nova, porém a iniciativa dos artistas que participam do projeto merece nosso aplauso. Será que o rádio vai tocar; está tocando? Clique sobre a foto da capa e veja as informações sobre o lançamento.

O Carnaval já não é mais o mesmo. Não quero entrar em polêmica do tipo “era melhor antes” ou “é melhor agora”. Bobagem. A mudança, porém, é indisfarçável. Seja como for, as pessoas ainda tentam fazer com que “a alegria, a descontração e a felicidade” sejam a tônica dos dias de folia. As recomendações tradicionais, repetidas no Brasil, de Norte a Sul, na prática, assumem o papel de mera formalidade. No fundo, as pessoas que curtem o Carnaval querem mais é aproveitar. Afinal, tudo vai se acabar na quarta-feira de cinzas. Para “compensar” haja exagero. Faz parte.

Nas estradas, nos terminais rodoviários, ferroviários (em algumas regiões do Brasil, né?) e aeroportos a movimentação será intensa na ida e na volta, seja qual for o seu destino. Quando eu ainda apresentava programas populares, no rádio, costumava lembrar aos motoristas que “o melhor de toda boa viagem é ir e voltar em segurança”. Achei que não custava custa repetir a frase, aqui no blog.

Não quero parecer, nem ser, o careta de plantão. Cada qual sabe o que pode, o que deve e o que é melhor não fazer, mas este é um departamento exclusivamente seu. Eu é que não me meto nisso. Portanto, divirta-se! Bom Carnaval!

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Atarefados com os preparativos do samba na avenida, carnavalescos dão espaço para que astros do funk levantem o pavilhão da folia na passarela de Momo. Veja no link “Anitta, Naldo e Valesca Popozuda gravam marchinhas de carnaval para disco” – Fonte: Portal Pop LIne

Imagens: Anitta e Naldo / Valesca Popozuda / Capa do CD (reprodução) / Carnaval 

26 de fevereiro de 2014

LER MAL RESULTA EM FALAR MAL. LOCUTORES E APRESENTADORES NEM DESCONFIAM DISSO

Faz algum tempo que um detalhe no rádio e na televisão tem me incomodado. No início, pensei que fosse implicância minha, mas, para não ser injusto, comecei a prestar atenção. Não é implicância, não: locutores e apresentadores de rádio e televisão estão ficando, a cada dia, piores na leitura. Parágrafos, pontos, vírgulas, dois pontos, apostos, parênteses, evocativos, interrogações e toda sinalização que determina o ritmo e a fluência de um texto estão sendo simplesmente ignorados. Tudo isso, sem falar na cantilena irritante de quem lê mal, tem desafiado a paciência do ouvinte e do telespectador. (Obrigado, Ivo Bueno Ferraz, pelo alerta quanto ao erro de concordância na frase sobre a sinalização do texto, já corrigido)

Leitura é uma arte que se desenvolve… lendo. Deve ser esta a razão para a nova maneira de ler da geração atual de profissionais de comunicação. Hoje, não é preciso ter boa voz nem dicção perfeita para assumir o microfone. Qualquer pessoa, literalmente, pode exercer a função de locutor. Não digo isto por ressentimento, apenas relato a realidade. É fato indiscutível e ponto.

Com o aumento, rápido, desordenado e até ilegal de emissoras—as rádios piratas—houve a necessidade imediata e crescente de mão de obra especializada, inexistente no mercado. A solução foi criar a mentalidade de que não é preciso “falar bem” para ser locutor. Decretou-se, então, a “naturalidade” como padrão desejável. Por naturalidade, pode-se entender tudo. Já ouvi, inclusive, locutores de língua presa. Roucos, afônicos, gagos e que tais nem dá para contar. Se alguém criticar o absurdo, lá vem a justificativa: “queremos gente com voz e jeito de gente. Nosso objetivo é a naturalidade.”

Contra essa mentalidade, não existe argumento. Qualquer dislalia vocal (mesmo as sérias) é logo catalogada como “natural da pessoa” e a crítica profissional assume ares de discriminação; censura à liberdade de expressão, entende? Uma inversão de valores sem sentido.

Dessa forma, instalou-se o “liberou geral” e os locutores de ofício foram perdendo espaço nos veículos de comunicação. A tática resultou na imediata redução de salário dos novatos e uma substancial economia no custo operacional das emissoras. No fundo, essa é a parte que mais interessa aos empresários do setor. O público teve que se adaptar aos novos tempos. Muitas pessoas foram, elas mesmas, experimentar “a sorte na latinha” (ou seja, foram tentadas a buscar emprego como “locutores”). Como o diferencial sempre é o talento e quem vai pagar o salário delas é o empregador, nada contra. Com a ressalva acima, sobre o achatamento salarial da categoria.

Ocorre que, atualmente, está ficando insuportável ouvir certos desempenhos vocais de gente despreparada (homens e mulheres) que, sequer, imagina o que seja boa leitura. É um tal de passar direto pela pontuação, “que vou te contar…” Esse despreparo não é privilégio de “paraquedistas”, pessoas sem aptidão, que buscam o novo nicho de mercado que a “naturalidade” ensejou. Tem acontecido com gente que cursou jornalismo ou fez curso profissionalizante, para obter o DRT de radialista.

Veja um exemplo, mínimo, durante um telejornal matutino. Use a imaginação, claro:

Apresentador diz “São oito horas a avenida Paulista tem trânsito congestionado a repórter ‘fulana’ está acompanhando muita confusão conta pra gente…”

Assim mesmo, sem pausa sequer para respirar. Não se sabe se a frase afirma, sugere ou pergunta. Tudo é dito em tom monocórdio, desprovido de inflexão, sem variação de tonalidade e outros detalhes que fazem a “melodia” da fala. E atenção, pois melodia não é a “cantilena” a que já me referi. Também é comum a “derrapada”, quando quem está lendo sai da “pista” (erra o texto). A maioria nem se dá ao trabalho de corrigir para tornar, pelo menos, inteligível o que acabou de ser dito.

Antes de você imaginar que pôr no ar gente desqualificada para a função seja uma tendência de pequenas emissoras, saiba que o “fenômeno” tem se reproduzido rapidamente em veículos da chamada grande mídia.

Escrever, ler e falar são atividades distintas embora, aparentemente, façam parte do mesmo pacote. É raro encontrarmos quem escreva, leia e fale bem simultaneamente. Respeitar e adequar as virtudes profissionais é dever do empregador sério, comprometido com a atividade-fim da empresa. É o mínimo de respeito, também, que se deve ao público.

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Imagens: Ao microfone / Demanda / A “latinha” / Trânsito na Paulista

 

25 de fevereiro de 2014

ADIDAS: GOVERNO BRASILEIRO RECRIMINA CAMISETAS SÓ PARA MANTER APARÊNCIAS

Quantas vezes você já viu pessoas levantando publicamente bandeiras éticas, morais, políticas e sociais—entre outras—, mas, na vida privada, comportam-se de maneira inversa ao modelo politicamente correto? A prática, aliás, tem se disseminado em progressão geométrica, com a ajuda das redes sociais. Já reparou, não é? Nas redes, todo mundo é bonzinho, educado, inteligente e mais uma série de virtudes que nos levam a crer que o ambiente virtual é o melhor dos mundos. Infelizmente, na maioria das vezes, são apenas aparências. Muitas pessoas adotam tal comportamento por acreditarem que um bom discurso social tem mais valor que a conduta real, em sociedade. A velha máxima “faça o que digo, não o que faço” é particularmente adotada por governos e políticos, uns após outros. O exercício do mandato é muito diferente daquilo que pregaram durante as campanhas, como sabemos, criando situações absurdas demonstradas  por sucessivos e intermináveis casos de corrupção e malversação de verbas públicas.

adidas_sexual Por isso, achei curiosa—e demagógica—a atitude do Ministério do Turismo ao criticar a fabricante de agasalhos e produtos esportivos Adidas que lançou camisetas alusivas à Copa do Mundo com mensagens consideradas, pelo governo brasileiro, de forte conotação sexual e, portanto, inadequadas. Elas incentivariam o turismo sexual que, de fato, deve ser combatido.

O que me chama a atenção é que , na prática, vemos em todo o país o mais absurdo e lamentável estado de exploração sexual a que são submetidas as camadas mais pobres da população.

Os casos se sucedem e vão do lenocínio envolvendo mulheres maiores de idade e menores, passando pela venda deplorável de crianças para fins sexuais. Histórias terríveis são publicadas pela mídia e a cada novo episódio, surgem promessas de campanhas de conscientização e ações rigorosas de combate a um dos mais abomináveis traços da miséria humana, a prostituição como forma de renda. Ou seja, o discurso é bonito (e necessário, sim), mas, na maioria das vezes, fica limitado à retórica vergonhosa de quem valoriza as aparências em detrimento das atitudes.

Eu gostaria de ver mais ação e menos oportunismo oficial. O Ministério do Turismo encontrou nas camisetas da Adidas um bom motivo para se promover e, às vésperas do Carnaval, botar o bloco na rua. E depois, como vai ser?

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Clique no link “Camiseta da Adidas sobre o Brasil revolta a Embratur” - Fonte: http://www.adnews.com.br /

Imagens: Charge de AlpinoCamisetas Adidas / Exploração sexual /

24 de fevereiro de 2014

A LINGUIÇA DE FÁTIMA BERNARDES E O BIFÃO DO REI. A CARNE É FRACA, MAS A PROPAGANDA…

A propaganda é a alma do negócio. E a propaganda brasileira é das mais badaladas do mundo. É verdade que antes da parabólica nossos criativos eram mais geniais. Depois da Internet, então, digamos que a criatividade de alguns profissionais do setor passou a ser menos farta, mas essa é outra questão. Plágios e “climatizações” à parte, o fato é que a propaganda está, definitivamente, incorporada à vida das pessoas. O consumismo—alimentado, aliás, pela propaganda—é responsável, hoje, pelo impensável comportamento das pessoas, ontem, que esperam os intervalos comerciais na TV, com o mesmo interesse com que veem os capítulos das novelas. Afinal, as pessoas descoladas precisam saber o tempo todo o que está na moda, na onda, no gosto de cada um, entende?

Falando em gosto, dois exemplos de propagada protagonizada por nomes conhecidos do público brasileiro: Fátima Bernardes, ex-apresentadora do Jornal Nacional, e Roberto Carlos, o eterno “rei” do iê-iê-iê. Fátima, por força da antiga função, era proibida de estrelar campanhas publicitárias, em defesa da credibilidade jornalística. Liberada para o “Encontro”, teve passe-livre para ingressar no fascinante (e lucrativo) mundo da propaganda.

O primeiro filme estrelado por Fátima Bernardes, foi para falar dos produtos Seara. Linguiça, salsicha, presunto, pizza, lasanha e por aí afora. Tudo isso, devidamente temperado por um cachê de cinco milhões de reais. Se Fátima, antes, por dever de ofício, não podia se empapuçar, agora segurem a mulher. Não se admire se, em breve, ela pintar na telinha de novo, de novo e de novo, demonstrando um apetite cada vez mais voraz. Com um “cardápio” desses, até eu. Até você. Qualquer um de nós, não é mesmo? Não, não falo da salsicha, do presunto, da pizza, não. O “cardápio”, no caso, são os milhões.

Roberto Carlos, ator enrustido e vegetariano explícito e convicto, após mais de três décadas de abstinência de carne vermelha não resistiu e, em rede nacional, mostrou ao Brasil inteiro que o negócio dele, agora, é carne. Vermelha, bem vermelha. E, como no caso de Fátima, temperada por suculentos reais. Não quero menosprezar a ninguém, pois sempre gostei da mulher de Willian Bonner (como profissional, claro), mas não há como compará-la, em nível de fama e popularidade, a Roberto. Dito isto, de quanto teria sido o cachê do “rei”? Se “bom cabrito não berra”, como dizem, você acha que o cantor iria desafinar e falar de cifrões? Por outro lado, a contratante de “sua majestade” também não abre a boca para falar de dinheiro. Afinal, não é de hoje que pesa sobre ela a suspeita de ser uma das maiores “lavanderias” do país, conhecida, também, pela generosidade ao doar verbas a políticos. Há outros detalhes no falatório todo que circula sobre a tal Friboi. Por exemplo, dizem que há um filho de um ex-presidente envolvido no negócio. Um rapaz genial, cujo grande mérito é ganhar dinheiro feito água. Porém, não quero estragar a festa de Roberto Carlos nem o apetite de quem, acreditando na palavra do “rei”, não vê a hora de degustar um suculento bifão.

Até porque, tudo o que falam desse frigorífico é um assunto indigesto para se discutir à mesa. No entanto, o Ministério Público Federal bem que podia ver se no mugido da boiada tem algum fundo de verdade. Enquanto isso, a propaganda vai continuar usando o “berrante” para anunciar aos quatros ventos que carne boa é da Friboi. Bom apetite!

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Fontes: “Fátima Bernardes vende linguiça e pizza em estreia na propaganda” – Notícias da TV

O diz-que-diz corre o país de boca em boca e está na rede. Por exemplo, no link “Tuma Junior denuncia escândalo BNDES/Friboi e diz que é a maior lavanderia da América Latina” – Blog do Ney Lopes. (é interessante, mas quase não se acha referência ao fato na grande mídia)

DICAS QUE PODEM SALVAR O SEU DIA NAS TAREFAS DE CASA

Vida de dona de casa não é fácil. Além das tarefas diárias com a administração da casa, o que inclui fazer milagres com o orçamento sempre apertado, ela tem que se virar para resolver alguns problemas que tumultuam ainda mais o “reinado” da rainha do lar. Ela precisa estar preparada para enfrentar as situações e dar conta de cada uma. As donas de casa que também são mães, essas, têm um grau de dificuldade ainda maior, pois, como se sabe, os filhos exigem uma grande dose de atenção e dedicação, principalmente quando ainda são pequenos. É tanta coisa para fazer que, sem ajuda, é quase impossível executar as tarefas rotineiras do lar.

Quando a renda familiar permite, o braço direito da dona de casa é a empregada doméstica. Com a valorização crescente dessa profissional no mercado de trabalho, agora regulamentado, não é todo mundo que pode contratar uma mensalista. O recurso, então, é recorrer às diaristas, mas o “luxo” exige a estratégia de atribuir à empregada, quase sempre, a faxina semanal. Ou seja, o dia a dia continua sendo um desafio para quem cuida da casa. Existem truques que podem amenizar o grau de dificuldade na execução das tarefas. São dicas, às vezes passadas de mães para filhas, que visam solucionar pequenos contratempos imprevistos, mas que fazem parte do cotidiano.

Recebi um e-mail com mais de 250 dicas que podem ajudar, na hora do sufoco. O que fazer para tirar manchas de todo tipo; como conservar melhor certos alimentos; como comprar os melhores produtos em feiras-livres e supermercados, como afugentar formigas; como conservar o queijo fresco; como uma pitada de sal pode acabar com a umidade em armários de roupa, enfim, é tanta coisa que só vendo mesmo. A lista segue abaixo: todos os links que abri (cerca de 50) conduzem ao site da doutora Shirley de Campos que, na seção “Dicas da Dra. Shirley”, dá conselhos úteis para a dona de casa. Certas dicas se desdobram em vários itens.

Hoje, com o crescimento do número de pessoas que vivem sozinhas, a utilidade desses conselhos se estende para além do horizonte da dona de casa e servem à legião de homens e mulheres que também enfrentam o “bicho-papão” representado pela administração de casa.

Então, mãos à obra. Quem sabe se na relação a seguir não está a solução para aquele problema doméstico que você pensava ser impossível resolver? A relação, como eu disse acima, é longa e tem circulado na web pelo mundo inteiro. Algumas dicas são conhecidas, mas outras foram criadas pela necessidade da vida moderna e podem “cair do céu” para você. Faça bom proveito.

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Retire os odores desagradáveis da geladeira
Pão deliciosamente crocante
Óleos em papéis: como retira-los
Perfumando suas salas
Retire o mau cheiro das garrafas térmicas
Retire manchas de banha, manteiga, graxa e cera
Retire o cheiro de cigarros dos cinzeiros
Retire manchas de canetas
Para remover manchas de ferro de passar no tecidos
Retire as manchas de água em móveis:
Tire manchas de mel
Para retirar as manchas de vinho tinto de tapetes
Como retirar o bolor...
Faça a limpeza de flores artificiais
Retire manchas de café
Retire as manchas de graxa
Retire as manchas de cera
Desengordure seus tapetes
Retire manchas de mofo de tecidos
Limpe o assoalho para absorver o pó e infestações
Retire o mau cheiro das mãos
Limpe os seus aquários
Retire manchas de mofo dos tecidos
Retire tinta de caneta esferográfica...
Para esterilizar seus vidros
Sanitários limpos e brilhantes
Suas rosas vão durar muito mais...
Ferrugem em utensílios domésticos
Para que o queijo não endureça...
Dica sobre o açúcar em calda
Conserve a farinha
Manchas em livros
Chiclete no cabelo
Como controlar os mosquitos e moscas de sua casa
Otimize o detergente
Afugentando as formigas
Ao encerar o assoalho...
Limpando os sapatos de camurça
Retire manchas de ferrugem
Manchas de tinta de caneta esferográfica
Preparando frutos do mar
Derretimento de chocolate no Microondas
Derretimento de chocolate em Banho-Maria
Como identificar o legítimo bacalhau
Dicas para preparar um bacalhau
Não deixe seu bolo quebrar
Dicas de combate ao desperdício de alimentos
Para retirar a humidade de armários
Para retirar o mau cheiro de carros
Limpe seu microondas
Como limpar panelas queimadas
Quem congela o bacalhau sempre tem
Para o açúcar não empedrar
Para se obter muito mais caldo do limão
Para retirar o excesso de gordura dos alimentos
Tire o hálito de cebola ou de alho
Para retirar o cheiro de frituras da casa
Talheres brilhando....
Para conservar suas flores por mais tempo
Para tirar o sal do bacalhau rapidamente
Tire manchas de iodo
Arroz bem solto
Conserve a farinha ...
Água de batatas cozidas para talheres
Deixe os panos de pratos bem branquinhos
Tire o cheiro de peixe de suas mãos
Retire o forte cheiro de alho e cebola de suas mãos
Frigideiras que não grudam
O que fazer com as Sobras
Para evitar as formigas no açúcar
Como aproveitar melhor o tempo de uma consulta médica
Para cozinhar em invólucros de papel de alumínio
Batata frita crocante
Faça seu próprio amaciante
Faça seu próprio limpa-vidros
Conservando o leite fresco por mais tempo
Para que as batatas e maçãs não escureçam
Para que a alface fique verdinha
Para tirar o cheiro da geladeira
Como tirar as espinhas de uma truta
Para o odor nas axilas
Tratando o odor das axilas
Como comprar um bom palmito
Quantidade ideal de alimentos consumidos em um evento
Gaiolas de pássaros mau cheirosas
O que fazer com as Pulgas
Despertador de cão
Folhas de tomate contra mosquitos
Para matar as baratas
Afugentando as moscas
Para espantar moscas e mosquitos
Matando as baratas
Limpe os móveis de vime
Sofá de couro branco: limpeza
Manchas de cigarro nos dedos: como retirar
Manchas em sapato claros e camurças
Para tirar manchas de gordura dos tapetes
Para tirar manchas de água dos móveis
Conservando seus sofás
A Banana na sua dieta
Omelete no ponto
Omeletes leves
Café requentado e saboroso
Aves assadas e tenras
Omelete lisa e com muito gosto
Retirando o chiclete do cabelo
Couve-flor sem cheiro
Limão com mais sumo
Ovos frescos e velhos
Cerefólio
Escolher o peixe mais fresco
Lasanha macia
Fazendo um Café delicioso
Dica sobre o Alho
Nunca congele!
Limpando seu microondas
Amaciando o polvo com Coca-Cola
Para tirar o cheiro da geladeira
Retire Manchas de camurça.
Tire mofo de roupas e acessórios em couro
Dicas para uma Boa Alimentação
Dicas para a sua Festa de Réveillon
Fazendo a ceia de fim de ano
Cabelos oleosos
Prepare a casa para o Natal
Embrulhos - Um toque especial no Natal
Mesa de Natal como decorá-la
Dicas de como economizar água
Acabando com as formigas
Arroz bem soltinho
Tirando o cheiro de tinta e vernizes de locais pintados
Mantendo a couve bem verdinha
Coxinhas de galinhas bem sequinhas
Limpe seu microondas de modo bem simples
Geladeira sem cheiros
Suor nos pés
Caldo de abacaxi para amolecer o coxão duro
Conserve suas meias de nylon
Vapor restaura vassouras velhas
Procedimentos de Segurança para o uso do Gás Natural Veicular (GNV)
Cinto de segurança para cachorros
Equipamentos para o cocktail
Tudo sobre como retirar o cheiro de alho
Azeite - Aprenda a escolher
Congelando Peixes e Frutos do Mar
Cortes na Cozinha Japonesa
Refrigerantes abertos
Como guardar gemas
Para que o ovo não estoure durante o cozimento
Para saber se os ovos estão estragados
Aproveitar maionese talhada
O que fazer com a comida salgada
Como fazer um Souflé que não "murcha"
Alimentos a evitar na depressão
Saiba o que fazer se há enchentes
Dicas para o bem vestir
Cuidados ao comprar medicamentos
Seguro de carro sem ter dor de cabeça
Retirando Manchas de mofo
Manchas de maquilhagem
Mofo e manchas
Mancha de Tinta em Tecido
Mancha de tinta no couro
Mancha de tinta no cristal
Mancha de tinta na madeira encerada
Manchas de tinta no mármore
Manchas de tinta no nylon
Mancha de tinta nos tapetes
Mancha de tinta de pintar
Alfinetes afiados
Faca enferrujada
Dando brilho em aço inox
Como Check-ups Podem Salvar Sua Vida
Assar Carne com Gordura
Como cortar bem a carne
Evite espetar a carne com garfo
Como selar a carne
Reconhecendo a Cor da Carne à vácuo
Como se dá a Maturação da carne
Preparando Charque e carne de sol
Como usar o sal na carne
Carne para quem não pode comer sal
Reconhecendo a Carne inspecionada
O que é a "Carne quente"
O que é carne de vitelo
Como preparar carne adequadamente
Diminuindo os resíduos de agro tóxicos em sua alimentação
Limpando a máquina de lavar
Manchas de limão na pele
Lavando Roupas Escuras
Passando bem suas roupas
Chá para o mal hálito
Cheiro de Alho ou Cebola na Boca
Mau Cheiro em Garrafa Térmica
Lavando as roupas delicadas
Tirando as marcas das bainhas
Não perca o botão de sua roupa
Quando você mancha a roupa na lavagem
Vinco perfeito
Manchas em porcelanas
Banheiras amareladas, o que fazer?
Quando o chuveiro entope
Tirando as manchas dos vasos sanitários
Limpando os Cromados
Manchas de canetas esferográficas
Removendo manchas deixadas pelo ferro de passar
Manchas de Iodo nas roupas
Retirando o cheiro de mofo
Como tirar as manchas de óleo das roupas
Retirando manchas de suor dos tecidos
Fazendo um doce de pêssego
Sal na cozinha
Como retirar mancha de ovo
Limpando os aquários
Turbinando o detergente
Limpe bem seus óculos
Cheiro ruim na geladeira
Limpando as manchas de óleo dos papéis
Deixe suas pias bem branquinhas
Deixe seus sapatos como novos
Tire o cheiro dos cinzeiros
Mancha de vinho nos tapetes
Deixando os vidros um brilho só!
Cleópatra
Tirando as olheiras
Para as mãos húmidas
Rachadura do seio na amamentação
Atente ao rótulo quando comprar água engarrafada
Alimentos: como consumi-los com segurança no verão
Planos privados de assistência à saúde - guia prático de orientação ao consumidor
O que é preciso saber sobre carnes, aves e pescados
O jovem e o consumo nos momentos de lazer
Alimentação Saudável
Como limpar e desinfetar as caixas de água domiciliares
Dicas de tratamento para o piolho capilar
Dicas para diminuir suas cólicas menstruais
Doação de órgãos para transplante
Animais Domésticos - Posse responsável
Postura no uso do computador
Crianças comem e bebem quase tudo
Como prevenir incêndios
Como usar o hidrante num incêndio
Como ajudar o corpo de bombeiros
Azeite como escolher o melhor
Evite que o creme de leite talhe na comida
Dicas para compras em supermercados
Dicas para preparação das refeições
Sal no castiçal
Suco de limão em vez de leite para tirar manchas
Desodorizantes caseiros sem produtos químicos
O zíper emperrou?
Para a roupa não escorregar do cabide
Costurando os botões com fio dental
Para ralar melhor o queijo mole
Canela contra os mosquitos indesejáveis
Manteiga nos pés para retirar piche
Pasta de dente para limpar objetos de prata
Areia na tinta como antiderrapante
Use Tábuas de madeiras para a pia
Limão com cravo-da-índia contra os mosquitos
Recomendações Para A Higiene Dos Manipuladores de Alimentos
Dicas básicas para o preparo dos suflês
Dicas para comprar os brinquedos da criança
Abacate
Açúcar
Alho
Arroz
Bacon
Temperos Na Sua Cozinha
Dicas sobre o Sal
Dicas Para A Polenta
Dicas Para O Peixe
Dicas Para O Seu Pão
Quando Você Encontrar Uma Pessoa Com Deficiência
Receita para Picada de Mosquito
Receita para Queimadura de Sol
Comprando e armazenando ovos
Cuidados ao comprar a carne do dia-a-dia
Cheiro a alho nas mãos
Dobrando guardanapos
Como escolher carne de porco?
Utilize o leite para alimentar as suas plantas
Como escolher as laranjas com mais suco?
Eliminar manchas de ferrugem na roupa
Armários sem humidade
Como não chorar ao descascar cebola
Para uma Milanesa mais crocante
Porque Não Se Deve ReCongelar Um Alimento
Convivendo Com Animais
Verificando os preços pela Internet

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Fonte: Eduardo Abud, jornalista / Imagens: Dona-de-casa / “Donos-de-casa

21 de fevereiro de 2014

O RÁDIO MODERNO FALA COM ELE MESMO. QUEM AGUENTA? SOCORRO, ZANCOPÉ SIMÕES

O que é preciso para que um programa de rádio obtenha sucesso? A pergunta, simples, exige um verdadeiro quebra-cabeças para encontrar a resposta. E, invariavelmente, não se consegue chegar a bom resultado. Se não fosse assim, todo programa faria sucesso. Aliás, a fórmula do sucesso não existe. O que existe, isto sim, é uma série de normas e procedimentos que podem contribuir para o êxito de qualquer empreendimento, inclusive um programa de rádio. Mesmo assim, nada é garantido.

Como toda teoria na prática é outra, parece que certos diretores de emissoras não acreditam na premissa acima e acham que qualquer coisa oferecida ao ouvinte vai emplacar. Para eles, o que interessa é “quanto a coisa vai render em propaganda”. Muitas vezes, quando descobrem o engano, é tarde. O ouvinte já migrou para outro prefixo, em busca daquilo que deseja ouvir ou que o satisfaça.

Nesta sexta-feira, dei uma passada geral nas emissoras de AM e algumas de FM. Confesso que, na condição de ouvinte, fiquei desanimado. As rádios mais populares cumprem bem seu papel de entretenimento, mas do ponto de vista informativo são uma lástima. Dirão alguns que não é função dessas emissoras informar. A tarefa compete às rádios hard news, tipo CBN e BandNews, além de Bandeirantes, Pan e Estadão, por exemplo, emissoras de São Paulo, capital, de onde escrevo. Eu não penso dessa forma, porém reconheço que sou voz solitária na imensidão do deserto. Para mim, tanto as rádios populares precisam ter um bom jornalismo como as rádios jornalísticas precisam saber “falar” com sua audiência.

No segmento popular, considero um desrespeito ao ouvinte o raciocínio de que “o povo é burro e não quer saber de informação”. No segmento jornalístico, é presunçoso e arrogante o comportamento predominante baseado na hipótese de que “ouve notícia quem não está a fim de se distrair”. Ambos os pensamentos estão baseados em formulações equivocadas, mas a segunda interpretação é mais danosa para a emissora. Ela agride a dignidade, a inteligência e a sensibilidade do ouvinte, de uma só vez.

Uma dupla de jornalistas-apresentadores, em grande emissora, tentava, nesta sexta-feira, dia 21 de fevereiro, “levar um papo descontraído” com um “chef” de cozinha, cuja especialidade é comida para ser consumida nas ruas. Era indisfarçável o deslocamento da dupla; pouco afeita ao tema, conduziu a entrevista de maneira titubeante. Na possível tentativa de dourar a pílula, um dos apresentadores insistia na denominação “chef” para identificar o entrevistado. Até que o próprio se declarou cozinheiro e fim de papo. Afinal, qual é o problema em ser cozinheiro? Uma profissão honrada e que não é para qualquer um, muito pelo contrário. Exige talento culinário, determinação e conhecimento do assunto. Mas o ponto não é este. Refiro-me ao fato de que a tentativa de revestir o entrevistado de um falso glamour soou, para o ouvinte exatamente o que era, falsa.

O apresentador deve ter pensado que se identificasse o entrevistado como cozinheiro a entrevista perderia o valor. Então, tascou “chef”, muito mais chic. Típico papo de enganar trouxa. E, não sendo trouxa, é claro que em situações semelhantes o ouvinte cai fora, muda de estação. Mas não é só isso. Há um notório distanciamento dos interesses populares na pauta de muitos programas. Como um conjunto de blues convidado a participar do programa que ouvi. Eu disse blues, sim. A uma semana do Carnaval, em ano de Copa do Mundo, que tal atacar de blues? Pega bem, não? Nada contra o estilo, mas, convenhamos, inteiramente dissociado do gosto do brasileiro comum e fora do contexto para a época. Em outro horário, talvez, mas, não, o ouvinte que se lixe, não é? E a dupla continuou falando para ela mesma, até o programa terminar.

zancope O rádio atual está um caso sério. Que saudade de Zancopé Simões, por exemplo, o apresentador demitido pela Bandeirantes, no ano passado, por contenção de despesas (tava ganhando muuuiiitooo, hein véio?). Comandante do “Bandeirantes a Caminho do Sol”, durante a madrugada, o grande Zanca conduzia o programa falando como qualquer pessoa do povo, para a parcela do povo ao qual o programa se destinava. Profissional de raro talento, sempre soube das coisas. Estava quilômetros à frente, mas fazia questão de caminhar ao lado do ouvinte. Um mérito particular, difícil de ser encontrado por aí. O que se ouve é mais ou menos a mesma coisa que descrevi acima, em todas as emissoras jornalísticas. Está faltando um toque de empatia e simplicidade a essa gente. Não dá para continuarem imaginando (e tentando demonstrar) que estão vários níveis acima do “reles ouvinte”. Depois dizem que o rádio ficou pobre. Pobre de ouvinte, naturalmente. Desse jeito, não tem como não ficar. 

A propósito, muitos leitores me perguntam sobre o paradeiro de Zancopé Simões. O amigo Rodney Brocanelli, colunista especializado em rádio, me diz que Zancopé apresenta, eventualmente, o programa “Gente que Fala”, na rádio Trianon, ao meio-dia. Habitualmente o programa é apresentado por Liliane Ventura, mas, de vez em quando Zancopé participa. Para quem quiser saber mais do colega, recomendo uma entrevista que o próprio Rodney fez com o radialista. Clique no link “Radioamantes no Ar entrevista Zancopé Simões”. Uma ótima oportunidade para matar saudade.

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Para quem quiser acessar a rádio Trianon, pela web, o endereço é http://new.radiotrianon.com.br/ No rádio, a sintonia é 730 KHZ – AM

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Imagens: No Ar  /  Dial  / Bla bla bla  /  Zancopé Simões

18 de fevereiro de 2014

MANIPULAÇÃO: COMO UM ÚNICO FATO GANHA INTERPRETAÇÕES DIFERENTES

Está nas redes sociais e circula também por e-mails uma fotomontagem, no mínimo, curiosa. A imagem reproduz um homem, um cão e uma criança em aparente momento de diversão familiar, embora a brincadeira seja um tanto temerária. Alguém, espirituosamente, enxergou no instantâneo uma boa oportunidade para demonstrar, na prática, como as opiniões divergem dependendo de quem as emite. Para tanto, fez a montagem da foto e, ao lado, inseriu quatro descrições da cena. Cada descrição é atribuída, hipoteticamente, a um veículo de comunicação, impresso e eletrônico. Repare como a imagem, única, recebe quatro interpretações diferentes, de acordo com a orientação editorial de cada veículo. Este é o ponto. Antes de acreditar em qualquer coisa, é bom prestar atenção no emissor da informação. Claro que a montagem abaixo é uma grande brincadeira, mas serve, perfeitamente, para você notar como podemos ser induzidos a acreditar no que querem que acreditemos. Você é a única pessoa que pode impedir isso. Uma das saídas é ler, sempre, duas, três ou até mais versões do mesmo fato, em veículos diferentes, e usar o bom senso antes de acreditar em uma delas. Afinal, você decide.opiniao

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Reprodução a partir de imagem que meu amigo Lázaro Roberto de Oliveira, o Lazinho (repórter dos bons), publicou no Facebook

17 de fevereiro de 2014

JOSÉ NÊUMANNE PINTO, DEMITIDO POR MARCELO PARADA: “É SÓCIO DE RUI FALCÃO”

Quem me conhece sabe que nunca questionei o fato de qualquer empregador contratar qualquer empregado e, na mesma medida, demitir quem bem entender. Obedecidos os trâmites legais, nada a opor. Por isso, não mencionei a informação divulgada dias atrás sobre a demissão de Carlos Chagas, Denise Campos de Toledo e José Nêumanne Pinto (da esquerda para a direita, na foto), todos do SBT. Assuntos contratuais ou demissionais interessam ao empregador e ao empregado. Se toco nisto, agora, é por outra razão.

Ocorre que Nêumanne, sempre ácido (mas correto) nas críticas, sobretudo ao governo, voltou a metralhadora contra o diretor de jornalismo do SBT, Marcelo Parada, acusando-o de ser sócio do presidente nacional do PT, Rui Falcão. Essa ligação teria originado a demissão do comentarista, certamente não simpático às hostes petistas. Procurado, Parada negou com veemência tal ligação societária. A informação de que Parada foi consultado partiu de fonte fidedigna, o jornalista Daniel Castro, do site Notícias da TV. Por outro lado, a indiscutível integridade de José Nêumanne Pinto é sobejamente conhecida e reconhecida, o que torna a situação um tanto mais séria.

A gente entende que em ocasiões assim os humores ficam exacerbados e, por causa disso, a interpretação dos fatos pode variar conforme o grau de irritação de cada um. Ser demitido não é agradável, mas demitir também não. Principalmente quando as partes, além do relacionamento profissional, têm ligações de amizade, como Nêumanne pontua em carta distribuída a amigos contando a versão dele no episódio. Em certo trecho, o comentarista diz: “não acredito que suas (de Marcelo Parada, foto) notórias ligações societárias com Rui Falcão possam ter interferido na decisão de demitir quem ele sempre chamou de “amigo”.”

Então é isso e nada mais a observar. Em briga de cachorro grande, vira-latas (como eu) ficam apenas olhando. Afinal, sempre dá para aprender alguma coisa com exemplos assim.

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A versão completa de José Nêumanne Pinto está no artigo de Daniel Castro, no link: “Comentarista acusa diretor do SBT de ser 'sócio' do presidente do PT” / Daniel Castro / Notícias da TV

Imagens: Comentaristas / Marcelo Parada