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9 de dezembro de 2014

‘BEM, AMIGOS’ FALHA E MOSTRA QUANDO A IMAGEM COMPENSA A FALTA DO SOM

Este post é mais voltado ao segmento masculino e ao crescente público feminino que vem demonstrando mais simpatia pelo futebol.

Ontem, segunda-feira, o programa “Bem, Amigos”, do Sportv, foi especial.

Valendo-se do final do Campeonato Brasileiro e o início das férias dos jogadores, Galvão Bueno apresentou o programa que, na verdade, era para ser um show de premiação aos craques que se destacaram na competição. Abaixo, Guerrero, atacante do Corinthians.

guerrero Gravado em dependências do estádio do São Paulo Futebol Clube, na capital paulista, o programa até pode ter sido um sucesso para os presentes, mas, para o telespectador, foi um exercício de paciência e muito controle. Remoto, naturalmente.

Do início ao fim, o telespectador precisou ajustar—ora para mais, ora para menos—o volume do televisor. Se, por hipótese, ele não tivesse o acessório, teria ficado aborrecido e cansado de tanto ‘senta e levanta’ para aumentar ou diminuir o volume do televisor.

A equipe técnica não se acertou—do começo ao fim—e levou “um baile” dos microfones. Em total desequilíbrio, os ‘sem fio’ atrapalharam o desenvolvimento do programa.

Da microfonia inicial, aos irritantes ‘silêncios’ durante a fala de convidados e homenageados, o fato é que a Globo, ontem, mostrou que o nível dos profissionais do setor de sonorização decaiu muito nos últimos tempos.

goleada 10 X 0 Se houvesse um placar para avaliar o desempenho dos engenheiros, técnicos e operadores de áudio, ontem, eles teriam sido derrotados por goleada. O “Bem, Amigos” desmentiu a máxima de que “uma imagem vale por mil palavras”. Imagens de pessoas que falam, mas ninguém escuta, valem, seguramente, apenas de pretexto para se trocar de canal.

Para quem, como eu, insistiu em acompanhar o programa, uma boa revelação.

joana de assisA repórter Joana de Assis, que nos “Bem, Amigos” semanais (quase nunca apresentados por Galvão Bueno) apenas lê e-mails (e olhe lá) foi escalada para fazer dobradinha com Galvão na condução do programa-cerimonial de ontem.

A performance da moça foi surpreendente. Não pela agradável capacidade de improvisação demonstrada, quando os microfones permitiam, mas pela boa forma física insuspeita. Sentadinha diante de um notebook, nos programas normais, lendo algumas poucas mensagens dos telespectadores, ninguém poderia supor que a aparente menina franzina fosse ‘tudo aquilo”.

Dona da chamada barriga negativa e dotada de uma derrière positiva, bem ao encontro da preferência nacional, a silhueta de Joana de Assis, era um colírio e tanto para os olhos. Para dizer a verdade, foi ela quem mais se destacou no programa, nos momentos em que, por pixotada dos responsáveis pelo som do programa, as imagens ficavam em evidência. Nos casos em que a repórter estava na tela, ninguém sentia falta do áudio. Também, não precisava.

samuel_rosaPara finalizar, a participação de Samuel Rosa, vocalista do grupo musical Skank e torcedor fanático do Cruzeiro mineiro, nos mostrou que o vocalista e os demais integrantes do grupo são indissociáveis.

Como se não bastasse o problema sonoro do programa, que tirou ainda mais o brilho da apresentação do cantor, a falta da banda mostrou que o Skank só é o Skank quando atua em conjunto. Aliás, como ocorre no futebol.

Em tempo: espero, daqui para frente, que o pessoal do som, da Globo, também se lembre disso. Apesar da importância da imagem na TV, o som é complemento fundamental.

Se faço a observação é porque vocês sempre foram reconhecidos pela competência. Assim, bem na hora de entregar o caneco para a boleirada brasileira, vocês não podiam ter pisado na bola.

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