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30 de outubro de 2014

O RÁDIO VAI VIRAR CELULAR OU O CELULAR VAI VIRAR RÁDIO?

Quando o celular chegou ao Brasil, muitos anos depois de estar em operação nos Estados Unidos e em países da Europa, o aparelho era grande, pesado, falava muito mal e a bateria não durava quase nada. Sem contar que durante uma conversa, a duras penas, a orelha da gente “pegava fogo”, pois o tijolão, como era chamado, esquentava uma barbaridade. Apesar disso, custava uma pequena fortuna. (imagem) Veja um resumo sobre a história e a evolução do celular, no mundo, clicando aqui e aqui.

Com a evolução tecnológica, os aparelhos foram ficando menores e mais baratos. Porém, continuavam falando mal, a despeito da massificação de antenas retransmissoras, as células, espalhadas  por São Paulo, de onde escrevo.

A bateria passou a durar um pouco mais. Em stand-by (espera), chegava a durar até três dias. Em operação básica, fazendo chamadas ou recebendo-as, o consumo de energia crescia radicalmente. O preço despencou.

Se os aparelhos menores, com baixo consumo e preço reduzido, atraíam pela estética e economia, eram dotados de funções limitadas.  A eficiência das ligações continuava questionável. Passados 23 anos desde a chegada ao Brasil, a qualidade das chamadas telefônicas ainda é considerada ruim. (imagem)

Nesse meio tempo, depois da miniaturização (comparativamente aos primeiros), os celulares começaram a ter múltiplas funções, as telas foram crescendo e o acesso à Internet, hoje, é mais cobiçado do que as chamadas de celular para celular. As mensagens instantâneas via MSN, Skype, redes sociais e, agora, o WhatsApp impulsionaram, definitivamente, a popularização do telefone móvel. O preço dos aparelhos voltou a crescer. Alguns, chegam a custar mais de três mil reais. (imagem)

Dados de junho de 2013, mostravam que tínhamos passado a casa dos 265 milhões de linhas em operação. Em conta simples, havia 135 celulares para cada grupo de 100 habitantes, ou seja, mais telefone do que gente. E o crescimento no número de linhas continuava. Para você ter uma ideia, em outubro do mesmo ano o crescimento de celulares ativos passou dos 268 milhões. Atualmente, segundo a Anatel, há 278 milhões e 100 mil celulares em funcionamento. A previsão é de que, em 2018, estejamos na casa dos 350 milhões de aparelhos funcionando. (imagem)

Tamanha multiplicação revela dados interessantes. As chamadas continuam sendo sofríveis, nem sempre se consegue falar com quem queremos. O número de serviços possíveis de serem feitos pelo celular, cresce em progressão geométrica. Em meio a tudo isso, uma curiosidade: navegando, dificilmente há quebra de conexão, mas falando de celular para celular, a dificuldade é praticamente a mesma de 23 anos atrás. A diferença leva ao questionamento. Por que os novos serviços são estáveis e os tradicionais, razão fundamental da criação dos celulares, continuam ruins como sempre? (imagem)

A perspectiva indica que, cada vez mais, outros serviços serão agregados aos celulares, através do acesso à Internet. Já é possível acessar seu banco, transferir valores, fazer pagamentos, realizar investimentos, consultar a fatura de cartões de crédito e uma série de outros serviços que, até bem pouco tempo eram feitos, no máximo, através do computador pessoal.

Em razão disso, os Smartphones, Iphones, Ipods, Ipads, tablets e congêneres estão ficando cada vez mais caros e maiores, devido ao crescimento das telas, embora tenham perfil mais fino. A bateria melhorou, mas não suficientemente, e dura, em média, um dia. Quantas vezes se esgotam bem no meio de uma operação?

Pelo que se nota, os celulares estão ocupando o lugar dos computadores domésticos, os chamados desktops. Em breve, apenas empresas farão uso dos computadores convencionais, tornando-os em máquinas-ferramenta dedicadas a determinadas funções, nada mais. Os celulares substituirão, no uso doméstico e pessoal, os conhecidos desktops. Os notebooks ainda sobreviverão por um tempo mais, visto que são portáteis e em diversas oportunidades servem até de telefone. Como alguns rádios automotivos modernos já fazem. O sistema “Blue & Me”, parceria da Fiat com a Microsoft, por exemplo, torna possível ao motorista ligar para os contatos de sua agenda do celular, através da conexão Bluetooth. Veja aqui

Tamanha popularidade deve transformar todos os celulares em aparelhos de rádio. Estão em andamento planos nesse sentido.

Paralelamente à migração do AM para o FM, as associações que representam o setor de radiodifusão pressionam fabricantes de dispositivos móveis a incluírem um chip que permite a recepção de rádio FM em seus aparelhos.

O rádio tradicional, da forma física como o conhecemos, deve desaparecer ao longo dos anos. (imagem)

Não se anime muito, você, dirigente “mané”, imaginando que essa é a solução para todos os seus problemas.

O conteúdo vai continuar sendo o principal motivo que manterá o ouvinte ligado no rádio, através de qualquer meio de recepção. (imagem)

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