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28 de maio de 2014

SABRINA SATO ESTÁ DEIXANDO A RECORD APAVORADA

Quando uma empresa precisa de um profissional ela o contrata. Está resolvida a questão? Claro que não. Para encontrar o profissional adequado, na maioria das vezes, gasta-se um bom tempo em pesquisa de mercado, avaliações de currículos e uma série de entrevistas. Um processo minucioso, pois a empresa, quando contrata alguém, espera encontrar a solução para o problema que originou a contratação. Do ponto de vista pragmático isto seria ideal, mas nem sempre é o que acontece. Mesmo cercando-se de cuidados, delegando a peritos a função de selecionar candidatos adequados, às vezes, uma contratação se revela equivocada. Além do tempo perdido no processo, uma contratação mal feita agrava o problema em vez de encontrar a solução para ele.

É mais ou menos isso o que aconteceu com a Record, em relação à Sabrina Sato. Descoberta num Big Brother global, a japonesinha bem feitinha de corpo, jeito simples, sotaque interiorano carregado, bem humorada, super simpática, coisa e tal, logo despertou a atenção da mídia e do público. Aproveitada pelo pessoal do “Pânico”, no rádio e na TV, a “japa” começou a deslanchar uma carreira em torno de uma única expressão: “É veerrrrdaaadee!”

Funcionava, pois era o que se esperava dela. Fazer uma gracinha, rebolar um pouquinho para destacar a plástica, mostrar-se ingênua tanto quanto possível e encher a tela de caras e bocas.

Dito assim, tem-se a impressão de que fiz uma descrição pouco lisonjeira de Sabrina Sato.

Longe de ser deselegante com ela fui, apenas, sintético.

Afinal, em dez anos de participação no programa, a evolução artística de Sabrina foi apropriada para garantir a ela um considerável ganho mensal.

Na maioria das ações de merchandising e anúncios de que participava, ela precisava apenas concordar com o que o locutor dizia. E lá vinha a clássica expressão: “É veerrrrdaaadee!”

Dentro deste cenário, tudo ia bem para ela. Até que a Record decidiu “roubar” a japonesinha do “Pânico”.

De um lado, a Record cantou vitória saboreando a conquista, de olho nos dividendos futuros.

De outro lado, o pessoal do “Pânico”, ressentido, foi jocoso e indelicado, num dos programas, ao apresentar a cachorrinha “Fiel” como substituta de Sabrina Sato. Atitude duplamente mal intencionada.

De uma só vez, agrediu a ex-contratada —chamando-a de “cachorra”, conforme o significado popular da expressão— e, de quebra, aludiu bisonha e desnecessariamente ao sustentáculo da rede de Edir Macedo; no caso, o fiel da igreja Universal.

A gente entende o ressentimento, mas a “japa” saiu porque já não se sentia prestigiada onde estava e sabia que, ali, dificilmente teria oportunidade de fazer outra coisa que não fossem os esquetes humorísticos e ponto final. Depois da porta arrombada, até a Band entrou na parada, embora Sabrina Sato fosse contratada do “Pânico” que, como todos sabem, é uma produção independente. A intervenção do canal nessa disputa serviu somente para deixar no ar a impressão de que Sabrina foi desleal e cuspiu no prato em que comeu. Uma grande bobagem, diga-se.

Para concluir, retomando o ponto central do post, a única que se deu bem na história foi Sabrina Sato e quem mais perdeu foi a Record.

É a conclusão a que chego, depois de saber que os novos empregadores da “japa” estão desesperados atrás de novos quadros para o programa da moça, cuja audiência vem caindo depois de um início promissor. É que, passada a fase da curiosidade do público, ficou a constatação de que Sabrina Sato ainda tem muito chão pela frente antes de ser considerada uma apresentadora, de fato. 

Se você me perguntar, então, se a Record se equivocou ao contratar Sabrina Sato, acreditando que a moça estivesse pronta, sabe que resposta eu lhe daria? Claro que sabe, pois a resposta é uma só: “É veerrrrdaaadee!”

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Veja os detalhes no link “Desesperada, Record procura novos quadros para salvar Sabrina Sato” – Fonte: Notícias da TV

Imagens: Emprego / Pânico / Sabrina rebola, no Pânico / Programa da Sabrina, na Record/ Cachorrinha Fiel / Sabrina Sato, se deu bem