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31 de julho de 2014

URNA ELETRÔNICA. DE VOLTA A VELHA SUSPEITA DE FRAUDE, EM 2014

No momento em que a temperatura envolvendo a sucessão presidencial começa a subir, eis que ressurge o tema da segurança, ou falta dela, no uso da urna eletrônica. Algumas denúncias sobre a possibilidade de fraude são conhecidas. Nenhuma delas, porém, resultou em investigação profunda (até onde se sabe) sobre a veracidade ou improcedência das suspeitas.

O fato é que as eleições se aproximam e a “luta de bastidores”, apesar de se pretender invisível, ganha corpo e contorno perante a opinião pública. Pesquisas de intenção de voto, registram, ainda, uma confortável posição da atual presidente, Dilma Rousseff, apesar de todo o senso comum, contrário a ela, que parece estar se formando entre a população, especialmente junto ao eleitorado.

Quem está, de fato, melhor ou pior posicionado nas pesquisas, deixa de ser um incentivo ou desalento para o eleitor quando a suspeita de manipulação de votos entra em cena.

À Justiça Eleitoral cabe zelar pela confiabilidade do processo de votação. E todas as declarações emanadas do TSE—Tribunal Superior Eleitoral, são revestidas da garantia de que não existe a menor possibilidade de fraudar as urnas. A afirmação é endossada, inclusive, pelo ministro Dias Toffoli, que estará à frente da eleição presidencial, na condição de atual presidente do TSE, empossado no último dia 13 de maio, em solenidade que contou com a presença da presidente Dilma Rousseff.

“Aí é que mora o perigo” —gritam, em uníssono, os oposicionistas— lembrando a proximidade que existe entre o ministro Toffoli, o Partido dos Trabalhadores e o ex-presidente Lula, principal bandeira de luta na cruzada petista para a reeleição de Dilma.

Isto seria uma insidiosa manobra para garantir à presidente a reeleição? Antes que se diga ser possível, Dias Toffoli foi eleito presidente do Tribunal Superior Eleitoral de acordo com as regras internas do órgão. Imaginar tamanhos trabalho e dissimulação, é quase um disparate. Mas ninguém coloca a mão no fogo nesta hora.  

Assim, entre dúvidas, acusações e suspeitas está de volta à rede um vídeo, de 2006, sobre o trabalho de pesquisadores dos Estados Unidos, quanto à segurança da urna eletrônica. A urna mostrada no vídeo não se parece com o equipamento utilizado no Brasil. No entanto, além do processo de captação de votos ser igual em ambas, a fabricante dos dois equipamentos é a empresa norte-americana Diebold.

A Universidade de Princeton, em Nova Jérsei, realizou testes que apontaram para a possibilidade de manipulação de dados. O vídeo foi contestado, mas, assim como as demais denúncias de que as urnas não oferecem segurança suficiente, o assunto ficou por isso mesmo.

Se você ainda não viu, assista ao vídeo agora. Legendado, mostra o passo a passo do processo através da máquina. Depois de assistir à explicação dos pesquisadores, será impossível não pensar: “Em quem, na verdade, estarei votando ao apertar o botão “Confirme”?

Fontes: Youtube e http://g1.globo.com/ / Imagens: Corrida eleitoral / Posse do ministro Dias Toffoli no TSE / Logo’s Princeton University