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24 de novembro de 2014

TEM CHEIRO DE RÁDIO-PIZZA NO AR PARA BANCAR A MIGRAÇÃO DO AM

Desde antes da assinatura do decreto presidencial autorizando a migração do AM para o FM já se notava um movimento conjunto de emissoras, coordenado pelas entidades representativas dos veículos de comunicação.

A migração, ardorosamente aguardada pelo setor, passou a despertar o temor generalizado dos empresários com os “elevados custos” que a mudança de faixa implicaria. (imagem)

Achei muito estranho, pois, se um empresário qualquer decidisse comprar uma FM disponível (caso houvesse uma), certamente iria pagar muito, mas muito mais do que, com certeza, a nova frequência vai custar para os interessados.

E como quem não chora não mama, a choradeira começou. Em vez de lágrimas, um cheiro de pizza invadiu o ar. (imagem)

Sensibilizado, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, tranquilizou o setor. Com a generosidade dos anjos, avisou que o BNDES abrirá linhas de financiamento para auxiliar na migração. Para fazer o serviço completo, vai liberar recursos para “fazer uma campanha de mídia evitando que o ouvinte fique perdido" com as mudanças. (imagem)

Ok, você entendeu certo. O governo vai financiar até as companhas publicitárias das emissoras que precisarem se comunicar  com o ouvinte “perdido”. (Fonte: Portal G1)

Mesmo assim, as emissoras começaram a promover cortes de pessoal, dando a entender que os custos operacionais e aquisitivos para a troca de transmissor vão encarecer muito o negócio. Por isso, estão se readequando (cortando a folha de pagamento) para “enfrentar” as despesas que virão.

Seria mais honesto dizer que o avanço da tecnologia vai reduzir o volume de mão de obra para “tocar as novas emissoras”. Ou seja, com a modernização do sistema não será preciso manter o mesmo quadro funcional. Esse é, de fato, um dos efeitos perversos da evolução, mas que empresário é besta de admitir a verdade e perder a “boquinha”? Por isso, toma terror.

A cantilena surtiu efeito imediato. (imagem) O governo, tão bonzinho, concedeu a desoneração da folha de pagamento dos empregados de empresas de comunicação, para evitar desemprego. (Fonte: Abert) Isso ainda não basta. O empresariado quer mais e continua batendo na cangalha para o burro (governo) entender o recado.

No fundo, o que se pretende é achar um jeitinho de o setor oficial “socorrer” a iniciativa privada com mais facilidades ainda. Se possível, que o dinheiro do BNDES seja transformado em recursos não reembolsáveis, condição prevista pelas normas do banco. bndesTudo em nome do social, mas os empregados já demitidos e aqueles que ainda serão dispensados terão perdido os postos de trabalho, sem volta. Essa gente, de fato, canta bem sem viola. (Fonte: BNDES) - Reprodução

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