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5 de setembro de 2014

O RÁDIO CONTINUA FORTE, MAS TEM GENTE QUE NÃO ENTENDE PESQUISA

aba_topBrands Recente pesquisa de mercado revela que o rádio lidera o ranking de confiança da Associação Brasileira de Anunciantes—ABA, que realizou o trabalho em parceria com a TopBrands Consultoria de Branding. (imagem)

Desenvolvida nas praças de São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Brasília, a pesquisa ouviu 2020 entrevistados e apurou os seguintes itens: lembrança de marca, confiança, satisfação e intenção de recompra.

Os analistas constataram, também, que as emissoras de rádio com forte presença na Internet induzem positivamente o ouvinte a aumentar o grau de confiança nos produtos anunciados. Outros detalhes da pesquisa estão no link “Meio rádio lidera ranking de confiança da ABA/TopBrands”, que leva ao site “Rádio e Negócios}”.

Esta pesquisa me lembrou de outra, da Ipsos Brasil, divulgada em junho, segundo a qual o rádio tem mais que o dobro (repito, mais que o dobro) da audiência da TV Aberta, entre seis da manhã e meio-dia, apurada a média obtida em todos os dias da semana. (imagem)

Para reavivar sua memória ou apresentar os números para quem não viu a pesquisa, pela manhã o rádio alcança 1.815.000 ouvintes por minuto, na Grande São Paulo. A soma das três emissoras de TV mais assistidas, na mesma faixa horária, atinge 886 mil  telespectadores por minuto. Fonte: ABERT

À noite, os números da TV sobem para 5 milhões e 600 mil telespectadores e o rádio cai para 1 milhão e 152 mil ouvintes por minuto. A televisão dá um salto de mais de 4 milhões e 700 mil telespectadores ligados, um pulo extraordinário de aproximados 533% sobre a média diurna.

No período noturno, o rádio perde 663 mil ouvintes por minuto, queda de 36,6% aproximados sobre a audiência matinal. Se fizermos a apuração da queda de audiência da TV da noite para o dia, quando o rádio volta a imperar, vemos que a televisão despenca mais de 84% em relação à audiência noturna.

Unindo os resultados apontados pelas duas pesquisas, da ABA/TopBrands e da Ipsos Brasil, vemos que o rádio apesar da concorrência noturna da TV continua com audiência considerável e, ainda, se destaca no quesito “confiança do público”. (imagem)

Os números de audiência e o resultado sobre Confiança e Pesquisa das Marcas Brasileiras apontam favoravelmente para o rádio. Diante do choro generalizado do setor, sobre a queda no faturamento, parece que a questão remete a um problema bem mais sério do que supõe a direção das emissoras de rádio: incompetência.

Um veículo tão presente no dia a dia do ouvinte, capaz de liderar o ranking de confiança da Associação Brasileira de Anunciantes só não fatura mais porque seus departamentos comerciais, no mínimo, são incapazes.

As pesquisas servem, também, para alertar agências de propaganda e o mercado publicitário sobre o equívoco cometido em prejuízo do rádio. Os números não deixam dúvida sobre a eficiência do ágil e dinâmico veículo de comunicação de massa em operação, no Brasil, há 92 anos. (imagem)

É bom não ignorar um dado significativo apontado pela pesquisa ABA/TopBrands: usado com criatividade, o rádio na Internet, com os vários aplicativos existentes, aumenta ainda mais o poder sugestivo sobre o ouvinte. Portanto, trata-se de erro primário entender que o ambiente virtual é inimigo mortal do rádio.

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