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12 de outubro de 2014

EMPRESAS E PROFISSIONAIS MULTIFACETADOS REAFIRMAM SUCESSO DO RÁDIO

Um dos temas recorrentes nas redes sociais é a especialização profissional. Diferentes opiniões ora apontam para as vantagens de ser especialista, ora sinalizam para os benefícios da atividade multifacetada. (imagem) 

A dúvida não atinge apenas a pessoa física, mas, principalmente, a empresa que deseja manter ou até elevar o nível competitivo com o qual se apresenta ao mercado.

Acabo de ver mais uma dessas análises. Um empresário se reuniu com executivos do mercado publicitário e ofereceu os serviços da empresa dele. (imagem meramente ilustrativa)

A principal argumentação foi a de que a empresa não era especializada em nada especificamente, mas era multifacetada, capaz de resolver qualquer necessidade. Terminada a reunião, um dos executivos observou que se a empresa oferecida não era especializada em nada, então, tudo o que ela fizesse não devia ser bem feito. Segundo ele, somente especialistas alcançam resultados excelentes. Para justificar a contratação de sua empresa, o profissional “vendedor” disse o seguinte:

“(…) A equipe multidisciplinar realiza um trabalho muito mais completo e abrangente, que envolve a complexidade de análises e definições estratégicas. A convergência de profissionais com formações e especializações variadas, como administração, relações públicas, design gráfico, relações internacionais, branding, jornalismo, entre outros, permite explorar diferentes maneiras de enxergar a mesma questão. A troca contínua de informações e percepções também tira cada um da sua própria zona de conforto, já que pensamentos e insights perturbadoramente inesperados e extremamente pertinentes podem surgir do profissional, supostamente, menos ligado ao tema. Contudo, para que uma equipe com esse perfil funcione, é necessário que haja uma clara definição do caminho a ser percorrido e de como os outputs de cada projeto servirão a um propósito ou solução de um problema específico.” (Fonte: Portal Comunique-se)

Trocada em miúdos, a explicação quer dizer apenas que a empresa multifacetada, embora não seja especialista em uma área determinada, deve recorrer a especialistas do setor em que vier a ser solicitada a atuar. Adicionalmente, profissionais de outras áreas poderão participar do trabalho e, cada um, com a visão específica de seu setor, deve contribuir com sugestões diferentes, porém focadas no mesmo problema.

Duas coisas ficam claras. Primeira: especialistas sempre existirão. Segunda: Por mais multifacetada que seja uma empresa, o caminho das pedras aponta para especialistas. Em algum ponto do trabalho, eles serão convocados. Ou no início, para determinar a rota a seguir, ou no final, para conferir se o “trajeto” proposto vai levar ao objetivo esperado.

A evolução mercadológica busca um discurso profissional diferente, mas, no fundo, não dá para reinventar a roda. (imagem) O que devemos, isto sim, é fazê-la rodar macio.

Tudo isso para dizer que, no rádio, não é diferente. Sempre houve a interação de diversos profissionais, dos vários setores de uma emissora, na busca do melhor resultado para o público. A modernização do veículo, apoiada em novas tecnologias oferece múltiplos formatos, mas o conteúdo sempre terá maior peso.

“O todo (a grade de programação) é maior do que a simples soma de suas partes” — independentemente do valor individual dos profissionais envolvidos. Aliás, como ensina, há séculos, o conceito holístico de Aristóteles.

Tem gente que ainda não entendeu a lição. Assim, fica difícil.

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