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10 de outubro de 2014

SÁBADO ESPORTIVO NA TV. FUTEBOL E VÔLEI. FICO COM AS MENINAS E VOU DORMIR TRANQUILO

Tem seleção brasileira de futebol, neste sábado, a partir das nove e cinco da manhã. (imagem) Quando vi pela primeira vez o horário da partida me perguntei “por que nove e cinco?” Passado o instante de dúvida, pensei na razão: “deve ser a novidade que a seleção de Dunga vai oferecer”.

Gozação à parte, não vou nem perder tempo de acordar para ver o jogo. (imagem)

Se não fosse o fato de que é gostoso dormir um pouco mais aos sábados, a razão para o meu descaso é que a seleção brasileira feminina de vôlei também joga amanhã, ao meio dia e meia. Entre uma e outra, as meninas ganham disparado. Quer saber por quê?

A primeira coisa em que você talvez tenha pensado é que o visual da meninas é mais agradável. Sim, pode colocar esse detalhe na lista, mas não é só por isso. Em se tratando de uma competição esportiva, o jogo das meninas vale pela semifinal do Campeonato Mundial feminino de vôlei.

O Super Clássico das Américas, entre os “meninos” do futebol, é um mero amistosão. Embora rotulado de “histórico”, pois marca o centésimo confronto entre os selecionados brasileiro e argentino, o jogo na China não passa mesmo de amistoso, além de servir de vitrine para ações de marketing promocional e merchandising de toda ordem. Haja paciência. Francamente, prefiro dormir. As garotas do vôlei atravessam ótima fase e seguem à risca a orientação técnica. Valentes, lançam-se nas bolas corajosamente e descem o braço pra valer. (imagem)

A duração da partida é uma incógnita, dependendo da dificuldade que as adversárias impuserem. Quanto mais complicado for o jogo, mais elas se entregam em busca da vitória.

As norte-americanas (imagem) entram em quadra, amanhã, às 12h30, sabendo que terão uma “pedreira” pela frente.

Um show imperdível.

Por outro lado, o desgaste físico que os “astros” do futebol costumam demonstrar em campo chega a ser ridículo.

O amistosão entre Brasil e Argentina deve ficar no banho-maria irritante, por mais que Galvão Bueno doure a pílula na tentativa de atrair audiência. (imagem)

Prefiro ver o Sportv e acompanhar a seleção brasileira de vôlei, com narração do sempre correto, competente e atento Jota Junior.

Não digo que o narrador seja sacaneado pela emissora esportiva, mas, no Brasil, a escala o tem colocado em alguns jogos de futebol que ninguém merece.

Narrar a participação das meninas do vôlei no Mundial, na Itália, é um prêmio mais que merecido a Jotinha. (imagem)

Houve um tempo em que a mulher brasileira era conhecida mundialmente pela graça, beleza e formosura, mas as virtudes paravam por aí.

Agora, para nosso orgulho e satisfação, somam-se aos atributos físicos a personalidade esportiva competitiva. (imagem)

O talento cada vez mais apurado, o altíssimo nível técnico e uma garra incomparável, capaz de matar de vergonha os “meninos” do futebol, levam nossas meninas a um lugar de destaque, sem contestação.

O atual desempenho das meninas do vôlei não é, apenas, mais uma conquista feminina; é uma evolução que merece ser comemorada.

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