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24 de agosto de 2014

APÓS O DEBATE ENTRE GOVERNADORES PAULISTAS, ENFIM, UMA IDEIA

debate band governador O debate dos candidatos ao governo do estado de São Paulo, entre o final da noite do sábado e início da madrugada deste domingo, na Band, foi esvaziado pela ausência do candidato-governador. Mesmo ausente, porém, foi o mais lembrado pelos debatedores durante o programa. (Debate)

Se o problema intestinal não tivesse obrigado à internação do governador-candidato no Instituto do Coração, na capital paulista, ele daria vexame no ar. Então, você me pergunta:

—Mas por quê ele daria vexame no ar?

Ora, pressionado, ao vivo, vai que ele tivesse uma diarreia, né? E, pelo volume de “argumentos” que o governo dele oferece de bandeja aos adversários, acho que a dor de barriga seria inevitável.

Há quem defenda a manutenção do atual modelo de debates. Eu não, mas a conclusão deve ser de cada telespectador que acompanhou o debate.

desempenho Sobre o programa de ontem/hoje, faço algumas observações, sem mencionar nomes. Quem viu, há de se lembrar. (Desempenho)

O sósia de Marcelo Tas, mais bem preparado que o original, já chegou mostrando que o sonho dele é, mesmo, o de ser gestor público. Na primeira manifestação, não se referiu aos telespectadores como "cidadãos", preferindo chamá-los de "contribuintes". Típico ato falho, demonstrando, sem disfarce, que ele só pensa "naquilo", ou seja, no dinheiro arrecadado com impostos.

Aquele rapaz “simples, do povo”, deslumbrado pela oportunidade de estar na TV, se esqueceu das propostas e, talvez, acanhado por ficar diante das câmeras, cuidou apenas de repetir o quanto era grato pelo privilégio de aparecer. Quando deixou de se congratular consigo mesmo, só conseguiu exigir para Levy Fidelix a paternidade do aerotrem, hoje monotrilho.

Anunciando-se professor, o grandalhão, de óculos, defensor de passeatas e denunciador da violência policial contra badernas, foi até simpático e citou números, estatísticas e assemelhados. Porém, como professor, ele sabe que a “decoreba” é artifício de aluno para se dar bem nas provas.

O conhecimento do mestre me pareceu a estratégia estudantil. Fã de super-heróis, criticou propagandas políticas que evocam Batman e outros personagens menos cotados.

verde Discreto, o médico verde não quis “brigar” com ninguém. Exibindo a estampa de cavalheiro e gentil, deve voltar para a câmara de vereadores depois das eleições. Não dá para dizer mais nada. Demonstra estar na disputa para manter a popularidade. É direito dele. (Montagem: link 1 e link 2)

Já o presidente-licenciado, representante do segmento industrial, girou feito pião e não respondeu em quem vai votar para presidente. Preferiu dizer que o voto dele é do vice, de seu partido. Há meio século o eleitor não vota mais no vice. A eleição é vinculada. Ao votar para presidente o eleitor está votando, também, no vice. O inverso não existe, mas o homem fingiu não saber disso. Na prática, terá que sufragar o nome da candidata a presidente, da qual se declara “ferrenho adversário”. Difícil de entender. Ou não.

cubanizando a medicina Por último, o médico-ex-ministro da saúde. Depois de ironizar o “desarranjo” intestinal do atual governador paulista, usou todos os tempos que lhe couberam para afirmar que no “governo dele” iria bla, bla, bla… Em franca descortesia com os demais candidatos, polarizou a disputa entre dois partidos. As perguntas que lhe fizeram foram, na maioria, ignoradas. Só aproveitava o gancho quando havia outra chance de espalhar penas no estúdio. A “cubanização” da medicina brasileira, lembrada por Fábio Pannunzio, ficou perdida no meio do falatório eleitoral. Sem que ninguém mais insistisse no assunto, a resposta foi para o limbo. (Imagem recortada)

Sobre o post que escrevi ontem, antes da realização do debate, salvei minha língua; ô programinha chato e demorado! Não troquei de canal nem desliguei a TV, pois me senti na obrigação de assistir para não ser acusado de falar sobre o que não vi. silvio luizPorém, se não fossem os palitinhos nos olhos, eu teria dormido ao fim do terceiro bloco. Quem sabe no segundo.

Como diz Silvio Luiz, o locutor esportivo, “pelo amor dos meus filhinhos”; está na hora de reformular os debates. (Silvio Luiz)

Desse jeito, imaginar que o telespectador vai ser atraído pelo programa, equivale a supor que as crianças de ontem, hoje adultas, ainda acreditam em Papai Noel. batman

Falando nisso, o professor que defende passeatas baderneiras acabou, de certa forma, me dando uma ideia. Quem sabe um super-herói possa nos salvar?  (Chamando o homem-morcego)

— Socorro, Batman!

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