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18 de setembro de 2014

CRIANÇAS BRASILEIRAS NÃO ACREDITAM EM PROMESSAS DE POLÍTICOS

impotencia Sentir-se impotente diante de uma situação. Olhar para os lados e não encontrar saída. Enfrentar o dilema de escolher entre o ruim e o menos pior, visto que nenhuma escolha será satisfatória. Entre outras, estas situações descrevem o estado de espírito de grande parcela do eleitorado brasileiro, a 17 dias da votação. (imagem)

Escândalo após escândalo, intermináveis denúncias de irregularidades, suspeitas a todo instante comprometendo o perfil de alguns candidatos, deixam o eleitor atônito e indeciso. Em quem votar?

Esse quadro é produto da triste realidade política brasileira. Entra ano, sai ano e não vemos surgirem novas lideranças genuinamente comprometidas com a melhoria da qualidade de vida do cidadão e o desenvolvimento do país. Acostumados aos desmandos, candidatos lançam-se à cargos eletivos na expectativa de, quem sabe, acertarem na “sorte grande” e “amarrarem o burro na sombra”.

Nunca, como agora, os personagens “Justo Veríssimo” e “João Plenário” estiveram tão próximos do perfil atual dos homens públicos deste país.

O primeiro, Veríssimo, criação do saudoso Chico Anysio, só pensa “naquilo”, ou seja, em se dar bem. Para ele, pobre e eleitor só atrapalham. Por ele, essa subespécie humana não precisava existir.

“Eu quero é que o pobre se exploda” — era a frase predileta do “parlamentar”. (imagem)

O segundo, João Plenário, criação do humorista Saulo Laranjeira, dá as caras no programa do SBT “A Praça é Nossa”, com a desenvoltura de quem está habituado a falar, falar, falar e não dizer coisa alguma, na certeza da ingenuidade do eleitorado. (imagem)

À semelhança do “colega Veríssimo", anda sempre à procura de um jeito fácil de “levantar “algum”. Em atos falhos, confessa falcatruas com a maior cara de pau e as justifica com uma desculpa qualquer.

Se há responsáveis por essa dura realidade, eles estão entre políticos e eleitores. Os primeiros, têm mantido o modelo vigarista sob a influência de “velhas raposas”. (imagem) Estes, transmitem às novas gerações de políticos os vícios dos modelos ultrapassados, malandros e oportunistas dos velhos coronéis. Para os discípulos, a vida pública é ao arco-íris no fim do qual está o pote da fortuna.

Por sua vez, o povo, em grande parte inculto, segue acreditando que malandragem é “virtude” de político sabido. Prisioneiro da ignorância, o chefe de família transmite aos descendentes essa forma de enxergar política. Reside neste ponto o descumprimento ao preceito constitucional que diz: “educação é direito do cidadão e dever do Estado”. Qual motivo leva o Estado a fugir de sua responsabilidade?

Para começar, a educação é a chave que abre as portas da prisão representada pela ignorância. (imagem)

O povo conhecedor de seus direitos traz dor de cabeça para o político desonesto ou mal intencionado. Ele prefere manter o cidadão alheio ao que lhe garante a lei.

Servindo aos próprios interesses, o Estado deixa de investir na construção de escolas, dificulta o acesso à educação da maioria e, com isso, condena os descendentes do cidadão desvalido ao mesmo destino de seus antepassados.

rouba mas faz Por má formação educacional, pais legam aos filhos o que aprenderam, mal, no dia a dia da vida sofrida que levam. A tradição “de pai para filho” vai se encarregando de perpetuar a visão distorcida sobre política, que está em vigor. “Rouba, mas faz” — diz o pai aos filhos, com a inocência dos ignaros. (imagem)

viacom - qualibest Isto, felizmente, vai mudar. Talvez seja a melhor notícia dos últimos tempos, baseada em estudo realizado pela Viacom Brasil e o Instituto QualiBest. A Viacom Brasil é a unidade brasileira da Viacom International Media Networks. Considerada um dos maiores e mais conhecidos conglomerados de mídia do mundo, tem como foco o universo infantil. Saiba mais sobre a Viacom Brasil, neste link: Portal Viacom Brasil.com A descrição da QualiBest pode ser vista no link “Instituto QualiBest (logo 1 e logo 2)

Ao levantar o perfil de crianças brasileiras com idades entre 7 e 12 anos, das classes A, B e C1, em São Paulo e Rio de Janeiro, o estudo constatou que duas a cada grupo de três crianças entrevistadas não acreditam em promessas de políticos. Cerca de 2/3 (dois terços) delas responderam que, depois de eleito, o candidato não vai cumprir o que prometeu. Os resultados completos da pesquisa podem ser vistos no link “Pesquisa Viacom/Instituto QualiBest” – Fonte:Tela Viva

O nível de conhecimento das novas gerações de crianças eleva-se em consonância com o acesso às novas mídias, notadamente a Internet, proporcionado pela crescente inclusão digital. Cada vez mais, o mundo se descortina diante dos olhos curiosos da geração atual de crianças e daquelas que virão. O aprendizado virtual transportado para o mundo real com apenas um clique. Na tela da imaginação já é possível vislumbrar o amanhã: a prisão da ignorância vai, finalmente, ruir. Liberdade para o cidadão; fim gradual e progressivo do político safado, omisso e irresponsável. A luz do conhecimento é o maior pesadelo de quem age nas trevas. (imagem)

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