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22 de agosto de 2014

TÁ NA TELA , COM LUIZ BACCI, NÃO DECOLA. CULPA DE ALGUMA CABEÇA DE BURRO?

O Grupo Bandeirantes de Comunicação é um dos casos mais estranhos do setor. Os donos são gente finíssima; aprenderam, com João Saad, a respeitar os empregados embora “seo” João tenha sido inigualável.

Entre as redes de televisão brasileiras, é das mais admiradas pela população. A cabeça de rede está localizada em uma das áreas mais valorizadas de São Paulo. O grupo reúne emissoras importantes e destacadas no setor de comunicações, entre rádio e televisão. Edita um dos jornais de rua mais conhecidos e concorridos do mundo. Tem o maior jornal de classificados do país. Goza de prestígio político como poucos. Emprega alguns dos mais respeitados profissionais do jornalismo nacional. Tudo isso, incompreensivelmente, não se traduz em audiência na TV.

Algumas das “atrações”, francamente, são risíveis e, no mínimo, comprometem a imagem do grupo. Não é de hoje que a Band patina, sem sair do lugar. Ninguém sabe, ao certo, qual é o problema embora existam teorias, nem sempre lisonjeiras, sobre alguns diretores da empresa.

Para darmos crédito aos boatos, teríamos que admitir a idiotice administrativa dos donos, o que não se pode, sequer, cogitar. De ingenuidade deles, também não se pode falar.

Será que a origem dessa quase “maldição” é alguma cabeça de burro enterrada por lá? Padre Quevedo, aquele, diria “isso no equixiste”, mas que alguma coisa tem, isso tem.

O mais recente exemplo da estranheza do que ocorre na Band é o programa “Tá na tela”, com Luiz Bacci. O “menino de ouro” desembarcou no Morumbi em meio a promessas e muita expectativa. O exagero faz parte da promoção, afinal. Cabe qualquer coisa nos releases distribuídos à imprensa para colunistas especializados na divulgação da rede, mas tirando o exagero o que sobra? Quase nada.

Esse, talvez, seja o motivo do que acontece, atualmente, com o “Tá na Tela”. O programa não decola e os ajustes têm sido temas de reuniões internas sucessivas, em busca de solução. Fonte: Notícias da TV

Bacci já começa a ser questionado por certas alas, aquelas eternamente “contra tudo”, que lambem os beiços e apontam culpados, mas não têm a menor ideia do que fazer para contornar a situação. Ou, se têm, ficam de boca fechada, apostando na confusão. Com que interesse?—você há de me perguntar.

Pois é. Como eu disse, no início, este é um dos casos mais estranhos do setor.

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Imagens: Luiz Bacci, apresentador / João Carlos Saad, o “Johnny”, presidente do Grupo Bandeirantes de Comunicação / Ricardo Boechat, jornalista