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5 de agosto de 2014

JECE VALADÃO MORREU COM FAMA DE GARANHÃO. JOSÉ MAYER ENTREGOU A RAPADURA?

Fãs de cinema e televisão da década de 1970 e início dos anos 1980 hão de se lembrar de Jece Valadão, seguramente o maior “pegador” daqueles tempos. 

Rival de meu amigo mato-grossense-do-sul David Cardoso, no segmento da mulherada, Valadão fazia o tipo “cafajeste”, adorado, embora negado, por 9 entre cada grupo de 10 mulheres.

O cinema brasileiro atacava de pornochanchada, gênero que, após a abertura política lenta e gradual, acabou perdendo o apelo que a censura imprimia às produções nacionais.

No final da carreira, Jece Valadão virou evangélico e até exerceu a função de pastor em igrejas da Assembléia de Deus.

Apesar da transformação e mesmo depois de morto há quase oito anos (morreu em 27 de novembro de 2006) continua sendo reconhecido como o velho “cafajeste” de sempre.

Na TV, na época áurea de Valadão, os galãs ainda eram comportados e nessa modalidade havia, quando muito, os “beijadores”, que povoavam sonhos de toda donzela. Os novos tempos trouxeram à tela outros tipos de galãs, igualmente desejados pela maioria das telespectadoras.

Entre eles, um dos mais cobiçados foi José Mayer. Boa pinta, despertava o furor feminino e causava tremores e rubores nas salas das famílias brasileiras. Você pode estranhar o verbo, no passado, mas tranquilize-se. Aos 65 anos, José Mayer está vivo e continua ocupando o posto de um dos mais destacados atores da TV.

O verbo tem a ver com o atual papel de José Mayer, na novela “Império”, de Agnaldo Silva, atração das nove, na Globo. Para espanto de homens e mulheres, habituados a ver o galã sempre a fim de uma “gostosa”, o ator representa um personagem gay. Sinal dos tempos, em que novelas atuais não se restringem ao romance entre mocinhas e mocinhos. Na linha do horizonte, homossexuais masculinos e femininos despontam cada vez em maior número. E de uns tempos para cá, preferencialmente, aos beijos e abraços.

Artista é artista, mas assim como desperta sonhos pode matá-los. A sabedoria popular ensina que existem “ex-prostitutas”, pois elas podem mudar de vida, mas não existe “ex-veado”.

ex-jamaisTive que mandar às favas o politicamente correto, pois as expressões “ex-homossexual” e (pior ainda) “ex-gay” não têm o mesmo peso. O fato é que a voz corrente afirma: “uma vez veado, sempre veado”.  

E agora, José? Depois de um currículo invejável de “abatedor” sem concorrência, por longos anos, você agora vai entregar a rapadura?

Fama é fama e ninguém tasca, porém, nesta altura do campeonato, sou mais Jece Valadão. Posso estar enganado, mas acredito que o público feminino compartilha de minha opinião.

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A “virada” (epa!) de José Mayer está no link “Império: Gays são flagrados em ‘beijo de cinema’ e hostilizados” – Fonte: Notícias da TV

Imagens: Jece Valadão e Norma Benguel, no filme “Os Cafajestes / David Cardoso e Vera Fisher, no curta Maria Fumaça, Chuva & Cinema / Jece Valadão, após a conversão / José Mayer, galã / José Mayer e Kleber Toledo, em Império /Uma vez…