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25 de setembro de 2014

DIA DO RÁDIO. O FUTURO COM O CÉU POR TESTEMUNHA

Neste 25 de setembro comemora-se o Dia do Rádio. (imagem)

A data foi escolhida em homenagem ao nascimento de Edgar Roquette Pinto, considerado patrono do rádio brasileiro.

Ainda que a primeira emissora a entrar em funcionamento no país tenha sido a “Rádio Clube de Pernambuco”, em 1919, no Recife, o reconhecimento oficial coube à “Rádio Sociedade do Rio de Janeiro”, fundada por Roquette Pinto, em 1923.

landell e marconi Há controvérsia, também, sobre o inventor mundial do rádio e da correspondente data da invenção.

Historiadores se dividem entre o padre gaúcho Roberto Landell de Moura e o italiano Guglielmo Marconi. (imagens: link 1 e link 2)

Segundo relatos, o brasileiro fez uma experiência pioneira em 3 de junho de 1900, na avenida Paulista, São Paulo, capital. De lá, Lendell de Moura transmitiu a voz humana e sinais de telégrafo sem fio num raio de oito quilômetros, fato inusitado e surpreendente para a época.

Marconi patenteou o invento apenas em 1901, embora já tivesse feito testes com o telégrafo sem fio, no Canal da Mancha, entre Gran Bretanha e França, em 1896. O princípio da transmissão de Marconi se baseou em dois estudos realizados nos últimos anos do século XIX.

O primeiro, do físico e matemático britânico James Clerk Maxwell, à direita, criador da teoria sobre as ondas eletromagnéticas. (imagem) O conceito foi divulgado no livro, “Tratado sobre Eletricidade e Magnetismo”, em 1873.

O segundo estudo, foi realizado pelo físico alemão Heinrich Rudolf Hertz, à esquerda. (imagem) 

Em 1888, Hertz demonstrou a existência das ondas eletromagnéticas imaginadas por Maxwell.

Em justa homenagem, a descoberta recebeu o nome de ondas hertzianas popularmente também conhecidas como ondas de radiofrequência ou apenas ondas de rádio.

Na prática, Giuglielmo Marconi patenteou uma utilização para as ideias de Maxwell e Hertz. Não havia, ainda, um dispositivo físico que se valesse dos conceitos teóricos. Também físico e inventor, Marconi aproveitou os dois estudos para idealizar um modelo de radio. Nenhum demérito, pelo contrário, pois o italiano soube usar adequadamente as informações disponíveis. A foto mostra um dos primeiros aparelho produzidos pelo inventor. (imagem)

Landell de Moura, pouco antes, pensou em coisa semelhante, mas, por falta de apoio, sucumbiu a Marconi.

O desenvolvimento do rádio revolucionou a comunicação e aproximou os países do mundo. Divertindo, informando ou transmitindo os horrores de duas guerras mundiais e de vários outros conflitos e beligerâncias espalhados pelo planeta. Sem esconder os fatos, mas, acima de tudo, levando em suas ondas mensagens de fé e esperança de paz e desenvolvimento em harmonia. (imagem)

No Brasil, a caminho de comemorar o centenário, em 2023 (oficialmente), o rádio vive dias de expectativa.

Depois de se tornar a principal fonte transmissora de informações, serviços públicos e entretenimento e de participar de ações transformadoras da sociedade, atravessa fase preocupante. (imagem) Ao cabo de apenas três gerações, hoje vive a incerteza do amanhã. Morre ou não morre? — eis a questão.

Anencéfalos, parece não encontrarem a fórmula para a perenidade do rádio. Somente se dirigido, de fato, por incapazes, tal cogitação mereceria ser levada em conta.

O rádio é imortal. (imagem)

Atestam-no países do mundo inteiro que, ainda hoje, têm no rádio, o mais espetacular veículo de comunicação de massas de todos os tempos. Telefonia, televisão, satélites e Internet são produtos da evolução tecnológica que nasceram com o estímulo do rádio e através dele se consolidaram. As ondas do rádio continuam cruzando céus, terras e mares, agora com o apoio do mundo virtual-cibernético.

O rádio está vivo! Só pensa o contrário quem já morreu e se esqueceu de deitar. Zumbis administrativos, não entendem que o segredo do rádio, como de qualquer outra mídia, é c-o-n-t-e-ú-d-o! Conteúdo depende de profissionais especializados na produção de matéria-prima para a comunicação, de outros que operam equipamentos necessários, e dos que se incumbem de dar a forma final a tudo que é transmitido.

Vou repetir para os panacas eternamente de plantão: conteúdo é a palavra-chave. O resto são veículos. Cada um dentro de suas características. Basta olhar, para ver.

dobradinha perfeitaAté por isso, embora tenha outras razões, a comemoração do “Dia do Radialista” deve, mesmo, acontecer antes do “Dia do Rádio”. O primeiro atua em sinergia com o segundo, não há dúvida, mas o segundo, sem o primeiro, não pode existir. O recado é esse, mas os “cérebros privilegiados” não conseguem captar a mensagem.

Grande abraço para você que é do rádio e para você que não vive sem o rádio.

O futuro, que querem morto, irá mostrar o quanto estão errados os que se preparam para o desaparecimento dessa mídia espetacular.

Para conferir, é só ajustar a sintonia, retocar o volume e deixar a transmissão fluir tendo o céu por testemunha. Ou o éter, se preferir. (imagem)

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