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24 de setembro de 2014

JORNALISTAS DE RÁDIO PAULISTA SOFREM ASSÉDIO MORAL E ENSAIAM REAÇÃO

Nota divulgada por um blog especializado no setor radiofônico dá a dica: chefia de jornalismo de rádio paulista, será denunciada por assédio moral. Fonte: Cheni no Campo

Para quem pretende levantar hipóteses, a tarefa é bastante fácil. São três as emissoras jornalísticas conhecidas pela truculência verbal de quem as dirige. Todos três são useiros e vezeiros na prática de atemorizar, e ofender a dignidade dos profissionais que trabalham sob suas ordens.

O fato, aliás, é conhecido inclusive da própria justiça do trabalho, mas, inacreditavelmente, nada acontece com nenhum dos gritalhões assediadores. Para eles, não há limites. (imagem)

Uma das formas preferidas de agir, dos três, é fazer o profissional-alvo acreditar que é tão ruim, mas tão ruim, que se sair de onde trabalha atualmente, não conseguirá emprego em nenhum outro lugar. A “ameaça”, repetida incessantemente, leva, às vezes, algumas pessoas a acreditarem nisso.

Fragilizadas psicologicamente, aceitam sobrecarga horária, péssimas condições de trabalho, salário de fome e, algumas, chegam a passar pelo transtorno do pânico. Um massacre que deveria ser denunciado mais vezes.

Não sei se seria apropriado afirmar, mas tenho a impressão de que as denúncias não acontecem mais amiúde porque, além do terror psicológico, o assediado acaba nutrindo pelo assediador uma espécie de admiração que anula a própria vontade de quem sofre os ataques. Algo semelhante ao que ocorre entre sequestrador e sequestrado, cujo comportamento é explicado pela “Síndrome de Estocolmo”. Fonte: Wikipedia Seria possível? Poderia, algum psicólogo, explicar isso pra gente? (imagem) Para relembrar o caso que a foto ilustra, clique aqui.

a dupla Existem variações no “modus operandis” de outros assediadores morais que proliferam em várias empresas, de comunicação e demais segmentos de atividade. Por exemplo, em certa emissora de TV existe uma dupla da pesada, homem e mulher, exercendo a “função aterrorizadora” com voz baixa e modos, aparentemente, educados. (Montagem: link 1 e link 2)

O homem, leva o indigitado para tomar um cafezinho fora do local de trabalho, longe dos olhares dos demais funcionários. Fingindo-se “muito amigo”, desfia um rosário de culpas que, segundo ele, vêm sendo anotadas no dia a dia profissional contra o trabalhador. É o primeiro round, de apenas dois.

Depois, como se tivesse tomado conhecimento do assunto por mero acaso, a mulher entra no circuito para “socorrer” a vítima. Afirmando gostar muito dela, tanto pessoal quanto profissionalmente, dá “conselhos” para anular as ameaças que estariam pesando sobre o/a profissional. Então, passa a enumerar os procedimentos a serem adotados com essa finalidade.

Sem o menor pudor, fazendo-se de amiga, sugere abrir mão de horas-extras, adicionais noturnos, feriados remunerados. E nada de reclamar do vale-refeição. Tudo, claro, para acalmar os ânimos do empregador. Isso, diz a mulher, irá aliviar o foco de tensão e o assunto será esquecido. Livre de ameaças, a pessoa assediada garantirá o salário mensal em paz. Ora, mas que bondade! (imagem)

Percebe? O objetivo é o mesmo dos esbravejadores. Muda, apenas a tática. Crápulas é o que são, travestidos de gente fina.

Neste caso, as denúncias tornam-se mais difíceis ainda. Acreditando ter uma “amiga” na empresa, quem sofre esse tipo de assédio acha melhor “deixar pra lá”. E mesmo que um colega tente convencê-la a não aceitar o jugo, dificilmente terá sucesso. Uma denúncia dessas não encontra guarida entre os demais funcionários. Ninguém se presta a testemunhar contra os assediadores. Todos têm medo, principalmente, de perder a amizade da “protetora”.

Torço para que a atitude dos colegas que pretendem acabar com a opressão denunciada acima, seja firme e que atuem em bloco. Os celulares, hoje, fotografam e gravam som e imagem simultaneamente. Usados como câmera escondida, são poderosos aliados. (imagem)

Não se atemorizem e denunciem mesmo. Lembrem-se: antes de qualquer outra coisa, trata-se de proteger a dignidade de cada um.

Ceder, com medo de se complicar, é comprometer a confiança em si mesmo e fortalecer os canalhas. (imagem)

Valendo-se de posições hierárquicas, tentam destruir sua carreira e aspirações que incluem seu futuro.

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