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2 de junho de 2014

MILITÂNCIA POLÍTICA REMUNERADA VIRA PRAGA NAS REDES SOCIAIS

Faltam cerca de cinco meses para as eleições de 2014. Elas serão bem mais recheadas de candidatos disputando o seu voto.

No domingo, 5 de outubro, o eleitor brasileiro vai votar para presidente da república, governadores, deputados estaduais, deputados distritais (no caso de Brasília), deputados federais e senadores. Neste ano, serão escolhidos 27 senadores, o que corresponde a 1/3 (um terço) dos parlamentares em exercício no Senado, 81.

A propaganda eleitoral no rádio e na televisão começa no dia 19 de agosto e termina em 3 de outubro, três dias antes das eleições gerais. Embora seja um período razoavelmente longo, é insuficiente para acomodar os interesses de tantos candidatos. É muita gente concorrendo a cargos eletivos e serão lembrados, nas urnas, aqueles que mais se destacarem na campanha eleitoral.

Além disso, convém não nos esquecermos que, dentre os candidatos, muitos vão concorrer à reeleição, o que aumenta, ainda mais, a disputa por espaço para se comunicar com o eleitor. Isto posto, é fácil entender porque as redes sociais vêm se tornando cada vez mais importantes para a chamada comunicação política. Some-se a isso o fato de que, na Internet, as restrições à comunicação dos candidatos são muito mais brandas. No final do post, indico um link em que você vai encontrar as regras gerais para a propaganda política nesta mídia.

Cabe um esclarecimento. Mesmo sendo mais brandas, existem algumas restrições quanto ao uso da rede no período de propaganda eleitoral. Nada, porém que não seja possível burlar. Principalmente através do trabalho dos chamados militantes profissionais que, todavia, dissimulam-se de “admiradores” deste ou daquele candidato, assim como desta ou daquela agremiação política. Aliás, esse trabalho já vem sendo realizado há meses.

Não é difícil identificar a militância profissional, ou seja, remunerada. Os militantes frequentam a rede diuturnamente, pois esse é o trabalho deles. Retuítam opiniões, indicam links de reportagens, divulgam vídeos, textos, fotos e o que mais houver, desde que seja favorável a candidatos que os remuneram. No fundo, não passam de manipuladores. Todos os partidos, sem exceção, usam o recurso.

Não é preciso apontar nomes, aqui, para que você os identifique. A diferença básica entre militantes e simpatizantes genuínos, de quaisquer partidos políticos ou seus representantes, reside num ponto. Os simpatizantes aceitam opiniões contrárias, democraticamente. Os militantes, não.

Contrariados, abrem fogo contra os que ousam divergir de seus comentários. O objetivo é desqualificar os “adversários”. Faltam-lhes argumentos, pois, na maioria dos casos, defendem o indefensável. Acuados, partem para a grosseria verborrágica.

Quando você identificar tais tipos entre seus amigos e seguidores, não vacile. Delete ou bloqueie todos eles. Já bastam os vírus que infestam a rede. Ninguém precisa de mais pragas.

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Embora muito mais brandas, existem restrições para o uso da rede nas eleições. Veja o link “Propaganda eleitoral na Internet: normas para 2014” – Fonte: Gerenciamento Político

O calendário eleitoral de 2014 está disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral

Imagens: Calendário / Manipuladores / Vírus