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14 de maio de 2014

RADICALISMO VOLTA A SER ARMA PETISTA PARA ATEMORIZAR ELEITOR

voltar_atras Esta é a opinião de cientistas políticos, ao analisarem a estratégia petista para reconquistar a confiança do eleitorado, em outubro. “Não podemos voltar atrás”, diz o comando de campanha do partido com a intenção de incutir o medo no cidadão brasileiro diante de um possível retrocesso que colocaria em risco “a estabilidade que já foi conquistada”.

O grande objetivo partidário é deter a queda livre da presidente Dilma Rousseff nas pesquisas de intenção de voto. Missão dificílima. Se já não bastassem os fantasmas de José Dirceu, Genoíno e outros caciques do partido, envolvidos até o pescoço em suspeitas nada lisonjeiras, há fatos novos que aumentam o desconforto petista. Para citar os mais recentes, basta lembrar as estreitas relações de aliados com doleiros acusados de lavagem de dinheiro para financiar campanhas e a desastrada aquisição da refinaria de Pasadena. Os dois fatos representam a pá de cal sobre o cadáver malcheiroso em que vem se transformando a gestão Dilma Rousseff. A necrose, aliás, já se manifestara na metade do primeiro mandato de Lula, com a denúncia do mensalão. Mesmo assim, Lula foi reeleito e fez a sucessora no planalto. Inocência do eleitor?

A campanha presidencial promete uma avalanche retórica fenomenal na tentativa de soterrar qualquer resquício de má lembrança que possa deixar em dúvida o eleitor, neste 2014. Essa avalanche será provocada pela situação e pela oposição, em igual intensidade.

A situação, com a estratégia do medo, vai aterrorizar o cidadão brasileiro ao acenar com a volta do que era antes.

Como o filme de Dilma está queimado, a volta ao passado se refere ao período anterior a Lula. Isso equivale a uma admissão de que Dilma não fez o que se esperava dela. Em tempos normais, a declaração seria um trunfo para os oposicionistas. O problema é que, além de se defender do golpe situacionista, a oposição precisa tornar aceitável um candidato entre os que estão por aí. Sem dúvida, uma situação anômala e vexatória.

Pelas pesquisas mais recentes, o postulante ao cargo presidencial que reúne mais chances de enfrentar a atual presidente num segundo turno é Aécio Neves. Ainda que haja uma mudança de panorama no processo sucessório, quase impossível, as forças oposicionistas precisarão se unir para o tudo ou nada, provocar o segundo turno e partir para o ataque final.

Aécio Neves e qualquer outro candidato que, porventura, conseguir a proeza, vai sucumbir se não houver união dos demais partidos de oposição. Ninguém dá apoio de graça, como sabemos. O toma-lá-dá-cá, tem custo altíssimo sem benefícios para o país.

Falando em custo, a campanha de 2014 deve consumir recursos superiores a 500 milhões de reais segundo estimativas do PT, do PSDB e do PSB. Tal informação contribui para que o eleitor faça, mentalmente, uma pergunta: por que gastar tanto dinheiro, se é sabido que o “investimento” jamais será recuperado? Claro que os homens públicos dirão que esse é o preço do sacrifício que farão pela Pátria, mas, aí, é querer acreditar que o eleitor é mais inocente do que tem demonstrado ser.

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Para cientistas políticos, discurso do medo do PT dá início a tom radical da campanha” – Fonte: Jornal O Globo

Custo elevado de campanha sugere pergunta ao eleitor: gasto vale a pena? Veja “PT, PSDB e PSB estimam gastar R$ 500 milhões na campanha eleitoral” – Fonte: Jornal O Globo 

Imagens: Em quedaEleições 2014  / Eleitor / Filme Queimado /