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7 de setembro de 2014

OS SÍMBOLOS DO 7 DE SETEMBRO, QUASE SEMPRE, NÃO PASSAM DISSO

Sete de setembro, ainda mais no domingo, favorece a desfiles e à “exibição de patriotismo de toda sorte”. Em todo o Brasil, escolas, entidades de classe, associações civis e militares, além de representantes das Forças Armadas, vão para as ruas ratificar o compromisso com a Pátria. desfile 7 setembro No fundo, os desfiles representam o comprometimento do cidadão em relação ao país e a reciproca ao cidadão. (Imagens: escola / soldados)

O problema da simbologia é que, na prática, encerrado o desfile, dificilmente resta o que a intenção do gesto exprime. O mesmo cidadão que desfilou na avenida o amor ao solo pátrio, no dia seguinte ou muito antes, é capaz de mostrar a face real que ostenta no dia a dia. Sem generalizar, é claro, mas focando exatamente na exceção, vemos muito disso. (imagem: antes e depois)

antes e depois_brasilÉ a grande empresa interessada só no lucro, sem considerar as demais obrigações éticas, morais, sociais e trabalhistas que dela se espera; o dono do pequeno comércio sonegando impostos ou adulterando a qualidade e a quantidade do produto; o médico que, sem escrúpulos, falta ao plantão mesmo sabendo da importância vital de estar presente; o advogado que mente e usa expedientes condenáveis para livrar o “cliente”, mesmo que seja culpado e até réu confesso; é o magistrado que sente volúpia em condenar o pobre, o incapaz e até o inocente, mas recua, medroso, diante do “tubarão” que pratica crimes; é o motorista que não respeita a sinalização, o motoqueiro e o pedestre; é o motoqueiro que, covarde e irresponsável, comete todo tipo de infração no trânsito, atemoriza (em grupos) motoristas e quem mais tiver a infelicidade de cruzar o caminho da moto (imagem); são as escolas que entregam a tarefa de cuidar de alunos infantis a pessoas violentas que agridem e assustam crianças de tão pouca idade; é o policial que, depois de “declarar gestualmente” o respeito à Nação, vai em busca da parte que lhe cabe para “aliviar” a ação do crime organizado ou não; enfim, à lista eu poderia acrescentar dezenas, centenas ou milhares de maus exemplos que tornariam a leitura cansativa e enfadonha.

Na quase interminável relação alguns casos devem ser sublinhados, como o desrespeito ao ser humano de todos os gêneros, idades, etnias, cores, credos, convicções políticas, sociais ou paixões esportivas que nos diferenciam nas emoções, mas não nos transformam em pessoas diferentes das demais, na essência.

O destaque mais deplorável, porém, vai para o péssimo exemplo que maus governantes e políticos dão diariamente ao cidadão. Organizando-se em quadrilhas ou legendas partidárias locupletam-se, lesam o erário, não cumprem promessas de palanque e urdem tramas para se manter no poder. De insídias sorrateiras a crimes de toda espécie, não hesitam em lançar mão do que for possível para atingir o objetivo.

O povo? Ah, o povo é mero detalhe. Dele só precisam para obter o voto. Depois, voltam-lhe as costas e pontuam seu desprezo com frases recheadas de hipocrisia, em solenidades públicas, ou desfilam a falsa “figura impoluta” em datas magnas, como se vê amiúde.

Por essas e outras, o Brasil tem exibido tonalidades cada vez mais esmaecidas. As cores vibrantes que sempre nos representaram estão ficando desbotadas e tristes na crescente escuridão da desesperança.

Na dia mais representativo de nossa nacionalidade, que tal acertar o passo para mudar a marcha em direção ao futuro que todos desejamos e merecemos?

Se o exemplo não vem de cima, façamos chegar ao topo a voz de uma Nação inteira. Uma boa data para enviarmos o recado é o próximo dia cinco de outubro. (imagem)

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