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11 de outubro de 2014

MEU FUTURO DE VIDENTE DUROU APENAS UM DIA. DE ONTEM PARA HOJE

Será que sequei as meninas de ouro? (imagem) Depois de ter visto partidas exuberantes da seleção brasileira feminina de vôlei, disputadas na Itália, ontem, sexta-feira, cheguei a declarar meu descaso em relação ao amistoso da seleção brasileira de futebol, marcado para este sábado, contra a Argentina, na China.

Se fosse apostar, eu teria cravado um 0 x 0 no amistosão da CBF, pomposamente batizado de Super Clássico das Américas. Apesar da rivalidade entre Brasil e Argentina, eu não via no jogo nada interessante.

Por outro lado, a seleção brasileira feminina de vôlei mereceria uma aposta seca na vitória arrasadora contra os Estados Unidos. Tal confiança me fez dizer, ontem, que não me preocuparia em acordar cedo para ver Brasil x Argentina, pois valeria muito mais a pena torcer pelas meninas, no Mundial de vôlei, ao meio dia e meia.

Esse era o plano, quando fui me deitar. Numa dessas ironias da vida, acordei (sem despertador) às 7h40, neste sábado. Não gostei, mas fazer o quê? Sem sono, resolvi me levantar. 

Após o café, dei uma espiada na TV. Ainda rolavam os treinos classificatórios para o GP da Rússia, de Fórmula 1, amanhã.

De cara, uma informação sobre a má sorte de Felipe Massa. (imagem)

O carro, cheio de problemas, não colaborou e o brasileiro havia ficado em 18º no grid de largada. Tem dia que é assim mesmo. Tudo atrapalha.

Imediatamente me lembrei das meninas do vôlei e emendei, fazendo logo duas figas: “vira essa boca pra lá, elas estão jogando muito. Vai dar tudo certo”.

Para matar o tempo, pois o jogo das meninas demoraria ainda umas três horas e meia, decidi assistir o Super Clássico. Valeu por Diego Tardelli, nada mais. (imagem)Os “craques” ficaram naquela de cai, levanta, cai, levanta. Teve até um pênalti perdido. Sem tirar o mérito de Jefferson, Messi bateu mal. (imagem)

Com 2 a 0 no placar, Dunga poderia ter colocado Kaká mais cedo em campo. Ídolo na China, o jogador brasileiro foi ovacionado pela torcida local. O público merecia esse agrado, pois, de futebol mesmo, viu-se pouco no “Ninho de Pássaro”, estádio chinês.

Se foi ruim para Kaká, foi pior ainda para Robinho. (imagem) O ex-rei da pedalada pisou no gramado aos 51 minutos do segundo tempo. Foi o “bicho” mais fácil que ele já ganhou na carreira. Deu uma corridinha para lá, outra para cá e só. Quando quis ficar animado, o juiz encerrou a partida. Menos de um minuto fazendo de conta que ia jogar bola. Tudo bem que a seleção brasileira ganhou, mas não foi um “jogão” como Galvão Bueno cansou de repetir.

Até esse ponto, o sábado não havia sido bom para Felipe Massa, na Rússia, ficou na média para o Super Clássico das Américas, na China, mas faltava, ainda, a semifinal de vôlei entre Brasil e Estados Unidos, em Milão, na Itália. Esse jogo vai salvar o dia, pensei.

Quando começou o primeiro set, deu para ver que as meninas do Brasil não estavam em quadra. Quer dizer, estavam, mas não estavam. Não eram as jogadoras aguerridas que estávamos habituados a ver no Mundial. Sem brilho e descontroladas foram vítimas de um apagão inexplicável. Três sets a zero, selaram a sorte da nossa seleção. Inacreditável! (imagem)

Todos diziam, inclusive eu, que o Brasil  era o virtual campeão mundial de voleibol. Com alguma sorte, as meninas voltarão da Itália com a medalha de bronze.

Chateado, me sentei diante do computador para escrever este post. Por um instante, me ocorreu que o sábado, afinal, não estava perdido. Haveria, logo mais, alguns jogos pelo Brasileirão e...

Nem cheguei a completar a frase. Achei melhor ficar quieto e deixar que seja o que tiver que ser. Vai que falo uma coisa, acontece outra e meu time se dá mal. Doravante, acho melhor fazer como aquela personagem humorística, Ofélia, que só abria a boca quando tinha certeza.