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11 de abril de 2014

DESTA VEZ, QUEM FALA DO RÁDIO É BRUNO UCHÔA, DO RIO DE JANEIRO

RD_de_Verdade Sempre que escrevo algo sobre o rádio (pauta natural para quem começou no veículo há 45 anos, 46 no próximo dia 02 de maio) alguém me diz que sou um saudosista inveterado. Aos 64 anos, tenho mais passado que presente, na vida e na profissão. Por isso, é inevitável lembrar passagens do rádio de quatro décadas e meia para cá.

Porém, os amigos da rede devem ter notado que evito falar de meus próprios feitos, até porque acho que fiz pouco na área. Prefiro contar histórias que ouvi ou presenciei, mas colocando como agentes os colegas com os quais trabalhei e conheci nos veículos de comunicação por onde passei. Gosto de usar o discurso indireto livre, que me permite participar da história, narrando e opinando em meio a falas dos personagens mencionados.

Não sei o que você pensa, mas sinto que a narrativa, dessa forma, ganha dinâmica e proximidade. Além de permitir alternar o ritmo dos acontecimentos, me aproxima do leitor.

Hoje, porém, não vou contar uma história. Nem vou falar do rádio do passado. Quem vai fazer isso é Bruno Uchôa, através de um post publicado no dia 8 de abril no site Rádio de Verdade, do Rio de Janeiro. Ao ler o post de Uchôa (que não conheço), me senti mais leve e tranquilo. Afinal, outras pessoas pensam como eu.

Como ouvinte ou profissional do setor, o que é possível, Bruno Uchôa centra o foco de observações pessoais no segmento esportivo e traça um paralelo entre o rádio de ontem e o de hoje. Revelando desalento, ele tece críticas ao perfil da nova geração de profissionais do rádio. Que muita coisa mudou, não resta dúvida. Para melhor? Para pior? E o que as mudanças sinalizam, em termos de futuro?

Quem vai responder a tudo isso é você.

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O desabafo de Bruno Uchôa está no link “O rádio que não é meu” – Fonte: Rádio de Verdade

Imagens: Cabeçalho Rádio de Verdade – reprodução / Eu, eu… / Evolução?