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23 de janeiro de 2015

A REDE GLOBO ESTÁ EM ROTA DE EXTINÇÃO? AQUELA QUE NÃO SE MEXER VAI MORRER

Esta semana não consegui postar tanto quanto gostaria. “Estive “correndo atrás do prejuízo}”, como dizem. Na semana que vem, quero ver se corro atrás do lucro, pois me parece mais coerente. Para não fechar a semana em brancas nuvens, faço uma indicação.

AA_azenha_amorim Antes de mais nada, um esclarecimento. O texto foi escrito por Luiz Carlos Azenha e está exposto no site “Conversa Afiada”, da Paulo Henrique Amorim. O que me leva ao aviso? Ambos são conhecidos ‘inimigos’ da Rede Globo. Como zagueiros que se prezam, não perdem a viagem e dividem qualquer bola que pingue na área da emissora líder.

Isto posto, a reportagem “COMO O NETFLIX, COMPETINDO COM A AMAZON, VAI MATAR A GLOBO” precisa ser vista com cautela, pois, se nem tudo são flores nessa questão, ainda estamos longe do pesadelo que o texto sugere. Entretanto, a avaliação de Azenha está embasada em fatos reais que, mais dia menos dia, vão atormentar a vida global.

PLIMPLIM A concentração produtiva que beira ao monopólio, apontada pelo repórter, tem sido até agora (com uma grande ‘mãozinha’ do governo) o empuxo do motor que fez a Globo disparar na frente da concorrência. Isto vai mudar, não há dúvida, em boa hora. Aliás, já passou da hora. Ainda mais que a Internet está mordendo os calcanhares de quem ainda não despertou para a realidade. Se ficar, o bicho come; se correr, o bicho pega.

As duas gigantes (Amazon e Netflix) são, de fato, uma ameaça não apenas aos domínios globais, mas a todo grupo que dormir no ponto. Os Marinho não estão mortos e devem reagir à altura. Só não se sabe, ainda, qual será o caminho a seguir.

Sendo um profissional do meio, eu gostaria, claro, que o mercado de produção fosse aquecido e contasse com a participação maciça de Record, SBT, Band e todas as demais que almejam conquistar um púbico maior, na luta pela audiência. Não apenas porque haveria crescimento na demanda de mão de obra, mas, principalmente, porque é da diversidade de peixes que se pode pescar os melhores. Por esta analogia popular, hoje, você joga a isca na água sabendo, por antecipação, que nem sempre virá um peixe no anzol. Às vezes, não raras, você fisga uma botina velha. Ou seja, as emissoras de TV põem no ar toda espécie de lixo e ao ‘pescador’, quase não resta alternativa.

imagesA continuar como está, o panorama da televisão brasileira pode se transformar em um cenário ainda mais feio. A TV por assinatura cresce de forma exponencial, mostrando que o telespectador está em busca de uma programação melhor e variada.

Este brado de alerta precisa ser entendido pelas TVs abertas. Ou elas melhoram o nível de programação ou, mais rapidamente do que se imagina, algumas TVs abertas poderão fechar.

Veja o que diz Luiz Carlos Azenha, aqui.

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