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6 de maio de 2014

RÁDIO GLOBO DE SÃO PAULO: 62 ANOS DE HISTÓRIA E SUCESSO

Na quinta-feira, primeiro de maio, feriado do Dia do Trabalho, a rádio Globo, de São Paulo, completou 62 anos de fundação.

Na verdade, como todos sabem, aquela emissora passou a ser chamada de Globo, apenas de 1979 para cá. Antes, a empresa pertencia às Organizações Victor Costa e era conhecida como rádio Nacional, de São Paulo.

radio_globo_sp Embora por somente alguns meses, fiz parte da história da rádio aniversariante. Contratado pela Excelsior, a máquina do som, nas horas vagas eu passei a fazer, também, locução comercial para a, ainda, rádio Globo-Nacional. Estávamos no período de transição que antecedeu a adoção do nome, em definitivo, de rádio Globo de São Paulo. A origem da mudança é contada pelo site “Tudo Rádio”, cujo link indico no final deste post. 

Quando fiz locução comercial na emissora, ela já pertencia ao grupo que viria a ser denominado “Sistema Globo de Rádio—SGR”. Eram os idos de 1978.

Lembro-me de alguns nomes famosos que lideravam a audiência, na rua das Palmeiras: Silvio Santos, Ademar Dutra, Marcos Baby Durães, Pedro Geraldo Costa, Paulo Rogério e Edgar de Souza, entre outros comunicadores que faziam a fama daquela rádio popular.

Havia, também, as radionovelas, sob a responsabilidade de Clímaco César. Gravei uma ou duas pontas, pois, em meu início profissional, no rádio sorocabano, tive alguma experiência nesse departamento. Clímaco César soube e me colocou em um capítulo e outro para ver no que dava. Não deu; logo mais explico porquê.

jurubeba No início, eu gravava apenas chamadas de programas e as atrações da madrugada da rádio Globo-Nacional. Minha inspiração era Chico Palmeiro, que Osmar Santos levara para atuar apenas como locutor das chamadas do “pai da matéria”, que acabara de ser contratado pela Globo. À mim, cabiam “Jurubeba leão do Norte”, “Ron Montila” e “Instituto Universal Brasileiro”, por exemplo, anunciantes muito identificados com o grande público do rádio AM.

Estive na função, cumulativamente ao cargo de apresentador da Excelsior, durante cerca de seis a sete meses. Nelson Paim, um cara espetacular, dos mais gentis e competentes que conheci nessa atividade, redigia os textos e coordenava as gravações do setor comercial. Tive, ali, uma experiência positiva e interessante, pois, de um lado, na Excelsior, eu era o que hoje são os Djs e, de outro lado, na Globo-Nacional, a característica “popular e para cima”, no estilo varejo, me levava a ser puramente vendedor.

Foi uma boa escola. Durou pouco porque, no final daquele 1978, fui contratado pela Bandeirantes e deixei a equipe de Antônio Celso. Esse episódio pôs fim a minha eventual carreira de “ator” nas novelas do Clímaco. Em janeiro de 1979, estreei no Morumbi.

Hoje, ao ler o registro feito pelo “Tudo Rádio”, bateu uma saudade e, também—por que não dizer?—senti uma pontinha de orgulho e prazer por ter feito parte da historia dos 62 anos da rádio Globo, a antiga Nacional paulista.

Parabéns à rádio Globo de São Paulo. Parabéns também a você, colega, que como eu, não importa por quanto tempo nem em qual atividade, cada um a seu modo, ajudou a construir uma história de sucesso.

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Conheça um pouco mais da história da emissora paulista, no link “Rádio Globo chega aos 62 anos em São PauloFonte: Tudo Rádio

Complexo de rádios da Globo, em São Paulo, pode mudar para avenida Paulista. Informação do ano passado, que você pode ver no link “ Rádios Globo/CBN e Editora Globo vão se mudar para a região da avenida Paulista”– Fonte: Cheni no Campo

Imagens: Logo Rádio Globo / Rádio Globo SP / Silvio Santos / Rótulo Jurubeba /