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22 de novembro de 2014

ALÔ, RIO: REI DA BAGUNÇA EM SÃO PAULO, ADEPTO DO ‘RÁDIO RODINHA’ VAI INVADIR SUA PRAIA

mudou Falar das emissoras de rádio que pertencem ao grupo Mundial, antigo CBS, é sempre um risco. Nunca se pode garantir nada, por melhores que sejam nossas fontes. O problema é que por trás de tudo está Paulo Abreu que, alguém já disse, é o criador do “rádio rodinha”. De vez em quando, está mudando de lugar. Um dia opera em determinada frequência e, no outro, já se bandeou para outra sintonia. Esse comportamento instável não se refere, apenas, à localização das emissoras no dial, mas, também, à programação de cada uma delas. O ouvinte nem se espanta mais. Sabe que, de uma hora para outra, o que era já era.

generos Na rotina radiofônica, as emissoras costumam se identificar como jornalísticas, esportivas, religiosas e musicais, basicamente. Entre as que tocam música, a tendência é diferenciarem-se de acordo com o gênero predominante na programação, ou seja, pop, rock, funk, axé, samba, pagode, rap e demais variações populares, de acordo com o perfil de audiência, jovem ou adulto. Todas mantêm-se no estilo adotado para firmar o conceito junto ao ouvinte. Paulo Abreu, não. Uma emissora dele é capaz de tocar tudo de uma só vez, tipo “junto e misturado”. E o que se ouve hoje não serve de parâmetro para o que vai acontecer amanhã.

Eu soube, por um amigo, em setembro, que a Super Rádio, depois de ser proibida pela Justiça de continuar usando o nome Tupi (propriedade dos Diários Associados) estava planejando mudar tudo. Mudar tudo?—perguntei, sem nenhum espanto. Fazer mudanças intempestivas é o que mais o grupo Mundial tem feito. “É, mas vai demitir muita gente”—completou minha fonte.

Entre agosto e setembro, Paulo Abreu desfez a rede Iguatemi AM, promoveu mudanças na Iguatemi FM e na Iguatemi Prime FM, além de demitir profissionais. Sempre entendi, e disse aqui, que contratação e demissão fazem parte do negócio. É preciso, porém, que sejam feitas com critério. Para Paulo Abreu, no entanto, não existe critério. (à esquerda, na foto)

Só uma coisa é certa: o homem parece ter o bicho carpinteiro no corpo e não consegue ficar parado. Vira e mexe, muda a frequência ou a programação de outras rádios do grupo, como por exemplo, Terra e Scalla. Nos intervalos, manobra junto aos amigos no governo, para reativar a extinta TV Excelsior.

Enquanto isso não acontece, o empresário se prepara para novas mudanças. Em São Paulo, a Super Rádio—Tupi até outro dia, operando em AM, 1150 Khz, acaba de mudar de novo. O que vai acontecer em seguida é inútil tentar adivinhar, pois o que o insaciável senhor planeja, hoje, pode ser diferente amanhã.

boca_no_trombone Ao encerrar, uma dica para o pessoal do Rio de Janeiro: o empresário está de olho no mercado fluminense e tem realizado testes para desembarcar na Cidade Maravilhosa. Salve-se quem puder!

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