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12 de maio de 2014

TV PAGA USA JEITINHO BRASILEIRO PARA ENGANAR ASSINANTE

Duas informações colocam em pauta neste FG-News, hoje, a TV por assinatura.

A primeira, veiculada pela “Coluna do Flávio Ricco”, trata de um assunto que há tempos tem contrariado o assinante da tevê paga: o aumento crescente de comerciais e intervalos autopromocionais, que já atingiram o limite do suportável. Anunciada como o “oásis” do telespectador, na TV por assinatura o maior atrativo era a ausência dos incômodos intervalos, comuns na TV aberta. A qualidade da programação, também servia de chamariz para conquistar novos clientes. Até o advento da crise econômica internacional, em 2008, a “Net” mantinha num cruzamento movimentado da capital paulista, Avenida Rebouças com Henrique Schaumann e Av. Brasil, um painel eletrônico que mostrava, em tempo real, a evolução no quadro de assinantes. Os números estavam em constante evolução. A crise tirou o painel de lá, mas nem por isso o mercado de TV por assinatura entrou em retração, muito pelo contrário. Novas operadoras têm tornado o segmento muito competitivo e esperava-se que o cliente passasse a contar com mais vantagens. Não foi o que aconteceu. Numa espécie de “cartel” dissimulado, as operadoras oferecem pacotes muito parecidos não apenas no preço, mas, também, na comparação direta entre produtos que deveriam ser diferentes. Ou seja, o consumidor, sem saída, fica preso por ter cão ou preso por não ter cão. “Esperteza” em prejuízo direto ao assinante. O pior, porém, ocorre com as programadoras. Além dos cada vez mais demorados, cansativos e chatos intervalos, a “pobreza” de atrações e os repetecos estão desestimulando o assinante.

A segunda informação sobre TV por assinatura revela outra “jogada esperta”. A Superintendência de Registro da ANCINE—Agência Nacional de Cinema, órgão que tem ingerência no setor, descobriu que o canal “Sports+” é programado pela operadora “Sky”, o que é proibido pela legislação brasileira. O referido canal passou a ser distribuído nos pacotes comercializados pela “Sky”, a segunda maior operadora do país. Burlando a Lei 12.485/2011, que proíbe as prestadoras de serviços de telecomunicações de atuarem na atividade de programação de conteúdo, a “Sky”, de leve, aproveitando o clima da Copa do Mundo e o aumento natural do interesse pelo futebol, usou o famoso “jeitinho” brasileiro e praticou a burla. A queixa contra a “Sports+” deve ter partido da Globo, dona dos canais “Sportv”, ao sentir-se prejudicada com a manobra. Aliás, a lei é um negócio meio esquisito, pois não há como ignorar que a principal operadora de TV por assinatura brasileira é a “Net” que tem por trás a poderosa Rede Globo. Como não supor que a Globo programe à vontade o conteúdo de seus canais? Como, de resto, imagina-se que as demais emissoras façam o mesmo. Ou não? 

Considerando-se as duas informações, a da “Coluna do Flávio Ricco” e a do site “Notícias da TV”, o fato é que de “jeitinho em jeitinho” nota-se claramente que o único e grande prejudicado, até agora, tem sido aquele que deveria ser mais respeitado pelas operadoras: o assinante.

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TV paga não tem respeito com os seus assinantes  - Fonte: Coluna do Flávio Ricco,,

Ancine obriga Sky a tirar canal esportivo irregular do ar  Fonte: Notícias da TV

Imagens: TV paga / Sports+