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9 de setembro de 2014

CORTE NA IGUATEMI/SP. EMBORA NÃO SEJA TOTAL, COMEÇOU

Só para não perder de vista o assunto levantado neste blog nos últimos dias 27 e 28 de agosto, volto a ele nesta terça-feira. (imagem)

O site “Bastidores do Rádio” informa que a emissora de Paulo Abreu demitiu três comunicadores: Lilian Loy, Osmar Zani, e Wandy Rocha. Os três usaram as redes sociais para avisar o público sobre a demissão.

Lilian Loy foi a única a mencionar o motivo do desligamento. Segundo ela, a emissora “está mudando seu perfil”. O “Bastidores”, por outro lado, diz que a emissora “está passando por uma grande reformulação”, mas não diz qual.

As informações que motivaram a publicação dos dois posts sobre a Iguatemi, nas datas mencionadas acima, davam conta de que “todos os funcionários” estavam assinando a demissão. A notícia, não negada pela emissora, levou a interpretações que vão de simples mudança na programação à venda ou arrendamento total da Iguatemi paulistana.

A Iguatemi Campinas/SP, desde que Pedro Di Alcântara assumiu a gerência artística da emissora, adotou a linha de programação com flash-backs e tudo indica que está agradando ao ouvinte campineiro. Pelo que se sabe, não vai mudar nada. (logotipo)

A Iguatemi Mogi das Cruzes/SP, que fez parte da Rede Iguatemi, voltou a ser local. Depois da estreia de novos programas, a direção local recuou e alguns apresentadores foram afastados. Fala-se que o antigo proprietário da emissora, dono do grupo editorial Diário de Mogi, que inclui a TV Diário, afiliada da Globo na cidade, estaria interessado em reassumir aquela outorga. O interesse seria o responsável pela interrupção da mudança iniciada há três ou quatro meses. Seja como for, a situação das duas emissoras (campineira e mogiana) nada tem a ver com a unidade paulistana.

Como permanece o silêncio da direção da emissora, o suspense continua. A versão mais “quente”, até agora, aponta para o arrendamento a grupos religiosos.

Esses grupos têm interesse em horários da Super Rádio, também de Paulo Abreu. A demissão, hoje, de André Alves, já seria consequência de um possível arrendamento de horários para serem transformados em púlpitos eletrônicos. Super Rádio, como todos se lembram, é a denominação adotada pela ex-Tupi paulista desde o fim do ano passado.

A mudança de nome foi determinada pela Justiça. Os Diários Associados tiveram reconhecida a propriedade do nome “Tupi”. O grupo, fundado por Assis Chateaubriantd, opera no Rio de Janeiro a verdadeira e única Super Rádio Tupi. (Assis Chateaubriand) - (logotipo)