CONTATOS, INCLUSIVE ASSESSORIAS DE IMPRENSA:
FALE CONOSCO!

Navegue à vontade

Na coluna à direita, logo abaixo das postagens preferidas do leitor, está o ZAPPING. Através dele você tem acesso direto às noticiais do dia, nacionais e internacionais, além de informações sobre quase tudo. ZAPPING. Uma central de notícias e entretenimento em que você escolhe o que quer.

30 de agosto de 2014

DE OLHO NOS DRONES TVs VÃO ABANDONAR HELICÓPTEROS

A notícia tem sido divulgada em portais informativos e sites especializados no avanço tecnológico. Você já deve ter lido que os drones (ou “Vants”— veículos aéreos não tripulados) ganharam versões diferenciadas, menores, mais baratas, conquistaram adeptos e vem sendo usados, cada vez mais, em várias funções. (Imagem)

A ideia, lançada como ferramenta auxiliar na fiscalização e vigilância de áreas de difícil acesso, de risco diplomático ou zonas conflituosas e de guerra —entre outras— teve boa acolhida por órgãos políticos, militares, policiais e de inteligência.

A polícia federal brasileira, por exemplo, usa “Vants” para vigiar fronteiras em que há suspeita de servirem de rota para o tráfico de armas e drogas. (Imagem)

Operações bélicas encontram apoio nos drones para levantar a posição de tropas de exércitos inimigos e movimentações estratégicas. Controlados a distância, os drones podem sobrevoar à baixa altitude regiões-alvo, sem serem captados por radares. Empregados até em espionagem internacional, com apoio de satélites, essas máquinas voadoras são “agentes” quase invisíveis. Se destruídas, acidentalmente ou porque foram descobertas, o prejuízo se limita à perda material.

Tanta versatilidade, é claro, não passaria despercebida e, hoje, os drones têm sido empregados por empresas privadas em diversas atividades.

O gigante e líder do universo digital de buscas e pesquisas, Google, vem desenvolvendo estudos sob o nome de “Project Wing Field Test”, que visam beneficiar empresas de transporte e entrega de pequenos volumes, com o auxílio dessa tecnologia. (Imagem)

Os testes estão sendo realizados em Queensland, Austrália. Fonte: www.proxxima.com.br

Nos Estados Unidos, antecipando-se, a Amazon (logo) —maior loja on-line do mundo— anunciou, no ano passado, que fará uso de drones para a entrega de artigos comercializados por ela. Fonte: www.efe.com  

outro_canal Esta semana, a coluna de Keila Jimenez, especializada na cobertura de televisão, informou que as emissoras de TV devem substituir helicópteros por drones, mais baratos, para captação de imagens de congestionamentos, acidentes, manifestações e quaisquer outros fatos relevantes que requeiram sobrevoo do local.

Os preços do equipamento, devem oscilar de 15 mil a 100 mil reais, dependendo da tecnologia embarcada. Este é o principal fator que atrai a atenção das emissoras. O aluguel (na maioria dos casos) de aeronaves tradicionais usadas atualmente ultrapassa e muito esses valores, a depender da frequência de utilização. As emissoras estão comprando aparelhos não tripulados e fazendo o treinando de profissionais que passarão a comandar as operações a céu aberto, por controle remoto. Fonte: Coluna Outro Canal

Existe um porém nessa questão. Para serem colocados em voo os drones precisam de autorização da Anac—Agência Nacional de Aviação Civil, sobre a qual recai a responsabilidade de normatizar e regulamentar a utilização do espaço aéreo por aeronaves de todos os tipos. (logo)

Aí reside, certamente, um dos maiores riscos apresentados pela substituição de helicópteros por objetos voadores não tripulados.

O controle de uma aeronave, qualquer uma, depende do conhecimento do piloto sobre rotas, condições atmosféricas e meteorológicas (pressão do ar, velocidade e direção do vento, sol, chuva, neblina) e outros fatores que influenciam diretamente na qualidade e na segurança do voo.

O “congestionamento” do espaço aéreo causado pelos drones, sem rigor de fiscalização e aplicação de penas severas, pode representar sério risco para as demais aeronaves.

A propósito, no acidente que vitimou o candidato presidencial Eduardo Campos e membros da comitiva que o acompanhava, incluindo os pilotos do jato, em Santos/SP, houve a suspeita (dificilmente comprovável) de que um drone poderia ter causado a queda que matou sete pessoas, no total. Fonte: Band.com.br / (Imagem)

Fico imaginando o grau de prudência e responsabilidade dos funcionários treinados pelas emissoras, na ânsia de darem um furo jornalístico, por exemplo.

Considerando o pouco valor que se atribui à vida alheia, essa é uma questão que, sinceramente, me dá frio no estômago.

*** *** *** *** *** ***