CONTATOS, INCLUSIVE ASSESSORIAS DE IMPRENSA:
FALE CONOSCO!

Navegue à vontade

Na coluna à direita, logo abaixo das postagens preferidas do leitor, está o ZAPPING. Através dele você tem acesso direto às noticiais do dia, nacionais e internacionais, além de informações sobre quase tudo. ZAPPING. Uma central de notícias e entretenimento em que você escolhe o que quer.

24 de março de 2014

HOMOSSEXUALISMO NA GLOBO IRRITA TELESPECTADORES, MAS AUDIÊNCIA NÃO CAI

Amigos e leitores têm escrito para o blog, pedindo minha opinião sobre a novela “Em família”, exibida pela rede Globo, após o Jornal Nacional.

O que parece incomodar a audiência, agora, é o relacionamento sexual entre Giovanna Antonelli e Tainá Müller, respectivamente Clara e Marina.

Antes desta novela, a Globo já havia mostrado vários “casais” homossexuais femininos e masculinos, em outros folhetins, incluindo o primeiro beijo gay masculino, entre Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso), no encerramento da novela “Amor à Vida”.

Faz algum tempo que a rede Globo insiste na exibição de personagens homossexuais. A cada novela a trama destaca ora um casal, ora outro.

Não sou noveleiro, mas acompanho pelos sites especializados a repercussão das tramas e do efeito que determinados personagens provocam na audiência.

Os telespectadores reclamam que, no departamento amoroso, a Globo já mostrou de tudo: homens mais velhos com mocinhas; mulheres mais velhas com garotões; mulher com mulher e homem com homem. A tendência, dizem os reclamantes, é a de que, em breve, as novelas se transformem em concorrentes de filmes pornôs, sem escancarar as imagens, mas ninguém é de ninguém. “Aonde isso vai parar?”—perguntam.

Nunca fui moralista, mas também não acho graça nessa história de destacar casais românticos que fogem ao modelo tradicional de ‘homem x mulher’, como se esses casais fossem a razão de ser da novela. Cada um é dono de seu nariz e faz o que bem entende com o próprio corpo, todos sabemos. Entre quatro paredes, como se diz, toda forma de amor vale a pena. Nada a opor, nesta condição.

Homossexualismo, assim como a prostituição, existe desde os mais remotos tempos históricos. São comuns relatos de amantes masculinos, por exemplo, na Grécia e Roma antigas. Mas há uma diferença entre sabermos da existência de formas de relacionamentos sexual fora do padrão aceito pelo consenso da maioria e fazer dessa diferença o ponto alto de novelas de grande audiência. Tudo reside, exatamente, na audiência, pois o que é mostrado, tende a ser imitado. Com a força da televisão trabalhando a ideia, não se pode, mesmo, imaginar qual será o resultado de tanta divulgação, como temem as pessoas que me perguntam “aonde vamos parar?” Não estamos falando de moda em que roupas e acessórios, entre outros, são disputados pela população motivada pela novela. E são esquecidos, após o sucesso.

Desde o início da luta pelo direito de dispor do próprio corpo como bem entenderem, os gays recusam-se a aceitar que seu modo de vida seja produto de doença mental. Creio que estão certos, pois não há comprovação científica de tal afirmação. Porém, quando se referem à própria condição sexual, os gays repudiam a ideia de que tenham exercido a opção que desejavam assumir e, por isso, “saíram do armário”. Antes, preferem que esta condição seja rotulada como orientação sexual.

Eu não concordo com a definição, pois, deste modo, parece estar implícito que ser gay é resultado de criação familiar. Soa como se pai e mãe tivessem orientado o filho ou a filha ao homossexualismo. Acredito que isto vai acontecer, fatalmente, em relação aos filhos adotivos de casais homossexuais, masculinos ou femininos.

Vendo, em casa, o relacionamento diferente dos “pais” será quase inevitável que o exemplo de “pai” e “mãe” se reflita na vida sexual desses filhos. Ainda assim, esta possibilidade sempre será discutida em família. Não cabe à televisão promover orientação, incentivando a escolha sexual de alguém.

Por último, é preciso deixar claro que as novelas tendem a reproduzir a vida real em sua trama. Se os grupos homossexuais estão ganhando força na telinha é porque, de fato, estão se fortalecendo em todos os demais segmentos da vida.

Agora, se o telespectador não concorda com a exposição maciça do homossexualismo glamurizado nas novelas deveria mostrar seu descontentamento às emissoras, deixando de assistir aos capítulos diários. O que determina o destaque para este ou aquele personagem é a popularidade que eles conquistam junto ao público.

Dizem que, pouco tempo atrás, as cenas que agora são mostradas sem nenhuma inibição seriam vetadas na emissora.

A nova administração global é que teria liberado o que os telespectadores mais exaltados chamam de “sacanagem”.

Ignoro se há um fundo de verdade na afimação, mas de uma coisa tenho a mais absoluta certeza: “sacanagem”, mesmo, é transformar uma mulher espetacular como Giovanna Antonelli em “sapata” de ocasião.

Façam-me o favor, hein?

*** *** *** *** ***

Imagens: Giovanna Antonelli e Tainá Müller/ Mateus Solano e Thiago Fragoso / Daniel de Oliveira  e Maitê Proença / Antiguidade homossexual / Elas / Eles / Giovanna Antonelli