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10 de setembro de 2014

POLÍTICA SEM CENSURA: EM MEIO A TANTA ABOBRINHA FICA DIFÍCIL PENSAR

Há dias em que, francamente, não sinto a menor motivação para escrever. (imagem)

Bato os olhos na rede, ouço, rádio, vejo um pouco de TV, converso com amigos, troco ideias e não surge o tema para o post diário. O desafio do papel em branco, de antes, agora se transformou no desafio da tela vazia do computador. E esse vazio, muitas vezes, invade também o cérebro, tão castigado pelo lugar-comum que teima em se repetir no dia a dia.

Nesta época de disputa eleitoral, em que os candidatos só têm olhos para ver eleitores, a coisa fica ainda mais enfadonha. (imagem)

Na falta do que prometer (e olha que promessas se multiplicam na boca dessa gente) os candidatos patrulham-se mutuamente, na expectativa de encontrar alguma coisa que possa ser usada contra os desafetos.

“Tem ajuda de banqueiros”, grita, de um lado, a candidata Dilma Rousseff, que vem se tornando histérica, na mesma medida da dança dos números que, ora a privilegiam, ora ameaçam sua candidatura à reeleição. (imagem)

“Ela disse que se fosse eleita, iria diminuir os juros”, rebate, do outro lado, debaixo de seu indefectível xale, a “senhora magrinha” (assim chamada pelo presidenciável Eduardo Jorge, do PV, no debate da Band), principal ameaça às pretensões petistas.

Repare que eu não citei o partido da magrin… ops, de Marina Silva. A razão é óbvia. Nem ela mesma se definiu.

Não sabe se abraça as diretrizes do PSB ou se desconversa e, ao menor descuido de seus “pares”, cai na Rede. Com xale e tudo o que, para mim, recorda a figura dos fundamentalistas aiatolás. (imagem)

Aécio Neves, então, gira, gira, gira e repete a mesma ladainha de sempre. (imagem)

Bom, para ser honesto, agora ele mudou. “O “petrolão” revela mais uma maracutaia do PT”,  diz o moço, referindo-se ao tema que está nos jornais. Porém, ele se esquece de falar ou desconversa rapidamente quando o assunto dá uma guinada em direção ao mensalão mineiro. 

Pior, ainda, quando o assunto são as denúncias de corrupção que colocam os tucanos diretamente nos trilhos paulistas, cujas composições metroviárias circulam graças à generosidade da Alstom, francesa. (imagem)

E a constatação de que o discurso político dos presidenciáveis é o mesmo que vem sendo repetido há 25 anos? –  Por isso que o horário eleitoral, no rádio e na TV, transmite a indisfarçável sensação de déjà vu, reparou? Muda ano, mudam candidatos e você pensa “quem foi que já falou isso?” Não se preocupe em descobrir, Certamente, foi algum palhaço - Fonte: Blue Bus

A minha praia, rádio, também não anda lá essas coisas. (imagem)

Além de mais demissões no setor e anúncios de que as emissoras de rádio vão se transformando rapidamente em igrejas eletrônicas (investem em tudo que estiver à venda ou possa ser alugado), não resta nada positivo para comentar.

Mesmo a fase preparatória para o início da migração do AM para o FM, francamente, caminha à semelhança de quem “malha” em esteiras. (imagem)

Transpira, pensa no corpinho que terá dali alguns meses, aumenta a velocidade da esteira, sua um pouco mais, sente que o fôlego fica curto, mas, na verdade, não sai do lugar. Com todo o respeito que devemos aos engenheiros responsáveis pela fase da transição, os testes caminham a passos de tartaruga. Fico impaciente, mas, no Brasil, as coisas andam muito devagar. Desde que, naturalmente, não seja a criação de um novo imposto, taxas de juros mais altas, coisas assim, que entram em vigor no dia seguinte ao anúncio.

E mais não digo, pois tempo é dinheiro e não sou financiado por nenhum banquei… Ih, essa coisa acusatória “gruda” na memória! (imagem)

Sai prá lá, Satanás. Epa! Neste campo também a situação anda beirando o exagero. É melhor eu não escrever sobre nada, hoje. Já vi que não vai dar certo.

Depois de girar, girar, girar e girar o botão, não sintonizei algo que valesse a pena. Câmbio e desligo.

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