CONTATOS, INCLUSIVE ASSESSORIAS DE IMPRENSA:
FALE CONOSCO!

Navegue à vontade

Na coluna à direita, logo abaixo das postagens preferidas do leitor, está o ZAPPING. Através dele você tem acesso direto às noticiais do dia, nacionais e internacionais, além de informações sobre quase tudo. ZAPPING. Uma central de notícias e entretenimento em que você escolhe o que quer.

17 de setembro de 2014

MORNING SHOW CRESCE EM AUDIÊNCIA NA INTERNET. TUTINHA VEM ACERTANDO A MÃO

Postagem do site “Radio & Negócios” mostra que a Internet é grande aliada do rádio. A constatação contraria vozes que têm se levantado contra a web acusada, injustamente, de ser a causa da “morte” do rádio. Pelo contrário, a rede mundial de computadores é uma parceira extraordinária do rádio que, em dobradinha com a rede, vem conquistando “ouvintenautas” em progressão geométrica. (imagem)

A causa da “morte” do rádio é a falta de conteúdo. Tem gente achando que qualquer coisa que se transmita é conteúdo. De fato, o rádio pode transmitir praticamente tudo, mas o diferencial é a qualidade do que se transmite. Essa qualidade obtém audiência, energia vital dos veículos de comunicação. Sem ela, não surge o interesse do mercado publicitário pelo veículo. Em consequência, o anunciante deixa de divulgar seu produto ou serviço na emissora. Sem anúncio não há dinheiro. Sem dinheiro, é o fim. Você patrocinaria programas medíocres, produzidos e apresentados por profissionais inexpressivos? Pois é isso.

O rádio hoje, como ontem, não é mau negócio. Mau negócio é fazer o rádio que tem sido feito, sem atenção nem respeito pelo ouvinte.

Eu já disse, aqui no blog, e vou me repetir. Dos dirigentes de emissoras de rádio que atuam em São Paulo, capital, o que mais tem entendido a força da web como aliada do rádio é “Tutinha”, da Jovem Pan. (imagem)

Antecipando-se, e muito, em relação aos demais, Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, atual comandante da Pan mostra que está de olho no futuro. (imagem)

Não se trata, porém, do futuro imaginado por seus colegas dirigentes de outras emissoras, para os quais, daqui dois anos ou três, o rádio estará em agonia fatal. Tutinha olha para mais perto, bem mais perto.

O futuro para ele, na verdade, já começou enquanto outros ainda estão esperando para ver o que vai acontecer.

Usando recursos tecnológicos da televisão, instalados no estúdio do ar, Nilton Travesso tem acrescentado imagens para o “ouvinte” da web. Na essência, é rádio. Na aparência, é rádio melhorado.

Diferente do padrão que se vê nos sites de muitas emissoras (inclusive as grandes), que se limitam a mostrar imagens fixas e desconectadas do que acontece no momento em que o internauta está “em sintonia”. (imagem)

Muitos depositam na migração do AM para o FM a crença de que o ouvinte voltará a prestigiar o rádio, a partir do momento em que tiver som e sintonia melhorados. Que esperem sentados. O ouvinte não voltará enquanto o rádio não oferecer programação de bom conteúdo. A Internet não pode ser acusada de “matar” o rádio, neste caso. Por outro lado, quando o rádio vai ao encontro do que o ouvinte espera, a rede mostra o poder multiplicador de audiência que possui.

O post do “Rádio & Negócios” revela o que estou dizendo. O “Morning Show” atingiu a marca de 15 mil acessos ao vivo, pela rede, na terça-feira, dia 9, com a visita de Marina Person ao programa. A média diária, no horário de 9h30 às 11h30, é de 5 mil acessos.

O que mudou? O conteúdo, oferecido “ao ponto” para o ouvinte. Prova de que rádio e Internet não são inimigos, mas aliados. Seria bom que o pessoal do ramo acordasse. (imagem)

ouvir o que É possível que um “diretor” de outra emissora que, por acaso, esteja lendo este comentário pergunte:

— Então, preciso inventar uma coisa boa todo dia?

Existe um ditadozinho que encerra o assunto, meu amigo: “Quem não tem competência não se estabelece”.

Se for o seu caso, desista. Não há rádio que sobreviva à idiotice. (imagem)

*** *** *** *** *** ***